deus, o cnpq e a vida acadêmica

Em tempos de lançamentos editoriais que (re)discutem o teísmo e o ateísmo, tem muita coisa rolando na internet sobre isso. Enquanto Richard Dawkins escreve seriamente contra deus, outros riem da situação. Recebi de uma amiga – que não é atéia! – o texto abaixo. Como é domingo – dia santo, ui! -, divido com vocês.

Aviso: não é provocação, é bom humor…

“Deus nunca chegará a ser professor titular ou pesquisador do CNPq.
Saiba porque:

1. Só tem uma publicação;

2. Essa publicação não foi escrita em inglês, mas em hebraico (mesmo
que tenha sido traduzida para vários idiomas);

3. A publicação não contém referências;

4. Não tem outras publicações em revistas indexadas ou com comissão editorial;

5. Há quem duvide que sua publicação foi escrita por ele mesmo –
nota-se a mão de pelo menos 11 colaboradores;

6. Talvez tenha criado o mundo, mas o que tem feito ou publicado desde então?

7. Dedica pouco tempo ao trabalho, apenas 6 dias seguidos;

8. A comunidade científica tem muita dificuldade para replicar seus resultados;

9. Seu principal colaborador caiu na desgraça ao desejar uma linha de
pesquisa própria;

10. Nunca pediu autorização aos comitês de ética para trabalhar com humanos;

11. Quando os resultados não foram satisfatórios, tentou afogar a população;

12. Se um participante não se comporta como havia predito, elimina-o da amostra;

13. Dá poucas aulas e o estudante, para ser aprovado, tem de ler
apenas o seu livro, o que caracteriza endogenia de idéias;

14. Segundo parece, deixou suas aulas para serem ministradas por seu
filho em seu lugar;

15. Ainda que seu programa básico de curso tenha apenas 10 pontos, a
maior parte de seus estudantes é reprovada nas aulas;

16. Além de suas horas de orientação serem pouco freqüentes, apenas
atende seus estudantes no cume da montanha;

17. Expulsou aos seus próprios orientados por aprenderem muito;

18. Não teve aulas e não fez mestrado com PH Deuses;

19. Não defendeu dissertação de mestrado, tese de doutorado ou livre-docência;

20. Não se submeteu à banca de doutores titulados;

21. Não fez proficiência em inglês;

22. De mais a mais, não existe comprovação de participação em bancas
examinadoras e de publicação de artigos no exterior.”

2 comentários em “deus, o cnpq e a vida acadêmica

  1. Oi Rogério

    Falta uma: considerando que Seu filho morreu aos 33 anos, Deus deve ter mais de 45 e, assim, está praticamente com o pé na cova em termos científicos.

    Não pode solicitar bolsas do CNPQ…

    abraço!

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