Após a conferência de Luiz Gonzaga Motta, ontem à noite, Victor Gentilli chamou dois táxis para que deixássemos a UFES em direção a algum restaurante aberto. Um carro chegou em seguida. Outro estacionou logo em seguida. Mas este não queria que alguns de nós embarcasse: ele tinha sido chamado por uma tal “Jordania”.
Acontece que não havia ninguém por ali com aquele nome. O taxista teimou. E tiveram que chamar um outro carro.
Claro que a piada da noite foi a tal “Jordania”. Lendas circularam pela mesa: seria uma aluna da UFES que queria fazer crítica de mídia e teria se frustrado, morrido, e seu fantasma assombrasse os corredores escuros da universidade? seria uma das alunas de Gentilli, envolvida na organização do evento? Afinal, quem é essa “Jordania”?
Quem quer que seja, já é também uma personagem deste 1º Encontro. Mesmo sem querer.