Mais uma vez a revista Forbes publicou a lista das pessoas mais ricas da Terra. Seguindo a tendência dos últimos anos, a riqueza se concentra ainda mais.
Se somarmos as fortunas das 10 pessoas mais ricas e convertermos para a nossa moeda, chegamos a um número que não é só impressionante; é assustador: 13,4 trilhões de reais. É mais que o PIB do Brasil em 2025, a décima economia do planeta.
A concentração da riqueza é ainda maior quando se vê que nos Estados Unidos moram 15 das 20 pessoas mais ricas.
Vamos lembrar que 645 milhões passaram fome ou sofreram de insegurança alimentar no ano passado, de acordo com a FAO/ONU. Essas pessoas estão na África, Ásia, América Latina e Caribe…
Colocando a lente sobre os bilionários brasileiros, a coisa não fica nada boa também. Somando as fortunas dos dez maiores, temos 705 bilhões de reais, que é PIB agrupado dos 10 estados mais pobres do Brasil. Juntos, Roraima, Acre, Amapá, Sergipe, Tocantins, Rondônia, Piauí, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte têm 22 milhões de habitantes.
É justo que 10 pessoas tenham mais que 22 milhões?
É decente que 5 bilionários brasileiros tenham mais dinheiro que toda a região norte do país?
A existência de bilionários é uma imoralidade, uma indecência que todas as pessoas empáticas e solidárias não deveriam tolerar.
A campanha eleitoral já corre solta pelas ruas e pelas redes no Brasil, e esse período é sempre muito tenso para os profissionais da informação. Por isso, o Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores do Ministério da Justiça e Segurança Pública acaba de lançar um guia com orientações rápidas de como agir em casos de ataques e agressões.
Você se lembra de A Mulher da Casa Abandonada, o podcast que fez um tremendo sucesso e causou grandes debates sobre espetacularização das notícias e os limites de uma investigação jornalística?

Acaba de ser lançado na Espanha o livro Democracias y calidad periodística: gobernanza, desorden informativo y ecosistemas mediáticos, organizado por Dolors Palau-Sampio e Silvio Waisbord.
Os cursos de Jornalismo e de Publicidade da PUC de Goiás me convidaram para falar sobre ética da comunicação e inteligência artificial. Será hoje à noite.
Na semana passada, participei de um evento muito interessante promovido pela 
Quase um terço da redação do Washington Post foi demitida, o que representa uns 300 empregos a menos, e várias editorias simplesmente eliminadas.
Durante muito tempo, era remota a possibilidade de professores das universidades federais chegarem à condição de titular. Havia uma quantidade limitada dessas vagas e muitos colegas, por mais que dedicassem vidas inteiras ao trabalho, não alcançavam essa condição. Felizmente, o governo brasileiro alterou essa situação, criando uma classe na carreira, fazendo com que se tornar professor titular pudesse ser resultado de uma progressão funcional. A minha geração se beneficia dessa mudança, e amanhã, dia 11, é a minha vez de passar por um rito que pode resultar em mais um passo na minha trajetória.
“Lux”, o álbum mais recente de Rosalía, é um escândalo de coisas fortes e belas!
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Nesta sexta-feira, 14, estarei na Universidade de Coimbra para uma conferência sobre ética na pesquisa e integridade acadêmica. O evento é um convite do professor Carlos Camponez, com quem colaboro há mais de uma década e que ainda me dá a honra de ser um amigo.
A convite da professora Madalena Oliveira e dos colegas do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), da Universidade do Minho, estarei na quinta-feira, 13, na Sala de Atos para falar um pouco das relações que vejo entre ética, qualidade e credibilidade no jornalismo.
A Universitat de València vai oferecer uma formação especializada para pesquisadores, gestores, membros de comitê de ética e professores que se interessam por pesquisa e inovação responsável.
Acaba de sair “Comunicação, Ética e IA: Diálogos sobre desafios e perspectivas na era digital”, livro que organizei com Carlos Camponez e Juan Carlos Suarez Villegas.