Lei do Multimídia precariza o jornalismo e outras profissões

Entidades de classe da comunicação receberam muito mal a publicação da lei nº 15.325/2026, que regulamenta a profissão de multimídia. O principal motivo para federações e sindicatos torcerem o nariz é que a nova lei ignora regulamentações profissionais já existentes e avança sobre funções e atividades já desempenhadas por jornalistas, radialistas, designers, entre outros, precarizando ainda mais o mercado de trabalho. Sob a justificativa questionável de “formalizar e valorizar a atividade dos profissionais que já atuam na área”, a autora do projeto de lei, deputada Simone Marquetto (MDB-SP), cria um problema de difícil solução porque confunde a sociedade e desorganiza o mundo do trabalho.

(Leia este meu artigo na íntegra no Observatório da Imprensa)

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