Do alto de seus cinco anos e meio e do banco de trás do carro, Vinicius veio com essa:
“Pai, o papai do céu é feito do quê? Ele é homem ou é bicho?”
“Não é nem uma coisa, nem outra. É uma força da natureza!”
“Uma força da natureza? Mas ele é feito do quê? Ele não é um homem?”
“Não, não é… é outra coisa…”
“Mas ele não morreu? Aquele da cruz?”
“Não, Vinicius. Esse é o filho dele! O papai do céu é Deus!”
“O papai do céu é Deus!?? Meu Deus!!”
“É…”
“E aquele outro era o filho dele?!”
“É…”
“E por que ele deixou o filho dele morrer?!”
“Não sei, filho… eu não tava lá…”
“Mas, pai! Ele não podia ter salvo o filho dele? Ter dado um raio e pow!”
“…”
“Puxa! Até o Darth Vader ajudou o filho dele…
Tão importante quanto compreender as ideias de alguém é perceber de onde se está falando. O lugar de fala é revelador das condições de produção do discurso a ser analisado, entendido, absorvido. Isso porque não existe discurso sem sujeito que o emita e não há sujeito sem ideologia, sem inconsciente, sem posições.
Extra- Rio de Janeiro
Correio Braziliense – DF

Causei revolta, ranger de dentes e olhares desconfiados ao dizer
O Observatório da Ética Jornalística (
“YouTube e a revolução digital”, de Jean Burguess e Joshua Green, é um bom livro para se começar a pensar as apropriações midiáticas pelo cidadão comum a partir do site de vídeos mais conhecido do mundo. Não se trata de um estudo amplo como o de Henry Jenkins (


O personagem de Kiefer Shuterland está acostumado a resolver todo tipo de problema do mundo em pouco tempo: salva presidentes, mata terroristas, explode bandidos, arrisca o pescoço e não dorme.
A lista que segue não é um manual definitivo, mas apenas um apanhado geral dos pesquisadores brasileiros do campo da Comunicação que têm páginas pessoais no Twitter. Por isso, esta lista está em constante atualização e expansão.