A partir de hoje estão abertas as inscrições para a 11ª Media Ethics Conference. Após dez edições na Europa, o maior evento internacional sobre ética da comunicação desembarca em Florianópolis, Brasil, de 22 a 25 de março do próximo ano. Os dois primeiros dias da conferência serão dedicados às sessões online e, em 24 e 25 de março, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza o evento em formato presencial. No site do evento, pesquisadoras e pesquisadores podem se inscrever e submeter resumos expandidos de 500 a 1000 palavras.
Com o tema “As verdades e as liberdades em colapso no mundo contemporâneo”, a Media Ethics 2027 recebe trabalhos em seis linhas temáticas: 1) Desinformação e Integridade da Informação; 2) Censura, Violência e Perseguição a Comunicadores; 3) Debates éticos sobre inovação e tecnologia; 4) Deontologia, regulação e autorregulação; 5) Educação e formação profissional; 6) Outros temas éticos em comunicação. Aceites e resultados saem em até 30 dias após o envio do trabalho.
A Media Ethics Conference aceita trabalhos em português, inglês e espanhol, e tem taxas de inscrição diferenciadas para estimular a participação de estudantes (em formação, ainda sem doutorado).
O evento é uma realização do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGJOR-UFSC) e conta com o apoio de SBPJOR, Compós, Alaic, Fenaj, ICIE, CECS e Sopcom.
Mais informações sobre as linhas temáticas, as modalidades de participação, taxas e o processo de submissão estão disponíveis no site https://mediaethicsconference.com/.
SERVIÇO
Chamada de trabalhos para 11ª Media Ethics Conference
Período de submissão: 21 de setembro de 2026 a 31 de janeiro de 2027
Modalidades online e presencial
Sede oficial: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, Brasil
Contato: mediaethics.cce@contato.ufsc.br
Metade dos jornalistas no Brasil relata sintomas de depressão, e altos índices de ansiedade, estresse e assédio moral.
A campanha eleitoral já corre solta pelas ruas e pelas redes no Brasil, e esse período é sempre muito tenso para os profissionais da informação. Por isso, o Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores do Ministério da Justiça e Segurança Pública acaba de lançar um guia com orientações rápidas de como agir em casos de ataques e agressões.
Você se lembra de A Mulher da Casa Abandonada, o podcast que fez um tremendo sucesso e causou grandes debates sobre espetacularização das notícias e os limites de uma investigação jornalística?

Acaba de ser lançado na Espanha o livro Democracias y calidad periodística: gobernanza, desorden informativo y ecosistemas mediáticos, organizado por Dolors Palau-Sampio e Silvio Waisbord.
Os cursos de Jornalismo e de Publicidade da PUC de Goiás me convidaram para falar sobre ética da comunicação e inteligência artificial. Será hoje à noite.
Na semana passada, participei de um evento muito interessante promovido pela 
Quase um terço da redação do Washington Post foi demitida, o que representa uns 300 empregos a menos, e várias editorias simplesmente eliminadas.
Durante muito tempo, era remota a possibilidade de professores das universidades federais chegarem à condição de titular. Havia uma quantidade limitada dessas vagas e muitos colegas, por mais que dedicassem vidas inteiras ao trabalho, não alcançavam essa condição. Felizmente, o governo brasileiro alterou essa situação, criando uma classe na carreira, fazendo com que se tornar professor titular pudesse ser resultado de uma progressão funcional. A minha geração se beneficia dessa mudança, e amanhã, dia 11, é a minha vez de passar por um rito que pode resultar em mais um passo na minha trajetória.
“Lux”, o álbum mais recente de Rosalía, é um escândalo de coisas fortes e belas!
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Nesta sexta-feira, 14, estarei na Universidade de Coimbra para uma conferência sobre ética na pesquisa e integridade acadêmica. O evento é um convite do professor Carlos Camponez, com quem colaboro há mais de uma década e que ainda me dá a honra de ser um amigo.
A convite da professora Madalena Oliveira e dos colegas do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), da Universidade do Minho, estarei na quinta-feira, 13, na Sala de Atos para falar um pouco das relações que vejo entre ética, qualidade e credibilidade no jornalismo.