eleições na fenaj: deu o esperado

Venceu a Chapa 1, liderada por Sérgio Murillo de Andrade, que agora segue para um segundo mandato à frente da entidade classista dos jornalistas.

O resultado oficial  foi:

A chapa 1, Orgulho de ser FENAJ, encabeçada por Sérgio Murillo de Andrade, foi eleita com 3.614 votos. A chapa 2, encabeçada por Dorgil Marinho, obteve 1239 votos. Já para a Comissão Nacional de Ética, foram eleitos Armando Rollemberg (2.794 votos), Washington Mello (2.526 votos), Carmem Lúcia Pereira (2.478 votos), Regina Deliberai (2.356 votos) e Rossini Barreira (2.347 votos). Os demais candidatos, Arthur Poerner e Venício Lima, obtiveram 1.254 e 1.368 votos, respectivamente”.

Sérgio Murillo, a exemplo do primeiro mandato, tem uma pedreira pela frente: quer retomar a discussão do Conselho Federal de Jornalismo, a regulamentação da categoria e as investidas do empresariado para precarizar as condições de trabalho dos jornalistas. Sérgio tem fibra, mas a diretoria patinou bastante no primeiro mandato, cometendo erros fatais – como o encaminhamento político desastrado do projeto que criava o CFJ e o apoio ao fechamento da RCTV por Hugo Chávez.

A nova diretoria toma posse no Congresso Extraordinário dos Jornalistas, que acontece de 3 a 5 de agosto em Vitória (ES). O evento deve definir um novo Código de Ética para a profissão.

derrapagem na pista e no jornalismo

A tragédia do vôo 3054 numa navegação muito particular…

Clique 1. Marcia Benetti se enfurece em seu blog com a ausência de informações. Lá do Rio Grande do Sul, ela se queixa do despreparo de jornalistas e da ausência de autoridades.

Clique 2. Também do Rio Grande, Alex Primo denuncia a lambança de um repórter que confia em google, mas não checa as informações devidamente.

Clique 3. O Intermezzo monitora a cobertura do acidente.

Clique 4. O UOL publica foto adulterada e depois se desculpa.

Clique 5. Alberto Dines, do Observatório da Imprensa, critica a mania de pré-julgamento da imprensa nacional em casos como o de Congonhas.

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livro sobre metodologia de pesquisa em jornalismo

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Reproduzo o release… 

A Editora Vozes acaba de lançar o livro “Metodologia de Pesquisa em Jornalismo”, endereçado a todos aqueles que pensam o Jornalismo como ciência.

Organizado por Cláudia Lago e Marcia Benetti, com prefácio de José Marques de Melo, o livro reúne doze textos de autores de vários estados brasileiros e do exterior, divididos em três partes: Métodos, Conceitos e Intersecções com o Jornalismo, Aplicação de Métodos de Pesquisa em Jornalismo e Exemplos de Pesquisa e seus Métodos.

Na primeira parte os autores Richard Romancini, Cláudia Lago, Sônia Serra e Luiz Martins da Silva trabalham, respectivamente, a intersecção entre Jornalismo e os métodos próprios da Pesquisa Historiográfica e da Antropologia, os aportes da Economia Política da Comunicação e a Teoria do Agenda Setting, aplicada aos estudos de jornalismo brasileiro.

Na segunda parte Marcia Benetti apresenta a análise de discurso e Heloiza Herscovitz  discute a análise de conteúdo nos estudos sobre jornalismo, enquanto Luiz Gonzaga Motta trabalha a narrativa jornalística e Isabel Ferin Cunha discorre sobre a aplicação de programa estatístico – o SSPS – em estudos do jornalismo.

Por fim, a terceira parte discute pesquisas específicas à luz dos métodos que as geraram. É o caso de Elias Machado e Marcos Palacios, que apresentam a metodologia aplicada pelo Grupo de Pesquisa de Jornalismo On-Line (GJOL), a pesquisa levada a cabo por Alfredo Vizeu que analisou o newsmaking no telejornalismo brasileiro, enquanto Zélia Leal Adghirni e Francilaine de Moraes discutem os critérios que nortearam sua pesquisa sobre instantaneidade e memória no jornalismo on-line. Por fim, José Luiz Aidar Prado e Sérgio Bairon apresentam a metodologia utilizada na pesquisa que analisa discursivamente a representação do Outro na mídia das revistas semanais, notadamente a revista Veja.

O resultado final é uma obra que reúne não só autores de formação e campos distintos, pesquisadores que trabalham em diversas universidades, mas também textos que procuram dar uma noção da amplitude e abrangência das discussões relacionadas à esfera metodológica. O livro não esgota as inúmeras faces da discussão da ordem do método, mas contribui para o aprofundamento dessa temática, absolutamente crucial para todos aqueles que se aventuram a eleger o jornalismo enquanto objeto de estudo.

“Metodologia de Pesquisa em Jornalismo”
Claudia Lago e Marcia Benetti Machado (Orgs.)
Editora Vozes
286 páginas
R$ 32,00

 

 

 

 

jornalismo 2.0

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Juan Varela já anunciou o Periodismo 3.0, mas Mark Briggs trata de um Journalism 2.0.
Para saber mais de um e de outro, vá direto às fontes.
Aqui, você encontra o artigo de Varela (na revista Telos); e aqui, você baixa o livro (na versão PDF) de Briggs.

Tudo de graça. Graças aos autores.

farpas

Ontem, a lista eletrônica do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) foi chacoalhada com a troca intensa e tensa de emails de membros das duas chapas que concorrem à direção da Fenaj. A Chapa 2, de oposição, denunciava “uso da máquina” pela Chapa 1, da situação, para se manter à frente da entidade. A Chapa 1, por sua vez, repudiava os ataques, afirmando jocosamente que a oposição já chorava a derrota.

Vou a Florianópolis hoje para deixar meu voto.

eleições entre jornalistas

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Acontece de hoje a quarta (18), as eleições para a direção da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

Duas chapas concorrem.

Aliás, fazia tempo que eu não via tanta disputa entre os concorrentes…

No primeiro dia de votação, já se registra um incidente, independente das chapas. A comissão organizadora até que tentou colocar uma urna no Comitê de Imprensa do PAN, no Rio, mas não conseguiu. Tem nota repudiando a recusa no site da federação.

titãs

Dois dos nomes mais conhecidos e alardeados quando se trata de jornalismo e tecnologias se encontraram na Universidade Complutense de Madrid: Juan Varela e Dan Gillmor. O primeiro conta em seu blog – e ainda disponibiliza seus slides – como foi sua palestra sobre Novos Meios e Novos Jornalistas.

conteúdo livre na Observatório

O conteúdo de onze edições da revista do Obercom estão disponíveis.

Para quem se interessa por comunicação e jornalismo em Portugal.

Vale a pena!

Abra o arquivo aqui!

acabou…

Carlos Castilho notifica em seu Código Aberto o fim do jornal online NoMinimo.
Veja aqui o anúncio oficial da morte.

luz no fim do túnel

Mark Glaser, do MediaShift, vê com esperança o futuro. Ele lista 10 razões para um futuro brilhante do jornalismo.

Se você tem preguiça de ir até lá, veja o lead aqui:

1. More access to more journalism worldwide.

2. Aggregation and personalization satisfies readers.

3. Digital delivery offers more ways to reach people.

4. There are more fact-checkers than ever in the history of journalism.

5. Collaborative investigations between pro and amateur journalists.

6. More voices are part of the news conversation.

7. Greater transparency and a more personal tone.

8. Growing advertising revenues online.

9. An online shift from print could improve our environmental impact.

10. Stories never end.

É uma forma de enxergar luz no final do túnel. E que não seja o trem…

o que pensam da imprensa (francesa)

Meu amigo Clóvis Reis me manda email com os seguintes resultados de uma enquete na Nouvelle Observateur:

Os jornalistas são independentes?

Sim – 5,79 %
Não – 39,33 %
Não me faça rir – 35,02 %
Depende do vento – 19,87 %

Curioso, passei pelo site da revista e vi outra bem interessante também:

A imprensa francesa é

Livre – 6,95%
Servil – 77,67%
Desinteressada – 5,9%
Passional – 2,08%
Me informa pela internet – 7,41%

(resultados de agora: 21h15)

jornalismo, inovação e futuro

Quem inventou a liberdade de imprensa?

Quem teve a idéia do ombudsman?

Quais são os países mais avançados em direitos e civilidade?

Tudo isso aconteceu na Escandinávia, região que reúne Suécia, Finlândia, Dinamarca e Noruega. E vem justamente da Finlândia, da Universidade de Tampere, um relatório de pesquisa sobre Jornalismo, Inovação e Futuro, que merece ao menos uma olhada. Tudo bem que aqui estamos abaixo do Equador, cortados pelos trópicos, assistindo gente honesta ser morta por bala perdida e político roubando nas nossas barbas. Mas não custa nada ver como pensam e projetam os caras que estão sempre tão avançados…

(Em PDF e em inglês: 92 páginas)

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ensino de jornalismo

O Congresso Mundial de Ensino de Jornalismo, que aconteceu neste mês de junho em Cingapura, terminou com um documento oficial. Leia abaixo:

Declaration of Principles of Journalism Education
World Journalism Education Congress

Singapore, June 2007

We, the undersigned representatives of professional journalism education associations share a concern and common understanding about the nature, role, importance, and future of journalism education worldwide. We are unanimous that journalism education provides the foundation as theory, research, and training for the effective and responsible practice of journalism. Journalism education is defined in different ways. At the core is the study of all types of journalism.

Journalism should serve the public in many important ways, but it can only do so if its practitioners have mastered an increasingly complex body of knowledge and specialized skills. Above all, to be a responsible journalist must involve an informed ethical commitment to the public. This commitment must include an understanding of and deep appreciation for the role that journalism plays in the formation, enhancement and perpetuation of an informed society.

We are pledged to work together to strengthen journalism education and increase its value to students, employers and the public. In doing this we are guided by the following principles:

1. At the heart of journalism education is a balance of conceptual, philosophical and skills-based content. While it is also interdisciplinary, journalism education is an academic field in its own right with a distinctive body of knowledge and theory.

2. Journalism is a field appropriate for university study from undergraduate to postgraduate levels. Journalism programs offer a full range of academic degrees including bachelors, masters and Doctor of Philosophy degrees as well as certificate, specialized and mid-career training.

3. Journalism educators should be a blend of academics and practitioners; it is important that educators have experience working as journalists.

4. Journalism curriculum includes a variety of skills courses and the study of journalism ethics, history, media structures/institutions at national and international level, critical analysis of media content and journalism as a profession. It includes coursework on the social, political and cultural role of media in society and sometimes includes coursework dealing with media management and economics. In some countries, journalism education includes allied fields like public relations, advertising, and broadcast production.

5. Journalism educators have an important outreach mission to promote media literacy among the public generally and within their academic institutions specifically.

6. Journalism program graduates should be prepared to work as highly informed, strongly committed practitioners who have high ethical principles and are able to fulfill the public interest obligations that are central to their work.

7. Most undergraduate and many masters programs in journalism have a strong vocational orientation. In these programs experiential learning, provided by classroom laboratories and on-the-job internships, is a key component.

8. Journalism educators should maintain strong links to media industries. They should critically reflect on industry practices and offer advice to industry based on this reflection.

9. Journalism is a technologically intensive field. Practitioners will need to master a variety of computer-based tools. Where practical, journalism education provides an orientation to these tools.

10. Journalism is a global endeavor; journalism students should learn that despite political and cultural differences, they share important values and professional goals with peers in other nations. Where practical, journalism education provides students with first-hand experience of the way that journalism is practiced in other nations.

11. Journalism educators have an obligation to collaborate with colleagues worldwide to provide assistance and support so that journalism education can gain strength as an academic discipline and play a more effective role in helping journalism to reach its full potential.

educação e jornalismo

Manuel Pinto, do Mediascopio, informa que a Unesco publicou em seu site um modelo de currículo para cursos de formação de jornalistas visando o desenvolvimento dos países em democracias emergentes. O documento (em PDF, em inglês e com 150 páginas) pode ser lido aqui.

Confesso que só passei os olhos por ele, mas destaco:

– A proposta tem muita coisa boa, embora se estruture meio que em módulos, o que lembra o antigo currículo mínimo na área;

– Nem tudo o que é proposto é fácil de se encaixar na realidade brasileira para formação de jornalistas;

– Mesmo imperfeito, o documento deveria ser lido por todas as coordenações de curso e pelos professores interessados;

– A proposta traz esquemas para cursos curtos (de um ano) a mais longos (de quatro), tanto de graduação quanto de mestrado;

– As ementas são interessantes, mas as bibliografias são todas estrangeiras;

– Um dos colaboradores na elaboração do documento foi o professor Rosenthal Calmon Alves, brasileiro que dirige o Knight Center for Journalism in Americas da Universidade de Austin, Texas (EUA);

– Outra colaboradora foi a professora Sonia Virginia Moreira, da UERJ

– Por último: se o documento é voltado às democracias emergentes, ele bem que poderia ter versões em português, espanhol, francês (lembre-se das ex-colônias africanas), árabe, etc…

games & news

Já pensou um jornal chamada Gotham Gazette?

Já pensou usar quiz e games para os leitores entenderem melhor as notícias?

Pois, isso existe. A Gotham Gazette você acessa aqui; a seção dos jogos aqui; e uma entrevista do Online Journalism Review com a editora do jornal, Gail Robinson, você lê aqui.

fechamento

O jornal O Estado – o mais antigo diário em circulação em Santa Catarina – anunciou que vai deixar de ser diário e só chegará às bancas nos finais de semana. É uma pena!

Por aqui, quase ninguém deu isso. Cesar Valente deu em sua coluna no Diarinho e na transcrição para o seu blog. O Sindicato dos Jornalistas não deu uma linha sequer. O Monitor de Mídia publica um editorial sobre isso na próxima edição, que cai na rede na segunda. Mas adianto o texto por aqui.

Hora de fechamento

A imprensa catarinense sofreu novo golpe na semana que passou. O diário mais antigo de Santa Catarina – O Estado – anunciou que circulará apenas nos finais de semana por conta da gravíssima crise que o corrói há anos.

A notícia é ruim, muito ruim. Não apenas para o mercado jornalístico que vê fechar postos de trabalho, fornecedores amargarem com as dívidas e uma empresa cair de joelhos. O anúncio é ruim para a sociedade como um todo, que perde uma tribuna para manifestar sua opinião, uma alternativa informativa e um patrimônio da comunicação.

Mas o leitor deve estar pensando que este MONITOR DE MÍDIA está se antecipando ao velar o jornal, já que O Estado apenas comunicou a mudança de sua periodicidade, e que ainda manterá sua circulação. Na verdade, não. Entendemos que a decisão dos controladores da empresa tenta apenas adiar o inevitável: o fechamento do jornal. Até porque a empresa que edita O Estado vem se arrastando há anos em condição pré-falimentar, amargando dívidas, e vendo a qualidade do produto despencar vertiginosamente. Para quem chegou a tirar 20 mil exemplares por dia e cobrir todo o estado, o retrato dos últimos anos é desolador: a tiragem não passa dos 5 mil e fica restrita à Grande Florianópolis.

Sob o título “Sacrifício Inevitável”, uma nota oficial foi publicada na edição do domingo, 17 de junho, e dizia que a decisão de apenas circular aos finais de semana só foi tomada “depois de muita reflexão, angústia e sofrimento” e que isso se tornou “inadiável”. Por isso, a empresa optou por suspender “por tempo indeterminado” as edições diárias. A mesma nota tenta afastar o boato – sempre constante – de que o portal fechará as portas em seguida. Segundo o comunicado, a medida “não é definitiva” e vai durar o tempo necessário para a recuperação da empresa.

Este MONITOR DE MÍDIA vê com pesar o desfecho dessa crise na imprensa catarinense. Afinal, o fim de um jornal não é bom para ninguém, nem mesmo para a concorrência, pois ela se acomoda, perde referências e o ímpeto de competir. Alguns historiadores da imprensa local afirmam que O Estado adoeceu quando o Diário Catarinense foi lançado, em 1986. Pode ser, pois o Grupo RBS trouxe um novo jornalismo e um novo tipo de gestão de empresas no setor. O Estado, por sua vez, apegou-se a uma tradição insustentável, pois esse ramo produtivo é muito mutável. O jornal não se modernizou, perdeu mercado, definhou e agora está na UTI.

Torcemos para que ele surpreenda e se recupere, voltando às bancas com saúde suficiente para caminhar com as próprias pernas. Torcemos para que a expressão “fechamento” – que no jornalismo significa “hora de concluir a edição” – não tenha outro significado para O Estado.

RBS: atrás do din-din

Deu no Valor Econômico, ontem. Transcrevo…

RBS faz captação para investir e alongar dívida

Maior grupo de mídia da região Sul, a RBS concluiu a captação, em reais, de R$ 300 milhões em bônus de dez anos colocados no mercado internacional. Emitidos pela controlada Zero Hora Editora Jornalística, que reúne oito jornais impressos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, os títulos foram tomados por investidores institucionais dos Estados Unidos, Europa e Ásia e servirão para alongar e reduzir o custo do endividamento atual, informou o diretor executivo de finanças, Eduardo Damasceno Ferreira.

Os recursos também ajudarão a financiar investimentos na área de TV digital, na modernização do parque gráfico e em projetos ligados à Internet. Hoje o grupo dispõe de dois portais na web. Segundo Ferreira, os planos prevêem o crescimento orgânico das operações e eventuais aquisições dependem do surgimento de ‘oportunidades’ de novos negócios. A última incorporação feita pela RBS foi o jornal ‘A Notícia’, de Santa Catarina.

De acordo com o executivo, a emissão concluída sexta-feira é uma operação de características inéditas para uma empresa privada não-financeira do Brasil. A demanda pelos bônus foi mais de duas vezes superior à oferta e a remuneração aos investidores ficou em 11,25% ao ano, prefixados, com desembolso semestral de juros em junho e dezembro e pagamento do principal em 15 de junho de 2017. A captação foi liderada pelo Standard Bank e os títulos receberam rating ‘BB-‘ da Standard & Poor’s (S&P).

Parte dos recursos será utilizada na liquidação antecipada de US$ 56,8 milhões em bônus externos remanescentes de uma emissão de US$ 125 milhões realizada em 1997 para financiar, na época, operações nas áreas de telecomunicações e TV a cabo. Os títulos venceriam em 2010 comjuros anuais de 11% e a quitação vai eliminar os custos com hedge atrelados ao financiamento. A RBS já abriu uma oferta pública para recompra dos papéis, válida até 29 deste mês e com pagamento de um prêmio aos credores que aderirem até o dia 22, explicou Ferreira.

O grupo também utilizará parte da captação no pagamento de dívidas bancárias domésticas com custos mais elevados do que os novos bônus, disse o executivo. A RBS tem cerca de R$ 60 milhões em vencimentos a pagar por ano até 2009 e, segundo o diretor financeiro, a operação elevou o prazo médio doendividamento financeiro de dois a três anos para oito a nove.

direito de imagem

PARA MEUS ALUNOS DE LEGISLAÇÃO E ÉTICA:

Em São Paulo, mãe e filho ganham na Justiça indenização por IG publicar foto e vinculá-la à Parada Gay.
Leia no Consultor Jurídico.

Em Belo Horizonte, um lixeiro não conseguiu o mesmo ganho por ter sua foto divulgada no caderno de Meio Ambiente.
Leia no Consultor Jurídico também.

As duas sentenças saíram na mesma semana e parace que a Justiça é louca, não é mesmo? Na verdade, os dois casos são bem diferentes, mas a alegação da mãe paulistana também não cola. Isto é: vale reclamar dano moral diante da orientação sexual; não vale reclamar frente à discriminação social e pobreza.