Porque hoje é sábado, ofereço uma animação: O piano de gato.
(A dica é do Quadriteca)
Sandra Montardo (Feevale) revisa sua apresentação sobre pesquisas mercadológicas.
Em segundo plano, Sérgio Amadeu (Cásper Líbero) se prepara para mediar o debate.
Ao fundo, Henrique Antoun (UFRJ), em participação veemente, fala de democracia, participação popular e internet.
Sérgio Amadeu tuíta apressadamente o que André Lemos (UFBA) diz, ao fundo.
O personagem de Kiefer Shuterland está acostumado a resolver todo tipo de problema do mundo em pouco tempo: salva presidentes, mata terroristas, explode bandidos, arrisca o pescoço e não dorme.
Jack Bauer vive apressado. Afinal, pra salvar o dia ele tem só 24 horas.
Não sou o Jack, mas tinha o mesmo período para sair de Florianópolis, fazer uma participação na Campus Party, fugir das enchentes, desviar das filas intermináveis no trânsito paulistano, sobreviver às turbulências e ao lanchinho da Gol e retornar vivo pra casa. Num sentido figurado, Jack Bauer foi até a São Paulo Nerd Week, como rebatizou o evento o Marcelo Tas.
Notas pessoais das seis horas em que fiquei na maior festa da internet do mundo no Brasil.
1. Sim, a Campus Party não tem esse nome à toa. É uma festa de verdade. Junte num mesmo espaço seis mil pessoas que gostam, que se interessam, que trabalham e se divertem com tecnologia. Dê a eles uma banda de 10 gigas para navegarem, um espaço para colocarem suas barracas, um punhado de atrações e estará tudo belezinha. A festa está completa. Por lá, a gente encontra gente de todos os tipos, pois hoje o mundo é nerd, o mundo é geek, é hightech. Vi velhotes, neohippies, headbangers, patricinhas, indies, índios (de verdade), todos com seus notebooks ou desktops invenenados no mesmo pavilhão, suportando-se, aturando-se, tolerando-se e muito além disso: convivendo em grande harmonia. Parecia o Fórum Social Mundial da tecnologia.
2. A infraestrutura do evento é boa, mas pode melhorar em muito. A acústica é um problema sério por lá. Um acontecimento como aquele, com atrações simultâneas, merece um melhor tratamento de isolamento entre as áreas, não para estancar, impedir o fluxo das pessoas. Mas para dar mais qualidade à experiência, permitir que se ouça melhor, que se aproveite ainda mais as ideias circulando. Estive numa mesa em que mal ouvia os colegas ao lado. A plateia fez perguntas e intervenções muito interessantes, mas que só compreendi pela metade. E não foi minha exclusiva surdez. Soube pelo twitter que aqueles que acompanhavam pela transmissão ao vivo ouviam os debatedores com facilidade, mas e quem estava por lá?
Outra coisinha que a organização poderia rever é a venda de bebidas alcoólicas. Não se acha cerveja na Campus Party. Tudo bem que fiquei bem pouco por lá, mas os canais tradicionais me informaram que não era permitir comercializar esse líquido pois era um evento público e livre, onde circulam menores. (Nesta hora, queria ser o Jack Bauer mesmo e ficar frente a frente com o governador Serra e o prefeito Kassab…)
Afora isso, a organização do Campus Blog foi impecável, com eventos acontecendo no horário, com diversidade de perspectivas e um cuidado de quem gosta do que está fazendo…
3. Confesso que esperava uma presença mais agressiva das empresas de telefonia e tecnologia na Campus Party. Esperava ações mais efetivas, abordagens corpo a corpo, e estratégias mais mercadológicas. Isso é apenas uma observação, não uma queixa. Apenas esperava ter que driblar promotoras de venda lindas-e-incovenientes, ou ainda acumular quilos de folhetos totalmente dispensáveis, mas não. Também não ganhei nenhum brinde, exceto um leque da Mercado Livre, afinal o calor estava demasiado…
Gostei de ir à Campus Party. Não ficaria uma semana acampado por lá. Mas um dia naquele ambiente me permitiu conhecer gente que eu só esbarrava na internet, além de alguns que respeitava e admirava há tempos. Isso é o que conta cada vez mais nesses eventos. Foi curto, foi rápido, mas foi bom. Em 24 horas, bati e voltei ileso.
Se eu fosse Jack Bauer sequer tinha entrado. Tem detetor de metais na porta. Eu sei que o Jack sempre arruma um jeito, mas junto com uma porta arrombada sempre vem um monte de encrencas. Pelo menos pra ele…
Daqui a pouco participo de uma mesa que debate Cibercultura e as pesquisas sobre blogs e conversações, ao lado de Sandra Montardo, André Lemos, Henrique Antoun e com moderação do Sérgio Amadeu.
Minha curta fala vai se apoiar em três ideiazinhas sobre as pesquisas que se vem fazendo sobre blogs. Claro que os poucos minutos que terei não vão me permitir fazer um panorama da coisa, mas não é o que quero fazer, e sei que tem gente em melhores condições disso. Vou centrar meu foco nas pesquisas que se faz na área da Comunicação e mais detidamente no Jornalismo.
Primeira ideia: ao contrário do que se pensa no campo da Comunicação, a maior parte das pesquisas acadêmicas sobre blogs ou tendo blogs como suporte de visibilidade de fenômenos NÃO É FEITA NA COMUNICAÇÃO. Uma rápida pesquisa no Portal de Teses da Capes mostra que saem mais mestrados e doutorados em Linguística/Letras/Literatura sobre o tema do que em qualquer outro lugar. Essa diversidade abre portas para uma série de outros insights.
Segunda ideia: as pesquisas dos últimos oito ou nove anos sobre blogs ajudou a academia a perceber as crises contemporâneas no jornalismo. Se a queda maciça de tiragem nos jornais ainda não aportou no Brasil, o signo da crise só foi pairar sobre as cabeças dos pesquisadores da área graças à atenção que deram aos blogs como instrumentos de comunicação, difusores de informação e opinião. Os blogs, para os pesquisadores da Comunicação, deram o primeiro lampejo de uma crise existencial que se acomodou sobre as redações. Depois vieram as redes sociais, que só tornaram a situação mais aguda, o nervo mais exposto. Então, a pesquisa sobre blogs foi a ponta do iceberg de um novo continente que hoje se descortina na academia: a reflexão sobre o jornalismo, a sua natureza, as suas bases, e as mudanças que fazem tremer o seu chão. Não que isso não interessasse a pesquisadores antes, mas agora é bem evidente essa preocupação.
Terceira ideia: cada vez mais me convenço de que não estaremos pesquisando blogs daqui a dez anos. Não com o mesmo vigor. Não com o mesmo ímpeto. E talvez com um objeto de pesquisa totalmente reconfigurado. Quer dizer: acho que o blog é uma mídia de transição. Futurologia minha? Não, é apenas um palpite, uma pequena convicção.
Como disse, falarei desses três pontos daqui a pouquinho na Campus Party 2010. Se as ideias evoluírem e se assentarem, escrevo mais em seguida…
(Ficou curioso? Então, assista por aqui: http://tv.campus-party.org)
Repassando…
Prosseguem abertas, até o dia 1º de março, as inscrições de trabalhos para o IX Ciclo Nacional de Pesquisa em Jornalismo.O evento integra a programação do 13º ENPJ (Encontro Nacional de Professores de Jornalismo), promovido pelo FNPJ (Fórum Nacional de Professores de Jornalismo), que acontece de 21 a 23 de abril em Recife (PE), na Unicap (Universidade Católica de Pernambuco), que terá como tema “Ensino de Jornalismo: Novas Diretrizes e Novos Cenários Jurídicos, Profissionais, Tecnológicos e Econômicos”.
Os trabalhos podem ser apresentados nas modalidades de comunicação científica, relato (resumo expandido) e pôster, em um dos seguintes Grupos de Pesquisa: atividades de extensão; ensino de ética e de teorias do jornalismo; pesquisa na graduação; produção laboratorial/eletrônicos; produção laboratorial/impressos; projetos pedagógicos e metodologias de ensino.
Mais informações sobre as modalidades – comunicação científica, relato e pôster – e formatação dos trabalhos podem ser encontradas no site www.fnpj.org.br
Levantamento da Thomson Reuters mostra que a produção científica brasileira ultrapassou a da Rússia. Mais: o crescimento da ciência nacional caminha para superar também a da Índia, podendo assumir o segundo lugar entre os países emergentes em muito pouco tempo. O primeiro lugar é da… China! Naturalmente.
Os dados que apontam essa curva de crescimento estão baseados no comparativo de artigos publicados entre as principais revistas científicas internacionais entre 1990 e 2008. Se antes os cientistas brasileiros publicaram 3,6 mil artigos, agora a marca está além dos 30 mil. O país responde hoje por 2,6% da produção científica mundial e investe perto de 1% do seu PIB. Formou 10 mil novos doutores em 2008, crescimento de dez vezes em vinte anos.
Para se ter uma ideia do que acontece no mundo, os norte-americanos – líderes mundiais – publicam anualmente 332 mil artigos em revistas internacionalmente reconhecidas, o que significa 29% do bolo. É muito? Sim, mas já foi mais. Em 1990, respondiam por 38% da produção de ciência no planeta.
Tem gente comendo o bolo pelas beiradas e não é apenas o Brasil. A China hoje está com 9,9% do total e pode ultrapassar os Estados Unidos em 2020, aponta a Thomson Reuters.
(Mais dados na matéria que a BBC publicou)
Como já adiantei, participo este ano da Campus Party.
Estou entusiasmado e ansioso para o debate “Cibercultura e pesquisas sobre blogs e conversações” ao lado da Sandra Montardo, de André Lemos, do Henrique Antoun e com moderação do Sérgio Amadeu. Havia preparado uma fala mais acadêmica e chatérrima. Ontem, uma vozinha interior me aconselhou a mudar o tom. Revisei meus pontos e espero não fazer ninguém dormir a partir das 14 horas…
Alinhavei duas ou três ideias sobre a pesquisa brasileira sobre blogs e sobre jornalismo, a área em que me sinto mais confortável para falar. Devo comentar um pouquinho do que se vem fazendo em termos de pesquisa mais longas no país em outras áreas também, como na Educação, na Comunicação e em Letras/Linguística/Literatura. Não preparei nenhuma provocação, mas talvez as duas ou três ideias que eu compartilhe na mesa causem alguma reação.
Escrevo mais sobre isso na sequência…
Desde a década de 80 que eu não via uma mobilização artística tão grande em favor de uma causa social. Desde o USA For Africa que gerou o famoso “We are the world”, de Michael Jackson, Quincy Jones e uma constelação pop jamais vista… Desde o famoso clipe que eu não via um esforço tão evidente de cantores, compositores e músicos diversos em torno de uma ajuda internacional… Me refiro ao Hope for Haiti Now, show de duas horas que arrecadou mais de 60 milhões de dólares para a (re)construção do país devastado pelos terremotos das últimas semanas.
O programa foi transmitido por 25 redes de TV, a partir de Los Angeles, e colocou gente famosa como Steven Spielberg para atender doadores na central telefônica do show. Não só: a iniciativa capitaneada por George Clooney e o haitiano Wyclef Jean produziu um crossover também inédito: Bono Vox + Jay-Z + Rihana.
A canção – Haiti Mon Amour – foi especialmente escrita para a ocasião, pode ser comprada pelo iTunes e conferida na apresentação abaixo:
O maior evento de tecnologia do mundo no Brasil começa hoje e vai até o próximo dia 31 de janeiro.
Você duvida que seja o maior? Então, veja alguns números divulgados pela organização:
E aí? A CampusParty é o maior evento da área ou não?
O Twitter soluçou hoje cedo por conta do novo terremoto no Haiti, mas tudo indica que o sistema se estabilizou. Na torcida para que não tenha havido novas vítimas no país já devastado, informo que a nossa lista de pesquisadores brasileiros da comunicação que estão no Twitter já passou dos 200 contatos!
Sigamos nos interligando. Pois comunicar é unir…
A lista dos pesquisadores brasileiros em comunicação no Twitter, lançada ontem neste blog, está crescendo de forma exponencial. Em pouco tempo, já temos mais de 150 contatos. De Portugal, o colego Pedro Jerónimo fez o mesmo e está incentivando a composição de uma lista análoga, mas com os pesquisadores do lado de lá do Atlântico. Para acompanhar, veja aqui.
Aproveito para agradecer os muitos colegas que têm dado sugestões de inclusão. Como disse antes, este é um projeto de inteligência coletiva, de agregação e disseminação de conteúdos que pretendem ser relevantes e úteis.
A lista que segue não é um manual definitivo, mas apenas um apanhado geral dos pesquisadores brasileiros do campo da Comunicação que têm páginas pessoais no Twitter. Por isso, esta lista está em constante atualização e expansão.
Se você é pesquisador da área e não está aqui, por favor, mande seus dados para que seja incluído. Se conhece alguém que não está relacionado abaixo, faça o mesmo, e me mande um email, sugerindo novas adições.
Já são 368 links!
ABCiber: http://twitter.com/ABCiber
Aberje: http://twitter.com/aberje
Abrapcorp: http://twitter.com/abrapcorp
ABRP: http://twitter.com/abrpsp
Adriana Alves: http://twitter.com/adrianaalves
Adriana Amaral: http://twitter.com/adriaramal
Adriana Baggio: http://twitter.com/adribaggio
Adriana Omena Santos: http://twitter.com/acomena
Adriana Santana: http://twitter.com/adrianasantana
Adriana Santiago: http://twitter.com/DricaSantiago
Afonso Albuquerque: http://twitter.com/afonsoalbuq
Agda Aquino: www.twitter.com/agdaaquino
Alberto Marques: http://twitter.com/alberto_marques
Alcino Moura: http://twitter.com/alcinomoura
Alec Duarte: http://twitter.com/alecduarte
Alessandra Carvalho: http://twitter.com/alesscar
Alex Primo: http://twitter.com/alexprimo
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Alexandre Lenzi: http://twitter.com/alexlenzi
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Sadon França: http://twitter.com/sadonfranca
Samuel Lima: http://twitter.com/samucalima
Sandra Bordini: http://twitter.com/sandrabordini
Sandra Freitas: http://twitter.com/sandrabh
Sandra Henriques: http://twitter.com/HenriquesSandra
Sandra Montardo: http://twitter.com/sandramontardo
Sean Hagen: http://twitter.com/sean_hagen
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Sérgio Denicoli: http://twitter.com/Denicoli
Sérgio Gadini: http://twitter.com/sergiogadini
Silvana Louzada: http://twitter.com/silvanalouzada
Simone Pelegrini: http://twitter.com/simonepelegrini
Simone Pereira de Sá: http://twitter.com/sibonei
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Stefanie C. Silveira: http://twitter.com/ssilveira
Suely Fragoso: http://twitter.com/suely_
Susan Liesenberg: http://twitter.com/SusanLiesenberg
Suzana Barbosa: http://twitter.com/suzanabarbosa
Suzana Gutierrez: http://twitter.com/suzzinha
Suzy dos Santos: http://twitter.com/NegaSu
Taís Steffenello Ghisleni: http://twitter.com/taisghisleni
Talita Rampazzo: http://twitter.com/TalitaRampazzo
Talitha Ferraz: http://twitter.com/thaliferr
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Theresa Medeiros: http://twitter.com/theresamedeiros
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Tomás Barreiros: http://twitter.com/tomasbarreiros
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Wilson da Costa Bueno: http://twitter.com/wilbueno
Wilson Gomes: http://twitter.com/willgomes
Wolfgang Teske: http://twitter.com/WTeske
Yuri Passos: http://twitter.com/yuripassos
Depois de quase uma década sem gravar, Sade Adu retorna em fevereiro com um novo disco. É o que informa o site oficial.
Mas antes do lançamento, já dá pra assistir ao single que é executado em rádios: Soldier of Love
O vídeo é lindo, e aos 51 anos, Sade está em plena forma: a voz aveludada, o visual cativante, as letras poderosas, o suíngue nas canções, e belas histórias de amor para contar…
É só a imagem de um disco tocando, mas é Miles Davis executando Stella by starlight.
Divino.
Feche os olhos e abra os ouvidos. Afinal, é domingo.
Acaba de sair em português o livro Liberdade de Informação: um Estudo de Direito Comparado, de Toby Mendel. A iniciativa é uma aproximação das realidades e marcos regulatórios da área em quatro continentes: América, Europa, Ásia e África.
A iniciativa é do setor de Comunicação e Informação do escritório da UNESCO no Brasil, com o apoio da Secretaria Estadual de Planejamento de Mato Grosso. O livro tem versões online (baixe aqui) e impressa, e a tradução para o português foi feita a partir da segunda edição, revisada e ampliada da obra.
Leitura obrigatória para quem se interessa por regulação de mídia, liberdade de imprensa, legislação da comunicação, democracia e desenvolvimento, e assuntos ligados.
Uma das queixas mais frequentes de alunos nos cursos de Comunicação por aí se refere ao preparo (ou despreparo) dos professores. Na verdade, entre os próprios professores, há uma consciência de que muitos que estão para ensinar foram ótimos profissionais, mas nem sempre são bons mestres. Neste campo, para sermos bem sinceros, há muita coisa a fazer. Por isso, me chamou bastante a atenção o esforço da Intercom para ajudar a formar novos pesquisadores e jovens mestres. Veja os módulos que serão oferecidos ainda este mês no Programa Intercom Jovem:
Módulo 1. Campo da Comunicação: Iniciação Crítica
Período: 18 a 22 de janeiro de 2010
Dia 18 – Segunda
9h – 12h – Epistemologia e Taxionomia da Comunicação – Anamaria Fadul
14h-17h – Teorias da comunicação: Forâneas e Mestiças – Antonio Hohlfeldt
Dia 19 – Terça
9h-12h – Correntes metodológicas da pesquisa em comunicação – Maria Immacolata V. Lopes
14h-17h – Pedagogia da Comunicação: Ensino/Aprendizagem – José Marques de Melo
Dia 20 – Quarta
9h-12h – O estudo da Propaganda – Adolpho Queiroz
14h-17h – O estudo do Audiovisual: Cinema e Televisão – Patricia Moran
Dia 21 – Quinta
9h-12h – O estudo do Jornalismo – Carlos Chaparro
14h-17h – O estudo da Comunicação Organizacional: Relações Públicas – Margarida Kunsch
Dia 22 – Sexta
9-12h – O estudo da Editoração: Livro e Multimídia – Sandra Reimão
14h-17h – O estudo do Radio e da Mídia Sonora – Antonio Andrade
Módulo 2. Introdução ao Pensamento Comunicacional Brasileiro
Período: 25 a 29 de janeiro de 2010
Dia 25 – segunda-feira
Panorama
9h-12h – Itinerário do Pensamento Comunicacional Brasileiro – Francisco de Assis
Pioneiros
14h-17h – O Pensamento Paulofreireano – Cicilia Peruzzo
Dia 26 – Terça-feira
9h-12h – O Pensamento Pauloemiliano – Ismail Xavier
14h-17h – O Pensamento Beltraniano – Cristina Schmidt
Dia 27 – Quarta-feira
9h-12h – O Pensamento Flusseriano – Norval Baitello Junior
Inovadores
14h-17h – Leituras Interdisciplinares de Isaac Epstein – Arquimedes Pessoni
Dia 28 – Quinta-feira
9h-12h – Leituras Midiocêntricas de Marques de Melo – Maria Cristina Gobbi
14h-17h – Leituras Semióticas de Lúcia Santaella – Antonio Adami
Dia 29 – Sexta-feira
9h-12h – Leituras Sistêmicas de Gaudêncio Torquato – Rose Vidal
14h-17h – Leituras Antropocêntricas de Muniz Sodré – Osvando Morais
Custa R$ 600,00, mas se for sócio da Intercom pode ficar pela metade.
Mais informações pelo email: intercomjovem@intercom.org.br
A partir de hoje estão abertas as inscrições para a especialização em Jornalismo Digital na PUC do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. A seleção dos candidatos vai até 5 de março e as aulas começam no dia 19 do mesmo mês.
A coordenação do curso é do Marcelo Träsel, e tem entre os docentes nomes como os de Francisco Rüdigger, Marcelo Soares, Eduardo Pellanda, Laurindo Leal Filho… Também fui convidado para dar um seminário sobre Ética no Jornalismo…
Mais informações no site (http://www.pucrs.br/famecos/pos/jornalismodigital) ou pelo Twitter (http://twitter.com/posdigital)
Estão definidos os temas da Estudos em Jornalismo e Mídia para as edições do primeiro e segundo semestre de 2010.
Anote aí!
Volume 7 nº 1 (Janeiro-Junho)
Inovações no Jornalismo
O jornalismo é uma atividade que evoluiu não apenas aliado ao desenvolvimento tecnológico, mas também à base do aperfeiçoamento de processos e sistemas. Neste sentido, as inovações na área abrangem o emprego de equipamentos e suprimentos para um melhor desempenho, mas também a implementação de novos processos e a proposição de outras práticas que otimizem a atuação jornalística. Inovação envolve criatividade, ousadia, imaginação, experimentação e busca de excelência. A inovação no jornalismo é operacional e é processual, e se traduz em apropriações tecnológicas, adoção de políticas de trabalho, indicação de métodos de investigação e apuração, entre outros. O escopo desta edição abrange ainda relatos de pesquisa e reflexões sobre modelos de negócio para o jornalismo, padronização e qualidade, formatos e produtos, estratégias dirigidas a novos públicos, novas mídias, etc.
Prazo para submissão: até 20 de abril
Volume 7 nº 2 (Julho-Dezembro)
Jornalismo e Políticas Públicas
Fruto e consequência de mobilização social, as democracias modernas amadureceram sistemas de participação popular para a gestão do bem público. Um deles é a implementação das chamadas políticas públicas. Estas são formalizações legais e administrativas que possam garantir ganhos e direitos adquiridos para todo o conjunto da sociedade e não apenas para públicos específicos. Como uma atividade eminentemente social, o jornalismo deve ter, em essência, suas atenções voltadas às questões mais universais. As políticas públicas, portanto, devem pautar permanentemente a imprensa. É isso o que acontece? Como os meios de informação e seus profissionais tratam as políticas públicas? Como as organizações que defendem e articulam a população para as políticas públicas se relacionam com a imprensa? Que modelo de jornalismo prevalece nessa relação entre imprensa e instituições de mobilização social?
Estas e tantas outras questões que envolvem o tema e merecem atenção deverão ser objeto de debate nesta edição.
Prazo para submissão: 20 de setembro
A Estudos em Jornalismo e Mídia é a revista científica do Mestrado em Jornalismo da UFSC.
Se você acompanha este blog, percebeu que só nesta semana me incomodei comprando nas lojas Salfer e nas Casas Bahia. Mas não foi só isso. Me irritei também nas lojas Koerich. Por quê?
No dia 30 de dezembro, fiz uma compra numa loja da rede em Itajaí. Foram três peças de cozinha, R$ 800,00. Como de costume, escolhi bem, analisei as condições e informei que os móveis deveriam ser montados em Florianópolis (onde há lojas da mesma rede). “Sem problemas”, disse o vendedor que me informou que os móveis seriam entregues dia 5 de janeiro e que a montagem seria no dia 11. Paguei à vista.
Realmente, os produtos foram entregues no dia marcado, mas nada de montagem, e hoje é dia 14 de janeiro.
A Koerich tem um serviço de atendimento ao consumidor. Não é um 0800, eles não pagariam para te atender. É um 0300, mas não se iluda: não funciona. Liguei muito, conversei com várias vozinhas simpáticas e nenhuma foi capaz de resolver o meu problemas.
Por isso, digo: NÃO COMPRE NAS LOJAS KOERICH!
A menos que queira se irritar, que queira ser ignorado e desrespeitado como consumidor.
ATUALIZANDO: De repente, vieram montar meus móveis. Não foi mais do que obrigação: a raiva continua!
Não existe nada que me deixe mais indignado que ser destratado como consumidor. Nada!
Por uma razão muito simples: as pessoas são constantemente, cotidianamente, frequentemente desrespeitadas por empresas, fornecedores e prestadores de serviço. Por isso, é importante não guardar para si os episódios que nos diminuem, que tentam esvaziar nossa dignidade. Mesmo que não resolva muita coisa, contar o que aconteceu é uma forma de alertar outras pessoas e fazer registro…
Por essas e outras, advirto: NÃO COMPRE NAS LOJAS SALFER! A menos que queira se incomodar…
No dia 29 de dezembro, fiz uma compra numa loja em Itajaí. Eram três produtos, quase R$ 1,8 mil. Escolhi bem, analisei as condições e informei que os móveis deveriam ser montados em Florianópolis (a apenas 90 km de lá e numa cidade onde existem ao menos duas lojas da mesma rede). O vendedor disse “sem problemas”. Paguei à vista. Hoje é dia 14 de janeiro e até agora, nada de montagem dos móveis. Nada!
Nesta semana, liguei para deus e o mundo nessa loja e me empurraram para todos os lados. Xinguei, gritei, falei palavrão para atendentes, gerentes, supervisores. Protestei contra o descaso, me queixei da demora. Fizeram promessas, mas até agora, nada!
Por isso, repito: NÃO COMPRE NAS LOJAS SALFER!
A menos que queira se irritar.
ATUALIZANDO: Como que por encanto os caras vieram montar meus móveis. Mesmo assim, demorou duas semanas e uma vida inteira de estresse. A má impressão continua!
Há quem teorize sobre as lembranças. Há quem pesquise sobre elas. Existem ainda aqueles que só se assombrem diante das próprias memórias. Estou entre esses. De repente, esta semana, ouvi uma música lá do fundo das minhas recordações. Na verdade, era um clipe que eu havia assistido no Fantástico: Roberto Carlos cantava As Baleias, em 1981.
Sim, eu sei. Roberto Carlos é brega, é coisa de velho, está fora de moda… Sim, ele pode ser um intérprete ultrapassado, um ícone restrito a uma camada de fãs, mas o cara é um compositor maiúsculo.
Veja o clipe abaixo com os olhos fechados e os ouvidos bem abertos. Você vai entender porque… é simplesmente lindo…
Já estão abertas as inscrições para a especialização em Edição em Jornalismo na Unisc, em Santa Cruz do Sul. As aulas começam em 9 de abril.
A coordenação do curso é do Demétrio Soster, e tem entre os docentes nomes como os de Antônio Fausto Neto, Carlos Eduardo Franciscato, Marcelo Träsel, Marcia Franz Amaral, Tattiana Teixeira, Marcos Santuário… Fui convidado para dar um seminário sobre aspectos éticos na edição…
Informações no site (http://www.unisc.br/pg/2010/cursos/edicao_jornalismo.html) ou no Twitter (http://twitter.com/posedicao)
Alegria de pobre evapora diante dos olhos!
No finalzinho do ano, fiz uma comprinha nas Casas Bahia. Estava de mudança e precisava de uns utensílios pra casa. Acabei gastando uma grana e o seu Samuel Klein, muito bondoso, me deu um celular de graça. Fiquei exultante. Fui saltitando pra casa, afinal, ganhar um celular… ninguém tem celular, sabe como é!
Pois liguei o aparelho e lá veio a primeira surpresa: o celular era da Claro. Isto é, o seu Samuel me deu um celular bloqueado.
Fui até uma revenda da Claro para desbloquear a coisa, já que tenho conta da Tim. A revenda não fez o serviço: “Só as lojas da Claro é que têm o segredo pra desbroquear”, me disse o diligente atendente. Persisti. Na loja da Claro, o atendente impertigado me pediu a nota fiscal do produto. Mostrei para ele, que fez cara de nojo. Deve ter pensado: “Mais um cliente trouxa do seu Samuel…”.
Do alto do seu poder de decidir se desbloqueia ou não um celular, o atendente me cuspiu na cara: “Esse aparelho só é desbloqueável um ano depois da compra!” Como assim? Não pode! E a tal da portabilidade? “Ou é depois de um ano ou a Claro cobra R$ 20,00 por mês faltante”. Como assim? Não vou pagar R$ 240,00 para desbloquear um celular que na nota tem o valor de R$ 52,00. “Mas este é o sistema, senhor!” Sistema de merda, eu disse educadamente. Não vai fazer, então? Tá certo. Você trabalha pra máfia, rapá! As operadoras telefônicas são máfias, devolvi a cuspida.
Eu nem queria um celular novo…
Resumo da ópera: o seu Samuel não me deu um celular. Me deu uma algema da Claro.
Não sou o único a desencaixotar a vida nesses dias… meu camarada Dauro Veras também está de endereço novo. Enquanto adoto um novo CEP físico – agora em Florianópolis -, Dauro se muda para o wordpress e para um domínio próprio. Aqui, a bagunça está diminuindo, mas por lá, as coisas já estão bem arrumadinhas.
Felicidades, meu caro!
São Paulo sedia mais uma vez o maior evento informal da internet do país e um dos maiores do mundo, a Campus Party. Planejei participar nos últimos dois anos, mas por uma série de fatores não pude estar no lugar onde todas as mentes se conectam, todos os downloads são possíveis e onde a taxa de upload demonstra que a internet é mesmo mais criativa e compartilhadora do que qualquer outro projeto humano.
Por isso, estou bastante feliz com a perspectiva de estar no meio de milhares de campuseiros. Como estou em processo de mudança, apenas darei um pulinho por lá, mas quero postar alguma coisa seja por aqui ou pelo twitter. Participarei do painel “Cibercultura e pesquisas sobre blogs e conversações” ao lado da Sandra Montardo, de André Lemos, do Henrique Antoun e com moderação do Sérgio Amadeu. O convite partiu do Edney Souza que explica no vídeo abaixo como estará a programação da área de blogs…
Se você quer saber mais, acesse o site do evento (aqui), acompanhe o blog da Campus Party (aqui) ou ainda consulte a agenda (aqui).
Três palestras realizadas no Porto, em Portugal, em evento do Observatório do Ciberjornalismo (ObCiber):
António Granado fala de 10 coisas que as universidades precisam fazer para melhorar o ensino do jornalismo
Javier Díaz Noci fala de Pesquisa em ciberjornalismo: tendências
Pedro Araújo e Sá fala de Os media e o mundo digital – Desafios e oportunidades do processo de transição
O ano que começa hoje já começou antes do seu primeiro minuto. Começou num pensamento furtivo, numa esperança que me escorreu dos dedos, num sonho que alimentei outro dia. 2010 já é. Pessoalmente, inicio o ano e a nova década muito bem. Depois de seis anos, retorno à cidade mais maravilhosa do mundo: Florianópolis. Retorno em definitivo, espero, à cidade que viu meu filho nascer, me viu sorrir sem dó pra vida, me recebeu como a um nativo.
Inicio 2010 na cidade que amo, no emprego em que sonhei, com a mulher que desejei, e com o astral batendo no Everest. 2009 foi bom, 2010 será melhor. Se os céus puderem me ouvir, faço três pedidos: saúde, paz de espírito e bom humor.
Tudo isso pra mim e para os que me rodeiam. O resto, bem, o resto xácomigo!
2010 terá feriados, dias ensolarados, noites maravilhosas, e pra completar vai começar numa sexta, feriado, e com lua cheia.
Quer mais?
Feliz ano novo, leitores!
(Este blog pode ficar fora do ar nos próximos dias por problemas de conectividade)
Já está na rede a edição de dezembro da revista Estudos de Comunicação, do Labcom da Universidade de Beira Interior, Portugal.
O sumário é este:
Framing a Global Crisis: An Analysis of the Coverage of the Latest Israeli-Palestinian Conflict by Al-Jazeera and CNN
Laura Aguiar
Disasters in Tamil Nadu, India: Use of Media to Create Health Epidemic Awareness
Sunitha Kuppuswamy & S. Rajarathnam
Strengths and Weaknesses of Public Relations: Education in Portugal
Gisela Gonçalves
O ensino do jornalismo em Portugal
João Manuel Messias Canavilhas
A competição entre televisão e imprensa no discurso metajornalístico
Ana Horta
The Romanian journalists between constraints and liberties
Silvia Branea
Mercado vs Cultura: La política audiovisual de la Comisión Barroso
Carmina Crusafon
New media and society: A Study on the impact of social networking sites on indian youth
Dr. M. Neelamalar & Ms. P. Chitra
A Pertinência da Categoria Singularidade de Adelmo Genro Filho para os Estudos Teóricos em Jornalismo
Felipe Simão Pontes & Francisco José Karam
Celebridades no Feminino: mulheres célebres em revistas femininas de estilo de vida portuguesas
Ana Jorge
Tecnologias, Mídia e Educação: percursos teóricos entre a sociedade da informação e a sociedade do conhecimento por
Laura Seligman & Rogério Christofoletti
O estudo das redes sociais na comunicação digital: é preciso usar metáforas?
E. Saad Corrêa & A. de Abreu de Sousa & D. Osvald Ramos
Abordagens contemporâneas: identidades e cultura no contexto midiatizado
Ms. Daiana Stasiak
Barack Obama e a representação de identidades híbridas na mídia
Paulo Roberto Figueira Leal & Vinícius Werneck Barbosa Diniz
Conception de nouveaux produits en tourisme : Innovation et communication dans l’incertain
Arlette Bouzon & Joëlle Devillard
Jornalismo e Sociedade: A Visibilidade do Idoso nos Meios de Comunicação. (Estudo de caso: Jornais El País e ABC)
Pedro Celso Campos
A webradio em Portugal
Nair Prata
Jornal Impresso e Pós-Modernidade: O Projeto Ruth Clark e a Espetacularização da Notícia
Luiz Roberto Saviani Rey
Telejornalismo e Poder: A moeda política que regula as relações de troca no Brasil
Flávio AC Porcello
A África que Tintim viu: metáforas da superioridade européia, estereótipos raciais e destruição das culturas nativas em uma desventura belga
Lúcio De Franciscis dos Reis Piedade Filho
Acesse http://www.labcom.pt/ec/06/
(Da Coordenação do Prêmio)
Após um período extra de espera, devido à prorrogação do prazo de inscrições, temos o prazer de fazer hoje a divulgação do resultado do III Prêmio Caixa-Unochapecó de Jornalismo ambiental, voltado à produção de reportagens para a web e que discute os riscos, impactos e sustentabilidade ambiental no sul do Brasil. A classificação de sustenta nas notas emitidas, conforme os critérios previstos no regulamento, pelos três jurados: os professores Rogério Christofoletti, de Santa Catarina, Luiz Ferraretto, do Rio Grande do Sul e Márcio Fernandes Amaro, de São Paulo.
A reportagem vencedora é “Perdas de água: preocupação e novas tecnologias, tudo em pról do desenvolvimento sustentável”, das acadêmicas Caroline Gautério Leal e Graziela Mertens, Balneário Camboriu-SC, pertencentes à Universidade do Vale do Itajaí – Univali. Alcançaram nota 9,4 e recebem a premiação de R$ 4.500,00. A reportagem que ficou em segundo lugar denomina-se “Falta de consciência ambiental e de políticas públicas impossibilita a reciclagem”, de autoria de Ádlia Chaves Tavares e Sheyla Joanne Horst, de Guarapuava-PR, da Universidade Estadual do Centro-Oeste -Unicentro, com nota 9,3, e premiação de R$ 2.000,00. Em terceiro lugar, foi classificada a reportagem “Alimergia: uma ação de sustentabilidade”, produzidas por Clarissa Gabriela Gnhoatto Hermes e Letícia Sangaletti, de Frederico Westphalen-RS, do Centro de Educação Superior/Universidade Federal de Santa Maria -UFSM, tendo obtido nota 8,7 e um valor de R$ 1.000,00.
Os prêmios serão entregues em evento a ser realizado no dia 18 de fevereiro de 2010, após o retorno dos estudantes e professores às aulas, quando acontece também o lançamento do IV Prêmio Unochapecó de Jornalismo Ambiental. Foram ao total, 25 reportagens concorrentes. Entendemos que a edição desse ano consolidou o concurso como uma ação jornalística e cultural de relevância na região Sul. A iniciativa cumpre a finalidade de desafiar os cursos e os acadêmicos de Jornalismo a saberem mais sobre questões fundamentais do meio ambiente e, por outro lado, a se exercitarem no processo de convergência das mídias, numa necessária busca de aprimorar o jornalismo na internet.
2008 foi um ano difícil. Já 2009 foi um tempo de conquistas e de batalhas. Como estamos em fins de dezembro, cabe um balanço, uma avaliação do período. Por isso, ofereço a seguir uma rápida retrospectiva. Siga-me se for capaz!
Janeiro: Comecei o ano com turbulências domésticas. Todo o mundo tem problemas, mas iniciar 2009 com esses tremores me fez decidir dar mais tempo à família o que me obrigou a dizer uma série de “Não” nos meses seguintes. A vida ensina, e na maioria das vezes, as decisões que tomei foram as mais acertadas. Em janeiro, fiz rapidíssima viagem a Brasília para iniciar uma parceria de pesquisa com a Unesco que se mostrou muito rica e interessante. Neste mês, ingressei na minha fase Apple e com o primeiro MacBook. Um deslumbre!
Fevereiro: Mês lotado de reuniões e entraves burocráticos. Nem parecia mês de Carnaval. As aulas começaram pra valer – três disciplinas na graduação! -, mas antes dei uma fugidinha para São Paulo e assisti a um dos meus irmãos casar. Festerê em família. Acertei com a Unesco para atuar como um dos consultores numa pesquisa sobre indicadores da qualidade jornalística.
Março: Duas orientandas do Mestrado em Educação defenderam suas dissertações, o que me deu orgulho e satisfação. Dei início a um tratamento dentário que me deu despesas indigestas. Comecei a migração de nove anos da revista Contrapontos para um portal exclusivo, o que significa dizer transferir manualmente quase 300 artigos. Sem bolsista ou técnico de apoio, passei uma temporada no inferno da Informática, só não tive LER/DORT por sorte. Me decepcionei com a não realização de um curso de especialização que planejei. Sem alunos suficientes, a pós em Mídias Digitais não saiu do papel… Comecei a me preparar para um concurso público na UFSC.
Abril: Mês de orientações constantes a quatro monografias. Páginas e mais páginas de leitura num ritmo alucinante. Fui a Belo Horizonte para o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, revi amigos e fiz contatos excelentes. Assumi a coordenação do Prêmio Adelmo Genro de Pesquisa em Jornalismo: uma trabalheira insana!
Maio: Mergulhei em leituras sobre ensino de jornalismo. Tudo porque queria participar mais ativamente das discussões para a reforma das diretrizes curriculares nos cursos de jornalismo. Cheguei a participar de uma das audiências públicas em São Paulo, e escrevi diversos posts e artigos sobre o tema. Dei uma escapadinha para ir ao Intercom Sul em Blumenau.
Junho: Sofri com ataques ferozes de rinite. Cheguei a consultar um alergista, mas como sou teimoso não dei bola pro doutor. Fiz 37 anos e meu filhote fez cinco. Pensei mil vezes: tô ficando velho. Foi um mês intenso e de oscilação nas emoções: tristeza intensa e felicidade avassaladora. Assisti com pesar a queda no Supremo Tribunal Federal da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Passei por uma maratona de provas no concurso da UFSC e fui aprovado em primeiro lugar. Era o final de um ciclo de dez anos na Univali…
Julho: Não tive um segundo de descanso. Fechei disciplinas, engatei em reuniões e preparei planos para o segundo semestre. Ao mesmo tempo, fiquei de sobreaviso pela nomeação na UFSC. Fechei quatro monografias de conclusão de curso e vi meus quatro orientandos passarem bem por suas bancas. O segundo semestre começou e lá fui eu novamente…
Agosto: Comemorei diversos aniversários na família que tem uma penca de leoninos (entre os quais, a minha amada). Fui nomeado na UFSC, me despedi da Univali e parti para novos desafios profissionais no melhor curso de Jornalismo do Brasil. Um deles foi ter paciência no trânsito que liga o continente à parte insular de Florianópolis. Cheguei inclusive a bater o carro. Azar…
Setembro: Trabalhei intensamente com outros três colegas na pesquisa sobre indicadores da informação jornalística. Consegui quitar minha casa e me tornei um feliz proprietário: o sonho da casa própria é mesmo universal! Dei início a um novo projeto: o Observatório da Ética Jornalística, objETHOS. Fiz palestras em Novo Hamburgo (RS) e Piracicaba (SP): esse pessoal não tem juízo não?
Outubro: Trabalho, trabalho e só trabalho. Eu nem vi o mês passar…
Novembro: Publiquei a primeira edição da revista Estudos em Jornalismo e Mídia sob minha responsabilidade. Publiquei com meus alunos de graduação um número do jornal laboratório Quatro. Concluí as aulas de três disciplinas e fiz arremates finais no projeto da dissertação de meu orientando no Mestrado. Arrumei encrencas com um vizinho.
Dezembro: Sonhei com o tetracampeonato brasileiro do São Paulo, mas assisti a taça escapar pelos dedos… Afundei em bancas e reuniões. Concluí um curso que fiz à distância sobre ferramentas digitais para professores de jornalismo. Vi meu nome entre os novos bolsistas em produtividade no CNPq. Suei nos primeiros dias de um verão que promete. Comecei a afivelar nossas malas para uma mudança de endereço: de volta a Florianópolis, sonho de anos…
Como adiantei, 2009 foi um ano de batalhas e conquistas. Que 2010 seja também inesquecível, definitivo e maravilhoso. Para mim, para os meus, e para você que me acompanha por aqui.