Outro dia, repliquei provocações aos professores e às escolas de jornalismo. Tive pouca reação, o que – pra ser sincero – não esperava. Claro que tem muita gente que passa pelo blog e não deixa comentários, o que é natural. Mas o baixo retorno em termos de manifestação me faz pensar que: ou não temos respostas às questões ou não nos preocupamos com elas.
Sendo uma ou outra, já são sintomas de uma crise. Ou de soluções ou de apatia.
Porque sou teimoso e não paro quieto, enfio mais o dedo na ferida aberta dando links:
1. A relação controversa entre jornalistas e blogueiros: ainda se discute muito até onde se vai uma coisa e se começa outra. Três links (todos de Alessandro Martins) me pulsam por aqui:
- Jornalista, você vai ter um blog um dia
- 5 coisas que blogueiros ensinam a jornalistas
- 5 coisas que jornalistas ensinam a blogueiros
O futuro próximo das escolas de comunicação e o aperfeiçoamento dos cursos de jornalismo passam por essa discussão, pela revisão desses parâmetros. Isto é, precisamos discutir a relação.
2. A relação controversa entre educação e novas tecnologias: ainda batemos cabeça e boca por isso. Quatro links variados me fazem pensar.
- Computing is a moral imperative in education. Isto é, lápis não são suficientes!!!
- Virtual worlds for insurrection and revolution in education. Peter Brantley oferece uma longa e proveitosa discussão…
- Programando a inteligência coletiva. Tim O’Reilly fala do livro de Toby Segaran que editou…
- Falando de Brasil, há um extenso documento da Câmara Federal sobre o panorama nacional em se tratando de tecnologia de informação e sociedade (em pdf).
O futuro e o presente da educação não podem prescindir da superação de alguns impasses e mitos.
E aí, senhores? Provoquei?






