final de tarde… domingo

Porque é domingo.
Porque não há sol por aqui.
Porque não gostaria de estar trabalhando agora.
E porque escapei apenas para postar a canção que martela minha mente agora!

Jamie Cullum canta e toca “What a difference a day made”.

listinha de filmes

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Kadw vem fazendo seu listão de 100 filmes indicados. Pedro Doria hoje convida para listar os dez filmes que mais marcaram a vida de seus leitores. (Na verdade, o convite já é um meme).

Convite aceito.

Blade Runner – Eu sou Deckard.

 

Cidadão Kane – O choque do velho que me deixa renovado. Sempre.

 

Cinema Paradiso – Quando eu me transformo em cachoeira.

 

Antes da Chuva – O tempo é circular. A vida é mais.

 

O livro de cabeceira – a poesia numa fábula de Peter Greenaway. Livros e olhos rasgados. Janelinhas na telona.

 

Lavoura Arcaica – Um filme verde, cuja voz ressoa o velho escritor aposentado.

 

Terra em transe – Glauber pulsa no olho arregalado de Paulo Autran, na voz aveludada de Jardel Filho e no sorriso sacana de Paulo Gracindo.

 

Apocalipse Now – This is the end, my only frien, the end!

 

A festa do monstro maluco – Sessão da tarde, o paraíso.

 

Tubarão – Dá medo até hoje.

 

 

 

sobre games e educação

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Na noite passada, ZEREI “God of War”. Para os não-iniciados, isso significa que cheguei ao final do jogo do PlayStation 2. Ok, e daí?

E daí que quem conclui a jornada imposta pelos games mais modernos e arrojados passa por uma experiência diferente e única. Isso porque jogar um desses games não é tão somente manipular um controle, brincar. É entrar no jogo, apropriar-se daquela narrativa e projetar-se na condição do personagem que funciona como a sua interface com o jogo. E como vencer as tantas fases leva tempo, a experiência de chegar ao final é um misto de sentimentos: glória por ter concluído e vencido; surpresa por saber dos detalhes finais, quase sempre inesperados; felicidade por fechar um ciclo; vazio por saber que a saga terminou – ao menos ali naquela edição – e que você não tornará ao jogo (pelo menos se não for obcecado e quiser passar por tudo de novo em outros níveis de dificuldade).

“God of War” é um jogo fascinante. Conta a história épica de um obstinado guerreiro espartano que não suporta mais viver com a dor da perda de sua mulher e filha. Kratos, então, se rende aos caprichos dos deuses para tentar não enlouquecer, já que permanecera um exílio de dez anos de pesadelos. Com isso, o jogo torna-se uma grande maratona por monumentos da antigüidade grega, por monstros e entidades mitológicas, por deuses e suas confusas personalidades, por cenários de tirar o fôlego. São templos, câmaras, cavernas, jardins, as profundezas do inferno, os píncaros da glória, desfiladeiros, montanhas, ruínas submersas, cidades saqueadas. O jogador – na pele de Kratos – enfrenta minotauros, centauros, medusas, sirenes, gorgons, sátiros, zumbis, ciclopes, arqueiros flamejantes, hidras, harpias e até mesmo o deus da guerra, Áries. É traído, surpreendido, envolvido em tramas que desafiam a credulidade.

Em termos de jogabilidade, “God of War” combina ação, aventura, muita porrada, desafios que testam habilidades como destreza, rapidez e agilidade e inteligência nos vários quebra-cabeças que os deuses lhe impõem como prova. É um jogo que lhe toma pela medula.

Os gráficos são excelentes, a trilha sonora contagiante, os rugidos dos monstros horripilantes e a história flerta com sucesso o universo maravilhoso e fantástico da mitologia grega. O próprio Kratos não se lembra direito de seu passado e, com a evolução do jogo, vai sendo lembrado pelos deuses, como Édipo, como os heróis helenos. Aliás, Kratos é um Hércules. Não apenas porque tenha que executar trabalhos para o Olimpo, mas também por seu temperamento, por sua tragédia pessoal, pelo que lhe reserva o destino.

Mas o que isso tudo tem a ver com educação?

Tudo, oras. Imagine se as nossas escolas usassem esse jogo – e outros, claro! – para ensinar História da Antigüidade, História da Arte Antiga, Mitologia… Imagine trabalhar com alunos conteúdos para desenvolver competências e habilidades como raciocínio rápido, orientação espacial, dedução… Mas e a violência? Ora, isso também pode ser trabalhado com os estudantes, na canalização de energia para o jogo, na distinção do certo e do errado, no incentivo para discussões sobre dilemas éticos, no reforço de valores como o bem para combater o mal…

Há tempos venho pensando no desenvolvimento de um jogo – no estilo RPG – que auxilie no ensino de jornalismo. Parece já haver uma iniciativa neste sentido. Mas gostaria de trabalhar com uma equipe na experiência de criar e desenvolver um game que servisse de apoio pedagógico para ética jornalística, por exemplo.

Alguém aí se habilita? 

ela é o céu

Estou vidrado no CD Céu, da cantora brasileira de mesmo nome. A menina, com vinte e poucos anos, lançou esse primeiro trabalho ano passado e já é apontada como revelação da música nacional pela crítica. Diga-se, a crítica internacional. Revistas e jornais franceses babam em cima da moça que flerta com bossa, com jazz, com samba e com música eletrônica.  A mídia local também já se rende, mas não é que a mulher é boa mesmo?!

Confira aqui, faixa a faixa.

E se não tiver tempo, vá direto na versão cheia de groove de Concrete Jungle, de Bob Marley.

Céu, que nasceu Maria do Céu, tem voz aveludada, tocante, amadeirada. Sua praia parece não ser a potência vocal, mas o encaixe do que tem nas frestas do possível.

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quando elas se encontram

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O G1 traz uma extensa, exclusiva e ótima entrevista com Alan Moore, uma lenda entre os quadrinhos mundiais, apontado como um dos responsáveis por catapultar a Nova Arte à condição de arte respeitável. Pois a entrevista dá conta do lançamento de Lost Girls, obra em três partes que relaciona sexo, o começo do século XX e Wendy (de Peter Pan), Dorothy (O mágico de Oz) e Alice (aquela de Lewis Carroll).

Consegue imaginar essas personagens se encontrando?

Consegue pensar nelas e ver perversão sexual, desejos e vias de fato?

Mas Moore fala de muito mais coisas.

O portal traz a entrevista em versão para maiores de 18 anos e um infográfico ótimo.

brrrr…

Ontem, fez 8 graus à noite em Itajaí. Oito!

Hoje, tá chovendo e tá tão frio quanto. Agora, conforme o Canal do Tempo, estamos em 13 graus, mas a sensação é de mais frio por causa da umidade e de dois pingüins que estão sambando na rua da frente (é sério! Tô vendo da minha janela!)

Como é que eu sei desses detalhes todos? Oras! Eu acompanho a meteorologia pela internet. Mas não me oriento por ela não. Veja como os institutos batem a cabeça.

Previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para amanhã:
Nublado com pancadas de chuva.
Temperatura: ligeira elevação máxima de 15°C e mínima de 9°C”

Previsão do Climatempo pro mesmo dia:
Nublado com chuva de manhã. Sol e diminuição de nuvens à tarde. Noite com poucas nuvens.
Temperatura: máxima de 16º C e mínima de 9º C”

Previsão do Tempo Agora:
“Encoberto de manhã, nublado à tarde e com poucas nuvens à noite.
Temperatura: máxima de 17ºC e mínima de 10º C”

Previsão do Canal do Tempo para esta quarta:
“Chuva na manhã.
Temperatura: máxima de 17º C e mínima de 7º C”

E aí? Com que roupa eu vou?

o fim de potter

Quer saber o final de Harry Potter?

Ana Laux e seu Gaveta do Autor dão os caminhos. Siga por aqui.

a gripe e dante (de novo)

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Há dez dias, escrevi que estava de volta ao blogar cotidiano, depois de me reerguer de uma gripe homérica. Vã ilusão a minha.O fato é que desde então, ela me persegue como uma sombra. As dores no corpo foram embora, mas ficou a corisa, o nariz-chafariz e uma tosse de cachorro. Ando combatendo a marvada, mas o friozinho e – agora – a umidade tornam as condições mais favoráveis para a gripe.

Mas eu dizia que escrevi sobre a gripe, mas me lembro também que fiz alusão aos círculos de inferno de Dante, ao deixar o lado enfermo. Pois volto a ele agora. Não o lado enfermo (deus me livre!), mas ao poeta.Por conta do frio e da chuva que tornaram esse domingo mais longo, devorei um livro em que me arrastava há semanas: Os crimes do mosaico, um romance que escala nada menos que Dante Alighieri para investigar um estranho assassinato de um mosaicista na Florença de 1300. O poeta é prior da cidade e sua autoridade é reforçada por astúcia e erudição.

Como em outras situações, o livro transporta o gênero policial para um ambiente clássico, tendo como protagonista um personagem pra lá de interessante. O Dante que Giulio Leoni nos apresenta é irascível, altivo, arrogante, cruel, pavio-curto. É briguento, sangüíneo, temperamental. Deixa a cabeça girar ao contrário por causa de um rabo de saia e é bem beberrão.O livro demora a engrenar, mas lá pela metade a narrativa vai fluída, contagiante. Não vou contar o final, mas descobrir o responsável pelas mortes macabras fica em segundo plano quando se percebe o segredo que provocou toda aquela confusão.

Diversão com ironia fina, inteligência arguta e um personagem que – se conhecêssemos – adoraríamos odiar.

blogar é viciante

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Você acha que exagerei na frase acima?

Sua esposa acha que você fica demais na frente do computador, passando de blog em blog?

Não consegue se imaginar mais sem seu blog?

Então, faça este teste e diagnostique se você é um viciado em blogs.

(O meu deu 84%. Caso de internação)

 

 

nostradamus

Outro dia, previ aqui o que aconteceria com a bandeirinha Ana Paula de Oliveira depois de posar nua pra Playboy.
Ontem mesmo, parte da previsão começou a se concretizar. Na final da Copa América, transmitida pela Band, a auxiliar comentava a arbitragem ao lado de Neto e Luciano do Vale. Mais à noitinha, ela era uma das convidadas de Milton Neves no Terceiro Tempo, na Record.

Em meio à transmissão da Band, Luciano do Valle deu pistas do futuro da moça, elogiando muito a sua participação – embora ela atravessasse sua fala a todo momento – e dizendo que ela deveria estar na cabine mais vezes.

o passado do futebol

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Hoje, faz 25 anos que o rapaz aí em cima tirou o doce da nossa boca.

Eu era apenas um menino e chorei. Enxuguei as lágrimas e desci com meus irmãos e vizinhos para o rapadão da esquina de casa. Fui vingar a nossa derrota para a Itália na Copa de 1982.

o futuro do futebol

Ana Paula de Oliveira, a bandeirinha, posou para a Playboy. Chega às bancas este mês.

Nostradamus prevê que ela seja punida pela Fifa, expulsa do quadro de auxiliares e não possa nunca mais apitar ou trabalhar em jogos. Azar? Que nada! Sorte! Nostradamus prevê ainda que a revista fará sucesso e emissoras de TV irão disputá-la para ser comentarista de arbitragem nos jogos do Brasileirão. Uma espécie de Oscar de Godoy, que atua na Record.

A bandeirinha, quer dizer, ex-bandeirinha, vai ficar mais famosa, mais abonada e essa será a sua vingança ao preconceito. Quem manda ser competente e bonita ao mesmo tempo?

HQ e controvérsia

Jeaux Janovsky enumera cinco momentos mais controversos das histórias em quadrinhos.

É engraçadinho…

renan fica (pelo menos é o que ele diz)

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(por Frank Maia)

retorno

Não tenho sido um bom menino.
Não tenho respondido aos comentários de meus raros leitores.
Por isso, farei isso aqui e agora. Senta que lá vem história!

No post utopias tecnológicas, Rogério Kreidlow sugeriu mais algumas:

1) Web via satélite, gratuita como a TV, sem queda de conexão e com uma largura de banda igual a do Pentágono.
2) Celular que funcionasse como mp3 player, câmera de vídeo e foto (de alta resolução), gravador, GPS via Google Earth e cuja bateria durasse pelo menos uma semana (detalhe: com conexão via satélite, para nunca ficar fora de área);
3) Integração total entre esse celular (via wireless) com o PC, a TV, o carro, o guarda-chuva, sei lá…
4) Um aplicativo on-line (que servisse tanto pra esse celular, como pra tv, o carro e o guarda-chuva) que agrupasse e-mail, grupos de discussões, bookmarks e o que mais seja útil (detalhe: customizável).
5) Uma multifuncional extremamente potente, capaz de imprimir dinheiro de verdade, para que a gente pudesse ter acesso a tudo isso…
Assim que lembrar de mais alguma coisa, comento. Tem várias. Abraços

No mesmo, Larissa reforçou a necessidade:

HAHAHAHA! Eu fui editora de imagem de uma TV por quatro meses e ainda faço isso pra ganhar uma graninha por fora. Sei o que é um monte de fios infernizando minha vida. Sim, os fios! Odeio. Me livrar deles já seria um fardo a menos pra carregar.

Monitorando responde:

Rogério, eu apenas inverteria a ordem das suas utopias e colocaria a multifuncional antes de tudo… hehehe…
Larissa, vamos acabar com os fios do mundo!Vamos montar uma brigada anti-fios!  hehehehe…

***

No post  esperando godot, Rogério Kreidlow trouxe dois rabiscos:

 Como te disse pessoalmente na sexta, o ritmo do blog está ótimo. Os PDFs linkados são boas referências – é muita coisa sendo produzida, é até difícil de ficar por dentro e conhecer a maioria na íntegra, mas o fato de linkar a produção já ajuda a organizar um pouco a “bagunça”. E quanto aos projetos aí acima, se for pra produzir conhecimento, investimento nunca é demais. Mas o legal mesmo (talvez seja só minha opinião momentânea) é se uns 10% desse conhecimento todo tivesse espaço em nosso mercado de apertadores de parafusos… Uma pena. Abraços

E ainda…

Só pra complementar, depois de ler alguns estudos em PDF, e meio que ligando ao que disse no outro comentário: talvez, para nossa realidade de mercado precisássemos de mais pesquisas como a das rádios comunitárias (”Coronelismo eletrônico de novo tipo”), que mexe mais diretamente com políticos, com a estrutura que mantém a coisa. A “revolta” é um pouco no sentido de termos pesquisas de ponta para o ensino do Jornalismo, sua discussão, etc., e várias iniciativas do mercado, cheias de traços retrógrados, às vezes até desdenharem de tudo isto, considerando coisa de “estudioso” e que não serve muito bem para “se ganhar dinheiro”. Não digo que pesquisas de ponta sejam desnecessárias, pelo contrário. Também não digo que a culpa é toda do mercado, porque, afinal, a gente sabe que a lei do mercado é baseada no lucro, etc. etc. O que deveria ocorrer é um estudo mais debruçado sobre a realidade e o cotidiano da profissão, que – a gente também sabe – tem uma série de problemas, que vai desde a preparação do jornalista até a estrutura da empresa na qual ele trabalha (e hoje em dia muitas já nem tem mais empresas…). Só para fazer uma comparação: na medicina, você passa anos estudando uma vacina, uma técnica cirúrgica ou preventiva, mas a finalidade daquilo é eminentemente prática – afinal, de que adianta descobrir e divulgar a cura de uma doença, se essa cura não for aplicada, né? Na nossa profissão, isso parece não ocorrer. Descobrem-se os agentes causadores de problemas, sugerem-se até mais de um remédio. Mas o remédio fica arquivado, guardado, sendo citados em novos estudos de novos remédios. E os problemas prosseguem, as vezes se alastram, longe dessas sugestões e soluções. Sei também que é complicado penetrar na realidade do mercado para conseguir dados, fazer estudos mais sérios e, ainda mais, sugerir melhorias, porque se trata de uma estrutura privada, repleta de interesses, etc. Mas é que só dispormos de estudos de ponta, de visões abrangentes, “globais”, que tratam do crescimento mundial dos blogs, para citar um exemplo, é residir a anos-luz de muitas práticas “precárias” de mercado. Com esse discurso cada vez mais voltado para o “local”, os problemas e soluções locais, essa disparidade mercado-pesquisa talvez merecesse bem mais atenção. Sei que é um defeito de nós mesmos, que quando vamos estudar, na ânsia de abraçarmos o mundo, acabamos tratando de temas mais amplos. Mas a pesquisa de cunho mais “pragmático” bem que mereceria um incremento. O comentário foi um pouco na pressa, mas é um pouco do que me ocorre conversando com colegas, tanto do mercado quanto da academia. Abraços

Marcia dá uma espetadinha:

e vê se não esquece de mandar trabalho pra SBPJOR. (

Monitorando responde:

Rogério, valeu pelas palavras. Mas como somos xarás, o pessoal vai desconfiar que é tudo armação. Que você não existe, e não passa de um desdobramento de minhas personalidade doentia. De qualquer forma, obrigado.

Sobre as pesquisas e os estudos, sabe, já cheguei num ponto em que não agüento mais esperar. Então, pra mim, tem que acontecer tudo ao mesmo tempo e agora. Pesquisas sobre políticas de comunicação (como a do Venício), sobre a vida dos jornalistas (como a da Zélia Adghirni, também da UnB), sobre narrativas e discursividades (como as do Luiz Gonzaga Motta, do Fernando Resende, da Marcia Benetti…) e por aí vai. Tem espaço pra tudo. Tempo é o que não temos. Não precisamos esperar que as pessoas se alfabetizem pelas vias convencionais para, depois, adestrá-las a mexer em computadores. Temos que fazer tudo junto. Queimando etapas. Como sempre o Brasil fez. É assim que a gente morde os carcanhá dos caras…

Marcia, o artigo já está engatilhado…

voltando atrás

Anunciei aqui que o vídeo de Cicarelli na praia da Espanha poderia voltar à rede.

Voltaram atrás.

É o anuncia o Consultor Jurídico.

chateação e adolescentes: pesquisa

O Pew Internet & American Life Project publicou agorinha uma pesquisa sobre bullying e adolescentes.
Traduzindo: o instituto de pesquisas na web trouxe dados de estudo sobre o comportamento de jovens na internet em relação a outros jovens. O bullying é uma expressão cada vez mais usada por pedagogos e psicólogos para se referir a um conjunto de atitudes que hostilizam, agridem e oprimem as pessoas. Piadinhas, apelidos, musiquinhas, tudo isso pode ser levado em conta quando se quer humilhar ou constranger.

Embora o estudo seja feito com norte-americanos, vale a pena conhecer

passe adiante

Recebi a foto abaixo por email, com o pedido: “passe adiante até chegar a Bin Laden”.
O pessoal de Brasília não gostou muito brincadeira… (gente mal humorada)

paraobim1.jpg

Clique na figurinha…

utopias tecnológicas

Tive uma noite de cão e uma manhã insuportável.

Tudo por conta da tecnologia. Fizemos um filmezinho no Windows Movie Maker e queríamos colocar num DVD, mas aí, tropeçamo em todo tipo de extensão de arquivos. Depois de baixar uns três conversores, nada deu certo. Nem a porcaria do Nero queimava CD. Pedi ajuda a uns três, e nada.

Pensei em desistir. Sou cabeça dura. Encontrei uma saída no início da noite.

A primeira utopia tecnológica:
E se inventassem uma extensão universal para arquivos de texto, de imagem, de áudio? Já pensou?

A segunda utopia tecnológica:
O mundo wireless. Isto é, nada precisaria mais de fios. Já pensou?

E aí? Quem tem mais utopias tecnológicas???

direto pro brejo

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Frank Maia dá uma real na crise.

agora, vai!

A notícia que todos esperávamos:

O vídeo de Cicarelli na praia pode voltar à internet
(deu no Consultor Jurídico)

Nosso problemas acabaram!

games & news

Já pensou um jornal chamada Gotham Gazette?

Já pensou usar quiz e games para os leitores entenderem melhor as notícias?

Pois, isso existe. A Gotham Gazette você acessa aqui; a seção dos jogos aqui; e uma entrevista do Online Journalism Review com a editora do jornal, Gail Robinson, você lê aqui.

música do dia

Chris Cornell e David Arnond compuseram You Know My Name para abertura de Casino Royale, o mais recente filme de 007, que já está nas locadoras. A abertura é fenomenal. A música é rejuvenecedora. Mais Bond impossível.

Veja a letra. Ouça no My Space do Chris Cornell…

If you take a life do you know what you’ll give?
Odds are, you won’t like what it is
When the storm arrives, would you be seen with me?
By the merciless eyes of deceit?

 

I’ve seen angels fall from blinding heights

But you yourself are nothing so divine
Just next in line

Arm yourself because no-one else here will save you
The odds will betray you
And I will replace you
You can’t deny the prize it may never fulfill you
It longs to kill you
Are you willing to die?

The coldest blood runs through my veins
You know my name

If you come inside things will not be the same
When you return to the night
And if you think you’ve won
You never saw me change
The game that we all been playing

I’ve seen diamonds cut through harder men
Than you yourself
But if you must pretend
You may meet your end

Arm yourself because no-one else here will save you
The odds will betray you
And I will replace you
You can’t deny the prize it may never fulfill you
It longs to kill you
Are you willing to die?

The coldest blood runs through my veins

Try to hide your hand
Forget how to feel
Forget how to feel

Life is gone with just a spin of the wheel
Spin of the wheel

Arm yourself because no-one else here will save you
The odds will betray you
And I will replace you
You can’t deny the prize it may never fulfill you
It longs to kill you
Are you willing to die?

The coldest blood runs through my veins
You know my name
You know my name
You know my name
You know my name
You know my name
You know my name
You know my name

 

mudou!

O blog do Gaveta do Autor mudou.

Agora, ele também está aqui, no wordpress.

Siga a direção do site. Siga a direção do blog.

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balanço

Este blog completa hoje um mês neste endereço.

E tenho motivos de sobra para estar muito satisfeito.

1. Consegui um visual mais modernoso e, segundo alguns comentários, mais “aconchegante”

2. Encontrei mais facilidade nas postagens e na administração dessa coisa chamada blog

3. Nossas visitas cresceram muito. Se em dois anos acumulamos 10 mil visitas no antigo endereço, aqui – em 30 dias – ultrapassamos os 1600.

As estatísticas do wordpress atestam:

  • Até este momento, foram 1615 visualizações totais
  • O melhor dia de todos já é hoje: 99 passagens até agora
  • Escrevi 91 posts
  • Registramos 55 comentários
  • Listamos 35 tags

A você que passou por aqui, que já é de casa ou que só chegou agora, Obrigado. E Fique à Vontade!

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millôr pra presidente

Millôr Fernandes é um dos gênios da raça.

Millôr ensina a todos.

Por isso, repito o que recebi por email hoje:

“Millôr lançou um desafio: Qual a diferença entre Politico e Ladrão?

Um leitor respondeu:
‘Caro Millôr, após longa pesquisa cheguei a esta conclusão: a diferença entre o ladrão e o politico é que, um eu escolho e o outro me escolhe.  Estou certo?’ –  Fabio Viltrakis, Santos-SP.

Eis a réplica do Millor:  ‘Poxa, Viltrakis, você é um gênio … conseguiu achar uma diferença entre ladrão e politico! Parabéns’.”

mais um rótulo

No começo do século, era cool ser existencialista. Depois, virou chatice.

Nos anos 30 e 40, a fenomenologia era o hype. Depois, cansou.

Nos anos 50 e 60, era chique ser estruturalista. Depois, virou xingamento.

Nos 70, o bom era ser marxista. Depois, virou paranóia.

Nos 80 e 90, a melhor saída era ser neoliberal. Depois, parou de render.

O Cultura, do Estadão de hoje, traz matéria sobre os chamados filósofos neo hedonistas, aqueles que devotariam seu tempo para estudar e refletir sobre os prazeres da vida nesses tempos bicudos. Michel Onfray, Giles Lipovetsky, Michel Maffesoli, Luc Ferri, André Comte-Sponville.

Bobagem.

Filósofoso é filósofo, mesmo quando ele vende 200 mil exemplares de seu livro. Mesmo quando participa de quadro no Fantástico. Mesmo quando dá consultoria a empresas.

O que querem é rotular e desacreditar.

Por que o filósofo precisa ser hermitão? Lunático? Feio e chato? Precisa morar na caverna d Platão? Morrer com dores de cabeça como Nietzsche? Suicidar-se como Deleuze?

Alguém já disse que a filosofia perdeu espaço para a auto-ajuda na vida moderna. E que hoje os filósofos precisam reencontrar uma razão para sua existência. Fala-se de filosofia clínica, hoje em dia.

A discussão é velha e boba: popularizar o saber sem ser superficial; garantir o saber diante da massa ignara, bla-bla-bla, blá-blá-blá!

Nietzsche tinha uma ótima imagem para isso: eles são os turvadores de água. Batem com suas bengalas no rio e fazem com que a areia do fundo suba à tona revolva-se e turve a água. Aí, pensamos: nossa! como são profundos! nem enxergo o fundo…

A filosofia pode ser best-seller. A filosofia pode. E não pode. É caro ao filósofo sensibilidade, inteligência, rigor de análise, criatividade, humanidade, sentido do seu tempo.

4 ou 5 coisas de 4 ou 5 negócios

O Labirinto do Fauno: filme esteticamente lindo; mágico; envolvente; mas algo não funciona ali naquela mescla entre fantasia e ditadura franquista.

Dorm – O espírito: filme tailandês que os ocidentais classificaram de terror por apresentar um elemento sobrenatural na trama; terror o escambau; é doce e terno.

Happy Feet: filme pra crianças (e pros pais delas); pingüins fofinhos; muito branco com muitas manchas pretas; diversão; gostei mais do que meu filho de 3 anos.

Chivas 12 anos: amarelo suave; perfume que entra pelos olhos; com ele a gravidade é mais implacável ainda: desce pela garganta com velocidade vertiginosa.

Play Station 2: vai ser difícil manter a pontualidade agora.

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marta tem razão

Não entendo o brasileiro.

Teve gente que ficou brava diante do conselho da ministra do Turismo, Marta Suplicy, sobre como reagir frente às imensas filas dos aeroportos. Ela disse: Relaxa e Goza!

Não entendo porque tanto diz-que-diz. A ministra é sexóloga. Há 20 anos falava na TV de vagina, pênis e outras regiões pudentas. Ensinava educação sexual. Então, a ministra falar em gozar é coerente, inclusive politicamente.

Tem outra: a ministra gozou da nossa cara. Eta, povinho sem humor!