o jornalismo investigativo já era?

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The end of investigative era? é uma das chamadas de capa do mais recente número da British Journalism Review.

O sumário é o seguinte:

David Leigh – Time to climb out of the sewer

Ivor Gaber – The myth about Panorama

Roy Greenslade – People power

Joseph Harker – Ethnic balance: race against the tide

Chris Moss – Travel journalism: the road to nowhere

Bill Hagerty – Tony Hall: fighter pilot, enter stage left

Kevin Sutcliffe – Not guilty – but who?s to know?

Tom Whitwell – Rogue elephant: editing in cyberspace

Lauren Bravo – The devil wears Primark

John Knight – Last of the long goodbyes

E por aí vai… o melhor: no site da publicação é possível ler os textos na íntegra.

international symposiun on online journalism

Começa amanhã em Austin a 9ª edição do Simpósio Internacional sobre Jornalismo Online, uma promoção da Cátedra Knight de Jornalismo e da Cátedra Unesco de Comunicação da University of Texas, e que tem por trás o brasileiro Rosenthal Calmon Alves.

A programação vai até sábado, e resumidamente, envolve essas temáticas:

  • Newspapers in the Time of Cholera: A Healthy Prescription for an Ailing Industry
  • Hybrid Newsroom for the Digital Age: Journalists are reorganizing their routines, learning new skills and doing their best to work for multiplatform, multimedia operations. How are integrated newsrooms (i.e., print + digital) working so far?
  • Emerging Business Models: Traditional media are struggling to adapt their old business models to respond to the devastating effects of disruptive, digital technologies, while a new generation of media companies is creating fresh, innovative new models. Will those efforts result in profitable businesses that would finance journalism as it happened during the last century?
  • Communities: The old, passive audiences are increasingly becoming clusters of new, active communities that still read, listen and watch the media, but demand to be read, listened and watched. Engaging those communities has become high priority for the media, but are their efforts succeeding?
  • Multimedia and Interactivity: Faster Internet connections and cheaper network and storage space have paved the way to more video and audio and more database journalism projects on the Web. Are online journalists finally taking advantage of the multimedia and interactive capabilities of the Internet?
  • News Games: Video games have become serious games and started playing an increasingly important role in education and professional training. Can video games now become a more common tool to help journalists to tell the story?
  • All for One and One for All? A Spanish Experience of Research About Media Convergence
  • Managing the Production of Online Journalism
  • Social Networking and User-Generated Content
  • Citizen Producers, Bloggers and the Evolution of Journalism
  • Issues in Online Journalism Research

Como tenho que dar aula nesta sexta à noite e tenho compromissos familiares no sábado, vou acompanhar os debates e falações por quatro canais:

O site oficial do evento, aqui.

O blog do evento, que conta com nada mais, nada menos que 15 repórteres (!)

O blog e o Twitter do António Granado, que está lá e participa do simpósio.

Ah! Dá pra assistir por um canal de vídeo em tempo real também: aqui

Dois brasileiros estão entre os convidados das mesas, a professora Elisabeth Saad (USP) e o jornalista Fernando Rodrigues (Folha de S.Paulo).

anpedsul: divulgados aceitos

Saiu a lista com os trabalhos aprovados no 7º Seminário de Pesquisa em Educação na Região Sul (Anpedsul), que acontece em junho na Univali. Os aceitos podem ser consultados no site do evento, na seção Notícias da Anpedsul.

ensino de história: lançamento

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“Digressões sobre o Ensino de História”

Lançamento na próxima sexta-feira, 4, às 20h, na Casa Aberta.
(rua Lauro Müller, n 83, centro, Itajaí).

50 mil visitas!

Este blog rompeu a barreira das 50 mil visitas, fato que me surpreende e alegra.

Surpreende porque este Monitorando existe aqui no WordPress desde 20 de maio de 2007, há cerca de dez meses. Não pensei que alcançássemos essa marca em tão pouco tempo, dadas nossas condições:

  • Este é um blog de um único autor
  • Escrito em português, uma língua-gueto, repete Caetano Veloso
  • Um blog perdido entre os 113 milhões existentes no mundo
  • Um blog que trata de dois assuntos que às vezes se complementam, às vezes se sobrepõem, e nem sempre interessam à maioria das pessoas: comunicação e educação
  • Um blog despretensioso, que não oferece downloads de utilidades hightech, nem apela para as imagens de mulheres nuas, nem tão pouco embarca na onda da monetização. Isto é, não ganho um centavo por aqui: só faço amigos.

Então, surpreendem as 50 mil visitas assim.

Por outro lado, alegra porque é uma medida de que há gente na internet que quer fazer contatos, que quer refletir e construir conhecimento de forma coletiva. Por isso, minhas palavras são de agradecimento e satisfação pela sua visita e pelo retorno a este blog outras vezes.

A exemplo do fiz em outras ocasiões, devo satisfações a você, leitor.

  • Estou neste endereço há exatos 316 dias.
  • Alcançamos 10 mil visitas em 28/08/2007, 20 mil em 14/10/2007 e 30 mil  em 29/11/2007
  • Em 31/01/2008, registramos 40 mil visitas
  • Até agora, deixei aqui ..568.. mensagens (incluindo esta)
  • Neste mesmo período, o blog recebeu ..866.. comentários
  • O dia em que este blog mais recebeu leitores foi 08/01/2008, quando o serviço de estatísticas do WordPress registrou 1174 acessos (veja o porquê)
  • Os posts mais acessados neste blog são este e este aqui.

Para brindar a marca, adotamos um novo banner.
Agradeço mais uma vez
a sua visita, e espero contar com isso infinitas vezes.
Venha, entre e fique à vontade.

anpedsul divulga trabalhos aceitos na sexta

O Comitê Científico do 7º Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul (Anpedsul) anuncia na próxima sexta, dia 4 de abril, a lista dos trabalhos aceitos nos Eixos de Trabalho do evento. Os aprovados estarão na página da Anpedsul: www.univali.br/anpedsul  

A Organização lembra ainda àqueles que desejam participar da Anpedsul e que ainda não fizeram suas inscrições, que não deixem para a última hora. “Estamos muito próximo de chegar ao limite de inscrições que o sistema permite”, completa a professora Valéria da Silva Ferreira, coordenadora do PMAE e que lidera os preparativos para o evento. Com data marcada para junho – de 22 a 25 -, a Anpedsul é o maior seminário de pesquisa da área no sul do Brasil, e esta é a primeira vez que a Univali sedia o evento. Para se inscrever, acesse: http://fiaiweb03.univali.br/elis2/usuario/web/index.php/  

novo portal da univali

Não é mentira não. É amanhã mesmo, dia 1º de abril, que o Núcleo de Atualização de Sites (NAS) põe na rede a nova versão do Portal Univali. Em termos de layout, ele é menos modernoso que o atual, mas é mais ágil, tem mais funcionalidades e funciona que é uma beleza com os motores de busca do Google.

Para se ter uma idéia, cerca de 5 mil páginas estão penduradas no portal. Numa boa limpeza, 2 mil foram consideradas desatualizadas e abandonadas. Mesmo assim, é muita informação….

estratégia da universal começa a fracassar (2)

Como já escrevi há um mês, a avalanche de processos em tribunais de pequenas causas contra jornais brasileiros, orquestrada pela Igreja Universal do Reino de Deus, já dá claros sinais de que está fazendo água. 

A medida – negada de pé junto pela IURD – é intimidar jornalistas e meios que publicam matérias sobre o crescimento da igreja e as formas de acumulação de seu patrimônio.

Segundo o Portal Imprensa, a Folha de S.Paulo já derrotou ao menos vinte ações movidas por fiéis que se ofenderam com as reportagens de Elvirato Lobato sobre os negócios da igreja.

Aliás, a matéria de capa da Revista Imprensa deste mês trata justamente deste assunto.
A chamada: FÉ CEGA, FACA AMOLADA.

wiki e youtube: dicas para professores

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 Juha Suoranta e Tere Vadén assinam Wikiworld: policital economy of digital literacy, and the promise of participatory media. O livro – disponível aqui em PDF – foi recentemente editado pelo Paulo Freire Research Center, pelo Open Source Research Group, Hypermedialab, todos da Finlândia.

Com 215 páginas, em inglês, a obra reflete as modificações paradigmáticas que as novas tecnologias – e em especial as muitíssimas possibilidades colaborativas (wiki) – têm provocado nos meios educativos, e na sociedade em geral. São Seis capítulos:

  • A critical paradigm of education
  • Digital literacy and political economy
  • Radical monopolies: schools, computer softwares and social media
  • The world divided in two
  • Edutopias and the promise of active citizenship
  • From social media to socialist media

E se falamos em wiki, em web 2.0, não podemos deixar de mencionar o maior fenômeno em sites de vídeo da internet: o YouTube. Pois já postei aqui que existem diversas modalidades para diferentes públicos – do religioso ao pornográfico. Se você é professor e quer ter acesso a vídeos de aulas e apresentações didáticas, a opção é o TeacherTube.

O repositório funciona, mas ainda está pouco recheada de conteúdos. A imensa maioria deles em inglês. Mas vale uma navegada…

3ª ciranda de textos: é hoje

Tá acontecendo a terceira edição da ciranda de textos, um autêntico blog carnival brasileiro.

Acesse, mande seu texto, leia os dos colegas, opine e comente; compartilhe e dê links…

manual da mídia legal

Deu no Boletim Rio Mídia, que reproduzo: 

“A ONG Escola de Gente – Comunicação em Inclusão lançou, no dia 25 de março, durante a Semana Estadual de Juventude, o Manual da Mídia Legal 5 – Comunicadores pela Não-discriminação, no Palácio Guanabara, Rio de Janeiro.

A publicação é resultado do 5º Encontro da Mídia Legal, que atualizou estudantes dos cursos de Direito, Comunicação Social e Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), em setembro de 2007, para se tornarem Agentes da Inclusão e atuarem no combate a toda forma de discriminação.

O objetivo do Manual é refletir em todas as formas de discriminação: de raça (negros, índios) , gênero (mulheres /GLBTT),  contra pessoas com deficiência,  moradores de comunidades populares, etc.”

Para baixar o manual da mídia legal, clique aqui.

vão encolher mesmo a notícia

Deu no informativo eletrônico do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina: o Grupo RBS vai tornar o jornal A Notícia – que anexou em 2006 – em mais um tablóide.

Conforme o Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina havia adiantado no dia 17 de março, o jornal A Notícia terá novo projeto gráfico no próximo mês. A informação foi confirmada pelo editor-chefe do AN, Nilson Vargas, na quinta-feira (20), quando detalhou as mudanças para a redação. O formato será tablóide (27,5 por 37,5), com o primeiro caderno (de 36 páginas, no mínimo, mais três cadernos temáticos) sendo grampeado. Haverá duas rodagens: estadual, às 22h30; e outra, às 23h30, para Joinville. O conteúdo sofrerá mudanças gráficas e editoriais: textos mais focados na cidade e região; mais cores, fotos e infográficos nas páginas. Algumas equipes já estão definidas e os jornalistas serão remanejados de acordo com as formações dos grupos nas editorias. Informou-se ainda que haverá contratações de profissionais. A jornada de trabalho tenderá a ser menor, ficando a cargo dos editores apresentarem sugestões para atingir tal objetivo. A data de circulação da primeira edição é nove de abril. O an.com deve mudar de nome e também entra em operação com nova cara já na madrugada do mesmo dia. 

Com esse novo projeto, a empresa pretende aumentar a carteira de assinantes, de anunciantes institucionais e da venda avulsa. Também está previsto um maior faturamento para o ano de 2008. Indicadores mostram que o AN, apenas no primeiro trimestre, obterá excelente receita de publicidade, incrementada com a publicação de balanços patrimoniais das empresas. Até o dia 15, a empresa já havia atingido 85% da meta do mês

Vou provocar: A partir de 9 de abril, os três maiores jornais catarinenses serão do mesmo dono, terão o mesmo tamanho, redações trabalhando em paralelo e abocanhando a maioria do bolo publicitário. Dá pra entender o otimismo.

Pena que o leitor não ganha nada com isso!

chamadas de textos: educação a distância

A “Revista da ANPG: ciência, tecnologia e políticas educacionais” prorrogou até 10 de Maio o prazo para envio de artigos sobre Educação a Distância.

As normas para publicação podem ser encontradas em www.anpg.org.br/revista/normas.htm e qualquer dúvida pode ser dirimida através do e-mail revista@anpg.org.br .

mais um blog carnival

Flavia Garcia Reis, do Mil Idéias e Ideais de Todos, informa que depois de amanhã, dia 28, tem a 3ª edição do Ciranda de Textos, um blog carnival que terá como tema a interatividade.

Mais informações:
http://ideiasdetodos.blogspot.com/2008/03/3-ciranda-de-textos-ser-dia-28-de-maro.html

ética na web: chamada de textos

O International Journal of Internet Research Ethics está com chamadas abertas para colaborações.
O prazo para recebimento se esgota em 15 de abril.

Special Issue: Research Ethics, Policies, Law: International Perspectives
Call for Papers
This issue welcomes papers dealing with any aspect of international policy and internet research ethics. Specifically, we are interested in papers from researchers and scholars exploring data protection laws; policies and regulations; and ethical models of research protections. We seek practical, applied discussions – i.e., as informed by and focusing on one or more case studies or real-world examples – as well as theoretical papers. Suitable topics include: reviews of existing research protections laws and policies in specific countries or broader units of analysis such as Scandinavia, the European Union, Africa, South Asia, developing countries, and so forth; reviews of existing laws and policies vis-à-vis emerging technologies; cross-cultural analyses of research ethics and online research; specific analyses of related issues such as privacy, attribution, copyright, ownership, consent models; or discussions of online research in action, such as ethnographies, participant observations, research with/on minors, and discourse/content analyses.”

Mais informações: http://www.uwm.edu/Dept/SOIS/cipr/ijire/submit.html

confiança e credibilidade: questões

O sempre inquieto Rogério Kreidlow deixou comentário neste blog que me deixou fervilhante de idéias.

Tomo a liberdade de reproduzir o texto aqui na forma de um diálogo. Assim: as provocações dele me impelem a responder (ou a perguntar) mais sobre credibilidade e confiabilidade.

“Estou lendo o Confiança, credibilidade e reputação: no jornalismo e na blogosfera e uma coisa que me ocorreu agora: a credibilidade não passaria também por uma identificação pessoal, personalista, com quem transmite a notícia? Será que critérios de afinidade não podem, de alguma maneira, solapar uma pretensa objetividade?”

Sim, eu acho que a credibilidade passa por diversos estágios e afeta várias dimensões, que vão tanto de fatores externos quanto internos. Passa por autoria, por estilo, pela autoridade (ou legitimidade) de quem escreve ou narra. É curioso perceber, por exemplo, que autoria e autoridade têm o mesmo radical. E a credibilidade se dá numa medida em que se confia, se delega poderes, se confia atributos a alguém. Isto é, reconhece-se uma autoridade, uma legitimidade naquele que narra.

Sobre a objetividade, acho que outros fatores também contribuem para a sua corrosão e não diretamente a credibilidade. Mas é algo a se pensar…

“Penso nos seguintes casos: alguém que assiste determinado apresentador (não vou citar nomes, mas pode-se imaginar), mesmo que ele seja sensacionalista, seja “comprado”, etc., não lhe delega credibilidade pelo simples fato de gostar dele, de ter afinidade com ele? Digo porque se de repente aparece um apresentador desbocado, por exemplo, xingando deus, a política e o mundo, e vai haver ibope, vai haver audiência. Se essa pessoa for para um blog, principalmente se tiver saído de um meio televisivo, vai ter audiência também.”

Sim, pode vir a ter audiência sim. Há pesquisas nacionais e internacionais que mostram que personas mais conhecidas tendem a ter mais visibilidade ainda em blogs do que anônimos nas mesmas circunstâncias. Mas no seu exemplo, acho que incidem ainda outros aspectos, como o fator polêmica, o fator conservadorismo, etc…
“Será que o público busca só credibilidade ou busca o que lhe agrada, mesmo com credibilidade duvidosa? Se a segunda opção for verdadeira, como estabelever pesquisas de opinião que pretendam medir a credibilidade  ou tratar dela de maneira mais ampla (quando passa por critérios particulares e não universais)?”

Sinceramente, não acho que o público busque credibilidade. Penso que ele busque informações que possa confiar, que possa tomar como verdadeiras. Se nesta procura, passa-se a gostar do estilo de certo comunicador, a tendência é se convencer com mais facilidade. A identificação atuaria como um catalisador deste processo. O público, em minha hipótese, não se preocupa com credibilidade, mas com veracidade, com confiabilidade. Como se tivéssemos a seguinte operação: você busca informação verdadeira e se percebe em mim algo semelhante, passa a me ter como confiável e a me dar créditos por isso. Aliás, perceba como credibilidade e crédito têm parentescos. Quando acredito em alguém, dou créditos a ele, transfiro reputação, reforço suas credenciais de alguém confiável.

Sobre a sua segunda pergunta, eu precisaria pensar mais. (Mas outros leitores deste blog podem entrar na discussão. Socorram-nos!!!)

“Outro caso: colunistas esportivos. Busca-se o que dá a informação melhor, mesmo que mais seca, ou o que polemiza mais, mesmo que exagere? Tem gente para os dois casos, é claro. Na política a coisa se complica mais: confio mais nesse jornalista porque simpatizo, também, com tal partido do qual ele fala bem, e por isso ele tem “mais credibilidade” para mim? Na religião nem se fala, estamos assistindo os (maus) exemplos.”

Acho que há público para todos os gostos e mau gostos. E a questão da credibilidade em si é mesmo muitíssimo complexa. Não é à toa que se pesquisa, se fala e se busca tanto isso. Qual um santo graal.

(Obrigado, Kreidlow, pela oportunidade do diálogo. Continuemos matutando e ruminando)

observatório: nova edição

Já está disponível a primeira edição do ano da revista Observatório, editada pelo Obercom, de Portugal.

O sumário é o seguinte:

  • Approaches to Cross-National Analysis: The EU Kids Online Project – Leslie HaddonYoung Italians’ Cross-media Cultures – Giovanna Mascheroni, Francesca Pasquali, Barbara Scifo, Anna Sfardini, Matteo Stefanelli, Nicoletta Vittadini
  • Making Sense of Broadband in Rural Alberta, Canada – Maria Bakardjieva
  • The Digital Review of Asia-Pacific (2003-2006) – Lelia Green
  • Application of an Integral Methodological Approach to Measuring the Dynamics of the Basic Digital Divide – Vesna Dolničar
  • Audiovisual Digitalization in Spain and Italy: from Neo-Television to Post-Television – Marta Roel
  • Springfield, Italia. Processi produttivi e variazioni di significato nell’adattamento di una serie televisiva statunitense – Luca Barra
  • Bandeira e Multidão, Dois Símbolos Nacionais – Eduardo Cintra Torres
  • TV e Internet nelle Diete di Consumo Mediatico: Analisi Comparativa dei Casi Italiano e Portoghese – Angela Castellano
  • Os Grandes Grupos Familiares de Comunicación Cambian de Paso – Francisco Campos
  • Jornalismo Digital em Ambientes Dinâmicos. Propriedades, Rupturas e Potencialidades do Modelo JDBD – Suzana Oliveira Barbosa
  • Desconstruindo “Propriedade Intelectual” – Jorge Machado
  • Proyección Internacional de las Marcas Universitarias Españolas a través de la World Wide Web – Ana Castillo, Javier Trabadela
  • Women Stereotypes Portrayed in Print Ads by Luxury Fashion Brands. A Content Analysis, 2002-2005 – Paloma Díaz Soloaga, Carlos Muñiz Muriel
  • Reflexões para uma Epistemologia da Comunicação Digital – Elizabeth Saad Corrêa
  • Criticismo Ludológico: Simulação Ergódica (Jogabilidade) vs Ficção Narrativa – Luís Filipe B. Teixeira

políticos avançam na mídia

271. Este é o número de políticos brasileiros que são sócios, proprietários ou diretores de emissoras de rádio e TV, contrariando a lei. O assédio de políticos sobre a mídia é muito maior, se fôssemos considerar ainda os meios impressos…

O levantamento é recente, e foi feito pelo Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom).

A maioria deles é prefeito, seguidos dos deputados estaduais. DEM, PMDB e PSDB são os partidos com mais “donos da mídia”, o que é uma notícia desairosa: afinal, somadas, essas legendas detêm a grande maioria das cadeiras no Congresso, o que impossibilitaria – por exemplo – mudanças na legislação que contrariasse tais interesses.

Veja o estudo do Epcom em detalhes.

tics na escola: publicações da unesco

Já está disponível para baixar em formato PDF uma série de publicações da Unesco sobre TICS na escola.

Como anuncia o site oficial, “Tecnologia, informação e inclusão é uma série de folhetos destinada a jornalistas atuantes na mídia comunitária, estudantes e ao público em geral. Seu objetivo é estimular a disseminação de informação e o debate sobre a contribuição das novas tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento social no Brasil. A série é composta por vários volumes temáticos apresentados em folhetos que tratam de aspectos específicos de cada tema”.

O site oferece links para baixar os 15 arquivos, divididos em quatro volumes. No total, 60 páginas.

volume 1: Acesso às novas tecnologias:

  • n. 1: Brasil no rumo da inclusão (PDF – 4 p.)
  • n. 2: o papel das ongs (PDF – 4 p.)
  • n. 3: o papel do governo (PDF – 4 p.)
  • n. 4: telecentros no país (PDF – 4 p.)

volume 2: Informação para todos:

  • n. 1: acesso do portador de necessidade especial (PDF – 4 p.)
  • n. 2: telecentros acessíveis (PDF – 4 p.)
  • n. 3: acesso muda a vida das pessoas (PDF – 4 p.)

volume  3: Computador na escola:

  • n. 1: a dura realidade nas escolas (PDF – 4 p.)
  • n. 2: o futuro anunciado (PDF – 4 p.)
  • n. 3: tecnologia e aprendizagem (PDF – 4 p.)

volume  4: Juventude e Internet:

  • n. 1: sonho de jovem inclui emprego e um computador (PDF – 4 p.)
  • n. 2: do maracatu atômico ao hip-hop digital (PDF – 4 p.)
  • n. 3: indígenas recriam a própria imagem em vídeo (PDF – 4 p.)
  • n. 4: o caso de três jovens brasilienses (PDF – 4 p.)
  • n. 5: ameaças na rede (PDF – 4 p.)

desplugaram paulo henrique

A notícia não é nova. É de quatro dias atrás. O IG tirou o blog de Paulo Henrique Amorim do ar, sem avisar o leitor, sem comunicar ao autor. André Deak faz um apanhado da história, com base no Renato Rovai.

Não é a primeira vez que isso acontece: desplugarem jornalista. Nem ao menos com Paulo Henrique, que já foi escanteado pelo UOL uma vez. Assim como o próprio Observatório da Imprensa, de Alberto Dines, Luiz Egypto e tantos mais.

Outros exemplos poderiam vir à tona para mostrar que jornalistas e seus comentários podem se tornar muito incômodos (e até insuportáveis) em blogs que alcançam altos contingentes de leitores e constrangem empresas e governos. Essa zona de tensão faz parte do próprio DNA do jornalismo, qualquer que seja a sua plataforma de difusão.

Paulo Henrique, no caso mais recente, menciona algo, meio em tom de resignação, meio na forma de desdenho: grandes blogs, blogs influentes no terreno da política não se penduram em portais. Era o caso dele. É o caso de outros, como o do Fernando Rodrigues, do Jozias de Souza, de William Waack para citar só alguns dos mais proeminentes. Na verdade, na verdade, não são blogs, conforme já bem diferenciou Marcos Palacios: são colunas eletrônicas, que se limitam a oferecer links apenas para sites e blogs do mesmo portal, que reforçam uma chamada “endogenia explícita” em detrimento da heterogeneidade inerente à web.

Ricardo Noblat fez o caminho contrário. Iniciou independente, depois foi para Estadão, Globo…

O caso Paulo Henrique não será o último capítulo tenso entre formadores de opinião e grandes portais com grandes interesses. Talvez o episódio até recheie a seção que cabe ao Brasil por violações a direitos de expressão no relatório anual dos Repórteres Sem Fronteiras. Talvez Paulo Henrique seja nominado como um ciberdissidente por lá… O fato é que – ao menos para mim – este caso nos lembra em alto e bom som a dinâmica tensa, delicada, perigosa e às vezes insustentável que o jornalismo tem com os poderes financeiro e político.

mídia e educação: palestra

O grupo de pesquisa Monitor de Mídia, o Programa de Mestrado Acadêmico em Educação da Univali e a Pró-Reitoria de Pesquisa, Extensão e Cultura convidam para a palestra da professora doutora Alexandra Bujokas. A jornalista vem conversar com os professores dos cursos de Comunicação Social sobre Mídia-Educação e sobre leitura e escrita com o uso de mídias digitais.
O encontro será na próxima quarta-feira, dia 26 de março, às 19h30min, na sala 204 do bloco 10. Neste período, os alunos estarão liberados das aulas da noite pois têm Fórum do Caicom agendado.

 
Quem é
Alexandra Bujokas?
Jornalista, doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), pesquisadora de pós-doutorado em Media Studies na Open University, Inglaterra (2006/2007), e professora do curso de jornalismo da Universidade do Sagrado Coração (USC, Bauru, SP). É colaboradora do Análise de Mídia , observatório de imprensa regional mantido pela USC, líder do grupo de pesquisa “Mídia, educação e democracia” e desenvolve pesquisas sobre leitura e escrita usando mídias digitais. Mantém o blog Midialab , especializado em conceitos de Mídia e Educação.

pós em mídia e cultura na era digital

O Curso de Jornalismo da Univali está com inscrições abertas até 31 de março para a especialização “Mídia e Cultura na Era Digital”. Em nível de pós-graduação, o curso é voltado ao mercado de trabalho e dirigido aos profissionais das áreas de Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas) e da Educação e Cultura. Seu objetivo é aprofundar e analisar os fenômenos comunicacionais contemporâneos.

 

A pós-graduação é composta das seguintes disciplinas:

  • Jornalismo e Ética no século XXI
  • Mídia Digital
  • Linguagens Midiáticas
  • Mídia Regional
  • Mídia e Poder
  • Métodos de Pesquisa em Comunicação
  • Mídia e Educação
  • Mídia e Violência
  • Mídia e Cultura

O curso não exige a elaboração de uma monografia. Somente quem optar pela formação para o Magistério Superior terá que fazê-la. O investimento é de R$ 319,00 na inscrição e mais 16 parcelas de R$ 319,00. São 35 vagas e os ex-alunos da Univali têm 15% de desconto nas mensalidades. As inscrições podem ser feitas na Gerência de Pós-Graduação da Univali, na Rua Uruguai, 458 – centro, em Itajaí/SC. Outras informações podem ser obtidas através dos telefones 47-3341-7534 ou com o prof. Carlos Golembiewski, cel. 47-84210834.

Mais informações aqui.

pesquisadores em cibercultura

Eugenio Trivinho disparou emails à comunidade dos pesquisadores em comunicação esta semana dando conta de que foram concluídos os trâmites burocráticos para a criação formal da ABCiber, a Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura.

De acordo com Trivinho, a entidade foi se desenhando ao longo de três eventos: no 1º Simpósio Nacional de Pesquisadores em Comunicação e Cibercultura (setembro de 2006), na Conferência Pró-ABCiber (março de 2007) e na 1ª reunião do Conselho Deliberativo da associação (novembro de 2007).

Trivinho, que preside a ABCiber, informa ainda que a diretoria tem mandato de dois anos (2007-2009), e conta com onze membros mais 21 do Conselho Científico Deliberativo, todos nomes de peso da pesquisa do gênero no país.

simpósio internacional sobre wikis

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W i k i S y m    2 0 0 8

The International Symposium on Wikis
Wiki Research and Practice in One Event!

http://www.wikisym.org/ws2008  

September 8-10, 2008, Porto, Portugal

análise do discurso e web

A dica vem da Lilian Starobinas:

Estudos Pós-Graduados em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL) da PUC/SP e Pós-Graduação em Letras – CCL da Universidade Presbiteriana Mackenzie convidam para palestra de Dominique Maingueneau, professor na Universidade Paris XII. O tema é “A Análise do Discurso posta à prova pela internet: o caso dos sites de relacionamento

26 de março de 2008, às 9 horas no Auditório 333

3o. andar – Prédio Novo da PUC/SP

uma revista de ética!

Esbarrei hoje na sala dos professores com um exemplar de Ética & Meios, revista editada pelo Espaço Ética.

A publicação está no seu primeiro número, que data de fevereiro de 2008, tem 24 páginas em papel couché, e se destina a pensar a mídia, assuntos que estão fora dela e ética em geral. Com o slogan “Por uma crítica construtiva da mídia”, a revista tem como publisher o professor Clóvis de Barros Filho, bastante conhecido nos meios acadêmicos por seus textos e pesquisas acerca do assunto Ética da Comunicação.

O lançamento – discretíssimo, diga-se de passagem – não chegou a essas bandas do sul, mas a iniciativa merece elogios. Afinal, alguém já ouviu falar de uma revista sobre ética no Brasil? Alguém aí já viu alguma publicação impressa sobre crítica de mídia circulando? Pois é…

Nesta edição, um perfil de Mario Vitor Santos (ex-ombudsman da Folha e atual do IG), uma pensata sobre a ética das coligações partidárias, uma reportagem sobre corrupção e outros textos.

A revista é agradável e importante, mas tem um porém: faltou ao leitor um expediente com dados de como assinar, como mandar sugestões e críticas…

journalism studies: novo número disponível

Já pode ser consultados os abstracts do volume 9, nº 2, da Journalism Studies. O tema dessa edição é Jornalismo e Linguagem, e para acessá-la, clique aqui.

O sumário é o que segue:

  • LANGUAGE AND JOURNALISM, An expanding research agenda, 152 – 160, Author: John E. Richardson
  • MEDIA(TED) DISCOURSE AND SOCIETY, Rethinking the framework of Critical Discourse Analysis, 161 – 177, Author: Anabela Carvalho
    “UPSCALE” NEWS AUDIENCES AND THE TRANSFORMATION OF LABOUR NEWS, 178 – 194, Author: Christopher R. Martin
  • LANGUAGE DEVELOPMENT, KNOWLEDGE AND USE AMONG JOURNALISTS OF EUROPEAN MINORITY LANGUAGE MEDIA, 195 – 211, Authors: Iñaki Zabaleta;  Nicolás Xamardo;  Arantza Gutierrez;  Santi Urrutia; Itxaso Fernandez
  • “OBJECTIVITY” AND “HARD NEWS” REPORTING ACROSS CULTURES, Comparing the news report in English, French, Japanese and Indonesian journalism, 212 – 228, Authors: Elizabeth A. Thomson;  Peter R. R. White; Philip Kitley
  • UNNAMED SOURCES AS RHETORICAL CONSTRUCTS IN NEWS AGENCY REPORTS, 229 – 243, Author: Maija Stenvall
  • BRANDING NEWSPAPERS, Visual texts as social practice, 244 – 259, Authors: David Machin; Sarah Niblock
  • THE DISCOURSE OF THE BROADCAST NEWS INTERVIEW A typology, 260 – 277, Author: Martin Montgomery
  • THE BBC’S DISCURSIVE STRATEGY AND PRACTICES VIS-À-VIS THE PALESTINIAN-ISRAELI CONFLICT, 278 – 294, Author: Leon Barkho

blogs corporativos e rrpp: evento

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mídia, religião e cultura: evento

6ª Conferência sobre Mídia, Religião e Cultura
Diálogos na Diversidade
11-14 agosto de 2008
Universidade Metodista de São Paulo, Brasil

A 6ª Conferência Mídia, Religião e Cultura tem como objetivo a
formação para a interface com os temas da religião e cultura
relacionados à mídia, trazendo contribuições científicas
e profissionais para o enfrentamento e superação de
questões globais.

Inscrições até 31 de março.

Mais informações no site do evento