Vivemos dias complicados para os governos e as redações, né mesmo?
Imagine que diante da pandemia de gripe A, os administradores públicos precisam informar a população, convencer o cidadão comum a adotar procedimentos de segurança e ainda repassar novidades aos agentes de saúde, por exemplo. A imprensa, por sua vez, também tem um papel estratégico nesta situação: disseminar massivamente as informações que realmente interessam, atualizar o noticiário, acompanhar os movimentos dos governos para ver se as melhores políticas públicas de saúde estão sendo adotadas… E o enrosco é justamente este: Como informar sem alarmar? Como comunicar com fidelidade as circunstâncias que compõem a realidade sem causar histeria coletiva? Que cuidados se deve tomar nessas condições?
Não é fácil.
Por isso, já falei aqui de uma publicação da ANDI sobre Jornalismo Preventivo e Cobertura de Situações de Risco. Mas volto a falar da Agência de Notícias dos Direitos da Infância, uma das ONGs que mais se preocupa com o jornalismo voltado ao desenvolvimento e às políticas públicas sociais. Desta vez, lembro que a ANDI disponibilizou mais uma publicação, agora uma análise sobre como a mídia tratou a dengue e a febre amarela. O livro está em formato PDF, o arquivo tem 3,1 mega, e é uma sequência de “Jornalismo Preventivo”…”. Baixe aqui.