“Digressões sobre o Ensino de História”
Lançamento na próxima sexta-feira, 4, às 20h, na Casa Aberta.
(rua Lauro Müller, n 83, centro, Itajaí).
“Digressões sobre o Ensino de História”
Lançamento na próxima sexta-feira, 4, às 20h, na Casa Aberta.
(rua Lauro Müller, n 83, centro, Itajaí).
O Comitê Científico do 7º Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul (Anpedsul) anuncia na próxima sexta, dia 4 de abril, a lista dos trabalhos aceitos nos Eixos de Trabalho do evento. Os aprovados estarão na página da Anpedsul: www.univali.br/anpedsul
A Organização lembra ainda àqueles que desejam participar da Anpedsul e que ainda não fizeram suas inscrições, que não deixem para a última hora. “Estamos muito próximo de chegar ao limite de inscrições que o sistema permite”, completa a professora Valéria da Silva Ferreira, coordenadora do PMAE e que lidera os preparativos para o evento. Com data marcada para junho – de 22 a 25 -, a Anpedsul é o maior seminário de pesquisa da área no sul do Brasil, e esta é a primeira vez que a Univali sedia o evento. Para se inscrever, acesse: http://fiaiweb03.univali.br/elis2/usuario/web/index.php/
Flavia Garcia Reis, do Mil Idéias e Ideais de Todos, informa que depois de amanhã, dia 28, tem a 3ª edição do Ciranda de Textos, um blog carnival que terá como tema a interatividade.
Mais informações:
http://ideiasdetodos.blogspot.com/2008/03/3-ciranda-de-textos-ser-dia-28-de-maro.html
O grupo de pesquisa Monitor de Mídia, o Programa de Mestrado Acadêmico em Educação da Univali e a Pró-Reitoria de Pesquisa, Extensão e Cultura convidam para a palestra da professora doutora Alexandra Bujokas. A jornalista vem conversar com os professores dos cursos de Comunicação Social sobre Mídia-Educação e sobre leitura e escrita com o uso de mídias digitais.
O encontro será na próxima quarta-feira, dia 26 de março, às 19h30min, na sala 204 do bloco 10. Neste período, os alunos estarão liberados das aulas da noite pois têm Fórum do Caicom agendado.
Quem é Alexandra Bujokas?
Jornalista, doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), pesquisadora de pós-doutorado em Media Studies na Open University, Inglaterra (2006/2007), e professora do curso de jornalismo da Universidade do Sagrado Coração (USC, Bauru, SP). É colaboradora do Análise de Mídia , observatório de imprensa regional mantido pela USC, líder do grupo de pesquisa “Mídia, educação e democracia” e desenvolve pesquisas sobre leitura e escrita usando mídias digitais. Mantém o blog Midialab , especializado em conceitos de Mídia e Educação.
A dica vem da Lilian Starobinas:
Estudos Pós-Graduados em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL) da PUC/SP e Pós-Graduação em Letras – CCL da Universidade Presbiteriana Mackenzie convidam para palestra de Dominique Maingueneau, professor na Universidade Paris XII. O tema é “A Análise do Discurso posta à prova pela internet: o caso dos sites de relacionamento“
26 de março de 2008, às 9 horas no Auditório 333
3o. andar – Prédio Novo da PUC/SP
6ª Conferência sobre Mídia, Religião e Cultura
Diálogos na Diversidade
11-14 agosto de 2008
Universidade Metodista de São Paulo, Brasil
A 6ª Conferência Mídia, Religião e Cultura tem como objetivo a
formação para a interface com os temas da religião e cultura
relacionados à mídia, trazendo contribuições científicas
e profissionais para o enfrentamento e superação de
questões globais.
Inscrições até 31 de março.
Mais informações no site do evento
Reproduzo notícia do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina
“As contribuições para os debates do II Seminário do Programa Nacional de Estímulo à Qualidade do Ensino de Jornalismo e do Estágio Acadêmico serão aceitas até 18 de março. O evento, marcado para Florianópolis, de 27 a 30 de março, juntamente com o I Seminário sobre o Conhecimento do Jornalismo, será consultivo. O objetivo é elaborar atualizações dos dois programas a serem encaminhadas para deliberação no XXXIII Congresso Nacional dos Jornalistas, no mês de agosto, em São Paulo.
Profissionais, professores, estudantes, Cursos de Jornalismo e Sindicatos de Jornalistas inscritos devem encaminhar suas propostas para o e-mail formacao@fenaj.org.br . Os documentos-base para os debates são:
Programa Nacional de Projetos de Estágio Acadêmico 2006
Programa de Qualidade de Ensino 2004
Os organizadores do evento solicitam que as contribuições a cada um dos programas sejam encaminhadas separadamente, que não ultrapassem cinco páginas cada uma e que sigam os formatos dos dois programas. Após o dia 18, as contribuições serão disponibilizadas no site da FENAJ para que os interessados possam analisá-las e imprimi-las”.
O professor José Marques de Melo manda o convite para o lançamento de “História, Teoria e Metodologia da Pesquisa em Jornalismo”, que co-organizou com Felipe Pena e Antonio Hohlfeldt. O evento acontece no dia 14, próxima sexta, às 9 horas, no salão nobre da Universidade Fernando Pessoa, no Porto, Portugal. Acontece lá porque o professor Jorge Pedro Sousa, um dos autores da coletânea, atua como anfitrião.
Veja o sumário do livro:
O jornalismo como forma de conhecimento: Uma abordagem qualitativa (Eduardo Meditsch)
Uma história breve do jornalismo no Ocidente (Jorge Pedro Sousa)
Uma história do jornalismo em Portugal até ao 25 de Abril de 1974 (Jorge Pedro Sousa)
Uma história do jornalismo em Portugal: o pós-25 de Abril (João Carlos Correia)
Jornalismo no Brasil: Dois séculos de história (Marialva Barbosa)
Pesquisa e reflexão sobre jornalismo: Até 1950… e depois (Jorge Pedro Sousa)
A teoria do jornalismo no Brasil – após 1950 (Felipe Pena)
A teorização do jornalismo no Brasil: Das origens à actualidade (José Marques de Melo)
A teorização do jornalismo em Portugal até 1974 (Jorge Pedro Sousa, Nair Silva, Gabriel Silva, Carlos Duarte)
Os estudos jornalísticos em Portugal: 30 anos de história (João Carlos Correia) Métodos de pesquisa em jornalismo (Antônio Hohlfeldt e Aline Strelow)
A Unesco e os Repórteres Sem Fronteiras promovem no próximo dia 12 de março o primeiro Dia Internacional da Liberdade de Expressão Online. A idéia lançada é de que os internautas do mundo todo protestem por 24 horas contra os países considerados “inimigos da internet”, já que são eles quem constrangem, perseguem e oprimem jornalistas, blogueiros e demais usuários.
De acordo com os Repórteres Sem Fronteiras, existem hoje 63 pessoas consideradas ciberdissidentes, que estão atrás das grades.
Para a ONG, os países “inimigos da internet” são a Birmânia, China, Coréia do Norte, Cuba, Egito, Eritréia, Tunísia, Turcomenistão e Vietnã.

Na Espanha, acontece de 26 a 28 de junho próximos, o 1º Congresso Nacional de Internet na Sala de Aula. O evento acontecerá simultaneamente em Madri, Granada, Santander e Barcelona. Mas se você, como eu, não está na Espanha nem deve aparecer por lá naqueles dias, tem outra chance de acompanhar: há uma modalidade virtual do evento que acontece de 1º de abril a 30 de outubro.

Anote aí: dias 23 e 24 de fevereiro tem encontro de blogueiros em Bombinhas (SC), aqui ao lado.
Esta é a primeira edição do blogbeach, que – na verdade – é um blogcamp na praia.
Para quem não conhece, Bombinhas é uma pequena e paradisíaca cidade no litoral norte catarinense, com praias ótimas para banhos e mergulhos. Tem pousadinhas charmosas, mas o acesso de carro na temporada é terrível por conta dos engarrafamentos. O site do evento é este: http://blogbeach.gvip.net
André Deak está deixando os arquivos em áudio das palestras e debates.
Para quem, como eu, está a milhares de quilômetros da pulsante e produtiva ciber-Salvador é o que há!
Fernando Firmino, do blog Jornalismo Móvel, está acompanhando, cobrindo e disponibilizando vídeos do 1º Colóquio Internacional Brasil-Espanha de Cibermedios, que acontece na Faculdade de Comunicação da UFBA, em Salvador.
Participam nomes como Javier Dias Nocí, Marcos Palacios, Elias Machado, entre outros.
Acompanhe por aqui.
Compartilho aqui a apresentação de minha fala durante a mesa “Jogos Eletrônicos aplicados à estimulação da linguagem”, durante o Simpósio Catarinense de Tecnologias Aplicadas a Distúrbios da Comunicação.
Para aviso geral, centrei minha apresentação na relação tensa entre videogames e educação. Despi alguns preconceitos da área e defendi o uso dos games no processo de aproximação de professores e alunos.
Veja aqui: videogames.pdf
Um encontro internacional que acontece de 29 a 30 de novembro próximos na UFRJ discute o uso do cinema na sala de aula.
Para saber mais, veja o folder aqui. (em pdf)
Do site do evento:
Os organizadores do 7º Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul (Anpedsul) informam que, terminado o prazo de recebimento, foram submetidos 950 trabalhos para esta edição do evento. A maioria das inscrições efetuadas é de comunicações orais (754) contra 196 trabalhos no formato pôster.
O prazo para recepção terminou na última segunda-feira, 19. A próxima etapa é o direcionamento dos trabalhos pelo Comitê Científico para cada um dos coordenadores dos 22 Eixos de Trabalho. Nos próximos meses, avaliadores dos três estados do Sul se debruçam sobre os trabalhos para a análise e emissão de pareceres.
Reproduzo o documento tirado do evento…
Estudiosos, professores, estudantes, profissionais, políticos e militantes da sociedade civil reunidos em Salvador nos dias 12, 13 e 14 de novembro de 2007 no Fórum Internacional: Mídia, Poder e Democracia resolvem manifestar publicamente as seguintes posições:
Foi aberta oficialmente agora há pouco a quinta edição do Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, aqui em Aracaju. Convidado para a conferência de abertura, o professor Maxwell McCombs (Universidade do Texas) voltou a falar do assunto que o notabilizou nas últimas três ou quatro décadas: a teoria da agenda setting. Só que desta vez, McCombs cruzou sua formulação com a de Chris Anderson, a teoria da longa cauda. McCombs aproveita o que escreveu o editor da Wired sobre a internet e as muitas opções e possibilidades que ela oferece para atualizar um pouco o seu próprio pensamento.
“Um doa grandes desafios metodológicos atuais é encontrarmos quais os atributos e critérios de interesse que os diferentes públicos e nichos usam para buscar produtos e informações qualificadas”, disse. Por isso é que McCombs fez questão de tratar não mais de agenda setting, mas de agenda atributes.
Ainda conforme McCombs, o futuro do jornalismo, das notícias, pode ganhar muito com o que os pesquisadores da área descobrirão sobre esses critérios/atributos de interesse e preferência de consumo de informação.

Promessa é dívida. Vou cumprir a minha com este post, fazendo um balanço (muito pessoal) do Fórum Internacional Mídia, Poder e Democracia, que aconteceu na capital baiana de 12 a 14 de novembro.
Organização
O evento foi bem organizado, salvos os ligeiros atrasos na programação, praticamente regulamentares no Brasil. Aliás, o programa do fórum teve uma particularidade: havia apenas mesas redondas pela manhã e à noite. As tardes eram livres. Um participante que não quis se identificar matou a charada: “Baiano faz assim para ter tempo para uma descansadinha depois do almoço”. Brincadeiras à parte, soube da organização que estavam previstas oficinas para o período vespertino, mas os próprios realizadores desistiram do intento, prevendo pouca participação.
Qualidade das discussões
Os três dias de debates foram bem recheados. Tanto na quantidade, quanto na densidade. Em algumas mesas, entretanto, a análise deu lugar à militância, dando ao evento um tom bastante político. Não poderia ser diferente dados os temas abordados pelo encontro. Mas em certas mesas, as apresentações alcançaram uma tonalidade completamente ideológica, partidária e até mesmo governista. Temas como a relação tempestuosa de Hugo Chávez e a mídia, e a estrutura do sistema comunicacional brasileiro praticamente foram tratados num único timbre, quase sem dissonâncias. Uma pena para o debate. Mesmo não concordando com tudo, mantive algumas angústias no bolso. Não pretendia ser linchado.
Concluindo…
Penso que o evento também poderia ser mais propositivo, objetivando o estabelecimento de alguma agenda mais concreta de estudos, reflexões, ou mesmo ações na sociedade. Entendo que não é fácil fazer convergir esforços para isso, mas a oportunidade era muito boa para isso. Ao menos foi sinalizada a intenção de realização em 2008 de um fórum que reúna observatórios de meios de todo o mundo, quem sabe em Belém, funcionando como um “esquenta” do Fórum Social Mundial que acontece na capital paraense em 2009.
De qualquer forma, é preciso dizer que o Fórum Internacional Mídia, Poder e Democracia foi uma excelente oportunidade para que diversos atores discutissem comunicação e política num patamar elevado e interessante para toda a sociedade. Ficam reafirmadas cada vez mais a necessidade e a urgência de dispositivos, instrumentos e sistemas – como os observatórios de meios – para que a sociedade lute e exija uma comunicação mais transparente, mais democrática, mais legítima e plural.
Começa amanhã e vai até o dia 17 de novembro, sábado, a quinta edição do encontro nacional de pesquisadores de jornalismo, evento organizado pela SBPJor. Cerca de 300 participantes de todo o país desembarcam nas próximas horas em Aracaju para apresentação de comunicações científicas, mesas de debates, e a eleição da próxima diretoria da entidade.
Aqui na sala de imprensa do Fórum Internacional Mídia, Poder e Democracia, checo os emails dos colegas que confirmaram presença na capital sergipana. Ao menos oito colegas da Rede Nacional de Observatórios de Imprensa (Renoi) estarão lá, já mencionei aqui.
Se você não pôde seguir para Aracaju, acompanhe as coisas neste blog, no site ou no blog do evento.
Acompanhe o debate pela webtv da Carta Maior
O que é uma frase certa nos ouvidos certos!
Ontem, postei aqui um punhado de trechos de falas do debate que tivemos sobre o papel e a importância dos observatórios de meios na democracia. A frase foi dita pelo professor Clóvis de Barros Filho, da ESPM e USP: “Essa história do saber prático que se dissemina no mercado jornalístico faz do professor de ética um ser bizarro”.
Dita aqui em Salvador, a frase ecoou em Brusque (SC). Rogério Kreidlow, jovem e angustiado jornalista, parte dela para construir um raciocínio sobre o mínimo esforço, a mentalidade tacanha reinante nas empresas jornalísticas e a busca de alternativas para a pequena mídia. Para ler e pensar.
Na noite de terça, não teve ensaio do Olodum
Aqui em Salvador prosseguem os trabalhos do Fórum Internacional Mídia, Poder e Democracia. Na manhã de hoje, debatemos o papel dos observatórios de imprensa em meio à democracia. Pincei algumas frases do debate.
(Evidentemente, não citarei as minhas frases na mesa. A apresentação que preparei pode ser acessada aqui (forum_midia_poder_democracia.ppt)
Bernardo Kucinsky, professor da USP: “Acho um equívoco grave, por exemplo, o governo acabar com o sistema de comunicação estatal – como a Radiobras – antes de colocar em funcionamento a rede de TV pública que está anunciando. Vamos torcer para que a rede não seja um apêndice do governo; que seja plural, republicana e radicalmente jornalística”.
Clóvis de Barros Filho, professor da USP e ESPM: “Essa história do saber prático que se dissemina no mercado jornalístico faz do professor de ética um ser bizarro. O que ele diz parece coisa de outro mundo!”
Ignácio Ramonet, diretor do Le Monde Diplomatique e do Media Watch Global: “A mídia é, hoje, um dos principais problemas da democracia. Eu sei, isso é paradoxal. Mas é verdade. E por isso precisamos de observatórios de meios”.
Bernardo Kucinsky: “Temos um código de ética que não é do jornalismo, é do jornalista. Então, não é um código negociado com as empresas. O empresariado não segue esse código. Então, fica um código meramente simbólico”.
Clóvis de Barros Filho: “Para o mercado, esse tal saber prático funciona como condição de existência no campo jornalístico. Mas funciona também para ter trânsito nele e a ele pertencer. E se é assim, o saber prático também está a serviço dos dominantes do campo”.
Ignácio Ramonet: “Os observatórios devem ir além de publicar estudos. Devem se organizar de forma completa e atuar junto à sociedade”.
Bernardo Kucinsky: “Sugeri lá na Secom (Secretaria de Comunicação do governo federal) que se criassem linhas de crédito para pequenos órgãos impressos, por exemplo, para incentivar o setor, a exemplo do apoio dado pelo Ministério da Cultura a produções independentes no cinema”.
Luiz Lasserre, jornalista de A Tarde: “Não podemos colocar os observadores num pedestal. Aliás, eu provoco: por que não termos um observatório dos observatórios de mídia? Por que não realizarmos um estudo deontológico dos observadores?”
Ignácio Ramonet: “Uma pergunta se coloca: quem irá observar os observadores?”