orkut e twitter no trabalho ajudam na produtividade

Comprovado! Cientificamente provado! Demonstrado!

Isso, use qualquer dos termos acima, mas use com estardalhaço e na frente do patrão. Depois, mostre pra ele que você não é um preguiçoso, alienado, indisciplinado e improdutivo. Como? Veja a matéria da Folha:

Redes sociais como o Twitter e o Facebook podem ajudar no desempenho dos funcionários em empresas. É o que afirma um estudo australiano que mostra que navegar na internet para diversão enquanto se está no escritório aumenta a produtividade.

Segundo a agência de notícias Reuters, a pesquisa da Universidade de Melbourne mostrou que pessoas que usam a internet por razões pessoais no trabalho são cerca de 9% mais produtivas que aquelas que não usam.

(Matéria na íntegra aqui)

Ele não se convenceu? Use agora a do IDGNow:

O uso de redes sociais e serviços online, como Twitter, Facebook e Orkut, no trabalho podem fazer de você um funcionário mais produtivo, afirma estudo divulgado pela Universidade de Melbourne nesta quinta-feira (02/04).

Segundo o estudo, 70% dos funcionários usam a internet no escritório para fins pessoais. Este grupo se mostrou 9% mais produtivo e criativo em comparação àqueles que não usavam a internet para fins de diversão.

(O texto todinho aqui)

Quem sabe agora você navega com mais tranquilidade e com a benção do big boss…

estão lendo mais no brasil, e a culpa é da escola

É verdade que a metodologia mudou e que há quem desconfie dos números. Mesmo assim, os resultados da segunda edição dos “Retratos da Leitura no Brasil”, pesquisa feita pelo Ibope Inteligência para o Instituto Pró-Livro, mostram alguns números alentadores e direções inequívocas para as políticas de leitura no Brasil.

A melhor notícia é o aparente aumento do índice médio de leitura dos brasileiros com mais de 15 anos e pelo menos três anos de escolaridade, que dobrou em sete anos: de 1,8 para 3,7 livros per capita anuais. Aparente porque esse nicho é o único que permite algum tipo de comparação com a primeira edição da pesquisa, realizada em 2000/2001. Naquela oportunidade, foram ouvidas pessoas, em 44 municípios e 19 Estados, que, em projeção, representavam os hábitos de 86 milhões de brasileiros, ou 49% da população total do país então.

O trecho acima é da reportagem Fotografia do óbvio, que saiu na revista Educação, e que mostra que

A pesquisa evidencia a importância da família e da escola na formação de leitores. Para 49%, a mãe é a principal incentivadora, superando o professor (33%). Entre as crianças de 5 a 10 anos, 73% citam as mães como maior fonte de estímulo. E, em que pese a importância da escola, identificada como palco privilegiado para a formação de leitores, o estudo também revela que a instituição falha em seu papel de promover o letramento para além das atividades escolares, pois a leitura despenca com a saída da escola.

mídia, adolescência e deficiência

Um estudo inédito observou como adolescentes com deficiência se relacionam com a TV no Brasil, Argentina e Paraguai. A pesquisa foi divulgada hoje pela Agência de Notícias dos Direitos da Infância, ANDI.

Uma prévia: os adolescentes não se consideram retratados na mídia desses países.

“Garotas e garotos com deficiência pouco se reconhecem na programação de tevê, nos jornais e nas revistas. É o que revela o estudo ‘Mais Janela que Espelho: a percepção dos adolescentes com deficiência sobre os meios de comunicação na Argentina, no Brasil e no Paraguai’, lançado hoje (11/02) pela ANDI, Rede ANDI América Latina e Save the Children Suécia.  A pesquisa ouviu 67 adolescentes, a maioria na faixa dos 11 a 13 anos, com deficiência, de diferentes classes sociais, em três países latino-americanos – Brasil, Argentina e Paraguai – divididos em oito grupos focais nas cidades de São Paulo, Salvador, Buenos Aires e Assunção. A maioria esmagadora deles não se recordou de nenhuma notícia ou personagem televisivo que abordavam essa condição. ‘Apenas depois de diretamente questionados eles lembravam de algo e falavam no assunto’, conta Guilherme Canela, coordenador de Relações Acadêmicas da ANDI e do estudo”.

Conheço a pesquisa e os dados que ela traz nos ajudam muito a (re) pensar essas relações entre adolescentes, pessoas com deficiência e meios de comunicação.

Para ter acesso ao PDF com 41 páginas, clique aqui.

A Folha de S.Paulo deu uma nota no sábado, dia 2. Veja aqui.