abertas vagas para mestrado e doutorado

De hoje, 14, até o próximo dia 25 de abril estão abertas as inscrições para vagas no processo seletivo do Mestrado e do novíssimo Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (POSJOR/UFSC)

Para o primeiro, são 20 vagas. Para o segundo, cinco.

Se você tem interesse, leia o edital e corra atrás!

marco civil corre risco; ainda!

A novela não terminou.

Embora tenha sido aprovado na Câmara Federal o projeto de lei que significa uma espécie de constituição da internet no Brasil, a regra ainda não virou lei. No Senado, o projeto emperrou novamente. Mais uma vez, o PMDB trava a roda da história! (sim, você já leu algo parecido)

O relator da matéria na câmara alta, o senador Luiz Henrique (PMDB-SC), está fazendo doce. “Não creio que a melhor alternativa seja essa urgência urgentíssima que querem nos impor para aprovar este projeto. Acho que o Senado tem todo direito de analisar detalhadamente o projeto para que ele, que já é bom, receba aprimoramento. Da minha parte, vou devagar com o andor, que o santo é de barro”, disse hoje aos repórteres do UOL. Segundo o relator da matéria, o Senado precisa ter tempo para analisar o assunto. Tempo?! Claro, afinal, tudo foi corrido até agora…

> O projeto de lei está tramitando há dois anos!

> O projeto passou por todas as comissões técnicas esperadas!

> A Câmara Federal abriu – pelo seu sistema eletrônico – uma consulta pública que permitiu que qualquer cidadão brasileiro sugerisse ou comentasse o projeto!

> Um relator se cercou de um punhado de experts na área para sistematizar as sugestões de forma a dar nova redação ao projeto!

> O plenário da Câmara adiou por oito (OI-TO!) vezes a votação, já que havia tensão entre deputados, empresas de telefonia e de informática, lobbies diversos e chantagem dos partidos aliados para aprovar o texto!

> Enquanto isso, vieram à tona informações de que a NSA (e vai saber mais quem?!) andou espionando a Petrobras, a presidente da República, ministros, tudo pela internet…!

> Dezenas de emendas foram propostas, e o relator costurou muitas delas no texto final do projeto. Negociações diversas aconteceram. O governo cedeu. As telecoms perderam em outros trechos, enfim, a Câmara aprovou o projeto em votação simbólica!

Pelo rito, a matéria seguiu para o Senado, e agora – mais uma vez! – o PMDB senta em cima do projeto. A presidente tem pressa. Vai ser a anfitriã do mais importante evento global que discute governança na internet – a NetMundial – e quer sinalizar ao mundo que o país pode sair na frente com uma regulamentação no setor que privilegie a privacidade, a neutralidade na rede e os direitos autorais. O evento acontece em São Paulo daqui a 13 dias… Para que os planos de Dilma dessem certo, em menos de duas semanas, o Senado deveria relatar e aprovar o projeto, sem mudanças. Se houver mudanças, a matéria voltaria para a Câmara, e aí, a presidente perderia essa vitrine global…

Para além da exibição pública, o que está em jogo é um marco regulatório para usuários, empresas e diversos grupos interessados, inclusive o Estado. Direitos precisam ser mantidos. Deveres devem ser imputados aos operadores do sistema. Responsabilidades precisam ser compartilhadas. A história reserva momentos importantes em que alguns valores devem prevalecer, acima das vaidades pessoais, das ambições políticas, das sacanagens partidárias, dos achaques.

O senador Luiz Henrique pretende ficar conhecido nacionalmente como aquele que enterrou o Marco Civil da Internet? O PMDB quer pagar a fatura de partido chantagista e que se equilibra em manobras regimentais para aumentar seu valor na república? O governo Dilma não vai se mexer? Os internautas vão assistir a tudo passivamente? A conferir…

ATUALIZAÇÃO de 14/abril/2014, às 16h40:  O jornalista Upiara Boschi informa no blog de Moacir Pereira que o senador Luiz Henrique agendou audiência públicas para discutir o tema. Veja aqui.

erros e mais erros…

Os erros jornalísticos têm sido um assunto recorrente em minhas pesquisas. Em 2005, junto com um inquieto aluno de graduação, abordei o erro como um problema que afetava a qualidade no produto jornalístico. Nós nos debruçamos sobre três diários locais e observamos como eles lidavam com as próprias falhas, se as reconheciam, se as explicitavam, se as corrigiam…

Tempos depois, o assunto voltou à carga, e uma rigorosa e atenta aluna de mestrado me procurou para levarmos adiante um outro estudo, mais focado nas versões online de importantes jornais brasileiros. Esta mestranda não só fez um intenso monitoramento de como as empresas jornalísticas erram, como propôs uma tipologia de erros e as bases para uma política de gestão de identificação de erros e qualidade editorial. O resultado é a dissertação “Parâmetros éticos para uma política de correção de erros no jornalismo online”, que Lívia de Souza Vieira defende publicamente na próxima sexta-feira, 11 de abril, no Programa de Pós-Graduação em Jornalismo (POSJOR/UFSC).

Um segundo orientando também se envolveu com esse assunto e está lustrando seu projeto de dissertação, para ser defendida em 2015. Enquanto isso, ele mergulha no tema, lendo, discutindo e escrevendo sobre erros jornalísticos. Na segunda-feira passada – ontem! -, ele assinou um artigo na seção Comentário da Semana do site Observatório da Ética Jornalística (objETHOS). Sob o título “O alargamento do espaço de reverberação e suas consequências, o caso Ipea”, o artigo de Thiago Amorim Caminada merece leitura, e comentários… Como se pode perceber, o autor tratou da derrapada de um dos institutos de pesquisa mais influentes do país e de como a mídia embarcou nessa história.

Como se pode perceber rapidamente, os erros jornalísticos são assuntos palpitantes, instigantes e muito férteis para debates profissionais e acadêmicos. Se o leitor se resigna e acredita que isso é mais que natural e que errar é humano, sugiro que olhe ao redor e perceba que o equívoco não é só das órbitas humanas. Robôs também erram, e robôs jornalísticos o fazem sem qualquer dor na consciência. Nicholas Diakopoulos mostra isso em seu artigo “Bots on the Beat”, publicado no Slate, com uma versão brasileira assinada por Fernanda Lizardo e Leticia Nunes, no Observatório da Imprensa.

Essa coisa de robôs fazendo notícias malucas me lembrou uma história recente. Em 2008, tropas russas invadiram a Geórgia, em mais um daqueles embates separatistas da região que já foi uma união de repúblicas soviéticas.  Acontece que os robôs do GoogleNews “montaram” relatos da ação e ilustraram as matérias com um mapa do estado norte-americano da Geórgia e não o país vizinho russo… Os mais afobados ficaram muito preocupados: os russos estão atacando os Estados Unidos… pura barbeiragem dos robôs!

 

seminário de inverno no paraná

Reproduzindo…

Seminário de Inverno divulga chamada de trabalho para 2014inscrições (gratuitas) ao evento, que acontece entre 2 e 6 de junho na UEPG, podem ser feitas até dia 30 de abril O XVII Seminário de Inverno de Estudos em Comunicação está confirmado para a primeira semana de Junho 2014: entre os dias 2 e 6, das 19 às 22 horas. O envio de textos deve ser feito diretamente no site do evento (http://jornalismouepg.net.br/seminariodeinverno/).

O evento reúne estudantes (de graduação e/ou pós-graduação), profissionais e docentes dos cursos da UEPG e demais IES/PR. Para apresentar trabalho, os autores devem ser graduados ou estudantes-pesquisadores que realizam estudos em projetos ou ações sob responsabilidade/orientação de professores universitários. Cada autor/orientador pode inscrever (como autor ou co-autor) até dois trabalhos no evento. Os textos devem ser inéditos (em apresentação e publicação). Só recebem certificados o autor ou co-autor que efetivamente realizar a apresentação no dia previsto. Cada trabalho terá um tempo de 15 minutos para apresentação e, ao final da sessão, acontece o debate entre os autores e demais participantes do evento.Os trabalhos devem apresentar a seguinte formatação: título (até duas linhas, incluindo linha de apoio/complementar), resumo (de 7 a 10 linhas), três palavras-chave, identificação autoral de até duas linhas cada, texto completo, em times New Roman, corpo 12, espaço 1,5, e as indicações bibliográficas conforme as normas da ABNT, com tamanho total entre 10 e 15 páginas. Cada trabalho pode ter no máximo um autor e dois co-autores.

Os trabalhos selecionados e efetivamente apresentados serão publicados nos Anais do XVII Seminário de Inverno de Estudos em Comunicação (edição 2014), em versão digital com registro ISBN. Para isso, o(a) autor(a) deve enviar versão completa, até 30 de abril, atendendo às orientações editoriais da organização.O Evento é organizado pelo Programa de Mestrado em Jornalismo e Curso de Jornalismo da UEPG, com apoio do Centro Acadêmico João do Rio, Fundação Araucária (Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná), Programa de Extensão Agência de Jornalismo UEPG e Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da UEPG.

As inscrições para envio de trabalhos vão até 30 de abril e os autores que tiverem trabalhos aprovados recebem aceite no dia 15 de maio. A palestra de abertura, na noite de 2 de junho, será feita pelo pós-doutorando (junto ao PPGJor UEPG pelo PNPD/Capes) Boanerges Lopes Filho. E a palestra de encerramento será realizada pela Drª Tattiana Teixeira, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), membro do quadro docente do Mestrado em Jornalismo UEPG. O tema da edição 2014 foca “o Jornalismo entre a crise de modelos e a legitimidade profissional”.

Informações:http://jornalismouepg.net.br/seminariodeinverno/

aprovaram o marco civil da internet!

Close-up-of-explosion-of-champagne-bottle-cork2Depois de dois anos de discussão, de quase de uma dezena de adiamentos de votação pelos parlamentares, de denúncias de espionagem internacional de governos e empresas, de chantagem do PMDB e de trancamento da pauta, o Congresso Nacional fi-nal-men-te aprovou o texto do Marco Civil da Internet, um documento histórico para as relações de usuários, organizações e infra-estrutura tecnológica.

O texto agora vai para o Senado e, se não sofrer modificações, segue para a sanção presidencial. Depois, vira lei com a publicação no Diário Oficial da União.

Se tudo correr como o esperado, Dilma Rousseff terá nas mãos um belo trunfo para apresentar na Conferência Global sobre Governança da Internet, que o Brasil sedia em abril.

Detalhe da aprovação do Marco Civil: a votação foi simbólica e apenas o PPS não quis votar o texto. Arranjou uma desculpa qualquer para não ter que votar com o governo, a quem não se cansa de espancar verbalmente.

Vou te contar, viu!…

o golpe de 64 e a folha

Screenshot 2014-03-23 12.00.59A Folha de S. Paulo publicou em sua versão online uma extensa reportagem multimídia sobre os 50 anos do Golpe Militar de 1964. O trabalho é exaustivo, aprofundado, abrangente e fartamente ilustrado. Assinado por Ricardo Balthazar, Lucas Ferraz, Érica Fraga, Bernardo Mello Franco, Fabiano Maisonnave e Ricardo Mendonça,  “Tudo sobre a Ditadura Militar” é um bom documento, mas obviamente não traz TUDO, como indica o título. Claro que se trata de um rótulo típico do jornal que, de forma recorrente, exagera na sua auto-importância. Tudo bem, tudo bem…

O material merece e deve ser conferido.

Senti falta de três coisas:

1. Depoimentos do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, cujas trajetórias estão ligadas ao episódio.

2. Mais depoimentos de militares envolvidos. Alguém pode argumentar que muitos já morreram, e é verdade, mas outros tantos estão vivinhos da silva e precisavam ser ouvidos. Os depoimentos do tenente-coronel da reserva Lício Maciel, por exemplo, são contundentes na reportagem, mostrando o “outro lado”…

3. Uma explicação melhor sobre uma eventual participação da própria Folha de S.Paulo na sustentação e apoio às ações dos golpistas. Veja o trecho pinçado abaixo:

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Notem que o texto, em determinado momento, deixa de fazer uma narrativa do passado obscuro para fazer propaganda de um episódio mais interessante ou menos vergonhoso, como se o jornal quisesse justificar suas ações pretéritas. Curioso é notar que o sociólogo Marcelo Ridenti, na própria reportagem da Folha, explica que os participantes de esquerda e de direita usam as mesmas estratégias discursivas para legitimar suas ações, mistificando o passado…

Diante do trabalhão que tiveram os repórteres para fazer tal esforço de investigação jornalística, custa muito tentar trazer à tona as respostas às acusações de cessão de veículos do jornal aos agentes da repressão? É difícil tentar olhar para as próprias vísceras? Claro que sim.

Entretanto, seria um momento mais do que oportuno para esclarecer o leitor e a sociedade. Ora, se até as Organizações Globo admitiram ter sido um erro o apoio ao golpe

seminário brasil-argentina

1610001_10202753298770015_1285386788_nMais informações em http://bapijor.unrn.edu.ar

querem acabar com a sua internet

O Marco Civil da Internet é uma dessas novelas típicas do proselitismo e dos instintos mais baixos da política nacional. O projeto de lei pretende estabelecer regras gerais e essenciais para um setor muito pouco regulamentado no país. O documento foi amplamente discutido por meses e chegou a receber emendas e sugestões de cidadãos em consultas públicas. Teve um relator comprometido, paciente e incansável. Mas vem tropeçando desde 2012 nas pressões que as empresas de tecnologia e telefonia fazem sobre os parlamentares.

Isso se explica porque elas podem perder mercado ou mesmo poder de influência. Também se explica porque elas devem – caso o projeto seja aprovado conforme o texto original – ter obrigações adicionais com os dados dos usuários, por exemplo.

Para se ter uma ideia, o impasse é tão grande que a matéria teve sua votação adiada oito vezes.

Depois que vazaram as informações de que Dilma Rousseff fora espionada pela ANS, que seus ministros têm seus celulares monitorados pelo governo norte-americano e que eles vêm bisbilhotando a maior empresa do país – a Petrobras -, o governo rangeu os dentes. Colocou como uma prioridade aprovar o Marco Civil, como um sinal claro de que o Brasil se preocupa com direitos autorais, privacidade e neutralidade de rede, para citar aspectos mais evidentes do caso.

Dilma colocou sua tropa de choque para trabalhar, e o projeto foi colocado em regime de urgência para votação. Na prática, essa condição obriga o Congresso Nacional a analisar o projeto de lei, pois se não o fizer, não poderá votar outros da fila.

Não adiantou. Um deputado do PMDB – o maior partido aliado de Dilma no governo!!! – se amotinou e conseguiu atrair a atenção de outros parlamentares descontentes. A rebelião ganhou o nome de Blocão e, no momento, usa de chantagem para conseguir aprovar emendas parlamentares, indicação de cargos e outras migalhas. Como bem escreveu o jornalista e pesquisador Marcelo Träsel, a mesquinharia do PMDB pode derrubar a neutralidade da rede.

Vou além: se o governo ceder aos chantagistas e abrir as pernas para as grandes corporações da tecnologia e telefonia, vai acabar com a internet da forma que estamos acostumados. O que temos hoje é uma rede aberta, que não prioriza quem paga mais e que incentiva a criatividade. Tudo isso pode acabar de uma hora para outra. A culpa, você já sabe: vai ser do PMDB. Vai ser do governo. Vai ser dos demais aliados que votarem contra o projeto original. Vai ser dos demais parlamentares que sepultarem o Marco Civil.

Estamos numa encruzilhada sim: o Brasil pode se tornar um pioneiro importante na discussão dos direitos dos usuários na internet ou se juntar aos países que controlam conteúdos de email, que confiscam dados, que vasculham informações pessoais, que traficam conteúdos, que derrubam o sinal de internet, que intercepta comunicações…

Qual internet você quer? 

mestrado e doutorado em jornalismo

logo_posjorO Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC (POSJOR) lançou seu edital para o processo seletivo de Mestrado e Doutorado. 

As inscrições vão de 14 a 25 de abril de 2014. 

São oferecidas 20 vagas para o Mestrado e 5 para o Doutorado. 

O edital pode ser conferido aqui e mais informações sobre como elaborar e formatar o seu projeto de pesquisa estão aqui.

pesquisa em jornalismo investigativo

Se você se interessa pelo assunto, veja a oportunidade: a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo vai promover um seminário específico com pesquisadores.
Reproduzo a chamada:
O 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da ABRAJI, a ser realizado de 24 a 26 de julho de 2014 na cidade de São Paulo, incluirá em sua programação o I Seminário de Pesquisa em Jornalismo Investigativo.
Esta chamada de trabalhos pretende selecionar de 10 a 15 artigos inéditos para apresentação e discussão no seminário, tendo como foco os temas a seguir:
● A teoria e a prática do jornalismo investigativo no Brasil
 ● Aspectos jurídicos da investigação jornalística
● Lei de Acesso à Informação no Brasil e no mundo
 ● Jornalismo Guiado por Dados e Reportagem Assistida por Computador
 ● Pedagogia do jornalismo investigativo, RAC e Jornalismo Guiado por Dados
Os artigos submetidos para avaliação podem discutir quaisquer aspectos dos temas mencionados acima e não devem ter sido apresentados em eventos acadêmicos anteriores, nem veiculados em periódicos. Os trabalhos apresentados serão publicados em anais eletrônicos do seminário.
Instruções
 ● Enviar um artigo em português com até 40.000 caracteres com espaços (levar em conta notas de rodapé, bibliografia, títulos e outros elementos paratextuais na contagem) para o endereço cfp@abraji.org.br até 15 de abril de 2014.
 ● O artigo deve ser escrito a partir do modelo específico, disponível em formatos .DOCX e .ODT.
● Os artigos serão submetidos a avaliação cega por um comitê de pareceristas ad-hoc.
 ● O resultado da seleção será divulgado até o dia 15 de maio de 2014.
 ● Os autores selecionados deverão arcar com os custos da viagem e hospedagem. Não precisarão realizar o pagamento da inscrição no Congresso.
 ● A publicação dos artigos nos anais está condicionada à apresentação dos mesmos no seminário.

a vida digital em 2025

Quer saber como e onde estaremos daqui a dez anos?

O Pew Research Center conta.

Veja o relatório sobre esse exercício de previsão focado na realidade norte-americana.

Aqui

o objethos voltou

O projeto Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) está retornando do recesso de final de ano. Atualizado semanalmente com comentários, artigos e materiais didáticos, o site volta à carga com um artigo meu sobre a “Pesquisa Brasileira de Mídia”, elaborada pelo Ibope/Inteligência e encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. O estudo apresenta um detalhado retrato dos hábitos de consumo de mídia pela população nacional. Você pode ler meu artigo na íntegra aqui.

fernando, dulce e o infante

Fernando Pessoa, transbordante de uma nostalgia nunca vivida – porque não havia pisado o século 16 -, escreveu esse atroz poema. Dulce Pontes, transbordante de emoção, musicou os versos. A apresentação a seguir se deu em Istambul, que já foi Bizâncio e que já foi Constantinopla.
Senta e ouve. Pode chorar, se quiser.

7 dias com a mídia

Screenshot 2014-03-02 10.16.54Em Portugal, o Grupo de Trabalho Informal sobre Literacia para os Media (GILM) anuncia a iniciativa 7 Dias com os Media. O GILM reúne representantes do governo português, da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), Universidade do Minho, Unesco, RTP, entre outros parceiros, e sua função é contribuir para a difusão de ações de educação para a mídia.

7 Dias com os Media está programado para a semana de 3 a 9 de maio, e você pode conferir aqui o site do evento. Aliás, visite também o Portal da Literácia Mediática.

nsa para desavisados

Já que estamos sendo monitorados pela NSA, não custa nada saber um pouco mais sobre ela:

1. Claro que você já ouviu falar de CIA e FBI. A NSA pode ser uma novidade para muitos de nós, mas pasme: os EUA têm dezesseis (isso mesmo!), dezesseis agências de inteligência governamentais.

2. A NSA não é nova. Ela surgiu em 1952, o que significa dizer que a agência existe há mais de 60 anos…

3. O objetivo inicial da NSA era investigar fora dos EUA, filtrando informações de outros países que colocassem em risco a segurança norte-americana. As revelações de Edward Snowden mostraram que a agência também atuava internamente, bisbilhotando cidadãos estadunidenses.

4. Aliás, estima-se que 80% das comunicações que passem pelos EUA sejam filtradas pela NSA por meio de seus modernos recursos.

5. A NSA não trabalha sozinha. Ela conta com a colaboração – em diferentes graus de envolvimento e dedicação – de empresas de tecnologia e telecomunicações. Quem? Ora, Facebook, Google, Microsoft, Apple, Vodafone, Verizon, entre outras…

6. O Prism é apenas um dos softwares usados pela NSA para espionar pessoas, governos e empresas, Na verdade, ela dispõe de diversos sistemas para colher, filtrar, agregar e compreender dados.

7. A agência também tem altos investimentos e esforços para a quebra de criptografia, para o uso de alçapões em softwares, para a exploração de falhas deliberadas em máquinas e sistemas para extração de dados, e para a coleta de dados diretamente em cabos submarinos…

8. Na maioria das vezes, não importa muito o conteúdo das mensagens interceptadas, mas sim os dados de geolocalização. Com isso, a NSA consegue “ver” onde você está, por onde passa, com quem estabelece relações, etc…

9. Os dados não são tratados manualmente; há sistemas que comportam grandes quantidades de informação, que são sistematizados e convertidos em unidades compreensíveis.

10. Se você pensa que a NSA fica num sótão, num porão escondido, secreta, esqueça! Ela fica em imensos prédios, cercados por gigantescos estacionamentos. Confira aqui.

facebook, whatsapp e você com isso…

A semana passou e cansei de ver jornalistas na TV anunciarem com um indisfarçável sorriso a compra do WhatsApp pelo Facebook por US$ 16 bilhões. Fiquei intrigado: por que tanta alegria? Quem ganha com um negócio desses?

Os mais entusiastas dirão: os usuários porque agora o WhatsApp vai bombar. Besteira. Nada garante isso.

Pergunto de novo: quem ganha com isso? Só o Facebook. Tenta conter a já alardeada e preocupante sangria de usuários, dá um passo na direção dos mais jovens que uatsapam e concentra mais o mercado da internet.

A concentração de mercado só é uma boa jogada para os peixes grandes que devoram os pequenos. Só.

a mídia e o cuidado como obrigação

David Putnam teve uma longa carreira como produtor de filmes premiados. Depois, cansou, largou tudo e passou a atuar com educação e ativismo social. Chegou a ser o homem forte da Unicef no Reino Unido. No video abaixo – uma intervenção no mundialmente aclamado TED – , ele traz questões bastantes interessantes sobre a mídia. Afinal, ela não deveria ter a obrigação de ser mais cuidadosa?

Para ver e pensar.

os jornais mais belos do mundo

A Society For News Design (SND) apontou os cinco jornais mais bem desenhados do planeta.

Para os avaliadores, os critérios que permitiram apontar os diários mais agradáveis de se ler e ver foram: design que permanece ao longo do tempo, força, enfoque audaz, aparente hierarquia dos elementos gráficos, desenho funcional aos leitores, visuais instigantes, criatividade, consistência e coragem.

Quais são os melhores jornais nesses quesitos?

Confira!

cadê a privacidade que estava aqui?

Capa_PoliTICS_16_100x133Se você é daqueles que andam bem cabreiros quando navegam na internet, vale a pena estar muito informado sobre as principais discussões sobre privacidade e segurança de dados. Existe muita coisa por aí que merece ser conhecida e lida, e uma lista de leituras obrigatórias seria sempre muito limitada. Por isso, nem me arrisco a fazer, até porque por mais que estude o assunto, ainda tenho muito a aprender sobre a tal coisa…

De qualquer forma, me atrevo a indicar a leitura do mais recente número da revista poliTICs, editada pelo Nupef, que circula gratuitamente e pode ser lida tanto em papel quanto em PDF.  O número em questão traz três artigos muito importantes. O professor Pedro Antonio Dourado de Rezende, de Ciências da Computação da UnB, aponta caminhos para se entender melhor as denúncias de espionagem e vigilância global, hipertrofiadas com as ações de Edward Snowden. De quebra, faz um “afago” ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

O cultuado ativista Cory Doctorow chacoalha a cadeira para falar de marcos regulatórios para proteção de dados na União Europeia. Você não mora por lá? Não importa. Se algo de grave acontecer do outro lado do Atlântico, o que garante que as ondas não cheguem aqui?

E se você pensa que “privacidade” é apenas manterem seus dados guardadinhos quando você acessa algum site, abra a cabeça com o artigo de Koichi Kameda e Magaly Pazello, pesquisadores do Nupef, que abordam a segurança de dados sobre a saúde das pessoas num ambiente hiperconectado como o nosso.

E já que estamos falando nisso, por que não conferir Os arquivos de Snowden, o livro do jornalista Luke Harding, do The Guardian, sobre o delator dos megaesquemas de espionagem dos EUA? Lendo a trajetória do jovem analista de segurança terceirizado da NSA, dá pra ver como resta quase nada do que chamávamos de segurança na navegação e privacidade…

dingo!

Miles Davis, Michel Legrand e uma ilusão fílmica…

revista chama textos sobre ditadura

A revista Estudos em Jornalismo e Mídia anuncia a chamada de artigos para suas edições de 2014:

V. 11 nº 1 – janeiro a junho de 2014
Eixo Temático: 50 anos do Golpe Militar de 64

Em 31 de março de 2014, completa-se meio século do movimento que instaurou uma ditadura militar no Brasil. A revista Estudos em Jornalismo e Mídia aproveita a efeméride para incentivar a análise, a reflexão e o debate sobre esse marco histórico e suas relações com a sociedade e a mídia. São esperados artigos que relatem pesquisas sobre o tema, bem como textos de aporte teórico. Subtemas de interesse: jornalismo e repressão; censura e liberdade de expressão no contexto da ditadura e da democracia; tensões sociais e coberturas jornalísticas; propaganda política, do Estado e de mercado; militarismo e ativismo civil nos meios de comunicação; poderes e contrapoderes; revolução, golpe e contra-revolução; contextos, cenários e personagens, entre outros.

Também serão aceitos artigos com outros temas, mas serão priorizados para análise os que se enquadrarem no eixo temático da edição.

Deadline: 20 de março de 2014

V. 11 nº 2 – julho a dezembro de 2014
Eixo Temático: Esporte e Mídia

Num curto intervalo de quatro anos, o Brasil vai sediar três importantes competições globais: a Copa das Confederações (2013), o Mundial de Seleções da Fifa (2014) e os Jogos Olímpicos (2016). A revista Estudos em Jornalismo e Mídia incentiva autores e pesquisadores a refletir sobre as relações e sentidos entre esportes e meios de comunicação. São aguardados artigos que relatem pesquisas sobre o tema, assim como textos teóricos. Subtemas de interesse: Coberturas de grandes eventos esportivos; problemas e desafios das coberturas cotidianas; política e esporte; políticas do esporte; jornalismo esportivo; grupos de pressão, relações de interesse, disputa política e atividade esportiva; gastos públicos, legado estrutural, acompanhamento cidadão e transparência, entre outros.

Também serão aceitos artigos com outros temas, mas serão priorizados para análise os que se enquadrarem no eixo temático da edição.

Deadline: 20 de setembro de 2014

Mais informações sobre como submeter artigos, aqui.

o beijo gay e o mundo de amanhã

Futebol e telenovela são coisas seríssimas no Brasil, sempre digo isso. E é claro que acompanhamos aqui em casa o capítulo final de “Amor à vida”. A família grudada no sofá esperava com ansiedade os desfechos da trama, e na cena com os personagens Félix e Niko, prendemos a respiração. Eles trocaram declarações de amor, os segundos passaram, a tensão aumentou e meu filho, de nove anos, soltou: “Beija logo, cara!”.

Félix e Niko se beijaram, as redes sociais explodiram em festa e ódio, e assim que subiram os créditos, fui com o filho para o quintal. Ficamos ali em silêncio, olhando nossos gatos, e eu me reconheci muitíssimo feliz com a atitude do filho. Sem preconceito, ele torceu pela felicidade dos personagens, inclusive de um que era o vilão da história até então. Gostei muitíssimo de ver a ousadia da maior empresa de comunicação do país em exibir uma cena que pode afrontar a tanta gente. Mas gostei muito mais de ver uma criança não se importar com o pre-julgamento dos outros, acatar a vontade de amar de pessoas diferentes, enfim…

A frase desabafada aqui na sala de casa me fez sonhar com um mundo melhor amanhã. Mais tolerante, mais aberto, menos preconceituoso, mais afeto ao amor. A todo tipo de amor. Foi um final feliz de novela…

o menino e o mundo: comovente

1379958_524963000924630_537371154_n_1_O que é que fica quando o pai, simplesmente, se vai? Não fica nada. Porque o menino vai atrás.

É assim – simples e direto – que a gente se depara com “O menino e o mundo”, belíssima animação de Alê Abreu, em cartaz nos cinemas a partir deste mês de janeiro. O filme costura com poesia e crueza o descortinar do mundo e da realidade pelos olhos de uma criança. O abandono, a ignorância, a pobreza, a brutalidade dos fatos, está tudo lá. As máquinas, a velocidade, a ferocidade, os ruídos apavorantes, os seres esquisitos, a fome, as cores e as músicas também. Emicida, Barbatuques e Naná Vasconcelos. Traços rápidos, primitivismo, política e crítica social. Lirismo, encantamento, sorrisos e algumas lágrimas.

Desnecessários os diálogos e as frases que possamos entender. Tem muita coisa ali. “Gente, carro, vento, arma, roupa, poste, aos olhos de uma criança. Quente, barro, tempo, carma, roupa, nóis, aos olhos de uma criança…”

Vá ao cinema se emocionar. Leve uma criança para segurar a sua mão durante a sessão…

obama mente!

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mentiu descaradamente ontem para congressistas de seu país, para líderes mundiais e para o resto do planeta. Quis tranquilizar a humanidade, colocando panos quentes sobre as espionagens que os EUA estão operando em escala global, sabe-se lá desde quando.

Disse que Angela Merkel, que foi bisbilhotada por agências norte-americanas, não precisa mais se preocupar. Ignorou Dilma Rousseff, que passou um pito público no homem em plena Assembleia Geral da ONU, queixando-se de violação de direitos individuais e de atropelo da soberania das nações.

Obama mentiu porque as ações de monitoramento de emails, redes sociais e celulares não vão diminuir. Não vão parar. Não vão aguardar permissões judiciais. Não vão se restringir. Não vão. Por que iriam, afinal? Por que os Estados Unidos se arrependeram? Por que se convenceram de que Edward Snowden estava mesmo certo? Por que fizeram uma  autocrítica e passaram a ver o mundo pela ótica de Julian Assange e Chelsea Manning?

Nada disso. Aliás, ao listar os quatro nomes em negrito juntos neste post, emiti um alerta em algum lugar. Não será exagero imaginar que uma tropa de agentes já interceptou todos os meus emails nos últimos dois meses, já rastreou minhas compras online, meus hábitos de consumo, minha árvore genealógica inteira, sabe meu salário, localização de parentes e demais dados que NÃO AUTORIZEI a acessarem.

Sim, amigos. A coisa está assim mesmo. Quanto mais busco entender o assunto, mais me convenço de que a matéria “privacidade” é um animal extinto. E que monitoramento, espionagem, bisbilhotagem, roubo de dados pessoais, desrespeito à privacidade são feitos em altíssima escala, sem qualquer permissão e sem nenhuma justificativa. O que permite que o Estado verifique meus emails com listas de palavras? O que permite que um governo de outro país faça isso? Para evitar terrorismo? MENTIRA. Para “manter nossos cidadãos seguros”? MENTIRA. Para “avançarmos em nossa política externa”? MENTIRA. Para assegurar a liberdade e a vida? Preciso repetir?

Obama mentiu. Sete meses após as primeiras denúncias de que NSA e outras agências fazem o serviço sujo de xeretar governos, empresas, países e sociedades inteiras, o presidente dos Estados Unidos vem a público e se apoia numa pilha de inverdades. Mal sentou na cadeira do salão oval e a academia sueca deu a ele o Prêmio Nobel da Paz! Bajulação pós-colonial… Prêmio Nobel da Paz… irônico é pensar que Obama é justamente o homem que está sepultando a paz de bilhões de usuários da internet e de celulares…

previsões para o jornalismo em 2014

mae-dinah-foto
mãe dinah…

Não tenho bola de cristal, mas há quem tenha. Vale a pena conferir o que alguns dos principais produtores, teóricos e críticos do mundo têm a dizer sobre o jornalismo em 2014. Vale a pena também retornar a este post em janeiro de 2015 para conferir quem acertou e quem fracassou miseravelmente… (marque na sua Google Agenda)

O site britânico Journalism.co.uk lista dez tendências (um resumo em português aqui, com o Newsgames):

  • Mobile e design responsivo
  • Conteúdo geolocalizado
  • Redes sociais privadas
  • Jornalismo feito por drones
  • Vídeos curtos
  • Análise de dados e audiência em tempo real
  • Windows phones
  • Tecnologia “vestível”
  • Notícias “antecipatórias”
  • Publicidade nativa

O Nieman Journalism Lab publicou uma série especial sobre o assunto, ouvindo 52 especialistas, que vão de Amy Webb a Alfred Hermida, passando por Rick Edmonds e Michael Schudson. Tem chute pra todo lado, mas há ideias bem instigantes (confira aqui).

Mas se você ainda não virou a página e ainda está em 2013, não tem problema. The New York Times juntou um punhado de ótimas reportagens multimídia e interativas que você pode ver aqui (sem pressa nenhuma).

este blog morreu. mentira!

O blogueiro Jason Kottke causou alguns tremores de terra com seu post no Nieman Journalism Lab nas vésperas do natal passado. No texto, ele dizia que os blogs como considerávamos desde 1997 estão mortos. E o blog como plataforma morreu justamente porque foi apropriada e absorvida por veículos e organizações que não produziam blogs, mas qualquer coisa que chamavam de blogs. E o blog como plataforma pessoal morreu porque as redes sociais têm servido muito mais a esse propósito, de maneira mais fácil, rápido e com mais recursos.

Kottke celebra: o blog morreu, longa vida ao blog.

Em janeiro de 2010, arrisquei um palpite numa mesa da Campus Party. Estava ao lado de André Lemos, Sérgio Amadeu, Sandra Montardo e Henrique Antoun. Eu disse que não sabia muito do futuro dos blogs, mas achava que eles eram uma mídia de transição, de passagem. Não sei se acertei, nem me interessa na verdade. O fato é que continuei blogando e vou permanecer nessa situação.

Não se aborreça, por favor. Você precisa relevar: sou quase um ancião, não aguentei os trancos das redes sociais e preciso escoar parte de minha tagarelice.

Este blog não era alimentado há mais de 100 dias, desde 30 de setembro de 2013. Não morreu de inanição. Nem eu. Por algum tempo não senti qualquer falta. Na verdade, não tenho lá uma ânsia para publicar conteúdos, mas voltarei sempre que der. Não farei promessas e você – se ainda estiver aí -, não mantenha grandes esperanças. Não sou como o notável e influente Dan Gillmor, que manifestou publicamente sua resolução para 2014 – lutar para impedir que os Estados Unidos se convertam num estado de vigilância plena de todos os internautas. Meus objetivos são bem menos ambiciosos.

Este blog vai continuar. Seja esta uma boa ou má notícia…

garcia márquez manda ver…

Gabo apareceu publicamente e foi efusivo, conforme relata El Universal

gabo

 

ben afleck? no, thanks

Dark Knight Clint Eastwood as Batman by Lee-HowardAssim, ficaria bem melhor… com roteiros de Nolan, direção e música do próprio Clint. Superman pode ser qualquer um mas tem que levar os sopapos originalmente pensados por Frank Miller…

sbpjor já recebe inscrições

(reproduzido do site da associação)

A Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) está recebendo, desde quarta-feira (18 de setembro), as inscrições para o 11º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo (7 a 9 de novembro), para o III Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo (manhã do dia 7 de novembro), I Simpósio das Redes de Pesquisa em Jornalismo (I RedesJor) (tarde do dia 7 de novembro) e I Seminário Nacional da Pós-Graduação em Jornalismo (I PósJor) (tarde do dia 8 de novembro), os quais irão acontecer na Faculdade de Comunicação da UnB, Brasília (DF).

O sistema de inscrições pode ser acessado aqui. O primeiro período de valores promocionais vai até 30 de setembro. Os pesquisadores que tiveram trabalhos aprovados deverão pagar a inscrição até 8 de outubro, a fim de que o paper seja publicado nos anais do evento e que o artigo seja incluído na programação das apresentações.

Os valores para associados da SBPJor com anuidade em dia, bem como para os não associados, nas categorias doutor, mestre, especialista, graduado e estudante de graduação, podem ser acessados aqui. Neste link, também estão disponíveis os prazos e o sistema de inscrições, além do passo a passo de como efetuar o pagamento e a inscrição.

O associado que ainda não pagou a anuidade 2013 pode fazê-lo pelo site da SBPJor, na guia de serviços online.

Se a anuidade estiver em atraso mais de uma vez, o valor a ser pago constará no boleto. Em caso de problemas com login e senha, o associado deve entrar  em contato com o diretor administrativo da SBJor, Demétrio de Azeredo Soster (sbpjor.dir.adm@gmail.com), que providenciará a solução.

Os que forem não associados, e tiverem conta no Banco do Brasil, podem pedir a transferência do valor para a conta da SBPJor. O não associado que se associar à SBPJor antes de fazer inscrição para o evento passará a pagar inscrição como associado (valores reduzidos em relação ao não associado). A adesão à SBPJor pode ser feita por meio deste link.

Todos que  tiverem conta no Banco do Brasil, associados ou não associados, podem pedir a transferência do valor para a conta da SBPJor.

Não associados mas que sejam professores ou estudantes da UnB, realizadora do evento, ou da UFG e UCB, parceiras de realização do evento, pagarão valor de inscrição idêntico ao de Associado da SBPJor.

Serviço
Link para inscrições e tabela de valores: http://www.sbpjor.org.br/sbpjor/artigos/2013/auth/index
Data de pagamento de inscrição com desconto: até 30/09/2013
Prazo limite de inscrição para quem irá apresentar artigo: 08/10/2013
Link para atualizar anuidade SBPJor: http://sbpjor.kamotini.kinghost.net/sbpjor/socios/entrada.php\
Link para associar-se à SBPJor: http://www.sbpjor.org.br/sbpjor/?page_id=406