Está chegando a hora!

Mais informações:
http://www.bapijor.ufsc.br

revista “em questão” com chamada de textos

A Comissão Editorial da revista Em Questão informa que está recebendo artigos para o vol.18 n.1
O deadline é 31 de março. A publicação da UFRGS tem Qualis B2, e aceita preferencialmente, artigos escritos por doutores e por mestres e pós-graduandos (mestrandos e doutorandos) em co-autoria com seus orientadores.
Mais informações:
http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/issue/view/1500/showToc

mestrado em jornalismo lança edital de seleção

(reproduzido do site do Posjor)

O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (Posjor/UFSC) publica hoje o edital de seleção da turma 2012 de seu Mestrado. As inscrições acontecem de 14 a 24 de abril e são gratuitas. São vagas, distribuídas em duas linhas de pesquisa: Fundamentos do Jornalismo, e Processos e Produtos Jornalísticos.

A seleção 2012 terá três fases:

1. análise de projetos e currículos dos candidatos (eliminatória)

2. prova de proficiência de língua inglesa (eliminatória e classificatória)

3. entrevistas com os candidatos (eliminatória e classificatória).

Todos os detalhes para os interessados estão no edital, e outras dúvidas podem ser tiradas na seção Processo Seletivo neste site ou pelo email posjor@cce.ufsc.br

deadline da compós é hoje

A vice-presidente da Compós, Itânia Gomes, lembra que:

o prazo para submissão de textos para a Compós 2012 encerra-se nesta quarta-feira, dia 15 de fevereiro de 2012, às 18 horas, horário de Brasília. O sistema eletrônico estará aberto para receber trabalhos com tolerância de mais 24h (vinte e quatro horas), encerrando-se, impreterivelmente, às 18h (dezoito horas) do dia posterior à data limite de submissão, horário de Brasília.

Não é necessário fazer as inscrições e o pagamento da taxa para submeter trabalho.

As inscrições estarão abertas de 21/03 a 31/05/2012, em dois intervalos, com taxas diferenciadas:

De 21 de março a 29 de abril:

Docentes (doutores, mestres) e outros profissionais não matriculados em pós-graduação – R$ 220,00

Discentes de cursos de mestrado e doutorado e de graduação – R$ 165,00

De 30 de abril a 31 de maio:

Docentes (doutores, mestres) e outros profissionais não matriculados em pós-graduação – R$ 330,00

Discentes de cursos de mestrado e doutorado e de graduação – R$ 220,00

O XXI Encontro Anual da Compós acontecerá em Juiz de Fora, Minas Gerais, de 12 a 15 de junho de 2012.
O resultado da seleção de textos será publicado até o dia 21 de março de 2012, no site da Compós.

encontro de professores de jornalismo: mande o seu trabalho!

O Fórum Nacional de Professores de Jornalismo informa que

Está aberto o período de submissão de trabalhos ao 10º Ciclo Nacional de Pesquisa e Extensão em Jornalismo, evento integrante do 14º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo 2012, que será realizado na Universidade Federal de Uberlândia (MG) entre 27 e 30 de abril. O Encontro é promovido pelo Forum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), com o apoio da Universidade Federal de Uberlândia e Fapemig.
Data limite para envio de artigos: 24 de Março de 2012
Participantes podem enviar seus trabalhos online para o endereço:
http://www.fnpj.org.br/soac/ocs/ submit.php?cf=24

chamada de artigos na ciberlegenda

A equipe editorial da revista Ciberlegenda, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (PPGCOM-UFF), informa que recebe até 2 de abril artigos para a edição de julho de 2012.

Esse número terá como tema “Colisões entre o público e o privado em esfera midiática”, e a ementa é:

Os  embates entre as esferas pública e privada e a gradativa diluição de suas fronteiras, catalisados pela emergência das novas tecnologias de informação e comunicação. Os aspectos sociais, culturais, políticos, econômicos, tecnológicos e legais relativos às novas formas de construção de subjetividade, à exposição da intimidade e à “invasão” da privacidade. Utilização não autorizada de dados privados por agentes públicos ou empresas. Novas interfaces de construção e exposição de si no ciberespaço. Os processos de publicização e de tornar público o espaço privado. A visibilidade como reivindicação e como “armadilha”, nas diversas esferas midiáticas. Estratégias documentais e ficcionais que dialogam com os embates entre o público e o privado, em que tais colisões se manifestam como mediações entre a obra e os seus realizadores.

Mais informações em http://www.proppi.uff.br/ciberlegenda

chamada de artigos na comunicação & educação

A equipe editorial da revista Comunicação & Educação, do Departamento de Comunicações e Artes da ECA-USP, informa que está aberta a chamada para envio de trabalhos para edição do segundo semestre de 2012. O deadline é 15 de março, e a publicação aceita artigos de doutores, ou doutores em coautoria com graduandos, pós-graduandos e mestres para a seção Artigos Nacionais.

Mais informações em: www.usp.br/comueduc

não deixe de ir, professor…


Acesse o site do evento

jornalistas e redes sociais na europa

Um recente e extenso estudo realizado pela TNS Qual+ descreve a relação de jornalistas e redes sociais na Europa. Se você se interessa pelo fenômeno das redes ou por jornalistas, vale dar uma olhada. Tem 111 páginas, em formato PDF, em inglês e com arquivo de 1,1 Mega… (baixe aqui)

colóquio internacional sobre jornalistas na frança

Fábio Pereira, professor da UnB e um dos pesquisadores mais jovens e articulados do país na área, anuncia a chamada para trabalhos do colóquio internacional “O governo dos jornalistas: Formas e efeitos da ação pública sobre a informação, o grupo profissional e as empresas de comunicação”.

O evento acontece nos dias 11 e 12 de outubro em Rennes, França. E se você quer mandar propostas tem até 15 de fevereiro. As respostas da seleção saem em 31 de março.

Veja mais detalhes aqui.

cibercultura e jornalismo: chamada para artigos

(reproduzindo do site da revista)

O volume 9 nº 1 da revista Estudos em Jornalismo e Mídia reserva seu Núcleo Temático às relações entre a cibercultura e as práticas jornalísticas.
Nos últimos anos, não foram apenas os avanços tecnológicos que afetaram o jornalismo, mas a emergência de novos papeis, hábitos e culturas de produção, difusão e consumo de bens simbólicos. Com isso, meios de comunicação, públicos e profissionais vêm se reposicionando rapidamente diante de uma nova ecologia comunicacional. Ajudam a compor este cenário o surgimento de redes sociais na internet e novos atores, apropriações de mídias pelas audiências, o fortalecimento dos processos de colaboração e participação, os esforços técnicos para novos empacotamentos de conteúdos por vias multimidiáticas e convergentes, e a explosão das linguagens e das narrativas, entre outros fatores.
Prioritariamente, o Comitê Editorial receberá artigos que tratem da temática Cibercultura e Jornalismo e de assuntos derivados.

Deadline: 20 de março de 2012
Aprovação de artigos: até 10 de maio de 2012
Publicação da edição: até 20 de junho de 2012
Instruções para os autores: http://bit.ly/qwSA8p
Mais informações: http://bit.ly/8kDtY7

A Estudos em Jornalismo e Mídia é uma publicação científica eletrônica do Mestrado em Jornalismo (Posjor/UFSC).
Semestral, a revista tem acesso totalmente gratuito, publica artigos em português, espanhol e inglês, e está classificada como um periódico B3 no Qualis/Capes.
A EJM está indexada em oito bases de dados nacionais e internacionais, e foi a primeira revista brasileira de Comunicação a ter o Digital Object Identifier (DOI).

mais oportunidades…

Não foi à praia? Não está recebendo parentes? Não tem o que fazer?
Ora, seus problemas acabaram. Ocupe-se e esvazie as gavetas…

A equipe editorial da revista Brazilian Journalism Research (BJR) convida autores para submeter trabalhos para a sua próxima edição (v.8, n.1), que terá como Dossiê Temático Mídias Digitais, convergência e prática jornalística: desafios e perspectivas. Os artigos serão recebidos até 30 de março.

A Brazilian Journalism Research é um periódico científico semestral publicado pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). A associação é dedicada à teoria e à pesquisa sobre jornalismo (tanto o trabalho teórico, quanto o empírico). A revista é editada em inglês e português e está indexada em base de dados como a Latindex e DOAJ.
O Call for papers (em inglês) está disponível em:
http://www.sbpjor.org.br/sbpjor/?page_id=818
Para acessar a BJR, clique em:
http://bjr.sbpjor.org.br/index.php/bjr

(reproduzindo a chamada de Kênia Maia, vice-presidente da SBPJor e Editora Executiva da BJR)

Tem mais…

Já está aberto o processo de submissão de trabalhos ao GT Estudos de Jornalismo para o XXI Encontro Anual da Compós. Desde sua criação, em 2000, o GT converteu-se em espaço central e qualificado para discussões e aprofundamento das problemáticas relacionadas ao jornalismo, suas práticas, linguagens, discursos e transformações tecnológicas. O template de submissão de trabalhos está disponível para download no site da Associação (www.compos.org.br ) e as inscrições, realizadas exclusivamente nesse site, encerram às 18h do dia 15 de fevereiro. Esse ano o Encontro acontece em Juiz de Fora, Minas Gerais, entre os dias 12 e 15 de junho.

(reproduzindo a chamada de Ronaldo Henn, coordenador do GT)

fórum de professores com chamada aberta

(Reproduzindo a informação do presidente Sérgio Gadini)

Estão abertas as inscrições de trabalhos ao 14º Encontro de Professores de Jornalismo, que acontece entre os dias 27 e 30 de abril (2012) na Universidade Federal de Uberlândia (MG).
Para submeter trabalhos ao grupos do 10 Ciclo Nacional de Pesquisa em Ensino e Extensão em Jornalismo, acesse o site do Fórum
Diante dos impasses, colocados ao ensino superior em Jornalismo, o ENPJ será um espaço fundamental para traçar os rumos e desafios da formação profissional na área, como é o caso da (polêmica) situação em torno das Diretrizes Curriculares em Jornalismo. Imperdível! Esperamos, pois, contar com sua estimada participação lá em Uberlândia.

Agende-se e envie trabalho: http://www.fnpj.org.br/soac/ocs/callforpapers.php?cf=24

Outras informações estão no link:
http://www.fnpj.org.br/noticia/fnpj-abre-chamada-de-trabalhos-para-encontro-nacional-790

nova edição da revista estudos em jornalismo e mídia

Acaba de chegar à rede mais um número da revista Estudos em Jornalismo e Mídia, do Posjor/UFSC.
A edição tem um especial sobre narrativas no jornalismo.

Confira o sumário e acesse a publicação:

Editorial – Permanência e atualidade da contação de histórias

Núcleo Temático

Bom jornalismo, histórias bem contadas
Daisi Irmgard Vogel

Mídias precursoras: transição e transgressão: atualidade da leitura de dois depoimentos do jornalista Marcus Faerman
Terezinha Fátima Tagé Dias Fernandes

Narrativas convergentes: ficção e realidade na prosa de Nelson Rodrigues
Esdra Marchezan Sales

O discurso jornalístico autorreferencial como estratégia de construção da ‘imagem de si’
Daiane Bertasso Ribeiro, Maria Ivete Trevisan Fossá

Mídia, identidade e território: as cidades projetadas pelos formatos noticiosos no telejornalismo local
Jhonatan Alves Pereira Mata, Iluska Maria da Silva Coutinho

Narrando Escândalos: Eleições, Campo Jornalístico e Drama Político
Carlos Peres de Figueiredo Sobrinho

“Livros de repórter”, saberes de entremeio: relatos jornalísticos sobre a cobertura de conflitos
Angela Zamin

Sob a superfície dos fatos, a complexidade de seu significado: o desafio da narrativa no Jornalismo Cultural
José Salvador Faro

Conviver, sentir, narrar: personagens documentais e jornalísticos
Alexandre Zarate Maciel

Temas Livres

Inovação, renovação e ambidestria: chaves para a aprendizagem do jornalismo no século XXI
Carlos Eduardo Cortés

Sobre o fluxo informacional em tempos de Internet: estudo dos contextos comunicacionais
Guilherme Haas

Transparência na apuração em blogues jornalísticos
Leonardo Feltrin Foletto

Jornalismo e direitos infantis no Brasil e em Portugal: privacidade, estigmatização, e participação de crianças e adolescentes nos jornais O Globo e Público
Lidia Soraya Barreto Marôpo

Jornalismo Popular no Brasil e na Alemanha: as capas do BILD Hamburg e do Diário Gaúcho
Ana Cecília Bisso Nunes

Nas fronteiras do olhar
Aglair Bernardo, Gustavo Bonfiglioli

John Stuart Mill e as sociedades da informação: Liberdade de imprensa, Estado e opinião pública
Alexandre Antônio Nervo

Resenhas

A narrativa jornalística: elementos para uma teoria do acontecimento
Cristiano Anunciação

5º encontro de jornais laboratórios é amanhã

 O curso de Jornalismo da UFSC promove amanhã, 9 de dezembro, a quinta edição do encontro de jornais laboratórios catarinenses. O evento, que já passou por outras escolas do estado, é retomado em Florianópolis com seu propósito original: reunir professores, estudantes, profissionais e técnicos para discutir a realidade pedagógica local para o ensino de jornalismo laboratorial.

O encontro acontece na Sala Aroeira, do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, a partir das 9 horas. Pela manhã, uma mesa reúne representantes dos jornais laboratórios para trocar experiências de ensino e extensão, dificuldades e dilemas. À tarde, outra mesa dá prosseguimento aos debates.

Já confirmaram presença os cursos da Unisul (Palhoça), Unisul (Tubarão), Ibes/Sociesc (Blumenau), Univali (Itajaí), Faculdade SATC (Criciúma), Unochapecó (Chapecó), UFSC (Florianópolis), Faculdade Estácio de Sá (São José) e Ielusc (Joinville).

A organização está a cargo dos professor Samuel Lima e Rogério Christofoletti, com apoio dos alunos do curso de Jornalismo da UFSC.

Veja a programação:

9h: Abertura
Memória do evento
Profª Raquel Wandelli (Unisul – Palhoça)

9h30: Mesa Nº 1 – Compartilhando Experiências I
. Zero (UFSC, Florianópolis) – Prof. Rogério Christofoletti (mediador)
. Contato (Fac. Estácio de Sá, São José) – Prof. Billy Culleton
. Ênfase (Fac. SATC, Criciúma) – Profª. Marli Vitali
. Extra (Unisul, Tubarão) – Profª Cilene Macedo

12h às 14h: Almoço

14h: Mesa Nº 2 – Compartilhando Experiências II
. Fato & Versão (Unisul, Palhoça) – Profª Raquel Wandelli (mediadora)
. Primeira Pauta (Ielusc, Joinville) – Profª Amanda Miranda
. Cobaia (Univali, Itajaí) – Prof. Sandro Galarça
. Passe a Folha (Unochapecó, Chapecó) – Prof. Francesco Silva
. O Quinto (Ibes/Sociesc, Blumenau) – Prof. Fabrício Wolff

17h: Encerramento
Definição da sede do 6º Encontro e encaminhamentos gerais
Prof. Samuel Lima (coordenação)

O evento terá cobertura pelo Twitter: @zeroufsc

jornalismo cidadão, em defesa

O jornalista Marcelo Barcelos defende hoje no Mestrado em Jornalismo da UFSC a dissertação “Jornalismo cidadão: profissionalidade e amadorismo nos jornais do Grupo RBS em Santa Catarina”. A banca é pública e acontece a partir das 14 horas na sala de videoconferência do CCE. A comissão examinadora do trabalho é formada pelas professoras Gislene Silva e Maria José Baldessar, além de mim, que atuei como orientador.

A transmissão online da defesa você pode conferir aqui.

Um resumo do trabalho:

O jornalista não está mais sozinho para apurar os acontecimentos, escrever as notícias e distribuí-las. Com a revolução tecnológica que reconfigura não só suas práticas, mas também a própria função social, ao lado do profissional, está o amador, o cidadão comum, aquele a quem se deu, por muito tempo, o nome de público/receptor. Hoje, o leitor pode ser um produtor de conteúdo noticioso e, para isso, apropria-se de competências antes exclusivas dos repórteres, como apurar, narrar fatos inéditos e produzir o noticiário, em um fenômeno conceituado “jornalismo cidadão”. É tentando entender os impactos provocados pela chegada desse personagem no jornal impresso e no âmago da cultura jornalística que este trabalho mergulha. Parte-se do princípio que legitimou a produção de conteúdo amador independente até o instante em que as mídias tradicionais passaram a adotá-la, elevando o cidadão à condição de leitor-repórter. Para compreender esse recente paradigma, analisamos um corpus de 27 edições – durante uma semana completa dos quatro jornais do Grupo RBS em Santa Catarina: Hora de Santa Catarina, Diário Catarinense, Jornal de Santa Catarina e A Notícia. A investigação, utilizando o método exploratório na análise de textos e fotografias, caracterizou a produção amadora publicada conforme os seguintes critérios jornalísticos: a) autoria; b) foco narrativo; c) atualidade; d) interesse público e) gênero f) hard news e g) soft news. A análise ainda inclui entrevistas presenciais com jornalistas das quatro redações, à procura de traços dessa nova forma de relacionamento com o público e das tensões provocadas em sua profissionalidade. Rodeado de enunciados intencionais que o convocam à colaboração, o público atende a um chamado e produz conteúdo de natureza informativa; muito desse conteúdo, no entanto, é carregado de um caráter pessoal. As produções aparecem em quase todas as editorias, ora na voz do cidadão, ora diluída na edição do jornalista, que a complementa. É possível identificar um elevado grau de dependência no qual o jornalista demonstra a necessidade do leitor para “fechar o jornal”. No outro lado do balcão, os jornalistas ainda se moldam à partilha, enquanto defendem seu conhecimento específico, conquistado entre a prática e a formação acadêmica, para tratar – com ética, veracidade e equilíbrio – o que vem de fora da redação, sob o risco da abertura de espaço à imprecisão e à narrativa falseada. Os jornalistas reconhecem, no entanto, a necessidade cada vez maior chamar o leitor à produção em uma “Coautoria Vigiada” e admitem terem aberto mão de algumas tarefas até então exclusivas.

a crítica da crítica de mídia no brasil

O Mídia & Política acaba de publicar um número especial em que junta artigos sobre a crítica de mídia no país e o futuro do jornalismo. O número tem ótimos artigos e merece ser conferido.
Veja o sumário e vá direto à fonte:

A CRÍTICA DA CRÍTICA DA MÍDIA NO BRASIL

Depoimento – Luiz Martins
“É difícil apresentar boas práticas de acerto no panorama da mídia atual”
Paulo Figueiredo, Fábio Pereira e Camilla Braga
A mesma mídia que veicula uma campanha educativa, mostra, na novela, condutas vis; faz campanha de educação no trânsito para, em seguida, exibir comerciais de automóvel mostrando a velocidade como diferencial.

Jornalismo e crítica: informar ou opinar?
Thaïs de Mendonça Jorge
Se atualmente proliferam torres de vigilância – tanto quanto câmeras de segurança na via pública –, observatórios existem porque a sociedade mesma indicou a necessidade de um pan-óptico para ver o que acontece na mídia.

Periscópio dá oportunidade a estudantes
Anderson David Gomes dos Santos
O espaço destinado à crítica da mídia é disponibilizado por uma rádio educativa, a Rádio Unisinos 103.3 FM, emissora da Fundação Urbano Thiesen, ligada à Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Observatório da imprensa, um velho-jovem
Adriana Domingues Garcia
OI estimula a sociedade midiatizada a refletir em relação aos modos de observação sobre o que a mídia produz e faz circular, podendo fazer com que os sujeitos mudem de postura durante a assimilação dos produtos noticiosos.

As novas mídias e sua influência na crítica
Rogério Christofoletti
A crítica não significa a prática da demolição e da ofensa, nem do descrédito e do cinismo, muito menos o desprezo do trabalho alheio e a soberba ilimitada. Deve ser vista como forma de ação, reflexão direcionada à melhoria de qualidade dos produtos.

O FUTURO DO JORNALISMO

Periodismo en peligro de extinción
Carlos Soria
Hay más de un motivo para sospechar que el periodismo es una profesión en peligro de extinción, como el oso panda, el lince o el gorila; o al menos, para pensar que el periodismo sufre una verdadera crisis de identidad.

Ainda guardando o portão?
Célia Maria Ladeira Mota              
O gatekeeper é tarefa em extinção no mundo inteiro. O processo se inverteu e o leitor, telespectador ou ouvinte se transformou em gatewatcher da informação.

Olhar o que não está diante dos olhos
Antonio S. Silva
Mais comunicação exige mais mediadores, profissionais que ofereçam esclarecimento e competência para olhar aquilo que não está diante dos olhos, mas que se esconde estrategicamente, atendendo a interesses políticos, econômicos e culturais.

RESENHA
 11 de Setembro
Chomsky e a imprensa: verdades inconvenientes

posjor promove jornada discente

O Mestrado em Jornalismo da UFSC (Posjor) realiza hoje e amanhã a sua 1ª Jornada Discente. O evento tem como objetivo debater os projetos de pesquisa dos mestrandos e promover a troca de experiências da prática da pesquisa. Para abrir a Jornada, o professor José Luiz Braga (Unisinos) fará a palestra “Do projeto de pesquisa à dissertação: ‘planejar é replanejar’”. Transmissão on-line pelo link www.videoconferencia.cce.ufsc.br.

Estão inscritos 29 trabalhos. A abertura  do evento e a primeira mesa temática serão no Auditório Henrique Fontes, Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). As apresentações seguintes ocorrem na sala 145, Bloco A do CCE. Ouvintes podem se inscrever no local do evento antes de cada mesa. A programação final está disponível aqui e o caderno de resumos aqui.

Mais informações serão publicadas também no twitter oficial:@JDPosjor.

“desovando” orientandos…

A expressão é grosseira, mas bastante usada quando estamos orgulhosamente encaminhando nossos orientandos para os exames de qualificação e defesas de dissertação. Por isso, em novembro e dezembro – além da longa lista de afazeres do final de semestre -, estarei “desovando” algumas crias…

No dia 22 de novembro, terça, tem qualificação do trabalho “Jornalismo, credibilidade e legitimação: imagem de si e construção do ethos no discurso jornalístico”, de Cândida de Oliveira

Resumo: Esta pesquisa investiga os processos de credibilidade e legitimação do jornalismo, em sua dimensão institucional e discursiva. Compreende-se que o jornalismo encontra credibilidade e legitimidade pública ao exercer um poder organizador que, derivado da palavra consignada, lhe confere o status de instituição social. No contexto atual, a substituição da referência à realidade – ancorado no critério de verdade, o que contribui para sustentar a credibilidade – pela autorreferência no discurso jornalístico denota transformações no modo como o jornalismo se apresenta para a sociedade, ou seja, como constrói a imagem de si, parte integrante do ethos discursivo. Diante disso, a pesquisa investiga a representação que o jornalismo faz de si na construção do ethos e as implicações dessa representação nos conceitos de credibilidade e legitimidade jornalística. A discussão será sustentada ainda por uma análise empírica focada no discurso institucional e opinativo de quatro grandes jornais brasileiros: Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo e Zero Hora. De modo geral, a pesquisa busca compreender e explicar como o jornalismo constrói a imagem de si e o ethos, e de que forma essa imagem interfere na credibilidade e legitimação do jornalismo. A pesquisa filia-se em referenciais teórico-metodológicos que se inscrevem na teoria do jornalismo, da nova retórica e da análise do discurso, o que permite levar em conta não apenas a organização desse discurso, mas também seu funcionamento e produção de sentidos.

No  dia 1 de dezembro, tem qualificação do trabalho “Liberdade de expressão e tensões público x privado: jornalistas nas redes sociais”, de Janara Nicoletti

Resumo: Com as mídias sociais na internet, a forma de comunicar foi reconfigurada. Diante deste novo cenário, organizações jornalísticas buscam um reposicionamento que garanta fidelizar seus públicos e manter seu poder midiático. Para direcionar e efetivar as estratégias empresariais de presença nos novos meios, são instituídas diretrizes de uso de redes sociais. Como inexiste um balizador comum, cada empresa determina suas próprias normas e regimentos, com base em valores e metas próprios – o que pode interferir na qualidade profissional e no cumprimento dos preceitos éticos e deontológicos do Jornalismo. Acima disso, pode comprometer a liberdade individual dos profissionais. Este trabalho irá investigar como as organizações jornalísticas orientam a conduta de seus colaboradores nas novas mídias, a partir da formulação de normas técnicas e deontológicas de uso das redes sociais, e até que ponto esta padronização de postura interfere no trabalho diário e na liberdade de expressão dos colaboradores.

Em 7 de dezembro, tem defesa da dissertação “Jornalismo cidadão: profissionalidade e amadorismo nos jornais do Grupo RBS em Santa Catarina”, de Marcelo Barcelos

Barcelos entrega a dissertação à coordenadora Gislene Silva
Barcelos entrega volume à coordenadora Gislene Silva

Resumo: O jornalista não está mais sozinho para apurar os acontecimentos, escrever as notícias e distribuí-las. Com a revolução tecnológica que reconfigura não só suas práticas, mas também a própria função social, ao lado do profissional, está o amador, o cidadão comum, aquele a quem se deu, por muito tempo, o nome de público/receptor. Hoje, o leitor pode ser um produtor de conteúdo noticioso e, para isso, apropria-se de competências antes exclusivas dos repórteres, como apurar, narrar fatos inéditos e produzir o noticiário, em um fenômeno conceituado “jornalismo cidadão”. É tentando entender os impactos provocados pela chegada desse personagem no jornal impresso e no âmago da cultura jornalística que este trabalho mergulha. Parte-se do princípio que legitimou a produção de conteúdo amador independente até o instante em que as mídias tradicionais passaram a adotá-la, elevando o cidadão à condição de leitor-repórter. Para compreender esse recente paradigma, analisamos um corpus de 27 edições – durante uma semana completa dos quatro jornais do Grupo RBS em Santa Catarina: Hora de Santa Catarina, Diário Catarinense, Jornal de Santa Catarina e A Notícia. A investigação, utilizando o método exploratório na análise de textos e fotografias, caracterizou a produção amadora publicada conforme os seguintes critérios jornalísticos: a) autoria; b) foco narrativo; c) atualidade; d) interesse público e) gênero f) hard news e g) soft news. A análise ainda inclui entrevistas presenciais com jornalistas das quatro redações, à procura de traços dessa nova forma de relacionamento com o público e das tensões provocadas em sua profissionalidade. Rodeado de enunciados intencionais que o convocam à colaboração, o público atende a um chamado e produz conteúdo de natureza informativa; muito desse conteúdo, no entanto, é carregado de um caráter pessoal. As produções aparecem em quase todas as editorias, ora na voz do cidadão, ora diluída na edição do jornalista, que a complementa. É possível identificar um elevado grau de dependência no qual o jornalista demonstra a necessidade do leitor para “fechar o jornal”. No outro lado do balcão, os jornalistas ainda se moldam à partilha, enquanto defendem seu conhecimento específico, conquistado entre a prática e a formação acadêmica, para tratar – com ética, veracidade e equilíbrio – o que vem de fora da redação, sob o risco da abertura de espaço à imprecisão e à narrativa falseada. Os jornalistas reconhecem, no entanto, a necessidade cada vez maior chamar o leitor à produção em uma “Coautoria Vigiada” e admitem terem aberto mão de algumas tarefas até então exclusivas.

saiu o dicionário de investigação do cotidiano

Acabo de receber do amigo Wellington Pereira, professor da UFPB, um exemplar do Dicionário de Investigação do Cotidiano, que ele organizou e está lançando. A obra traz textos de graduandos, mestres e mestrandos e marca os dez anos de trabalho do Grupejc – o Grupo de Pesquisa sobre Jornalismo e Cotidiano.

Generoso, Wellington me deu o prazer de escrever o prefácio da obra, que reproduzo abaixo. E, claro, o livro eu recomendo!

Nos botequins das esquinas, nos pontos de ônibus, nas filas, um dicionário é o “pai dos burros”, uma bússola segura no emaranhado de sentidos do mundo. Dicionários servem então para fixar significados, orientar os usos das palavras. Salvam-nos das incertezas, pacificam as dúvidas.

Mas há dicionários e dicionários, e o que o leitor tem em mãos é diferente. Primeiro porque não restringe os sentidos, mas permite pensar a partir deles. Este Dicionário de Investigação do Cotidiano funciona mais como trampolim e menos como rede de salvamento. Produzido pelo Grupo de Pesquisa sobre o Cotidiano e o Jornalismo (Grupecj), o dicionário é do tipo enciclopédico, desses em que cada verbete não fica restrito a uma definição referencial, mas leva a textos curtos que sobrevoam os temas elencados. Por isso que este dicionário possibilita mais saltos, arejando a nossa visão. Aqui, os verbetes adquirem uma consistência e perenidade mais próxima do ensaio, cuja incompletude não é uma falta, mas uma qualidade, fator que incita a pensar. Assim, o verbete é um ponto de partida e não de fechamento dos sentidos. É um gatilho, um disparo…

Outro fator que distingue este dicionário é que ele surge dos jornais; seus verbetes emergem das páginas tão perecíveis dos diários paraibanos, o que requer não só rigor, mas também muita sensibilidade. Um paradoxo é que, embora o cotidiano seja a matéria-prima do jornalismo, ele fica quase sempre negligenciado nas pesquisas científicas desse campo, como se não fosse suficientemente digno de se tornar objeto de análise. Há quase dez anos o Grupecj contraria esse raciocínio e sublinha seu caráter paradoxal. Notícias, fait-divers, legendas, manchetes, tudo isso permite que temas venham à tona com força nas editorias de Política, Cidades, Economia e Cultura. Juntas, essas seções ajudam a esquadrinhar o cotidiano de homens e mulheres, pessoas e organizações no tecido social. Compõem um mosaico dos saberes, fazeres e seres.

Dividido conforme as editorias, o dicionário inicia cada seção com textos de apresentação e explicações de base, não perdendo de vista os leitores de primeira viagem, os não-iniciados nos mistérios e nas correrias das redações jornalísticas.

Para os pesquisadores do Grupecj, o cotidiano – banal, recorrente, fugidio, simples – não é descartável nem ignorável; é imprescindível, rico e revelador das condições de produção que ajudam a conformar o homem no momento contemporâneo. Antropologia, sociologia, psicologia, filosofia, história, geografia e comunicação cruzam-se e entrecruzam-se nas encruzilhadas cotidianas. O Dicionário de Investigação do Cotidiano surge fora do eixo Rio-São Paulo-Brasília, oxigenando a paisagem e sinalizando mais uma vez a valentia dos autores nordestinos. Ousadia que remonta a Augusto dos Anjos, Ariano Suassuna, José Lins do Rego, mas que não fica apenas no campo das belas letras. Aliás, a Paraíba ostenta cotidianamente uma geografia da bravura. Nessas terras, os cabra-machos se espalham como relva, e a sua macheza não se restringe ao gênero masculino: está no DNA de homens e mulheres que fazem das adversidades escadas para transpor seus obstáculos.

Este dicionário é sinal de muita macheza. Assinados, os verbetes não subjazem autorias, e pontuam a pluralidade de uma obra coletiva, tecida por mais de vinte autores, entre graduandos, mestres e mestrandos. O professor Wellington Pereira teve a tarefa de coordenar equipes, estruturar a obra e organizar suas linhas mestras. Daqui do chamado “Sul Maravilha”, parece uma tarefa menos dificultosa, o que é decerto uma ilusão de ótica. Dicionarizar requer muito método e planejamento, mas também doses generosas de ousadia e confiança, e uma indisfarçável alegria no trato da coisa.

Sim, os paraibanos são valentes, mas também alegres. Rivalizam com pernambucanos, por exemplo, para ver quem oferece a maior festa de São João do mundo! Aliás, é justamente numa tarde de 24 de junho que escrevo esta apresentação, com a televisão ligada nos festejos, numa autêntica celebração entre cultura e mídia, comunicação e folclore, cotidiano e espetáculo.

Ao contrário da Enciclopédia de D’Alambert e Diderot, este Dicionário de Wellington Pereira e seus pesquisadores não é pretensiosa porque sabedora dos limites que qualquer trabalho do gênero traz: não se pode esgotar nenhum assunto em nenhum volume. Este Dicionário de Investigação do Cotidiano só é pretensioso num aspecto: a vontade de trazer o cotidiano a uma esfera de discussão e reflexão mais dignas e evidentes. Nada mais justo.

Florianópolis, Dia de São João de 2011

o encontro da sbpjor em 2011; e o de 2012

A Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) realizou na semana passada seu nono encontro, reunindo mais de 350 participantes do país. O evento foi o maior da história da entidade e aconteceu na UFRJ, no Rio de Janeiro. Consolidada como um fórum privilegiado para a discussão do jornalismo – em bases conceituais e práticas -, a SBPJor está amadurecida e arejada. Elegeu uma nova diretoria e, mal terminou de promover um evento, já pensa em outro: a 10ª edição do seu encontro nacional já tem local escolhido, Curitiba.

9º encontro da sbpjor começa hoje

A nona edição do Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo da SBPJor começa hoje nas dependências da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Para saber mais, acesse o site do evento.

veja só quem acabou de chegar…

Mais informações aqui

vem aí: jornalismo investigativo e pesquisa científica

A Editora Insular está lançando “Jornalismo Investigativo e Pesquisa Científica: Fronteiras”, primeiro livro do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) com o Mestrado em Jornalismo da UFSC (Posjor). A obra é organizada por Rogério Christofoletti e Francisco José Karam, e traz textos especialmente elaborados após o Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação em Jornalismo (Bapijor), que aconteceu em junho passado em Florianópolis.

O livro aproxima academia e mercado, jornalismo investigativo e pesquisa em comunicação, e as realidades brasileira e argentina. O objetivo é contribuir para os estudos na área e provocar debates nas redações, na busca por novos métodos de apuração, e no enfrentamento de desafios técnicos, políticos e éticos.

“Jornalismo Investigativo e Pesquisa Científica: Fronteiras” tem 184 páginas, e pode ser encontrado nas melhores livrarias do país. Pela internet, basta encomendar pelo site da editora.

Confira o sumário:

Apresentação: Fernando Rodrigues, Folha de S.Paulo e Abraji

Prefácio: Francisco José Karam

Parte 1 – Estratégias, métodos e fontes

Reportagem Assistida por Computador (RAC) e jornalismo investigativo – José Roberto de Toledo

Jornalismo, o prazer do ofício – Angelina Nunes

Cómo navegar extensos mares de un centímetro de profundidad – Rodolfo Barros

Uma aliança vital – Mauro César Silveira

Rosental e o novo modelo midiático – Claudio Julio Tognolli

Investigación? Revelación? Que pensam los periodistas? – Sebastián Lacunza

Límites y empobrecimiento de la investigación periodística en Argentina: indígnate (fácilmente) – Eduardo Blaustein

Parte 2 – Práticas, papeis e compromissos

Practica periodística y práctica científica – Martín Becerra

Diferenciações, aproximações e complicações entre a prática jornalística e a prática científica- Gislene Silva

Los compromisos del periodista y del investigador académico – Adriana Amado

Investigación, poder y política: una mirada desde el periodismo – Washington Uranga

Rascunhos de uma agenda positiva para redações e laboratórios – Rogério Christofoletti

Posfácio: Insuficiências teóricas e desafios – Samuel Lima

mestrado em jornalismo tem jornada discente

O POSJOR realiza, nos dias 24 e 25 de novembro, sua 1ª Jornada Discente. O evento tem como objetivo debater os projetos de pesquisa dos mestrandos e promover a troca de experiências da prática da pesquisa. Para abrir a Jornada, o professor José Luiz Braga (Unisinos) fará a palestra “Do projeto de pesquisa à dissertação: ‘planejar é replanejar’”. Os alunos das turmas 2010 e 2011 apresentarão seus trabalhos em mesas temáticas mediadas por professores do POSJOR (veja a programação). Cada mestrando deve se inscrever enviando formulário preenchido para o e-mail jornadadiscente.posjor@gmail.com. As inscrições vão de 26/10 a 16/11. Interessados em participar como ouvintes podem se inscrever na hora no local do evento: sala 145 do Bloco A do CCE. Mais informações no edital.

(reproduzido do site do Posjor)

chamada de textos na e-compós

Adriana Braga e Felipe Trotta, da Comissão Editorial da revista E-Compós, informam que a publicação já está com chamadas para seus três números de 2012. A revista da Compós aceitar artigos, resenhas e entrevistas em português, inglês, francês e espanhol.

Veja os temas e os prazos de submissão:

1ª Edição: Temas livres
Espaço aberto para contemplar toda a diversidade de abordagens teóricas, metodológicas e empíricas do campo da Comunicação.
Data limite para envio de originais: até 15 de janeiro de 2012.

2ª Edição: Dossiê temático “Música e Som”
Nos últimos anos, observamos um crescente interesse de pesquisadores da área de Comunicação em temáticas relativas à música e ao som. Até há pouco tempo negligenciado por diversas tendências de pesquisa de nossa área, o sentido da audição parece ter ocupado espaço significativo em abordagens sobre artefatos midiáticos, em reflexões sobre regimes de escuta, paisagens sonoras, identidades musicais, classificações mercantis e disputas políticas e ideológicas. Para este dossiê, convidamos pesquisadores de Comunicação e áreas correlatas a submeterem propostas sobre temas como:
– usos e apropriações da música e do som nos produtos midiatizados (fonogramas, espetáculos, videoclipes, filmes, games, programas de televisão, etc.);
– análises socioculturais da circulação de mídias sonoras;
– estética e ética;
– sonoridades e identidades;
– dimensões políticas, empresariais e sócio-culturais da música e do som;
– outras abordagens convergentes.
Data limite para envio de originais: até 30 de março de 2012

3ª Edição: Dossiê temático “Teorias e Metodologias da Comunicação”
Questões de teoria e método permanecem sendo uma dimensão crucial para o campo da comunicação. A constituição relativamente recente de nosso campo acadêmico, bem como sua característica de zona de interface e cruzamento com outros campos disciplinares – como a sociologia, psicologia, economia, informática, educação, antropologia e artes, entre outros – tornam necessário o debate sobre a comunicação em termos teóricos e metodológicos. Para este dossiê, a terceira edição de 2012 da E-Compós convida a proposição de submissões sobre aspectos como:
– teoria e epistemologia da comunicação;
– o objeto da comunicação;
– teorização metodológica em comunicação;
– a comunicação e suas muitas interfaces acadêmicas;
– outras abordagens convergentes.
Data limite para envio de originais: até 30 de maio de 2012

Submissões e mais informações em:
http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/index

jornalismo digital: livro novo na praça

Demétrio Soster e Walter Teixeira Lima Jr. anunciam o lançamento do livro “Jornalismo Digital – Audiovisual, Convergência e Colaboração” (Ed.Unisc). Haverá sessões de autógrafo na Feira de Porto Alegre e no Encontro da SBPJor, que acontece no Rio de Janeiro.

Vejam o sumário:

PRIMEIRA PARTE – AUDIOVISUAL E REDES SOCIAIS

OS WEBJORNAIS QUEREM SER REDE SOCIAL? – Raquel Ritter Longhi, Ana Marta Moreira Flores e Carolina Teixeira Weber

TV + TWITTER: REFLEXÕES SOBRE UMA CONVERGÊNCIA EMERGENTE – Carlos d’Andréa

AVANÇOS E TENDÊNCIAS NO CONSUMODE AUDIOVISUAL: IP(+)TV – Diólia de Carvalho Grazino

ENTRE A TV E A INTERNET: MEDIAÇÕES SOBREPOSTAS EM iREPORT FOR CNN – Geane Alzamora

O ENSINO DE CIBERJORNALISMO: ESTUDO COMPARATIVO NOS CURSOS DE JORNALISMO DO RIO GRANDE DO NORTE E MATO GROSSO DO SUL – Gerson Luiz Martins

NEOFLUXO: JORNALISMO, BASE DE DADOS E A CONSTRUÇÃO DA ESFERA PÚBLICA INTERCONECTADA – Walter Teixeira Lima Junior

SEGUNDA PARTE – MESA COORDENADA SBJor

O PROCESSO DE PRODUÇÃO DO CIBERJORNALISMO E AS TEORIAS JORNALÍSTICAS – Carla Schwingel

JORNAIS DE WEB NAS FACULDADES BRASILEIRAS DE JORNALISMO – Carlos Alberto Zanotti

ENSINO DE JORNALISMO-LABORATÓRIO EMUMA PERSPECTIVA CONVERGENTE – Demétrio de Azeredo Soster e Fabiana Piccinin
FORMATOS DE LINGUAGEM WEBJORNALÍSTICA: A FOTORREPORTAGEM REVISITADA – Raquel Ritter Longhi

RELEVÂNCIA JORNALÍSTICA NOS SISTEMAS CONECTADOS EM REDE – Walter Teixeira Lima Júnior

informação de papel x informação online

A Associación para la Investigación de Medios de Comunicación (AIMC), entidade espanhola, acaba de publicar resultados de uma pesquisa que pode interessar a muita gente: “La Prensa: digital vs papel” é o primeiro de uma série de estudos semelhantes, centrados nas particularidades de cada meio e nas formas de como se relacionam com seus públicos.

Conforme esclarece a associação, a pesquisa “está focalizado en prensa diaria e indaga en los comportamientos, actitudes y preferencias ante los dos sistemas de distribución de los contenidos, tanto “tradicional” (papel) como en online”. A coleta de dados se deu entre 20 de maio e 16 de junho de 2011.

Acesse a pesquisa aqui.

jornalismo investigativo: livro no prelo

(reproduzido do Bapijor)

A organização do 1º Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação em Jornalismo (Bapijor) informa que o livro “Jornalismo Investigativo e Pesquisa Científica: Fronteiras”, organizado pelos professores Rogério Christofoletti e Francisco José Karam e contendo capítulos dos palestrantes do evento já está em fase adiantada de produção.

A obra deve sair pela Editora Insular, de Florianópolis, uma casa editorial comercial que tem se especializado em lançar títulos da área da Comunicação e que tem distribuição nacional. O volume, com cerca de 180 páginas, tem previsão de circulação em novembro e orelha assinada pelo prestigiado jornalista Fernando Rodrigues, da Folha de S.Paulo e presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

vencedores do pagf saem dia 20

A coordenadora do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo (PAGF), da SBPJor, Dione Moura, manda avisar que

a lista com o nome dos premiados (Melhor trabalho de Iniciação Científica/TCC 2011; Melhor Dissertação de Mestrado 2011; Melhor Tese de Doutorado 2011 e Pesquisador Sênior 2011) será divulgada até o  dia 20 de outubro de 2011, por meio do site da SBPJor, Lista de Sócios SBPJor e demais listas de pesquisadores de Comunicação/Jornalismo. A cerimônia de premiação acontecerá durante o 9. SBPJor, que será sediado na UFRJ, Rio de Janeiro, entre 3 a 5 de novembro 2011, nos termos previstos no Edital PAGF 2011.