Mindy McAdams concluiu hoje o seminário que iniciou dia 11 no Poynter. O tema é mais do que interessante para professores de jornalismo e mesmo aqueles que se interessam sobre evolução pedagógica em tempos de web 2.0: Multimedia Journalism for College Educators. Mindy disponibilizou o material que produziu para esta atividade, veja aqui.

Para saber mais desses seminários do Poynter, vá por aqui.

Do Reino Unido, Paul Bradshaw fez a primeira de uma série de cinco postagens sobre os princípios básicos do jornalismo online. O autor começa com B, de Brevidade. Acompanhe por aqui.

Fiz questão de juntar as duas iniciativas neste mesmo post por várias razões: são contemporâneas (da mesma semana), vêm de lugares distintos (EUA e Inglaterra), de gerações distintas de autores e são muito, mas muito estimulantes para se pensar ensino, tecnologias, valores e práticas.

5 comentários em “jornalismo online: ensino e princípios básicos

  1. Christofoletti, ano passado trabalhei na construção de um site para uma rádio AM de Brusque-SC. Não tinha mais olhado, depois de vir a Joinville. Mas só de curiosidade (isso dá até análise de mídia), dá uma olhada no trabalho e olha os comentários das matérias de polícia. Eles deixaram os comentários abertos, senão ninguém participa. Reacionária a coisa por parte da própria população, mas tudo bem, até tem justificativas. Aqui, por exemplo, tem uma dessas matérias de polícia:
    http://www.radiocidadeam.com.br/noticia.php?cod_noticia=1621

    Bom, é só de curiosidade mesmo. Pior que essas coisas “povão” dão audiência pra caramba. Matéria de política mal tem acesso. De polícia, extrapola os comentários. O que é sensacionalista são as fotos dos caras presos e tal. Enfim… minha parte foi montar a estrutura, o conteúdo é outra coisa. Abraço

  2. To dando uma olhada com calma nos links de JOL por aqui. Tava vendo as inúmeras páginas da Mindy. Tipo, tem várias considerações interessantes. Mas, sei lá, tu não acha que tem muita gente discutindo ferramenta em vez de discutir a profissão? Não sei (tenho essa impressão reforçada por lê-la), mas me parece que a preocupação é em educar os jornalistas a usar blogs, leitor de feeds, etc – o que é extremamente primário. Enfrentamos uma burocratização da profissão, queda de publicidade, enxugamento de redações e a web é uma coisa mutante. Daqui a pouco, os blogs acabam, as ferramentas mudam de novo. Acho que código é competência de quem estuda pra isso. Empresas que contratem gente da informática pra lidar com isso e liberem os jornalista pra fazer o que é competência deles. Mas enfim, é minha opinião. Fico meio encucado com a direção que as coisas tomam. Inté. RK

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