enchente em itajaí

Sou um dos mais de 20 mil desalojados nas enchentes que assolam o Vale do Itajaí, em Santa Catarina, neste final de novembro. É um drama, mas não é um drama isolado. Estimativas dão conta de que 1,5 milhão de pessoas tenham sido afetadas pelas fortes e constantes chuvas. São mais de 44 mil pessoas – até o momento – que estão desabrigadas ou desalojadas. Existe uma diferença entre uma coisa e outra: desabrigado é quem não tem onde ficar e vai para abrigos improvisados ou organizados pela Defesa Civil e órgãos de atendimento. Desalojado é quem está em casa de amigos, vizinhos, parentes, como é o meu caso.

Cerca de 80% da cidade de Itajaí está sob as águas, e todas as classes sociais estão atingidas. Dos miseráveis aos ricaços, ninguém foi poupado. Mesmo quem não foi diretamente atingido está sofrendo as conseqüências: veja o caso dos meus amigos Isaías e Raquel, que acolheram a minha família e mais outras duas em seu apartamento. A cidade deve sofrer nas próximas horas com falta de água, alimentos, combustíveis… Boa parte da cidade, metade dela, está sem energia elétrica.

Os gestos

É um lugar comum, um clichê desgastado, mas tem uma verdade incontornável: em momentos trágicos como este, nos surpreendemos com os gestos de solidariedade, amizade, fraternidade das pessoas. Das pequenas às grandes demonstrações: é o empresário carioca que disponibiliza caminhões da sua empresa para distribuir água; é o caminhoneiro anônimo que oferece carona a desconhecidos para atravessar um trecho alagado; são os amigos que se ligam para ter informações; são as pessoas que – mesmo atingidas – se colocam como voluntários para atender os outros.

Deixei minha casa, e depois conferi que cerca de 30 ou 40 cm de água havia invadido o local. Não pude permanecer lá. Saí no domingo de manhã, antes mesmo da água chegar. Fui com mulher e filho para um local seguro, e em seguida, fomos auxiliar no Colégio Dom Bosco, onde centenas de pessoas chegavam molhadas, com frio, com fome, e sem nenhuma esperança. Perderam tudo. Distribuindo roupas para as pessoas, eu via nos olhos delas um misto de vergonha, de desalento, de perplexidade. Um sofrimento intenso, difícil de escrever aqui.

Ontem, à noite, quando fomos à Univali para ajudar mais sofrimento e dor. Desespero e medo.

Tensão

No domingo à noite, passamos pelo Supermercado Angeloni e havia um clima silencioso de grande tensão, de comunhão pelo medo. As águas não paravam de subir e a maré cheia se aproximava. Depois, soube que o Angeloni – ao menos o seu estacionamento – ficou todo tomado pela água barrenta.

É manhã de terça, e os mortos já são 65. Temo que os números disparem assim que o nível da lama baixe e que a Defesa Civil, Bombeiros e Polícia possam chegar aos locais onde houve deslizamentos e quedas de barreira.

Conversei com vários moradores mais antigos da cidade, e que já passaram pelas famigeradas enchentes de 1983 e 1984. Eles me disseram que os dias que vivemos aqui são piores, bem piores. A cidade cresceu muito desde então. A área impermeabilizada aumentou, assim como a quantidade de lixo produzido também. Tudo isso associado às condições atmosféricas fizeram com que um cenário de guerra se descortinasse por aqui.

O caos

Alguém aqui lembrou um livro. Outro alguém, um filme. Acho que os dois exemplos dão uma noção do que estamos passando por aqui. O livro: Ensaio sobre a cegueira. O filme: Guerra dos Mundos. Nos dois, o panorama é de abandono, destruição, hordas de famintos e flagelados; desespero e o inevitável sentimento de perda. Imagens podem ser vistas no blog do meu amigo Robson Souza (http://luzeestilo.wordpress.com), e informações bem atualizadas no blog do Juliano Flor, acadêmico de Jornalismo (http://visaoextra.blogspot.com).

Demorei a postar algo aqui por diversos motivos: viajei a São Bernardo do Campo para o 6º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo na quarta 19 e só voltei no sábado, 21. No domingo, tudo aconteceu, e fiquei fora de órbita. Na verdade, ainda estamos fora de ordem.

A dor e o sofrimento não vão parar

Assim que as águas baixarem, projeto eu, entraremos em outra fase desse calvário: o de contabilizar os danos, limpar a destruição e passar a reconstruir a vida. Nada será como antes, e isso não é um pessimismo à toa. Quem passa por isso aqui não esquece. Nunca. Então, a vida está andando de lado, está suspensa. Não há aulas. Não há compromissos. Não há agenda a ser cumprida. Não há vida normal. Só existe o essencial: sobreviver.

Por isso, as imagens evocadas pelos meus amigos do livro e do filme não largam a minha cabeça. Calculo que não chegaremos a um nível tal de degradação como o relatado por José Saramago, em seu lindíssimo livro. Também acho que a destruição não será como a protagonizada por Tom Cruise nos cinemas. Mas a mobilização das pessoas, a interrupção brusca do ritmo da existência e a perplexidade com a nossa fragilidade e vulnerabilidade são os mesmos.

Estou bem. Minha família também. Os amigos idem. Aliás, graças à amizade, à generosidade, à imensa capacidade de doação de alguns, muito estão sobrevivendo.

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51 comentários sobre “enchente em itajaí

  1. Rogério,
    Realmente, em situações como essa que a gente vê a solidariedade das pessoas. Infelizmente, pelo que se vê também, há pessoas que se aproveitam da situação. Eu também lembrei em vários momentos O Ensaio Sobre a Cegueira, principalmente de Blumenau (tenho muitos amigos lá, que estão sofrento mundo, tanto fisicamente quanto psicologicamente). Vale lembrar também a rede que foi formada de informações pela internet. Tinha gente com seu laptop na bateria e aquele modem de celular postando informações no sábado.

    • Olá, sou jornalista da REDETV! de São Paulo e vou enviar equipe de reportagem para um especial em Blumenau e Itajaí sobre os reflexos das chuvass de 2008 na vida das pessoas.
      Tem ainda gente desabrigada e queria contatar pessoas que , embora tenham reconstruído suas casas , acabaram perdendo parte de seu patrimônio.
      Se souberam de contatos, agradeço.

      Grata
      Angela Santos
      (11) 3306-1018/ 1267

  2. Tenho acompanhado tudo pela web e coletado algumas explicaçoes para este acontecimento nefasto. Eu já vivi uma situação assim, de acordar no meio da madrugada com água chegando no colchão. É um horror… Estou aqui torcendo para que a natureza se acalme neste momento e que posteriormente, o homem comece a tomar consciência sobre o ambiente.

  3. Companheiro! Tem nossa solidariedade e tudo aquilo que estiver ao nosso alcance. Apesar da distância, conte conosco.
    Estamos ansiosos para que as coisas tentem se normalizar e a vida retomar seu ritmo, que no seu caso, é alucinante.
    Grande abraço.

  4. Rogério, fiquei bem por ai, a primeira pessoa q lembrei qdo vi as enchentes foi tu. Estou acompanhando na medida do possível pelo twitter, etc. Desejo que tudo se estabilize o mais breve possível. Gde. abraço

  5. Querido Rogério,

    Provavelmente não lembras de mim, mas nos conhecemos nos congressos, sou profa na Unisul em Floripa e participo da nossa lista de discussão da intercom e do FNPJ, apesar de não conseguir responder aos e-mails, pois houve mudança no cadastro…
    A situação aqui em Fpolis tb é complicada, a rua atrás da minha está interditada, houve desmoronamento. Contudo, nada se compara à situação do norte do estado. Coloco-me à disposição. Incluvise se sua família precisar vir à Floripa, há espaço no meu apê. Vamos nos virando.
    Abraços.

  6. Caro Rogério,
    mesmo sem nos conhecermos, não pude deixar de me impressionar com a história. Como nossos colegas, receba minha solidariedade e conte comigo, apesar da distância, como disse o Gerson.
    Abraço, força e luz.

  7. Oi Rog[erio, td bem?
    Estou acompanhando o drama que estao vivendo, pois tenho 2 tios meu, que estao desaparecidos,em itajaí, minha tia, a mulher de um deles, está em um abrigo…
    Está sendo muito difícil ter que pensar que pode ter acontecido de td com eles…
    Moro em Curitiba, a dor aqui é imensa…
    Estou rezando e pedindo a Deus que td de certo para vcs…E que meus tios sejam encontrados ainda com vida…
    Boa sorte e fiquem com Deus…

  8. Fiquei contente ao conversar com Sandro e Joel agora há pouco aqui na banca e saber que você e sua família estão bem, ao menos na medida do possível.

    Tias minhas do bairro São Vicente estão passando por situação semelhante, e a sensação que todos têm é de impotência…

    Abraços, e espero que nos vejamos segunda-feira.

  9. À população atingida pelas chuvas,

    Tenham paciência, força e fé. Isso também vai passar. Estejam certos de que há leis superiores comandando os acontecimentos e de que vocês sairão dessa experiência mais inteiros.

    Estamos torcendo e rezando. Fiquem firmes!

    Um abraço,
    Stella Maris Mendonça

  10. Mais uma vez, obrigado, amigos de todas as partes. Essa corrente só nos dá mais ânimo e força.
    abs e continuemos ligados

  11. Caro Rogério, moro em Florianópolis. Se precisar de algo, avise. Estamos todos muito impressionados, mas se as enchentes de 83 e 84 renderam a Oktoberfest, tudo indica que esse Estado é capaz de criar uma grande festa para reconstruir tudo e recolocar Santa Catarina no mapa. Os barriga-verdes não são fracos não…

  12. Nós aqui no R.J. acreditamos que vocês mais uma vez vão vencer, reconstruir para muitos é difícil, é oneroso, a ferramenta pra reconstruir a morada de muitos é a solidariedade.
    Rogério, cobre das autoridades a “Dragagem de toda a rede fluvial da região”. Faça campanha, faça a população entender da necessidade da dragagem.
    Ficamos sensibilizados…
    Itajaí foi presenteada pela natureza, belas praias e recantos, assim como o Rio de Janeiro.

    Fiquem bem….

  13. Fiquei muito abalada com o que aconteceu, faz cinco meses que vim para curitiba, estava morando em um dos bairros mais atingidos, deixei muitos amigos por ai, ja estou fazendo arrecadacoes pra assim que liberar a rodovia estar indo para itajai, Deus ha de ajudar este povo tao acolhedor.

  14. Que bom saber que sua você e sua família estão bem.
    Não está sendo fácil para ninguém meu amigo. Fui ao supermercado no bairro Fazenda e observei uma cena que parecia coisa de filme, pessoas brigando por causa de comida.

    Esperamos que tudo volte ao “normal”.

  15. Estou acompanhando pelos telejornais as notícias. Espero que não ocorram mais mortes e que as pessoas tenham força para reconstruir suas vidas.
    Ana Célia – Fortaleza./CE

  16. gostaria de deixar aqui a minha solidariedade por todos que estão sofrendo com os problemas que a naturesa esta causando ai em itajai,mais quero diser do meu ponto de vista,acho que tudo isso é resposta da natureza aos seres destruidores,mais mesmo assim é muito penoso que isso esteja acontecendo pois nós brasileiros somos todos responssaveis por nosso pais mais são poucos q cuidão de verdade,o resto é só destruir sem acreditar que um dia tudo pode acontecer!!estou resando por todos vcs que sofren!!!!sou de Landrisales no sul do Piaui…sinto muito pelo que esta acontecendo!!!

  17. Rogério, muito bom saber que vc e família estão bem, e melhor ainda saber da rede de solidariedade . Aqui no Rio , o céu desabou também, mas, dessa vez, a tragédia deu uma trégua.

  18. Olá, professor! Que bom que estão bem! Abraços ao senhor e ao Isaías. Fiquei em Blumenau, onde moro agora, e minha família em Itajaí. Estamos todos bem. Mas, como em suas belas palavras, andando de lado, com a vida suspensa.

  19. querido,
    muita força por aí, solidariedade. Imagino o que foi chegar do SBPJor e deparar-se com uma realidade dessas. Acompanhei uma das grandes enchentes em minha cidade natal, quando os desabrigados foram para o ginásio de esportes que ficava ao lado de minha casa. Foi uma realidade muito cruel, muito. Nesses momentos, o melhor e o pior da natureza humana se manifestam. Bom saber que você, família e amigos estão bem. Muita força para quando a água baixar e começar a reconstrução – em todos os aspectos. Beijo grande.

  20. muita força por aí, solidariedade. Imagino o que foi chegar do SBPJor e deparar-se com uma realidade dessas. Acompanhei uma das grandes enchentes em minha cidade natal, quando os desabrigados foram para o ginásio de esportes que ficava ao lado de minha casa. Foi uma realidade muito cruel, muito. Nesses momentos, o melhor e o pior da natureza humana se manifestam. Bom saber que você, família e amigos estão bem. Muita força para quando a água baixar e começar a reconstrução – em todos os aspectos. Beijo grande.

  21. Oi Prof. Rogério,

    A situação é realmente dolorosa e de muita comoção. Ás vésperas das festas de final do ano, nos sentimos amedontrados e sem saber o que fazer, ou como fazer. Enfim, sensação de dor e inutilidade. Mas juntamos nossas forças pra ajudar aqueles que perderam tudo, até aqueles que já não tinham muito o que perder. Estou ilhada em Navegantes, hoje (quarta-feira) que conseguimos sair de casa e vir pra Itajaí, poder ajudar, dar conforto e apoio às nossas famílias que ficaram aqui, e que desde sábado só tínhamos contato por telefone… era desesperador… Nos sensibilizamos com as notícias, com as imagens e choramos. A solidariedade nos torna fortes e com forças de lutar, é isso ai, ainda temos saúde pra lutar. Grande abraço a todos, especialmente a você.

  22. O ecossistema cidade está se transformando e, em muitos casos, degradados de forma irreversível. O crescimento da população e o consumo exagerado aumentaram a demanda por recursos naturais, afetando diretamente as diversas formas de vida no planeta. Precisamos entender de uma vez por todas que não somos imbatíveis, podemos destruir e reconstruir, mas e a consciência de que fazemos parte integral da natureza e utilizamos seus recursos sem nenhum medidor. E a nossa responsabilidade quanto a isso, precisamos fazer algo, é possivel fazer muito, meu receio é que essa tragédia passe, como passou em 1983 e 1984, só restando as lembranças de dor e sofrimento, e quanto a nossa conduta como cidadão responsável pelo meio ambiente onde vivemos. Não me parece justo depois de tudo, computar as mortes, limpar a sujeira e simplesmente recomeçar, vidas se foram, há necessidade de fazer algo , precisamos compreender a gravidade do fato e agir a favor da natureza e não contra ela, dependemos disso para nosso equilíbrio ecológico.
    Meus sinceros sentimentos a todos envolvidos nessa tragédia, que a união, a amizade, o amor, o equilíbrio e a sabedoria façam parte do cotidiano de todos.

  23. Caro colega.
    Sou professor em Cataguases- Minas Gerais e gostaria de saber como podemos daqui ajudar a vocês nossos irmão.
    Sei o que é este drama pois nos ultimos 6 anos as cheias passam em minha porta e olha que moro em baixada.
    A última ocorreu a 8 mese e a minha rua ainda esta com problemas.
    Gostaria de saber o que podemos fazer para ajudar vocês.
    Podemos arrumar alimentos e cochonetes.
    mas como mandar?
    Se conseguissemos um helicópero do Exército ou da Aeronaútica quem sabe.
    Me de uma luz para não se ficar só em palavras.
    Queremos ajudar.
    Estamos presentes.
    Deus os Abençõe.
    Prof. João Dioni.
    Ecoromualdinho@uol.com.br.

  24. Você se lembra da santa que chora q apareceu ai em Itajaí???
    Amigo… é tudo muito mais mistico do q se pensa!!!
    Estão todos inundados nas lagrimas da santa!
    REFLITAM*

  25. Realmente é muito lamentável. Nunca pensei presenciar um momento de tanta tristeza. De um lado a lágrima de quem perdeu tudo, do outro o abraço desconhecido de conforto. Muita força para você e sua família!

  26. Olá, minha mãe está preocupada com a falta de notícias de uma prima que mora em Itajai – próximo ao Porto o nome dela é Amelia Lasarin

    Se alguém tiver notícias por favor mande email ou ligue – (45) 30553667
    Sou da cidade de Toledo – Oeste do Paraná, aqui estamos coletando mantimentos, roupas……e tudo mais que pudermos encaminhar pra ai para de alguma forma ajudar a amenizar a situação.

    Obrigada
    Jane Lentcsh – Jornalista

    Jane Lentceh

  27. Chico, Stella Maris, Lilian, Alex Gamela, Ligia, Jorge, Melo, Robson, Ana Célia, Evanaldo, Soninha, Costa de Souza, Caru, Vanessa, Fabiane, Bruno, João, Pri, Diego, Jane Rita, Jane, obrigado pela preocupação e pelas muitas manifestações de apreço e amizade.
    A tragédia é grande, mas a vontade de reconstruir e recomeçar é maior.
    Estou bem, e minha família já retornou à nossa casa. Estamos na fase de recolocar a vida nos trilhos, e estamos muito compadecidos com os amigos e mesmo os desconhecidos que foram mais afetados.
    Abraço apertado e sincero.

  28. rogerio,de por min um abraço a todos que estão precisando mas um abraço de confoto de calor de solidariedade de força e confiança e de fe . fe q os dias ruins irão passar ,vai ser dificil, mas vai passar como passaram todos os outros dias ruins , e nesse momento é que vai restar o que é de melhor em nos
    a humildade de ser ajudado e a grandeza de ajudar e o mais importante a fe de entregar nossas vidas a deus e acreditar que amanha sera melhor , e muito melhor porque eu tive dias ruins e deus me deu dias melhor e muito melhor.deus te abençoe e te de forças para ajudar outras pessoas que precisem mais do que voce.fica com deus eu estou orando por todos e deus sempre me ouviu

  29. A Mãe Terra é um organismo vivo, com seu útero machucado… os filhos e as filhas sofrem… Desejo que tudo isso se transforme em força e sabedoria a esses filhos e filhas … Quero ajudar de alguma forma.
    Tenho amigos/as aí… e sofri também.
    A forma como escreveu, toca o sentimento de toda pessoa… tocou o meu… Abraços de uma desconhecida…

  30. Obrigado, Beto!
    Obrigado, Wilma!
    Para ajudar, temos as contas abertas pela defesa civil, as doações que podem ser enviadas pelo correio e até mesmo ações como shows para arrecadação de valores. A TV Cultura fará um em SP, por exemplo…

    abs a todos.

  31. Oi Rogério, não nos conhecemos, mas também sou catarinense e tenho amigos em Itajaí. Independente disso, gostaria de externar meus votos de que tudo fique bem a todos aqueles que estão sofrendo com esta calamidade e, desejar que Deus, o qual tem o controle de tudo em Suas mãos, possa estar dando forças e cuidando para que todos se recuperem e voltem à vida normal o mais rápido possível! Gostaria de dizer que não só os catarinenses estão unidos nesse mesmo sentimento, como também pessoas de outros países, que têm acompanhado seu sofrimento através da Tv ou pela internet, têm se manifestado com carinho e atenção, torcendo para que tudo seja restabelecido. Digo isso, porque recebi um recado de uma amiga da Indonésia, que, em função de sua profissão, teve notícias sobre o porto de Itajaí e me transmitiu seus mais sinceros votos de melhora a todos. Um forte abraço e que Deus os proteja!

  32. Oi eu sou Diogo savi eu sei o que e ser 1 desalojado eu tbm
    fui um masgraças a DEUS consegui sair dai com minha familia
    agora estou em outra cidade mas pro futuro pretendo voltar.

  33. EU ADOREI ESSA MATERIA POIS AS ENFORMAÇOES SAO DE BOA QUALIDADE PARA NOS TARMOS ENFORMMADOS CADA DIA MAIS,VOCES TEM UMA REPORTAGEM DE QUALIDADE PARA 0 ENSINOS DE PESSOASQUE QUEREM APRENDER A BUCAR AMIS ENFORMAÇOES…
    PARABENS PARA TODOS QUE FIZERAM ESTA MAQUETE…

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