empresas jornalísticas: ordem na casa

Reproduzo do site do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina:

Jornal terá que fazer esclarecimento sobre assédio,
assinar autoria de fotos e regularizar os sem registro

24/09 – Uma ação do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina junto ao Ministério Público do Trabalho resultou em ajustamento de conduta com nove itens, que o jornal Notícias do Dia de Florianópolis se compromete em cumprir, a partir de hoje, sob pena de pagamento de R$ 30 mil de multa por infração ou por trabalhador encontrado em situação irregular. As cláusulas que a empresa assumiu o cumprimento são:

1 – orientar os superiores hierárquicos para que deixem de maltratar ou humilhar os trabalhadores;

2 – abster-se de coagir e pressionar os empregados;

3 – promover esclarecimentos quanto ao tema assédio moral, com no mínimo duas palestras e distribuição de material escrito a cada trabalhador. As palestras devem ser realizadas em até 60 dias, assim como a entrega do material impresso;

4 – parar de descontar, dos trabalhadores, qualquer valor que não aqueles legais;

5 – creditar todas as fotos publicadas, inclusive as de arquivo, assim como cessar a comercialização de fotos sem a autorização do autor;

6 – remunerar em dobro o trabalho prestado aos domingos e feriados;

7 – manter registro fidedigno da jornada de trabalho;

8 – remunerar as horas extras com o adicional previsto na convenção coletiva;

9 – proceder, em no máximo 30 dias, o enquadramento dos repórteres-fotográficos e ilustrador que estão sem registro profissional, encaminhando os documentos necessários ao Sindicato dos Jornalistas.”

4 comentários em “empresas jornalísticas: ordem na casa

  1. Ah! se passassem um rodo com estes critérios aqui pelo interior… Mas periga de ficarmos sem notícia nenhuma, mesmo as mais incorretas, imprecisas, mal-apuradas, tendenciosas, sensacionalistas, inúteis e que tais, para não exagerar na dose.

    Falando nisso, houve falar que a RBS (o AN pelo menos, ouvi de gente de lá) vai esticar o horário de 5 para 7 horas, para não pagar mais extras, já que com a redução de pessoal todo mundo acaba trabalhando a mais. Alguém sabe se isso procede? Se houve algum tipo de acordo sindical?

    Além daquelas três horas em que se espera o governador para eventos, que já tem por destino a lástima do banco de horas, agora tem mais essa. O Google deveria inventar um robô-repórter que poderia ser baixado de graça no site deles, que acham?…

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