censura e mídia

O Mídia e Política, projeto do meu amigo Luiz Gonzaga Motta na UnB, vem esta quinzena com uma edição especialíssima sobre jornalismo e censura, mídia e poder. Imperdível!

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camaradagem

O user experience dá dicas para o seu blog.

Veja algumas:

  • El usuario debe saber de que se trata el sitio en segundos.
  • Haz el contenido fácilmente consultable (“escaneable”).
  • No uses tipologías decorativas que sean ilegibles.
  • No uses tipologías diminutas.
  • No abras ventanas nuevas del navegador.
  • No cambies el tamaño del navegador.
  • No exijas a tu visitante registrarte a menos de que sea absolutamente necesario.
  • Nunca suscribas a tu visitante a algo sin su consentimiento.
  • No uses en exceso películas en Flash.
  • No pongas música de fondo.
  • Si debes poner un archivo de audio deja que el usuario sea quien lo inicie.
  • No desordenes tu sitio con insignias, emblemas o escudos de otras comunidades.
  • No uses una página inicial que sólo lance el sitio real.
  • Asegúrate de incluir los detalles de contacto.
  • No dañes la funcionalidad del botón “Back” (Atrás).
  • No uses texto parpadeante.
  • Evita URLs complejos y enredados.
  • Usa CSS en lugar de tablas en HTML.
  • Asegúrate de que los usuarios puedan hacer búsquedas en todo el sitio.
  • Evita los menús con “drop down”.
  • Para tu navegación usa texto.
  • Si vinculas archivos PDF infórmale al usuario.
  • No confundas a tu visitante con varias versiones de tu mismo sitio (que HTML, Flash, 56Kbps, 128Kbps…).
  • No mezcles la publicidad con tu contenido.
  • Usa una estructura de navegación sencilla.
  • Evita las “intros”.
  • No uses Microsoft FrontPage para crear tu sitio.
  • Asegúrate de que tu sitio sea compatible con varios navegadores.
  • Asegúrate de que tus vínculos incluyan un texto claro. Evita el “Clic aquí”.
  • No ocultes tus vínculos.
  • Haz tus vínculos visibles. El usuario debe diferenciar claramente qué es un vínculo y qué no.
  • No subrayes o colorees el texto normal.
  • Haz que los vínculos visitados cambien de color.
  • No uses GIFs animados.
  • Asegúrate de usar los atributos ALT y TITLE en tus imágenes.
  • No uses colores fuertes.
  • No uses pop ups.
  • Evita los vínculos en Javascript.
  • Incluye vínculos funcionales en tus pies de página.
  • Evita las páginas demasiado extensas.
  • No generes “scroll” horizontal.
  • No permitas errores de ortografía o gramática.
  • Si usas CAPTCHAs asegúrate de que sean realmente legibles.
  • No uses texto escondido.
  • No vincules sitios prohibidos o penalizados por los buscadores.

    volver a mirar

    Até que demorei a ver Volver, de Almodovar.

    No filme, Penelope Cruz é Raimunda, uma espécie de Erin Brokovich espanhola, chorona, cheia de garra e transbordando drama. No melhor estilo do diretor de Kika e Ata-me, Volver traz dramalhões, roteiro com reviravoltas de lombriga e uma história lotada de mulheres fortes e verdadeiras.

    Para mim, Almodovar é o cineasta mais autoral do mundo. Em dois minutos, a gente identifica se um filme é dele ou não. Seja pela estética, pelo roteiro, pelas personagens, pelas mulheres.

    Por falar em estética e mulheres, Penelope Cruz está linda, apaixonante, encantadora. Até quando chora. A atriz esbanja o charme que só as mulheres com mais de trinta podem ter.

    alegria

    Ontem mesmo, devorei A alegria, livrinho editado pela Publifolha que reúne catorze ficções e um ensaio. Tudo sobre ela, ou o que dela sobrou. Isso porque as curtas histórias – por uma exceção ou outra – tratam a alegria num tempo passado, na memória, no seu rastro. Raro é quando a gente enxerga no presente, no momento da contação da história.

    Sinal dos tempos? Talvez.

    Talvez a alegria seja mesmo uma coisa velha, inchada de cupins. Que ela é efêmera, isso fica evidente nos textos de Fernando Bonassi, Milton Hatoum, Moacir Scliar, João Gilberto Noll, Luiz Vilela e outros.

    Mas note que eu disse “alegria” e não “felicidade”. Não confunda as duas. São parentes, mas não são a mesma. (Como a sua irmã e a sua prima. Basta dançar com as duas para saber a diferença).

    Sabe que eu ganhei A alegria numa noite triste de sábado? Ela fora comprada a R$ 9,90 nas Lojas Americanas, nesses milagres que só o capitalismo oferece: conseguir a alegria a preço de liqüidação.

    Mas sabe que ler o livro me arrancou uns risinhos marotos…

    desenvolvimento da linguagem e uma experiência pessoal

    No final dos anos 90, quando fazia mestrado em Lingüística na UFSC, ouvia maravilhado o relato de um debate entre Noam Chomsky e Jean Piaget. O lingüista e queridinho da esquerda norte-americana contestava a tese do suíço de que as crianças imitavam seus pais e por isso, desenvolviam seus sistemas de linguagem. Piaget batia o pé. Chomsky, isso nos anos 60, batia também. No final das contas, Chomsky pareceu ter vencido com uma espetacular pergunta que desconcertou o papa da educação. Foi mais ou menos assim:

    “Ok. Então, mister Piaget, me explique uma coisa. Se as crianças aprendem imitando os pais, por que elas dizem ‘eu sabo’ ou ‘eu fazo’? Ora, não conheço pai ou mãe nenhuns que dizem isso? A quem as crianças estão imitando?”

    A explicação de Chomsky era de que as crianças traziam em sua cabecinha as regras de uma gramática universal e, a partir de um determinado momento em suas vidas, passavam a aplicar essas regras, mesmo que elas fossem “incorretas gramaticalmente”. Assim, se a criança ouviu “Ele sabia”, é natural pensar que o correto seja “Eu sabo”…

    Esta semana, me deliciei com meu filho de quase três anos. Ele insiste em dizer “ponhar” ao invés de “pôr”.

    A mãe dele o corrige. Eu não. Hihihi

    pós-humanismo

    Dois links para quem se interessa sobre o que vem depois do que conhecemos por Humano.

    1. Francisco Rüdiger publicou recentemente um artigo que faz uma boa revisão do termo pós-humanismo e das teorias que o sustentam. Me pareceu um bom começo. Pelo menos minha parte humana aprendeu muito com ele.

    2. A revista Reconstruction editou em 2004 uma edição especial sobre o pós-humanismo.

    (Conheça antes da extinção)