balanço

Este blog completa hoje um mês neste endereço.

E tenho motivos de sobra para estar muito satisfeito.

1. Consegui um visual mais modernoso e, segundo alguns comentários, mais “aconchegante”

2. Encontrei mais facilidade nas postagens e na administração dessa coisa chamada blog

3. Nossas visitas cresceram muito. Se em dois anos acumulamos 10 mil visitas no antigo endereço, aqui – em 30 dias – ultrapassamos os 1600.

As estatísticas do wordpress atestam:

  • Até este momento, foram 1615 visualizações totais
  • O melhor dia de todos já é hoje: 99 passagens até agora
  • Escrevi 91 posts
  • Registramos 55 comentários
  • Listamos 35 tags

A você que passou por aqui, que já é de casa ou que só chegou agora, Obrigado. E Fique à Vontade!

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4 ou 5 coisas de 4 ou 5 negócios

O Labirinto do Fauno: filme esteticamente lindo; mágico; envolvente; mas algo não funciona ali naquela mescla entre fantasia e ditadura franquista.

Dorm – O espírito: filme tailandês que os ocidentais classificaram de terror por apresentar um elemento sobrenatural na trama; terror o escambau; é doce e terno.

Happy Feet: filme pra crianças (e pros pais delas); pingüins fofinhos; muito branco com muitas manchas pretas; diversão; gostei mais do que meu filho de 3 anos.

Chivas 12 anos: amarelo suave; perfume que entra pelos olhos; com ele a gravidade é mais implacável ainda: desce pela garganta com velocidade vertiginosa.

Play Station 2: vai ser difícil manter a pontualidade agora.

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A semana

Sexta, dia 8: uma deliciosa surpresa, o coração em festa.

Sábado, 9: outra visita prazerosa, um robalo grelhado, camarões com catupiry, o estômago em festa.

Domingo, 10: preguiça, memórias, descanso, o esqueleto em festa.

Segunda, 11: trabalho, fechamento de ciclos e novos contatos.

Terça, 12: trabalho, trabalho e trabalho, discussão, desgaste, decepção.

Quarta, 13: ergo a cabeça, sacudo a poeira e parto pra vida. Ela precisa ser vivida.

Ausência

Estive fora da casinha uns dias. Não posto há quase uma semana, tempo o suficiente para colocar as idéias no lugar e embaralha-las novamente.

Desculpe a ausência. Agradeço os comentários dos últimos dias. E o jeitão emotivo – muitos de vocês já acertaram: é a idade. Fiz 35. Para alguns, é pouco; para outros, já é o bastante; para mim, é o que conta.

Sendo realista ao extremo, posso considerar que se tiver alguma sorte, estou na metade do caminho, restariam mais uns 35 pela frente. Não é pouco nem muito.

Se eu tiver um pouco mais de sorte, verei os 70 pelo retrovisor, mas a marcha já estará mais lenta. De qualquer forma, a gente segue. A vida é mais.

contabilidade

Hoje é dia 9 de junho.

Comecei os trabalhos neste endereço no dia 20 de maio, após dois num outro endereço, no UOL.

E passados vinte dias de intensa blogagem, as estatísticas aí ao lado apontam para mais de mil visitas neste período.

Agradeço a todos que por aqui passaram. E agradeço mais aqueles que deixaram seus comentários.

(Esses dias ando emotivo. E nunca é demais agradecer. Merci mon amis)

alegria

Ontem mesmo, devorei A alegria, livrinho editado pela Publifolha que reúne catorze ficções e um ensaio. Tudo sobre ela, ou o que dela sobrou. Isso porque as curtas histórias – por uma exceção ou outra – tratam a alegria num tempo passado, na memória, no seu rastro. Raro é quando a gente enxerga no presente, no momento da contação da história.

Sinal dos tempos? Talvez.

Talvez a alegria seja mesmo uma coisa velha, inchada de cupins. Que ela é efêmera, isso fica evidente nos textos de Fernando Bonassi, Milton Hatoum, Moacir Scliar, João Gilberto Noll, Luiz Vilela e outros.

Mas note que eu disse “alegria” e não “felicidade”. Não confunda as duas. São parentes, mas não são a mesma. (Como a sua irmã e a sua prima. Basta dançar com as duas para saber a diferença).

Sabe que eu ganhei A alegria numa noite triste de sábado? Ela fora comprada a R$ 9,90 nas Lojas Americanas, nesses milagres que só o capitalismo oferece: conseguir a alegria a preço de liqüidação.

Mas sabe que ler o livro me arrancou uns risinhos marotos…

desenvolvimento da linguagem e uma experiência pessoal

No final dos anos 90, quando fazia mestrado em Lingüística na UFSC, ouvia maravilhado o relato de um debate entre Noam Chomsky e Jean Piaget. O lingüista e queridinho da esquerda norte-americana contestava a tese do suíço de que as crianças imitavam seus pais e por isso, desenvolviam seus sistemas de linguagem. Piaget batia o pé. Chomsky, isso nos anos 60, batia também. No final das contas, Chomsky pareceu ter vencido com uma espetacular pergunta que desconcertou o papa da educação. Foi mais ou menos assim:

“Ok. Então, mister Piaget, me explique uma coisa. Se as crianças aprendem imitando os pais, por que elas dizem ‘eu sabo’ ou ‘eu fazo’? Ora, não conheço pai ou mãe nenhuns que dizem isso? A quem as crianças estão imitando?”

A explicação de Chomsky era de que as crianças traziam em sua cabecinha as regras de uma gramática universal e, a partir de um determinado momento em suas vidas, passavam a aplicar essas regras, mesmo que elas fossem “incorretas gramaticalmente”. Assim, se a criança ouviu “Ele sabia”, é natural pensar que o correto seja “Eu sabo”…

Esta semana, me deliciei com meu filho de quase três anos. Ele insiste em dizer “ponhar” ao invés de “pôr”.

A mãe dele o corrige. Eu não. Hihihi

abertura das comportas

Bom dia. Boa tarde. Boa noite.

Estou abrindo os trabalhos neste espaço.

É a continuidade da jornada iniciada em meu primeiro endereço na blogosfera. Agora, seguirei daqui. Não vou excluir o blog anterior. Mas também não vou migrar o conteúdo de lá pra cá. Dois endereços, dois selfs. Nada incomum para um de gêmeos, com ascendente em áries.

Entre e fique à vontade.