tudo ao mesmo tempo, agora, e mais e mais…

Chupar cana e assobiar. Bater escanteio, correr pra área, disputar a bola com os zagueiros, cabecear e correr pro abraço. Ter oito braços e fazer mil coisas ao mesmo tempo. Tudo junto. Tudo agora, Tudo pra ontem. Run Forest! Corra Lola corra! Vai, Alice! O tempo está correndo e escorrendo!

Não, não é a Lula Lelé aí de cima. Sou eu mesmo. E você? Contigo é diferente?

maioria quer jornalista com diploma

Reproduzindo…

Mais de 70% da população brasileira quer jornalista com diploma

A pesquisa de opinião nacional CNT/Sensus, divulgada hoje (22), em Brasília, pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), registra que a grande maioria da população brasileira é a favor da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Dos dois mil entrevistados em todo Brasil, 74,3% se disseram a favor do diploma, 13,9% contra e 11,7% não souberam ou não responderam.

Os dados foram muito comemorados pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e pelos sindicatos de jornalistas. Para o presidente da FENAJ, Sergio Murillo de Andrade, este é melhor apoio
que a campanha poderia obter e o resultado da pesquisa renova as forças dos que estão lutando pela regulamentação profissional. “Esses números da pesquisa CNT/Sensus mostram que a população brasileira tem a real dimensão da importância do jornalismo para o País e que quer receber informações de qualidade, apuradas por jornalistas formados”.

Murillo afirmou, também, que esses dados ficam ainda mais importantes com a proximidade da votação da exigência do diploma pelo STF e espera que ministros percebam o desejo da sociedade. “O STF tem a chance de mostrar à população que anda junto com seus anseios, reconhecendo que
jornalismo precisa ser feito por profissionais com formação teórica, técnica e ética e que o jornalismo independente e plural é condição indispensável para a verdadeira democracia”.

A Pesquisa CNT/Sensus quis saber, também, o que a população acha da criação do Conselho Federal dos Jornalistas. Para a pergunta: o sr. (a) acha que deveria ou não deveria ser criado um Conselho Federal dos Jornalistas, para a regulamentação do exercício da profissão no País – como as OAB’s para os Advogados e os CREA’s para os Engenheiros, o resultado foi que 74,8 % acham que o Conselho deveria ser criado, 8,3% que não deveria ser criado, para 6,5% depende e 10,4% não sabem ou não responderam.

A última pergunta relacionada ao tema foi sobre a credibilidade das notícias. Parte dos entrevistados, 42,7%, disseram que acreditam nas notícias que lêem, ouvem ou assistem, 12,2% que não acreditam, 41,6% que acreditam parcialmente e 3,5% não sabem ou não responderam.

A Pesquisa foi realizada de 15 a 19 de setembro, com dois mil questionários aplicados em cinco regiões brasileiras e 24 estados, com sorteio aleatório de 136 municípios pelo método da Probabilidade Proporcional ao Tamanho – PPT. A margem de erro é de mais ou menos 3%.

blogs: para o alto e avante

O assunto em quatro notas:

1. O Technorati acaba de publicar seu relatório The State of Blogosphere.

2. Se você quer treinar o inglês, uma boa prévia está no ReadWriteWeb.

3. Raquel Recuero destaca alguns pontos do documento, em bom português.

4. Tiago Dória salienta que quase metade dos blogueiros já passou do 1º blog.

encontro de pesquisadores em jornalismo no pr

O Paraná realiza seu 6º Encontro de Pesquisa em Jornalismo na UEPG. Quem manda o convite é o Sérgio Gadini. Acontece de 7 a 9 de outubro. Inscrições podem ser feitas até dia 25 de setembro. Podem participar estudantes, professores, profissionais e demais interessados.

NÃO TEM TAXA DE INSCRIÇÃO!

Mais informações: agenciadejornalismo@uepg.br

é daqui a pouco…

… o lançamento de “Observatórios de Imprensa: Olhares da Cidadania” no campus da Quintino da Unama, aqui em Belém (PA). O evento é aberto ao público, começa às 17h30, e terá ainda a presença de três das autoras do volume: Ana Prado, Danila Cal e Vânia Torres, professoras da Universidade da Amazônia.

O livro foi organizado por mim e Luiz Gonzaga Motta, é editado pela Paulus e tem 230 páginas.

O pessoal do Jornalismo da Unama até produziu um material para o lançamento: cartazlancamentolivro

Amanhã, sábado (20), faremos o lançamento no Hangar, em plena Feira Pan-Americana do Livro, na Exposição 200 anos da Imprensa no Brasil, organizada pela CDN e patrocinada pela Vale. É às 19h30.

mas o que é mesmo o jornalismo?

A professora Ann Cooper, da Escola de Jornalismo de Columbia, escreve um interessante artigo na edição mais recente da Columbia Journalism Review (setembro-outubro de 2008). Para ela, pouco importa discutir o que é o jornalista na atualidade, mas sim o que é jornalismo.

Ela discute a emergência de novas formas de comunicação, a chegada de novos atores no processo da informação – como os blogueiros – e novas concepções sobre as competências que jornalistas devem ter. A partir do influente Jay Rosen – que propôs que se pensasse um modelo híbrido de produzir notícias online -, Ann Cooper chama a atenção para o fato de que a sugestão de Rosen muda o foco da questão. Não mais interessa saber quem é que faz a coisa, mas como é a coisa em si, o que a define e tal.

A autora sinaliza os próximos passos. Se vamos pensar um modelo híbrido de jornalismo, precisamos articular esforços entre os tradicionais e os recém-chegados:

Old media will have to let go of some attitudes and assumptions that are no longer relevant, and new media will need to recognize standards that can infuse credibility and trust into this new journalism. Working together will require everyone in the bigger tent to drop their animosities and check their egos. It’s not about us, after all. It’s about keeping watch on those in power, about ensuring an informed citizenry, about maintaining a democratic culture that is strengthened by vibrant reporting on vital institutions.

Claro. Esta luz no final do túnel não é inteiramente nova, mas é sempre bom repensar a questão e revisar os passos dados anteriormente.

“falta de educação”, danos morais, indenização, orkut e uma decisão brasileira

(Deu no UOL Educação)

A Justiça de Rondônia condenou 19 pais de estudantes a pagar indenizações a um professor de matemática de Cacoal (500 km de Porto Velho) que, somadas, resultam em R$ 15 mil.

O professor foi alvo de ofensas dos alunos no Orkut. Eles criaram, em 2006, a comunidade virtual “Vamos Comprar uma Calça para o Leitão”, ilustrada com a foto e o nome do professor Juliomar Reis Penna, 33. Na comunidade, dez alunos da oitava série, com idades de 12 a 13 anos, escreveram ofensas, piadas, questionaram notas e ameaçaram o professor.

“Eu ajudo a furar os pneus do Vectra dele […] Vamos quebrar os vidros, jogar açúcar dentro do tanque de gasolina”, foram alguns dos recados deixados pelos alunos.

Condenados em primeira instância, os pais dos alunos recorreram ao Tribunal de Justiça de Rondônia. Alegaram que o fato fora apenas uma “brincadeira infantil”. O argumento foi rejeitado pelo juiz relator da 2ª Câmara Cível do TJ-RO, Edenir da Rosa, que avaliou como “grave” o teor dos comentários publicados na internet.

No recurso, os pais disseram ser “impossível” vigiar os filhos vinte e quatro horas por dia, justificativa considerada “frágil” pelo TJ-RO.

Denunciados pelo professor ao Juizado da Infância e da Juventude, os alunos reconheceram a criação da página e a autoria dos recados. Como medida socioeducativa, oito estudantes tiveram de apresentar palestras para adolescentes sobre o uso responsável da internet.


(SE A MODA PEGA…)

No Norte, e a trabalho

Pessoal, sei que já avisei, mas não custa repetir: este blog está meio devagar porque estou em viagem a trabalho, para um curso de pós-graduação na Universidade da Amazônia, aqui em Belém (PA).

Se vocês quiserem seguir o curso, passem no blog da disciplina “Mídia e Direitos Humanos”.

Voltaremos com nossa programação normal na próxima semana.

mec estuda: outros profissionais poderiam exercer o jornalismo

Deu na Folha, hoje:

O MEC (Ministério da Educação) estuda autorizar profissionais que tenham formação universitária em qualquer área a exercer a profissão de jornalista. O ministro Fernando Haddad (Educação) também quer discutir as diretrizes dos cursos oferecidos na área que passarão por uma supervisão, a exemplo do que ocorreu com direito, medicina e pedagogia.

Ainda neste mês, o ministro disse que vai constituir um grupo de trabalho para apresentar, em 90 dias, uma proposta nesse sentido. “A comissão fará uma análise das diretrizes curriculares do jornalismo e, sobretudo, das perspectivas de graduados em outras áreas, mediante formação complementar, poderem fazer jus ao diploma.”

Ele disse à Folha que seu objetivo não é entrar na discussão travada no STF (Supremo Tribunal Federal) e no Ministério do Trabalho sobre a obrigatoriedade do diploma, mas tratar da formação do jornalista. Do ponto de vista prático, se o STF –que deve julgar ação neste semestre– entender que o diploma de jornalista é obrigatório, a discussão se tornará inócua.

“No mundo inteiro as pessoas se formam nessa área, mesmo onde não há obrigatoriedade. Sou favorável à boa formação. Não discuto a questão do exercício profissional.”

Para um profissional formado em outra área ser habilitado ao diploma de jornalista, ele precisaria cursar disciplinas essenciais para a formação na área, como técnica de reportagem, ética e redação, disse ele.

Para Max Monjardim, chefe da comunicação do Trabalho, a discussão poderia se dar no grupo que discute a regulamentação da profissão, do qual participa: “Seria bom se o ministro indicasse algum representante da Educação para participar do grupo que já está funcionando [no Trabalho]”.

O presidente da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), Sérgio Murillo de Andrade, considerou a proposta de Haddad “inoportuna”. Ele também participa do grupo criado pelo Trabalho. “É uma proposta feita por alguém que está distante da realidade da profissão.” A ANJ (Associação Nacional de Jornais) disse que não comentaria a idéia por ser só uma proposta e porque o assunto está sob o exame do STF.

No Supremo, o relator é Gilmar Mendes, que já autorizou profissionais da área a se registrarem sem possuir o diploma.

o futuro do livro (eu sei, de novo…)

Quer ver mais um daqueles protótipos de como serão os livros num futuro próximo?

A Wired mostra aqui.

lost e playmobil

Você acompanha o seriado em que 48 pessoas sobrevivem (ou tentam) numa iha misteriosa após a queda de um avião? Enquanto a quinta temporada não chega – só em fevereiro de 2009, amigo… -, e se você tem mais de 30 anos, aproveite as versões playmobil de Lost.

A primeira parte tem 7´56 de duração. A segunda, 6´53.

a solução para a crise de wall street

# New York: Histeria na mídia internacional com a crise em Wall Street.


# Belém:
Fui conferir no Mercado Ver o Peso como a crise de confiabilidade no sistema financeiro norte-americano está afetando os negócios por lá. Vendedores de peixe, de frutas e de outras comodities me garantiram que o movimento continua normal, apesar da quebradeira lá fora.

Mesmo com a crise da Bolívia e o efeito dominó que derrubou as bolsas mais importantes do mundo, o vendedor Miguel está otimista. Para ele, a tendência é melhorar no mês seguinte, quando Belém virá o maior cenário religioso do país com o CÍrio de Nazaré. A crise em Wall Street não provoca temor no empresário. “Pode piorar um pouquinho em casa, aumentando o preço do arroz e do feijão. Mas não afeta as vendas aqui!”, garantiu.

Mais do que otimista, Miguel parece altamente confiante. Na Banca da Flora, onde vende essências de patchouili e de andiroba – entre outras mais -, ele apresenta um produto que pode ser a solução para o caos no exterior: seu viagra natural, à base de ervas e raízes da Amazônia.

Miguel dá a receita para a crise.

malas prontas

Embarco hoje para Belém (PA), para uma temporada de uma semana na Universidade da Amazônia (Unama). Lá, vou dar uma disciplina na especialização em Jornalismo, Cidadania e Políticas Públicas: “Mídia e Direitos Humanos”.

É longe: 3412 km me separam da capital do Pará. Vou a convite das amigas Ana Prado, Vânia Torres e Danila Cal, a quem já agradeço.

Se você quiser me seguir no curso, criei um blog: Mídia e DH.

É possível que este blog não tenha tantas atualizações nos próximos dias, devido à correria, por exemplo. Minha meia dúzia de leitores há de entender…

mais lançamentos de “Observatórios de Mídia”

19 de setembro, às 17h30
Universidade da Amazônia – Unama
Belém – PA

30 de setembro, às 21 horas
Universidade do Vale do Itajaí – Univali
Semana de Comunicação do Caicom
Itajaí – SC

13 de outubro, às 19 horas
Livraria Cultura, em Brasília (DF)

17 de outubro, às 21h30
Ielusc
Fórum de Professores de Santa Catarina e Paraná
Joinville – SC

18 de outubro
Fórum de Professores de Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso
Brasília

eu recomendo

Assim, apressado, como sempe, EU RECOMENDO:

[@] A entrevista que Thiago Dória fez com o jonalista português e alto especialista em novas mídias António Granado. AQUI.

[@] Jim Breiner conta sobre a aquisição de parte do New York Times pelo poderoso Carlos Slim. AQUI.

[@] Cinco maneiras usando redes sociais para encontrar pessoas que não usam redes sociais. AQUI.

[@] Gaveta do Autor com nova atualização: http://www.gavetadoautor.com

pesquisa mostra que crianças digitais são “multitarefas”

O canal televisivo pago Cartoon Network realizou uma pesquisa com 7 mil usuários de seu site, entre 7 e 15 anos, e chegou a resultados impressionantes sobre os usos e apropriações desses meninos e meninas da tecnologia e de atividades cotidianas. A conclusão mais ruidosa é de que 73% dos sujeitos da pesquisa têm o hábito de combinar o uso de diversas tecnologias ao mesmo tempo, revelando um comportamento “multitarefa”. Realizada todos os anos, a pesquisa Kids Experts acompanha o comportamento infanto-juvenil. 

A idéia do estudo é entender como os pequenos “nativos digitais” consomem diferentes meios enquanto fontes de informação e ferramentas de entretenimento, desvendando seu lado multitarefa – o hábito que as crianças têm de utilizar mais de uma ferramenta e executar mais de uma atividade ao mesmo tempo: baixar arquivos enquanto falam com os amigos pelo MSN, terminar um trabalho de escola enquanto postam scraps no Orkut, jogar videogame enquanto ouvem música.

Para auxiliar na obtenção dos resultados, também foi utilizado o método qualitativo batizado de “observação com registro”, no qual as mães de meninos e meninas registravam em um diário, durante quatro dias, as atitudes de seus filhos em relação aos mais diversos aparatos.

Outras conclusões da pesquisa:

– Uma em cada cinco crianças já postou algum vídeo no YouTube;

– Crianças entre 6 e 8 anos usam a tecnologia de forma mais passiva, com foco no entretenimento, fazendo atividades que não exijam a divisão da atenção;

– Entre 9 e 11 anos começa a existir maior interação, com busca também por informação – é quando acontece o pico da utilização dos videogames pelos meninos;

– A partir dos 12 anos, a comunicação também passa a ser elemento primordial, com a criança dominando totalmente as ferramentas. Nesta fase, elas conseguem executar até oito combinações diferentes entre tecnologias;

– A TV é o primeiro aparelho com o qual as crianças têm contato e está presente durante toda a infância, mas a música em aparelhos como rádio e MP3 players surge logo depois e ocupa espaço permanente;

– O computador cresce em influência a partir dos 9 anos e se transforma justamente no equipamento mais usado em combinação com outros, registrando presença em 57,5% das combinações entre meios;

– O celular é o equipamento que tarda mais a ser incorporado, já que seu uso regular aparece entre os 9 ou 10 anos. O estudo sinaliza ainda que o celular pode cada vez mais assumir um papel importante como integrador de todas as tecnologias.

– Mais de 70% das meninas pesquisadas usam programas de comunicação instantânea, sendo que 46% das meninas usam o MSN todos os dias e 22% passam de uma a duas horas conversando por meio do software;

– Nas comunidades online (Orkut, Facebook, MySpace), as meninas também dominam: 66% delas são membros, mantendo uma média de 80 contatos;

– Nas redes sociais, as crianças têm em média 23 amigos que não moram na mesma cidade, sendo que 73% diz que em suas listas de amigos têm mais pessoas que conhecem pessoalmente;

– 23% das meninas têm blog, fotolog ou videolog;

– 75% dos meninos têm videogame, sendo que o Playstation é o console favorito;

– Em comum, meninos e meninas entram em contato com o mundo digital cedo: 77% das crianças entre 7 e 9 anos entraram pela primeira vez em um site de comunidade online quando tinham entre 5 e 8 anos de idade;

– Duas em cinco das crianças pesquisadas já trocaram com amigos algum conteúdo de mídia na web (música, vídeo, fotos);

Para ler matéria do Rio Mídia sobre a pesquisa, clique aqui.

Para saber mais como “funciona” a chamada Geração Multitarefa, veja matéria do espanhol La Vanguardia.

EM TEMPO: Por falar em geração multitarefa, Paco Tejero comenta o livro de Jeroen Boschma – La generacion Einstein -, lançado recentemente e que aponta esta “nueva generación de jóvenes más intelligentes, más sociables y más rápidos”. Mas Paco Tejero é bem crítico quanto a isso. Aliás, Alex Gamela faz o mesmo, se perguntando: será que nossos alunos de jornalismo estão preparados para o que vislumbramos em nossos cursos e disciplinas? 

livros grátis no monitor de mídia

O Monitor de Mídia disponibilizou mais três e-books, reunindo boa parte de sua produção desde 2001. TODOS DISPONÍVEIS NA SEÇÃO BIBLIOTECA MONITOR.
Jornalismo: a tela, a lousa e a quadra
128 páginas (2,2 Mega)

 Ética e Mercado no jornalismo catarinense
152 páginas (4,46 Mega)

 Jornalismo: Olhares de dentro e de fora
141 páginas (4,1 Mega)

tristeza e solidão (baden e vinicius)

Sou da linha de umbanda
Vou no babalaô
Para pedir pra ela voltar pra mim
Porque assim eu sei que vou morrer de dor

Ela não sabe
Quanta tristeza cabe numa solidão
Eu sei que ela não pensa
Quanto a indiferença
Dói num coração
Se ela soubesse
O que acontece quando estou sozinho assim
Mas ela me condena
Ela não tem pena
Não tem dó de mim

ética na web, um evento

Mais informações em http://eticanarede.blog.terra.com.br

monitor de mídia: edição 142

CONFIRA NA EDIÇÃO 142 DO MONITOR DE MÍDIA:

DIAGNÓSTICO
Santo que não faz milagre
O que os candidatos a vereador oferecem aos cidadãos? A equipe do MONITOR analisou as propostas divulgadas nos santinhos de quem aspira ao cargo em Itajaí.

REPORTAGEM
Um dia nos comitês eleitorais em Itajaí
Joel Minusculi, Marina Fiamoncini e Roberta Watzko conferiram o que acontece nos comitês centrais dos candidatos a prefeito de Itajaí.

ENTREVISTA
A imagem que o povo elege
Gabriela Forlin e Camila Guerra entrevistam Chico Santa Rita e José Roberto Berni. Nossos entrevistados revelaram o papel do Marketing Político na eleição de um candidato.

EDITORIAL
Uma boa hora para a crítica de mídia
O mês de agosto reuniu ao menos três ocorrências importantes para aqueles que se ocupam de analisar os meios de comunicação.

BIBLIOTECA
Todos os artigos do Monitor de Mídia!
Confira os três e-books temáticos que reúnem todos os artigos publicados entre 2001 e 2008.

debate hoje sobre qualidade da imprensa catarinense

Acontece hoje à noite, a partir das 19h30, no Auditório do Centro de Vivência da Univali (em Itajaí-SC), um debate sobre a Qualidade da Imprensa Catarinense. A discussão reúne os professores Laura Seligman, Valquíria John e eu, que trarão suas turmas de alunos da sexta para uma atividade conjunta. O debate deve apresentar pesquisas em andamento sobre o tema e um balanço do projeto Monitor de Mídia, que acaba de completar sete anos.

Após o debate, teremos ainda o lançamento do livro “Observatórios de Mídia: Olhares da Cidadania”.

ganhou bolsa, se mandou, não voltou. mas vai pagar…

Vocês sabem: há muito dinheiro para pesquisa científica no Brasil. Qualquer um consegue recursos para construir seus laboratórios espaçosos-modernosos-bem-equipados. Qualquer um que entra em mestrado ou doutorado consegue bolsa antes mesmo de se matricular. E, claro, hoje, somos potências científicas à frente da Eritréia e do Turcomenistão…

Pois bem. Mesmo com essa torrente de dinheiro, tem gente que abusa.

Imagina que tem gente que consegue bolsa pra fazer doutorado fora do país, se qualifica e decide não voltar pro Brasil. Imagina que esse mesmo pessoal, ao receber o benefício, se compromete por escrito a retornar e devolver à sociedade, ao país que investiu na sua formação, o investimento feito.

E vocês imaginam que o Supremo condenou uma professora a ressarcir o CNPq em R$ 160 mil porque ela simplesmente não retornou ao país após ter passado nababesca temporada na Inglaterra?

Não acredita? Então, leia aqui a notícia completa.

livros de graça… em 50 sites!

O Education Portal disponibilizou endereços de cinquenta sites na internet que permitem baixar livros completos gratuitamente e em diversos idiomas.

As referências estão divididas em “Livros de Ficção e Não-Ficção”, “Livros-Texto e Livros de Educação”, “Áudio-books” e “Livros de referência”.

Veja e baixe!

lançamentos de “observatórios de mídia: olhares da cidadania”

Atualize a sua agenda. Temos lançamentos do livro em diversas partes.

[@] 04 de setembro, às 16h15, no 3º Publicom, em Natal (RN)

[@] 05 de setembro, às 19h30, na Univali, em Itajaí (SC)

[@] 13 de outubro, às 19 horas, na Livraria Cultura, em Brasília (DF)

[@] 18 de outubro, no 2º Fórum de Professores de Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, em Brasília

não pense que estamos parados…

Só porque não atualizo esse blog desde agosto – e já estamos no dia 2 de setembro!!! -, não pense nossa meia dúzia de leitores que estamos parados. Na-na-ni-na-não!

Nossos técnicos estão enfurdados em seus laboratórios testando as potencialidades do Blip e do Google Chrome. Nossos especialistas estão discutindo com nossos orientandos o uso da participação do usuário nos portais noticiosos brasileiros, as apropriações dos microblogs pelo jornalismo nacional, o uso dos blogs por professores e o cinema na sua relação de dispositivo midiático pedagógico.

Estamos trabalhando duro para melhor servi-los. Obrigado pela preferência.

blogday, as minhas indicações

Não vou lá explicar porque o leitor já deve saber.
Vamos direto ao ponto.

Minhas indicações hoje são:

1. House, o médico – sobre o doutor que gostaríamos de ser

2. E Deus criou a mulher – uma prova definitiva sobre a existência de um ser superior

3. Dude! We are lost! – sobre o seriado que mais deixa a gente perdido

4. Faz caber – sobre projetos gráficos, infografias, deleites visuais

5. Samuel Casal – porque sou fã do trabalho desse cara!

o futuro do jornalismo e o jornalismo futuro

Este é o tema de partida do 4º Encontro de Professores de Jornalismo do Paraná e do 2º Encontro de Professores de Jornalismo de Santa Catarina, que acontecem juntos nos dias 17 e 18 de outubro no Ielusc, em Joinville (SC).

A programação pode ser consultada aqui.

São seis os Grupos de Trabalho:

(1) Atividades de Extensão;
(2) Pesquisa na Graduação;
(3) Projetos Pedagógicos e Metodologia de Ensino:
(4) Produção Laboratorial – Impressos;
(5) Produção Laboratorial – Eletrônicos;
(6) Ética e Teorias do Jornalismo

As normas de envio de trabalhos estão aqui.

Inscrições até 30 de setembro.

agenda de lançamentos

“Observatórios de Mídia: Olhares da Cidadania” começa a chegar nas principais casas do ramo.

O primeiro lançamento já tem lugar, data e hora:

Dia 4 de setembro, às 16h15, no 3º Publicom, o encontro de editores e autores dos congressos da Intercom.

O 31º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação acontece em Natal, de 2 a 6 de setembro.

Depois, devemos lançar o livro em Belém (PA), Itajaí (SC), Brasília (DF), São Bernardo do Campo (SP), e em outras latitudes…

links imperdíveis

O relógio tem sido implacável por aqui (e no resto do universo, convenhamos).
Por isso, vou ser curto e grosso e listar os links que têm me deixado mais curioso nesta semana:

Para Paul Bradshaw, o problema dos jornais impressos não é bem a queda do número de leitores, mas o decréscimo na publicidade no meio. Por isso, ele enumera “10 ways that ad sales can save the newspapers”. Pessoalmente, não concordo com tudo, mas nesta fase de futurologia, acompanhar os palpites alheios é – no mínimo – divertido.

Diego Levis publicou na Razón y Palabra um artigo que se pergunta se a formação docente em TICs é o ovo ou a galinha. Vale ler!

Adriamaral avisa do novo site da Association of Internet Researchers (AOIR), e destaca o Guia de Ética em Pesquisa na web.

Alex Primo criou novo blog, mas não abandonou o antigo. A nova investida tem um foco bem claro: oferecer os primeiros passos para quem quer pesquisar Cibercultura. Útil, relevante e, agora, indispensável.

Manuel Pinto, com base em Henry Jenkis, lista oito mitos sobre os videogames.

Mindy McAdams repensa a educação para jornalistas. Para ler e guardar.

Por falar nesse assunto, passe pelo The Journalism Iconoclast e leia o que chama de “grande debate sobre o ensino de jornalismo”.

O aclamado e influente Jeff Jarvis oferece seus materiais pedagógicos sobre Jornalismo Interativo.

observatórios de mídia: lançamento!

Chega às principais livrariarias do país esta semana o volume “Observatórios de Mídia: Olhares da Cidadania”, que organizei com o professor Luiz Gonzaga Motta.

O livro sai pela Paulus e conta com 230 páginas. É uma reunião de textos de 17 pesquisadores brasileiros, de todas as regiões do país, e que compõem a Rede Nacional de Observatórios de Imprensa (Renoi), surgida em 2005. O prefácio é assinado pelo jornalista Alberto Dines, fundador do Observatório de Imprensa.

Veja o sumário:

Introdução

A cidadania se mobiliza para monitorar a mídia

Parte 1 – Por que observar?

Observatórios: da resistência ao desenvolvimento humanoLuiz Gonzaga Motta

A mídia e a construção do cotidiano: uma epistemologia do social-midiático – Wellington Pereira

Monitoramento de mídia e estratégias de cooperação com as personagens da notícia: a importância do diálogo informado com a imprensa nos processos de desenvolvimento – Guilherme Canela

Parte 2 – Como observar?

Ver, olhar. Observar – Rogério Christofoletti

Monitorando telejornais: desafios e perspectivas – Fernando Arteche Hamilton

Por que os observatórios não observam “boas práticas”? – Luiz Martins da Silva e Fernando Oliveira Paulino

Crianças e adolescentes em pauta: observando a mídia na Amazônia – Ana Prado, Danila Cal e Vânia Torres

Parte 3 – Passado, presente e futuro

Pequena história da crítica de mídia no Brasil – Angela Loures

Um observatório, mais observatórios – Luiz Egypto e Mauro Malin

O futuro do jornalismo: democracia, conhecimento e esclarecimento – Victor Gentilli

Media Literacy na Inglaterra e no Brasil – Danilo Rothberg e Alexandra Bujokas

Notas da vigilância – Avery Veríssimo