webreportagem especial: uma dissertação

Amanhã, sexta (27), acontece a defesa da dissertação “Análise do especial multimídia Cayucos: um estudo de caso”, de Andréa Aparecida da Luz, aqui no Mestrado em Jornalismo da UFSC. O trabalho é orientado pela professora Raquel Ritter Longhi (com co-orientação de Mauro César Silveira), e tem na banca avaliadora os professores Luciana Mielnickzuk (UFSM) e Orlando Tambosi (UFSC), além de mim.

A dissertação se debruça sobre um especial multimídia que o Clarín fez sobre africanos que se aventuravam em barcos (os cayucos) para chegar até a Europa via Ilhas Canárias.

A defesa acontece às 14h30 na sala de videoconferência, Bloco B do CCE.
Se você não estiver por aqui e quiser acompanhar,veja a transmissão ao vivo aqui.

mais duas chamadas para revistas

Existe um mantra entre os cientistas: “Publish or Perish!”
Isto é, quem não publica está frito.

Por isso, se interessar, corra atrás dessas duas chamadas de texto de revistas científicas da área:

Comunicação & Inovação, revista científica do mestrado em Comunicação da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, informa que receberá até 30 de setembro de 2010 artigos e resenhas para a edição de n.21, referente ao segundo semestre de 2010.
Para formatar: http://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_comunicacao_inovacao/index
Se tiver dúvidas, escreva para: gino.giacomini@uscs.edu.br

Comunicação & Sociedade, revista da Universidade Metodista de São Paulo, comunica o lançamento do número 53 e anuncia que está recebendo textos inéditos para as suas próximas edições.
Mais informações em: http://www.metodista.br/comunicacao.sociedade

(E não se esqueça desta chamada aqui)

intercom divulga programação

A Intercom divulgou ontem a programação das principais atividades do seu Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, que acontece de 2 a 6 de setembro em Caxias do Sul (RS). Confira e programe a agenda…

INTERCOM JÚNIOR

DT1 – Jornalismo
DT2 – Publicidade e Propaganda
DT3 – Relações Públicas
DT4 – Audiovisual
DT5 – Comunicação Multimídia
DT6 – Interfaces Comunicacionais
DT7 – Comunicação, Espaço e Cidadania
DT8 – Estudos Interdisciplinares da Comunicação

GRUPOS DE PESQUISAS

DT 1 – Jornalismo
GP Gêneros Jornalísticos
GP História do Jornalismo
GP Jornalismo Impresso
GP Teoria do Jornalismo
GP Telejornalismo

DT 2 – Publicidade e Propaganda
GP Publicidade – Epistemologia e Linguagem / Marcas e Estratégias / Propaganda política

DT 3 – Relações Públicas e Comunicação Organizacional
GP RP e Comunicação Organizacional

DT 4 – Comunicação Audiovisual
GP Cinema
GP Ficção Seriada
GP Fotografia
GP Rádio e Mídia Sonora
GP Televisão e Vídeo

DT 5 – Multimídia
GP Cibercultura
GP Conteúdos Digitais e Convergências Tecnológicas

DT 6 – Interfaces Comunicacionais
GP Comunicação e Culturas Urbanas
GP Comunicação e Educação
GP Comunicação e Esporte
GP Comunicação, Ciência, Meio Ambiente e Sociedade
GP Produção Editorial

DT 7 – Comunicação, Espaço e Cidadania
GP Comunicação e Desenvolvimento Regional e Local
GP Comunicação para a Cidadania
GP Geografias da Comunicação
GP Mídia, Cultura e Tecnologias Digitais na América Latina

DT 8 – Estudos Interdisciplinares
GP Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura
GP Políticas e Estratégias de Comunicação
GP Folkcomunicação
GP Semiótica da Comunicação
GP Comunicação, Turismo e Hospitalidade
GP Teorias da Comunicação

PUBLICOM

Lançamento de livros

COLÓQUIO

Colóquio Brasil-Estados Unidos

congresso mundial de comunicação em são paulo

Daqui a exatamente um ano acontece na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP o 1º Congresso Mundial de Comunicação Ibero-americana, um evento da Confederação Ibero-Americana das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação.

O Confibercom se dará de 3 a 6 de agosto de 2011, e sua programação é alusiva ao “bicentenário do processo de descolonização ibero-americana”. O tema do congresso será “Ibero-América em tempo de comunicação globalizada”.

Mais informações em breve…

jornalismo e políticas públicas: uma revista

A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, do PosJor/UFSC, está com chamadas abertas para a sua próxima edição, cujo tema é “Jornalismo e Políticas Públicas”. O número é referente ao segundo semestre de 2010, e a revista deve sair em dezembro.

Veja a ementa:

Fruto e consequência de mobilização social, as democracias modernas amadureceram sistemas de participação popular para a gestão do bem público. Um deles é a implementação das chamadas políticas públicas. Estas são formalizações legais e administrativas que possam garantir ganhos e direitos adquiridos para todo o conjunto da sociedade e não apenas para públicos específicos. Como uma atividade eminentemente social, o jornalismo deve ter, em essência, suas atenções voltadas às questões mais universais. As políticas públicas, portanto, devem pautar permanentemente a imprensa. É isso o que acontece? Como os meios de informação e seus profissionais tratam as políticas públicas? Como as organizações que defendem e articulam a população para as políticas públicas se relacionam com a imprensa? Que modelo de jornalismo prevalece nessa relação entre imprensa e instituições de mobilização social? Estas e tantas outras questões que envolvem o tema e merecem atenção deverão ser objeto de debate nesta edição.

Qualis da revista: B3
Prazo para submissão: 20 de setembro de 2010
Site da revista, totalmente eletrônica a gratuita: http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/jornalismo/index
Veja como formatar seu artigo: aqui

cnpq premia iniciação científica

(Com informações da Assessoria de Imprensa do CNPq)

Estão abertas as inscrições para a 8ª edição do Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica. A iniciativa é do CNPq, em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), e tem por objetivo premiar bolsistas de iniciação científica do CNPq que se destacaram durante o ano e as instituições participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic).

Na categoria Bolsista de IC concorrerão estudantes com pelo menos 12 meses de bolsa e que estejam em processo de renovação (2010/2011). Serão concedidas até nove premiações, distribuídas entre bolsistas das três grandes áreas do conhecimento: Ciências Exatas, da Terra e Engenharias; Ciências da Vida; e Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes.

Os três primeiros colocados em cada área receberão quantia em espécie, sendo R$ 3,3 mil para o terceiro lugar, R$ 4,2 mil para o segundo colocado e R$ 5,1 mil para o primeiro lugar, que também receberá bolsa de Mestrado e passagem aérea com hospedagem para a participação na Reunião Anual da SBPC em 2011.

Na categoria Mérito Institucional concorrerão instituições que participam do Pibic e que tenham bolsistas inscritos no Prêmio. A premiação caberá à instituição com maior índice de egressos do Pibic titulados na pós-graduação, em cursos reconhecidos pela Capes.

Instituições já contempladas somente poderão ser premiadas novamente após cinco anos. Os orientadores dos bolsistas agraciados serão convidados pelo CNPq a participarem da cerimônia de entrega, que acontecerá de 18 a 24 de outubro deste ano.

As inscrições devem ser individuais e encaminhadas pelos bolsistas às pró-reitorias de pesquisa e pós-graduação, ou à coordenação do Pibic até o dia 13 de agosto. Os três melhores relatórios dos bolsistas de IC, um por grande área do conhecimento devem ser encaminhados pelas instituições ao CNPq, até 27 de agosto, para o e-mail premios@cnpq.br.

A ficha de inscrição e demais informações podem ser obtidas aqui. O resultado será anunciado até o dia 30 de setembro.

recorde de inscrições no pagf 2010

A quinta edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo alcançou um recorde no recebimento de arquivos concorrentes este ano. Foram inscritos 49 trabalhos, sendo 19 artigos de iniciação científica, 26 dissertações de mestrado e quatro teses de doutorado. Em 2010, houve um crescimento de 36% nas inscrições em comparação com o ano anterior.

Nesta edição, concorrem trabalhos de onze estados brasileiros e de Portugal, provenientes de 29 instituições de ensino superior. A quantidade dos trabalhos, sua abrangência geográfica e a diversidade na sua origem sinalizam claramente a consolidação do PAGF e um momento importante na pesquisa em jornalismo no Brasil.

Uma iniciativa da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), o PAGF é o prêmio de maior destaque científico no campo jornalístico e reconhece investigações na graduação e na pós-graduação, além de homenagear a trajetória de pesquisadores sêniores.

A entrega do prêmio acontece em novembro, em São Luís (MA), onde acontece o 8º Encontro da SBPJor.

ensino e aprendizagem em comunicação

A revista Conexão – Comunicação e Cultura, da Universidade de Caxias do Sul (UCS), está com chamada de artigos para a edição 19, que tem como dossiê temático “Ensino e Aprendizagem em Comunicação”. Deve sair no primeiro semestre de 2011 e também recebe artigos sobre outros temas.

Para saber as normas de publicação, clique aqui.

O prazo para envio de artigos termina em 10 de dezembro de 2010.

(dica do @felipe_costa)

deadline para o pagf

Termina hoje o prazo para inscrições ao 5º Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, uma iniciativa da SBPJor. Podem concorrer trabalhos defendidos em 2009 nas categorias de Mestrado e Doutorado, bem como pesquisas de Iniciação Científica.

O PAGF 2010 é o maior destaque na comunidade científica do jornalismo, e seus vencedores receberão seus prêmios durante o encontro nacional da SBPJor, que acontece em novembro em São Luís, Maranhão

Mais informações: http://bit.ly/ajGkS1

pagf: prazo termina sexta

Lembro que estão abertas até a próxima sexta, dia 30 de julho as inscrições para o 5º Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, uma iniciativa da SBPJor. Podem concorrer trabalhos defendidos em 2009 nas categorias de Mestrado e Doutorado, bem como pesquisas de Iniciação Científica.

Mais informações: http://bit.ly/ajGkS1


falta uma semana apenas

Vão até o próximo dia 30 as inscrições para o 5º Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, uma iniciativa da SBPJor. Podem concorrer trabalhos defendidos em 2009 nas categorias de Mestrado e Doutorado, bem como pesquisas de Iniciação Científica.

O regulamento: http://www.sbpjor.org.br/sbpjor/?page_id=421

faltam apenas 15 dias

Se você defendeu sua tese ou dissertação sobre jornalismo no ano passado ou se desenvolveu alguma pesquisa de iniciação científica sobre o assunto no mesmo período, a sua chance está aqui: 5º Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, promovido pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, a SBPJor.

Acontece que as inscrições terminam dia 30, daqui a duas semaninhas, quinze dias!

Para saber mais, acesse o regulamento.

8º encontro da sbpjor, o site

Já está na rede o hotsite do 8º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, evento promovido pela SBPJor, a sociedade científica da área. A reunião acontece de 8 a 10 de novembro em São Luís, no Maranhão.

Mais informações:

http://www.sbpjor.org.br/8encontro

congresso da sbpjor: deadline apertando

Claudia Quadros, a diretora científica da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), informa que

termina no dia 15 de julho o prazo para enviar papers para o 8º Encontro de Pesquisadores Brasileiros em Jornalismo.
Este ano o encontro acontece em São Luis, na Universidade Federal do Maranhão, de 8 a 10 de novembro.

Informações em:
http://www.sbpjor.org.br/artigos2010/inscricao.php

sbpjor já recebe trabalhos para o prêmio adelmo genro

Já estão abertas as inscrições para a quinta edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo. O PAGF 2010 é uma promoção da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). A premiação é voltada a trabalhos que tenham sido elaborados durante o ano de 2009 em três categorias: Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado. Uma quarta categoria – Sênior – é atribuída a pesquisadores com reconhecida trajetória no campo do Jornalismo.

Os trabalhos devem ser enviados para o email premiosbpjor@yahoo.com.br

As inscrições vão até 30 de julho, e os resultados têm anúncio previsto para outubro. Os vencedores de cada categoria e seus respectivos orientadores recebem seus diplomas de mérito durante o 8º Encontro Nacional de Pesquisadores de Jornalismo, em novembro em São Luís, Maranhão.

Conheça o Regulamento do PAGF 2010

sua pesquisa pode valer um prêmio

Já estão abertas as inscrições para a quinta edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo. O PAGF 2010 é uma promoção da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). A premiação é voltada a trabalhos que tenham sido elaborados durante o ano de 2009 em três categorias: Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado. Uma quarta categoria – Sênior – é atribuída a pesquisadores com reconhecida trajetória no campo do Jornalismo.

Os trabalhos devem ser enviados para o email premiosbpjor@yahoo.com.br

As inscrições vão até 30 de julho, e os resultados têm anúncio previsto para outubro. Os vencedores de cada categoria e seus respectivos orientadores recebem seus diplomas de mérito durante o 8º Encontro Nacional de Pesquisadores de Jornalismo, em novembro em São Luís, Maranhão.

Conheça o Regulamento do PAGF 2010

mestrado em jornalismo: os selecionados

Acaba de sair o edital com os selecionados para a próxima turma do Mestrado em Jornalismo da UFSC.

Inicialmente, eram 56 candidatos às vagas, e as etapas de seleção aprovaram 18 nomes. Os candidatos apresentaram propostas de pesquisa, fizeram provas de conhecimentos específicos e de língua inglesa e ainda foram entrevistados pelos professores do programa.

Os felizardos e as instruções para as matrículas podem ser conferidos aqui.

Parabéns!!!

nova edição de prêmio para pesquisa em jornalismo

Estão abertas a partir de 1º de junho as inscrições para a quinta edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo. O PAGF 2010 é uma promoção da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). A premiação é voltada a trabalhos que tenham sido elaborados durante o ano de 2009 em três categorias: Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado. Uma quarta categoria – Sênior – é atribuída a pesquisadores com reconhecida trajetória no campo do Jornalismo.

Os trabalhos devem ser enviados para o email premiosbpjor@yahoo.com.br

As inscrições vão de 1º de junho a 30 de julho, e os resultados têm anúncio previsto para outubro. Os vencedores de cada categoria e seus respectivos orientadores recebem seus diplomas de mérito durante o 8º Encontro Nacional de Pesquisadores de Jornalismo, em novembro em São Luís, Maranhão.

Conheça o Regulamento do PAGF 2010

termine já a sua tese ou dissertação!!!

Recebi de minha amiga Marcia Benetti, e repasso por haver altíssimo valor científico…

Oração para “destrancar” trabalhos acadêmicos

Você está na reta final da sua tese ou dissertação?
Você sente que existe uma força misteriosa que tira seu ânimo?  Faz seu orientador adoecer ou sumir do mapa inexplicavelmente? Seu computador quebra ou é roubado com todos os seus dados e análises? Ou melhor, os seus dados não tem explicação??

Lamento ser o portador dessa má notícia, mas… VOCÊ TEM UM EXU TRANCA TESE NA SUA VIDA!!!

Esta é a corrente da Nossa Senhora Destrancadora de Teses. Você deve evocar esta novena toda vez que for vítima de alguma das artimanhas do “Exu Tranca Tese” ou se quiser apenas proteção contra essa entidade!!!  Então, toda vez que sentir necessidade, faça a seguinte oração:

“Nossa Sra. Destrancadora das Teses, em ti confiamos para a proteção contra o Exu Tranca Tese, nos proteja de: Queimação de pen drive; bibliografia em alemão; visita fora de hora; linha no word que não sobe com “del”; fotocopiadora quebrada. Dá-me: encontros com o orientador no corredor da Universidade e   livro emprestado com data de devolução pra 2050.

Ah, senhora, livra-me também das perguntas indiscretas, das dúvidas fora de hora, e das certezas idem. Ajuda-me a lembrar dos nomes dos autores e da   pronúncia deles, assim como do modo como se faz notação de revistas.
Nossa Senhora, livre-me de pensamentos acerca de minha tese durante meu sono. Que eu possa dormir o sono dos justos impunemente, sem que eu tenha que me levantar ou acender a luz para anotar insights invasivos que detonam minha mente quando preciso descansar para mais um dia de batalha! Que tais pensamentos venham na hora certa, quando me sento diante de meu PC e eu não me torne um zumbi.

Ó Senhora, desperta no meu orientador uma enorme vontade de ler minha tese. Que ele a leia com olhos vigilantes, para não deixar passar nenhuma monstruosidade, mas também com olhos piedosos, para me deixar enfrentar a banca. E que a banca, Senhora, me dê os apertos que achar necessários, mas que ao final assine a poderosa ata, redenção final dos meus inúmeros pecados.

Nossa Senhora, meu orientador insiste em dizer que a minha tese está, entre aspas, uma merda, mas eu sinto que a Senhora vai me dar uma luz bem forte e lançar como de um passe de mágica, artigos que abram meu cérebro tão debilitado por tamanha pressão.

Minha Santa querida, já que eu fiz esta escolha na minha vida e sinto na obrigação de terminar, me dá forças para não matar um, e que este “um” não seja o meu orientador, porque ele ainda precisa assinar a versão final!
AMEM!!!!”

E não seja egoísta, repasse esta mensagem imediatamente a todos os seus amigos e alunos que estão passando pela mesma pressão senão o Exu não vai te largar e você vai passar o resto da sua vida “quase” terminando sua tese.

graduando também publica

Embora a grande maioria das publicações científicas publique textos de mestres, doutores, doutorandos e mestrandos, há revistas que são específicas para quem ainda está na graduação. Reproduzo a chamada da Iniciacom, um bom exemplo do gênero.

Iniciacom – Revista Brasileira de Iniciação Científica em Comunicação Social, publicação eletrônica destinada a trabalhos oriundos de pesquisas desenvolvidas nos cursos de graduação em Comunicação Social de todo o país, está aceitando colaborações para seu próximo número, a ser lançado no Congresso Nacional da Intercom, em setembro deste ano.

A última edição da revista (Vol. 2, nº 1 – 2010) está disponível em http://www.intercom.org.br/iniciacom/v2n1/index.htm. Nesse mesmo endereço, os interessados poderão consultar as normas e diretrizes para submissão de trabalhos.

A revista Iniciacom é uma publicação semestral da Intercom e aceita artigos, dossiês, resenhas e entrevistas. As colaborações a serem submetidas à próxima edição deverão ser encaminhadas até o dia 15 de maio de 2010 para o seguinte endereço eletrônico: iniciacom@intercom.org.br.

redes sociais e a academia

Que as redes sociais vieram pra ficar isso não é lá novidade. De passatempo de adolescentes à febre do momento, as redes sociais da internet tornaram-se um fenômeno hoje indiscutível no novo panorama (eu deveria usar o plural) da comunicação no mundo. O fato é que hoje é difícil encontrar quem não esteja conectado ou faça parte de alguma rede social. (Até a minha mãe está no orkut!)

E já não basta ter seu perfil no Facebook ou seu canal no YouTube. Cada vez mais, surgem as redes de nicho, conforme mostrou o IDGNow. Redes cada vez mais específicas, cada vez mais exclusivas. Ninguém escapa. Nem mesmo os sérios acadêmicos, os sisudos cientistas. No Brasil, a rede mais conhecida é um repositório de currículos, a Plataforma Lattes, do CNPq, que reúne mais de um milhão de páginas de pesquisadores de todas as áreas. O amontoado de currículos agora permite entrever conexões entre as pessoas, o que possibilita usar a plataforma como uma rede, como um “orkut acadêmico”. Mas este não é o único exemplo na área.

Conheci hoje o Mendeley, outra “researcher network”. Pelo que pude perceber, os europeus têm aderido mais a esta rede, e é possível não só se conectar a outros cientistas da sua área como também trocar textos e materiais. Mas para isso é preciso estar logado e baixar um aplicativo que permite o compartilhamento. Ficou curioso? Vá conhecer. Quem sabe a gente se encontra por lá…

estudos em jornalismo e mídia com novo conceito qualis

A Capes revisou no mês passado a classificação dos periódicos científicos brasileiros. Nesta semana, tornou disponível no seu sistema Qualis a consulta às revistas impressas e eletrônicas, agora com novos conceitos.

A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, do Mestrado em Jornalismo daUFSC, passou de B5 a B3, o que já era esperado por sua comissão editorial. Com isso, o periódico ganha mais visibilidade e respeitabilidade junto à comunidade científica. Como editor há pouco mais de seis meses, fiquei bastante contente. Por isso, lembro que estamos com chamadas abertas para os números deste ano.

Volume 7 nº 1 (Janeiro-Junho)
Inovações no Jornalismo

O jornalismo é uma atividade que evoluiu não apenas aliado ao desenvolvimento tecnológico, mas também à base do aperfeiçoamento de processos e sistemas. Neste sentido, as inovações na área abrangem o emprego de equipamentos e suprimentos para um melhor desempenho, mas também a implementação de novos processos e a proposição de outras práticas que otimizem a atuação jornalística. Inovação envolve criatividade, ousadia, imaginação, experimentação e busca de excelência. A inovação no jornalismo é operacional e é processual, e se traduz em apropriações tecnológicas, adoção de políticas de trabalho, indicação de métodos de investigação e apuração, entre outros. O escopo desta edição abrange ainda relatos de pesquisa e reflexões sobre modelos de negócio para o jornalismo, padronização e qualidade, formatos e produtos, estratégias dirigidas a novos públicos, novas mídias, etc.
Prazo para submissão: até 20 de abril

Volume 7 nº 2 (Julho-Dezembro)
Jornalismo e Políticas Públicas

Fruto e consequência de mobilização social, as democracias modernas amadureceram sistemas de participação popular para a gestão do bem público. Um deles é a implementação das chamadas políticas públicas. Estas são formalizações legais e administrativas que possam garantir ganhos e direitos adquiridos para todo o conjunto da sociedade e não apenas para públicos específicos. Como uma atividade eminentemente social, o jornalismo deve ter, em essência, suas atenções voltadas às questões mais universais. As políticas públicas, portanto, devem pautar permanentemente a imprensa. É isso o que acontece? Como os meios de informação e seus profissionais tratam as políticas públicas? Como as organizações que defendem e articulam a população para as políticas públicas se relacionam com a imprensa? Que modelo de jornalismo prevalece nessa relação entre imprensa e instituições de mobilização social?
Estas e tantas outras questões que envolvem o tema e merecem atenção deverão ser objeto de debate nesta edição.
Prazo para submissão: 20 de setembro

plágio preocupa. como lidar com ele?

Tem crescido o número de plágios por aí. É perceptível. Denúncias e notícias sobre esse tipo de apropriação tem circulado com uma velocidade e num volume maiores que anos atrás. O primeiro catalisador que nos vem à mente é a internet, que possibilita o já consagrado Control C-Control V com uma facilidade antes não encontrada. Mas se a web permite copiar e colar também permite identificar fraudes, cópias e outras violações do tipo.

Não se trata, portanto, de demonizar a internet, nem de confinar pessoas e obras. O advento de uma rede que permita fácil compartilhamento de arquivos de todos os tipos tem ajudado a desenvolvermos novos regimes de autoria. Não só a autoria coletiva e cúmplice (wiki!), mas o remix, o bricolage, a própria discussão acerca do que é obra, do que é autoria e dos limites do seu e do nosso. Isso tem forçado a juristas e a legisladores que revisem os marcos que regulam os direitos autorais. Isso tem causado confusões nas escolas, nas universidades, na mídia e na própria indústria cultural.

A autoria é um conceito relativamente recente, data lá do século XIII, mas só se consolidou mesmo no final de 1700. De lá pra cá, transportamos para o plano das ideias e das imaterialidades o regime de propriedade e paternidade que mantemos no mundo material. Posse, propriedade, detenção de direitos, possibilidade de queixa e disputa de territórios. O fato é que estamos vivendo um instante de instabilidade crescente nesse terreno. De novas demarcações de limites. Com isso, acontece de tudo. Na academia, professor plagia o colega; na escola, aluno copia o trabalho do coleguinha que mal conhece e que encontrou disponível na internet; na mídia, tem o jornalista que se apropria de trechos de textos de seus concorrentes, sem dar o devido crédito, e por aí vai… a lista é longa, cada vez mais diversificada.

Outro dia, Ramón Salaverría se queixava de ter sido plagiado por El Mundo . Nos Estados Unidos, um jornalista do New York Times foi demitido pela mesma prática. Na mesma semana, no Poynter, Kelly McBride escreveu sobre porque o plágio ainda rola tão solto por aí.

Não nos enganemos: há uma zona de atrito, uma disputa permanente quando o assunto é propriedade intelectual, ideias, conceitos. Os norte-americanos são tão preocupados com o assunto que criaram até mesmo um Centro de Integridade Acadêmica. Nas bandas de cá, o assunto ainda é tratado nas hostes de crime intelectual e de uma maneira dispersa, desorganizada e titubeante. Sei que, em muitas situações, é difícil caracterizar o plágio, identificar os infratores e puni-los. Mesmo tendo uma lei de direitos autorais e menção explícita no Código Penal .

De qualquer maneira, ainda é necessário reafirmar que plágio é um crime e que é uma prática antiética. Plágio não é um crime sem querer, mas um ato deliberado de quem acredita que não será pego e punido. Não se surrupia uma música ou um texto de alguém, apagando-se a assinatura de seus autores e registrando como de sua lavra sem querer, sem intenção. O plágio é um crime intencional, doloso, portanto. É uma atitude antiética porque desrespeita o direito de paternidade de alguém, porque atenta contra o direito moral de alguém de reivindicar sua autoria sobre algo. É uma conduta que menospreza as demais pessoas, acreditando que a verdade não virá à tona e que todos serão permanentemente enganados.

É preciso sim delatar os plágios, deplorar essas práticas, identificar os infratores e buscar suas punições. No jornalismo, na escola, na academia, no mundo das artes, em todas as esferas onde a originalidade, a primazia, a inovação e o senso criativo são realmente relevantes e definidores. O plágio precisa ser combatido e execrado. Ao menos até definirmos novas noções de autoria e de proteção de direitos aos que criam, aos que recriam e disseminam conteúdos que julgamos relevantes…

3 ideias dispersas sobre pesquisas em blogs

Daqui a pouco participo de uma mesa que debate Cibercultura e as pesquisas sobre blogs e conversações, ao lado de Sandra Montardo, André Lemos, Henrique Antoun e com moderação do Sérgio Amadeu.

Minha curta fala vai se apoiar em três ideiazinhas sobre as pesquisas que se vem fazendo sobre blogs. Claro que os poucos minutos que terei não vão me permitir fazer um panorama da coisa, mas não é o que quero fazer, e sei que tem gente em melhores condições disso. Vou centrar meu foco nas pesquisas que se faz na área da Comunicação e mais detidamente no Jornalismo.

Primeira ideia: ao contrário do que se pensa no campo da Comunicação, a maior parte das pesquisas acadêmicas sobre blogs ou tendo blogs como suporte de visibilidade de fenômenos NÃO É FEITA NA COMUNICAÇÃO. Uma rápida pesquisa no Portal de Teses da Capes mostra que saem mais mestrados e doutorados em Linguística/Letras/Literatura sobre o tema do que em qualquer outro lugar. Essa diversidade abre portas para uma série de outros insights.

Segunda ideia: as pesquisas dos últimos oito ou nove anos sobre blogs ajudou a academia a perceber as crises contemporâneas no jornalismo. Se a queda maciça de tiragem nos jornais ainda não aportou no Brasil, o signo da crise só foi pairar sobre as cabeças dos pesquisadores da área graças à atenção que deram aos blogs como instrumentos de comunicação, difusores de informação e opinião. Os blogs, para os pesquisadores da Comunicação, deram o primeiro lampejo de uma crise existencial que se acomodou sobre as redações. Depois vieram as redes sociais, que só tornaram a situação mais aguda, o nervo mais exposto. Então, a pesquisa sobre blogs foi a ponta do iceberg de um novo continente que hoje se descortina na academia: a reflexão sobre o jornalismo, a sua natureza, as suas bases, e as mudanças que fazem tremer o seu chão. Não que isso não interessasse a pesquisadores antes, mas agora é bem evidente essa preocupação.

Terceira ideia: cada vez mais me convenço de que não estaremos pesquisando blogs daqui a dez anos. Não com o mesmo vigor. Não com o mesmo ímpeto. E talvez com um objeto de pesquisa totalmente reconfigurado. Quer dizer: acho que o blog é uma mídia de transição. Futurologia minha? Não, é apenas um palpite, uma pequena convicção.

Como disse, falarei desses três pontos daqui a pouquinho na Campus Party 2010. Se as ideias evoluírem e se assentarem, escrevo mais em seguida…

(Ficou curioso? Então, assista por aqui: http://tv.campus-party.org)

produção científica brasileira já é maior que a russa

Levantamento da Thomson Reuters mostra que a produção científica brasileira ultrapassou a da Rússia. Mais: o crescimento da ciência nacional caminha para superar também a da Índia, podendo assumir o segundo lugar entre os países emergentes em muito pouco tempo. O primeiro lugar é da… China! Naturalmente.

Os dados que apontam essa curva de crescimento estão baseados no comparativo de artigos publicados entre as principais revistas científicas internacionais entre 1990 e 2008. Se antes os cientistas brasileiros publicaram 3,6 mil artigos, agora a marca está além dos 30 mil. O país responde hoje por 2,6% da produção científica mundial e investe perto de 1% do seu PIB. Formou 10 mil novos doutores em 2008, crescimento de dez vezes em vinte anos.

Para se ter uma ideia do que acontece no mundo, os norte-americanos – líderes mundiais – publicam anualmente 332 mil artigos em revistas internacionalmente reconhecidas, o que significa 29% do bolo. É muito? Sim, mas já foi mais. Em 1990, respondiam por 38% da produção de ciência no planeta.

Tem gente comendo o bolo pelas beiradas e não é apenas o Brasil. A China hoje está com 9,9% do total e pode ultrapassar os Estados Unidos em 2020, aponta a Thomson Reuters.

(Mais dados na matéria que a BBC publicou)

saem os vencedores do pagf 2009

A Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) anunciou hoje os vencedores do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo. Nesta quarta edição, foram inscritos 36 trabalhos de 26 instituições em dez estados brasileiros, um recorde no evento.

Na Categoria Iniciação Científica, competiram catorze artigos e a vencedora foi Gabriela Zago, da Universidade Católica de Pelotas. Intitulado “Jornalismo em Microblogs: Um Estudo das Apropriações Jornalísticas do Twitter”, o trabalho foi orientado pela professora Raquel da Cunha Recuero. A comissão de avaliação na Categoria Iniciação Científica foi presidida por Márcia Franz Amaral (UFSM) e composta ainda por Iluska Coutinho (UFJF) e Walter Teixeira Jr. (Faculdade Cásper Líbero).

Dezesseis dissertações concorreram na Categoria Mestrado no PAGF 2009. “Bilac, sem poesia – crônicas de um jornalista da Belle Époque”, de Marta Eymael Garcia Scherer (UFSC), foi o trabalho vencedor. A dissertação foi orientada pelo professor Carlos Eduardo Capela, e avaliada por Kênia Maia (UFRN), Márcia Benetti (UFRGS) e Victor Gentilli (UFES), que presidiu os trabalhos da comissão.

Seis teses foram inscritas na Categoria Doutorado. Os professores Marcos Palacios (UFBA), José Salvador Faro ( Universidade Metodista e PUC-SP) e a presidenta Christa Berger (Unisinos) apontaram como vencedor o trabalho “Sistemas de produção de conteúdos no ciberjornalismo – A composição e a arquitetura da informação no desenvolvimento de produtos jornalísticos”, de Carla Andrea Schwingel, da UFBA. A tese foi orientada pelo professor Elias Machado Gonçalves.

A Diretoria e o Conselho Científicos da SBPJor indicaram ainda o PAGF2009 Categoria Sênior para o professor José Marques de Melo (Umesp) por sua relevante, diversificada e influente trajetória na pesquisa em jornalismo. Marques de Melo foi o primeiro doutor em Jornalismo no país. É autor de mais de trezentos artigos científicos, livros e capítulos de livros na área. Foi professor visitante e pesquisador em universidades nos Estados Unidos, México, Espanha, Argentina, Chile, Bolívia, Uruguai e Venezuela. Marques de Melo já formou mais de uma centena de pesquisadores acadêmicos nas áreas da Comunicação e Jornalismo. É presidente de honra da Intercom, Sócio nº 1 da SBPJor e atualmente dirige a Socicom, a Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação. O PAGF Categoria Sênior marca os cinquenta anos de carreira jornalística de Marques de Melo.

Os vencedores do PAGF 2009 receberão seus prêmios no dia 25 de novembro durante o 7º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, que acontece em São Paulo, na Escola de Comunicações e Artes (ECA/USP).

pesquisa científica cresce a passos largos, aponta censo do cnpq

O CNPq divulgou no último dia 12 os resultados mais expressivos do Censo de Grupos de Pesquisa, e os dados apontam para crescimento no número de doutores e coletivos científicos. A pesquisa levou em conta os grupos cadastrados na Plataforma Lattes, diretório criado em 1993.

Veja alguns números do censo 2008:

  • 422 insttiuições participaram da pesquisa
  • Estão registrados na plataforma 22797 grupos de pesquisa, reunindo mais de 104 mil pesquisadores
  • Mais de 63% são doutores. Eles são 66685 em todo o país.
  • Se comparado a 2002, os grupos de pesquisa cresceram em 50%, e o número de doutores em 94%
  • A região Norte foi a que mais cresceu no período: 176%
  • Foram contabilizadas mais de 86 mil linhas de pesquisa
  • Mulheres avançam. As pesquisadoras já são 49% do total.

Mais informações aqui.

em tempos de gripe a, como atua a mídia?

Vivemos dias complicados para os governos e as redações, né mesmo?

Imagine que diante da pandemia de gripe A, os administradores públicos precisam informar a população, convencer o cidadão comum a adotar procedimentos de segurança e ainda repassar novidades aos agentes de saúde, por exemplo. A imprensa, por sua vez, também tem um papel estratégico nesta situação: disseminar massivamente as informações que realmente interessam, atualizar o noticiário, acompanhar os movimentos dos governos para ver se as melhores políticas públicas de saúde estão sendo adotadas… E o enrosco é justamente este: Como informar sem alarmar? Como comunicar com fidelidade as circunstâncias que compõem a realidade sem causar histeria coletiva? Que cuidados se deve tomar nessas condições?

Não é fácil.

Por isso, já falei aqui de uma publicação da ANDI sobre Jornalismo Preventivo e Cobertura de Situações de Risco. Mas volto a falar da Agência de Notícias dos Direitos da Infância, uma das ONGs que mais se preocupa com o jornalismo voltado ao desenvolvimento e às políticas públicas sociais. Desta vez, lembro que a ANDI disponibilizou mais uma publicação, agora uma análise sobre como a mídia tratou a dengue e a febre amarela. O livro está em formato PDF, o arquivo tem 3,1 mega,  e é uma sequência de “Jornalismo Preventivo”…”. Baixe aqui.

um prêmio para a pesquisa em jornalismo

Estão abertas desde 1º de junho e vão até 10 de agosto as inscrições para a  quarta edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo. A premiação é voltada para trabalhos elaborados durante o ano de 2008 em três categorias: Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado. Uma quarta categoria (Sênior) é destinada a pesquisadores com reconhecida trajetória no campo do Jornalismo. Entre as novidades deste ano está a composição das comissões avaliadoras por três membros e a possibilidade de envio de trabalhos de iniciação científica em co-autoria.

O PAGF já é o mais reconhecido da pesquisa em jornalismo do país. Os resultados e vencedores devem ser anunciados em 6 de outubro, e os aclamados e seus orientadores receberã diplomas de mérito durante o 7º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, que acontece na USP em novembro.

O regulamento pode ser acessado aqui, e a ficha de inscrição aqui.

Todos os trabalhos devem ser enviados para o email premiosbpjor@yahoo.com.br

monitor de mídia: 5 livros de graça

O Monitor de Mídia está prestes a completar oito anos de observação dos meios de comunicação catarinenses. Está em produção a 150ª edição deste projeto que criei na Univali em 2001. Neste tempo todo, dezenas de alunos passaram por lá e trabalharam com um corpo dedicado de professores, gerando muito, mas muito conteúdo sobre a mídia catarinense. Praticamente, tudo o que se produziu está no site, mas pra facilitar, separei aqui cinco e-books organizados pela equipe.

Baixe! Leia! Compartilhe!

Diagnósticos da Imprensa: as 100 primeiras análises
411 páginas
Tamanho do arquivo: 1,6 Mega – Baixar já!

Ética e Mercado no jornalismo catarinense
152 páginas
Tamanho do arquivo: 4,46 Mega – Baixar já!

Jornalismo: a tela, a lousa e a quadra
128 páginas
Tamanho do arquivo: 2,2 Mega – Baixar já!

Jornalismo: Olhares de dentro e de fora
141 páginas
Tamanho do arquivo: 4,1 Mega – Baixar já!

Glossário de Termos Científicos
39 páginas
Tamanho do arquivo: 1,4 Mega – Baixar já!