Cheguei à capital do Espírito Santo por volta das 12h45, e já peguei um calorão de 24 graus. Pra quem saiu de 9º…
Peguei carona com os pais de Josenildo Guerra, meu amigo de Sergipe, e logo-logo desembarquei no Pier Vitória. Das 13h30 às 16 horas, tentei por todos os meios e vontades me conectar à web. Em vão. Falei diversas vezes com a recepção. Desci, subi e nada. Resolvi correr atrás de uma lan house. Qual nada!
No Jardins Shopping, não tem.
Nos quatro quilômetros ao seu entorno, necas.
Nem MacDonald´s eu encontrei.
Perguntava para policial, taxista, carteiro e ninguém sabia… aí, apelei. Pedi ajuda ao Espírito Santo e não é que deu certo?
Mais um item da avaliação. O hotel tem que ter sistema wireless, no mínimo. Mas lamento informar que o autor errou. Lamen tavalente, sob todos dos pontos de vista, infelizmente há um McDonalds há menos de um kilômetro do hotel. Basta atravessar a ponte que o “EMEZÂO” amarelo já fica visível.
Faltou perguntar. Como foi que o Espírito Santo terminou resolvendo? Qual foi a solução?