hqcon: as palestras

Começa hoje o maior evento da história das HQs em Santa Catarina: a HQCon

Confira a programação das palestras, apenas uma parte das atrações que se estendem por oficinas, feira, mesas de RPGs, cosplay e outros eventos:

HOJE

11h: Heróis e Batalha

Palestrantes:

  • Alan Monteiro O Mundo de “Herois & Batalhas®”
  • Evandro Kuhnen Mercado de games, importância dos jogos e redes sociais

13h30: SC faz HQ

Palestrantes:

  • Alex Guenther  HQS independentes com resgate histórico da região e Catacomics coletivo de desenhistas catarinenses
  • Chicolan  Menino Caranguejo, quadrinhos digitais, aplicativo Crabboy para iPhone e iPad
  • Marcelo Mueller  Como entrar e ficar no concorrido mercado de HQ americano

16h: Anos 80 – Cultura Jovem Brasileira nos Anos 80

Palestrantes:  

  • Guilherme Bryan
  • Mario Luiz C. Barroso

18h: DC X Marvel – As Mudanças e Franquias das Duas Maiores Editoras de HQ

  • Fabio Fernandes
  • Hector Lima
  • Mario Luiz C. Barroso
  • Sidney Gusman

AMANHÃ

12h: A Turma do Mauricio – Case Mauricio de Sousa e a HQ nacional

Palestrantes:

  • Sidney Gusman
  • Ricardo Manhaes
  • Hector Lima

14h: Festival Punk – Possibilidades do Retrofuturismo

Palestrantes:

  • Fabio Fernandes
  • Romeu Martins

16h: Computação Gráfica para Publicidade, Cinema e Games

Palestrantes:

  • Daniel Meurer
  • Janon Berka

18h: Cosplay

tudo novo no monitorando

Certidão de nascimento: nosso Internet Blog Serial Number

Após exaustivas reuniões, infindáveis negociações e delicados ajustes, o monitorando entra em nova fase.

Criado numa data cabalística – 20/05/2005 -, o blog ficou inicialmente hospedado no UOL e dois anos depois migrou para o WordPress. Permanecemos no mesmo endereço, mas agora inauguramos domínio próprio – christofoletti.com -, o que permite que o visitante chegue aqui por mais atalhos.

Além do novo endereço, fizemos uma faxina nos links, filtrando inativos e desatualizados, e nos arriscamos a mais uma cirurgia plástica, adotando um novo template: Mystique, da digitalnature. Também reativamos páginas com conteúdos mais estáveis, como a de Artigos e Livros, e uma nova, com síntese biográfica.

Formalmente, o monitorando agora é um site. Mas o espírito continua de blog. Na verdade, hoje, não faz diferença ter site ou blog. Importante é estar online. Estamos aí!

cadê a crise que tava aqui?

Certamente, você já ouviu falar que as tiragens dos jornais estão despencando, que as verbas publicitárias evaporaram, que o jornalismo está morrendo à míngua e que o mundo vai acabar em 2012. Pois é, mas não é bem assim não… pelo menos no Brasil.

Na verdade, na verdade, os proprietários de jornais estão rindo de orelha a orelha.

No primeiro semestre de 2011, a circulação de jornais foi recorde: 4,4 milhões de exemplares por dia, conforme números auditados pelo Instituto de Verificação de Circulação (IVC). Se se considerar os jornais que não são acompanhados pelo IVC, a quantidade pode chegar a 8 milhões, estima o mercado. E se você multiplicar cada exemplar por quatro – que é uma média aceita de leitores por produto -, chegaremos a uma fatia de 32 milhões de leitores de jornal por dia no país.

Não fosse só isso, já seria boa notícia. Mas tem mais. O setor calcula que, de 2004 até a primeira metade deste ano, a circulação tenha crescido 32,7%, quase um terço a mais!

Não é à toa que os donos de jornais devem estar gargalhando. Tanto é que a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) não se conteve e publicou anúncio dando esses mesmos dados nos maiores diários brasileiros esta semana. Vá comparar esse desempenho com os mercados europeus e norte-americano…

dissertações de jornalismo à vista!

O Mestrado em Jornalismo da UFSC já tem duas defesas marcadas para este mês. Na verdade, agosto começou com a banca pública de Carla Algeri (orientada por Francisco José Karam) com o trabalho “O local e o global: fatores que definem a pauta em dois jornais do oeste de Santa Catarina”. Mas anote o que vem por aí:

Dia 26, às 10 horas: “A construção da reportagem multimídia no Diário Catarinense: percepções de quem vive a nova rotina”, de Alexandre Lenzi (orientado por Mauro Cesar Silveira)

Dia 26, às 14h30: “Webjornalismo audiovisual universitário no Brasil: um estudo dos casos TV UVA, TV UERJ e TJ UFRJ (2001-2010)”, de Juliana Teixeira (orientada por Elias Machado)

Mais detalhes no site do Posjor

florianópolis na rota dos quadrinhos

Acontece amanhã e domingo em Florianópolis mais uma edição da HQCon, evento que reúne produtores e amantes de quadrinhos, games, RPGs e todas as outras formas de cultura de fãs existentes nesta e em outras galáxias.

A HQCon segue o formato das já famosas convenções de quadrinhos, que juntam e aproximam os diversos públicos da cultura de massa e alguns dos nomes mais evidentes no mercado. E pelo que se percebe, o evento está pegando pra valer. Se no ano passado, ao menos 700 pessoas lotaram o Floripa Music Hall, desta vez, a HQCon será realizada em dois dias e ocupará um nível inteiro do estacionamento do Floripa Shopping.

Passei pela convenção no ano passado e, para além do grande feito de promover um evento como esse na cidade, o que me chamou muito a atenção foi o clima contagiante dos frequentadores. Deu a impressão de que todos estavam muito felizes com aquela reunião e que ansiavam por isso há muito tempo. Como se pequenas multidões estivessem dispersas e fossem reagrupadas para um acontecimento.

Dessa sensação, tiro um outro palpite: Florianópolis está sim se credenciando pra ser um pólo interessante para a produção, consumo e discussão de HQs, games, RPGs e outras formas de subculturas de massa. Há dez anos, por exemplo, não havia por aqui locais privilegiados para compra de revistas ou objetos colecionáveis. Hoje, existem boas bancas – como a Joreli – ou a Universo, que vende de camisetas a miniaturas, de pôsteres a revistas, passando por toda sorte de coisas para colecionar. Floripa tem também gente que assina roteiros de HQ, tem indústrias de games para celular e outras plataformas, tem grupos de estudo acadêmico sobre esses temas, e tem gente desenhando e produzindo quadrinhos! Daí que não é nenhum exagero meu em dizer que a cidade está na rota desses negócios. Já ouvi, inclusive, gente de dentro da HQCon dizendo que o evento quer disputar espaço e atenção nacional com feiras de São Paulo e Rio. É pouco ou quer mais?!

mais um prazinho pra se inscrever no pagf

A coordenadora da 5ª edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, Dione Moura, informa que foi alargado o prazo para recebimento de trabalho. Agora, o deadline é 14 de agosto, o próximo domingo. Podem se inscrever autores de iniciação científica/trabalho de conclusão de curso de graduação, dissertações de mestrado e teses de doutorado defendidos em 2010.

O prêmio é concedido pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor).

Conheça o Regulamento

um livro sobre fontes no jornalismo

Acaba de chegar ao mercado um dos pouquíssimos livros sobre fontes de informação que o leitor brasileiro tem à disposição! Trata-se de “Fontes de notícias – ações e estratégias das fontes no jornalismo”, de Aldo Antonio Schmitz. O título é uma versão da dissertação de mestrado do autor junto ao Posjor da UFSC, e que foi orientada por Francisco José Karam. O trabalho é original, interessante e um bom convite a se pensar nas relações que estabelecem jornalistas e seus entrevistados e consultados.

O livro saiu pela Combook, de Florianópolis, e tem 94 páginas. Schmitz é jornalista experiente e já foi pesquisador do objETHOS.

oportunidade: monitoria no zero

Se você é aluno do Jornalismo/UFSC, pode se interessar por esta: são três vagas para atuar como monitor junto ao jornal-laboratório ZERO. O trabalho é dar apoio ao fechamento de quatro edições do jornal no semestre, sendo supervisionado por professores e tendo uma boa equipe de repórteres.

Ficou interessado? Quer saber mais detalhes? Deixe um comentário aí…

é quase um dilúvio…

… o que está chovendo nos últimos dois dias em Florianópolis, mas nem vou reclamar. Cês viram como é que tá em Londres ou em Damasco?

globo lançou suas diretrizes editoriais

Publico uma rápida análise do documento hoje no objETHOS:

O maior grupo de comunicação do país, as Organizações Globo, anunciou no último final de semana o que chama de seus princípios editoriais. O documento sintetiza as diretrizes jornalísticas que orientam os veículos do conglomerado na TV, rádio, jornais, revistas, e internet, e está sendo amplamente divulgado nesses meios. Mas onde está a novidade? Está mais no lançamento do documento do que em seu teor propriamente dito.

(leia na íntegra)

uma conferência sobre cultura pirata

Vai ser no dia 6 de Outubro de 2011 (uma quinta-feira), na sala polivalente do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A entrada é livre e o evento vai das 10 às 19 horas.
Inscrições: http://culturapirata2011.w​ordpress.com

PROGRAMAÇÃO

10h – Sessão de Abertura

10h15 – 11h15
Conferência de abertura | As contradições da Sociedade da Informação
José Luis Garcia (ICS-UL)

11h30 – 13h00
Impactos da Pirataria na Economia Contemporânea
Moderação: Marta Sofia Pinho Alves (ICS-UL)
Patrícia Dias da Silva (ICS-UL)
Manuel Lopes Rocha (PLMJ)
Paula Simões (UC)
Cristina Susigan (IPP| CEMRI-UAB)

14h30 – 16h00
Militância pirata: Activismos, sistemas de governo e propostas políticas
Moderação: Flávia Santos (FCSH – UNL)
Inês Pereira (CIES – IUL)
Pedro Jacobetty (CIES-IUL)
Alcimar Queiroz (CIES-IUL)
Rodrigo Saturnino (ICS-UL| CEMRI-UAB)

16h15 – 17h45
Consumismo e comunismo na Cultura Pirata
Moderação: Pedro Pereira Neto
Ludwig Krippahl (FCT – UNL)
Miguel Caetano (CIES-IUL)
Jorge Vieira (CIES-IUL)
Jorge Martins Rosa (FCSH – UNL)

18h00 – 19h30 | Mesa Redonda
Copyfight: Fronteiras entre a crise da propriedade privada e do bem público
Mediação: Patrícia Dias da Silva (ICS-UL)
Nuno Pereira (ACAPOR)
Rui Seabra (ANSOL)
Eduardo Simões (AFP)
André Rosa (Movimento Partido Pirata Português)

hoje tem confibercom

Começa pra valer hoje em São Paulo na USP o Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana (Confibercom), importante evento da área que deve reunir os principais pesquisadores do gênero em dois continentes.

O site do congresso pode ser acessado aqui, onde está a programação e mais detalhes.

À tarde, minhas orientandas do mestrado em Jornalismo da UFSC Cândida Oliveira e Janara Nicoletti e eu apresentamos o trabalho “Jornalismo, ética e liberdade de expressão na web: implicações, limites e contradições do uso das mídias sociais por jornalistas” na sessão temática de jornalismo. Para ter uma ideia do que trata o estudo, veja a seguir:

um produto revolucionário

A querida @aninhalaux me mostrou o vídeo com este produto verdadeiramente impactante, invejável, sensacional.
É ecológico, econômico, ergonômico, portátil, acessível e amigável.

Viva a experiência!
(E o Steve Jobs de araque é bem engraçado)

internet das coisas: baixe um ebook

A exemplo do post anterior, temos aqui um estudo da Fundación de la Innovación Bankinter e da Accenture agora sobre a chamada “internet das coisas”, que nada mais é senão a conexão de objetos, utensílios, equipamentos por meio de rede, de forma a transmitir informações e otimizar serviços.

Esta publicação é de 2011, tem 78 páginas, 2,4 Megabytes de arquivo, em formato PDF e está em espanhol.

Baixe aqui.

computação em nuvem: baixe um ebook

Qual é a terceira onda das tecnologias da informação e comunicação?
Um estudo da Fundación de la Innovación Bankinter e da Accenture responde: é a computação em nuvem, conjunto de práticas e dispositivos que permite que se acesse arquivos e aplicativos online, permitindo maior mobilidade do usuário e dispensando traquitanas de todos os tipos.

“Cloud Computing” é uma publicação que enfoca a realidade da Espanha, mas que não despreza o fenômeno global que deve conformar um mercado de 42 bilhões de dólares em 2012. Vale a leitura, vale acompanhar.

O estudo é de 2010, tem 129 páginas, 1,8 Megabytes de arquivo, em formato PDF e está em espanhol.

Baixe aqui.

o que eu não queria ter visto (2)

Na minha ausência do mundo, Amy Winehouse morreu. Parecia anunciado, mas é dessas notícias que não se quer anunciar nem ouvir. Há meses já era uma história triste, com personagens decadentes, com episódios melancólicos cercados de cobranças moralistas, com arrochos sentimentais. A sensação que parece contagiar a todos é que foi um grande desperdício, afinal poderíamos ter tido mais trinta, talvez quarenta anos de carreira musical da artista. Ficou no condicional.

Fiquei triste com o desfecho do caso. Fiquei mais triste com o tratamento desrespeitoso dado à morte da cantora por alguns programas de entretenimento. O Fantástico do domingo pulverizou a cobertura ao longo do programa inteiro. O pior foi prometer “uma homenagem surpresa” ao final. Um recurso muito usado por programas de fofoca, na tentativa de “amarrar” a audiência. A tal homenagem surpresa era a apresentação de uma cover de Amy que desfigurou uma de suas canções.

Na segunda-feira, Ana Maria Braga vestiu uma peruca da cantora e ficou requebrando ao lado do papagaio de boneco. Aquilo era uma “homenagem”. Dispensável, claro. Como foi dispensável a abertura do mesmo programa onde a apresentadora fez uma teatrinho bobo numa rua deserta nos arredores do ProJac. De repente, graças aos “efeitos especiais” de sua equipe, um bueiro explodiu, em clara alusão ao que vem acontecendo no Rio de Janeiro. Explodiu, mas nada aconteceu, pois era uma tentativa de piada de Ana Maria Braga. Uma praga.

o que eu não queria ter visto (1)

Estive fora uns dias, na estrada, com vento na cara e sem muitas conexões com o mundo real. Este intervalo me privou de saber imediatamente de algumas notícias. Acabei sendo informado depois. Mas honestamente não gostaria de ter sabido dos atentados na Noruega, das dezenas de mortes, da tristeza que se espalhou pelo mundo a partir da ação de alguém que nem deveria ser nominado…

Fiquei pensando: como é que pode uma única pessoa colocar uma nação inteira de joelhos?

estivemos fora do ar…

… para troca de nossos transmissores.

Retornaremos à nossa programação normal!

que compras coletivas que nada!

Sim, sim, tem gente que está peitando os poderosos sites de compras coletivas.
A fotinho foi feita com um celular, praticamente em movimento, e por isso não é lá uma Brastemp. Mas vale o registro…


diferenças entre jogar futebol e jogar bola

Passe os olhos pelos jornais agora e vá direto às páginas de esportes. Sim, concentre-se nos textos que tratam do vexame da seleção brasileira na Copa América. (Se você estava na lua ou teve o bom senso de aproveitar o final de semana para descansar da TV e não viu nada, o Paraguai eliminou o Brasil da competição, sem gols. E a seleção perdeu quatro pênaltis na derradeira disputa…)

Volte aos textos e assista a um desfile patético de tentativas de explicação do inusitado, de frases mancas dos jogadores, de constrangimentos espalhados entre os colunistas e redatores. É isso mesmo. A vergonha é indisfarçável e contagiante. Só o tempo vai dissipá-la… Enquanto isso, não posso deixar de dizer que não engulo alguns lugares comuns que preenchem as páginas dos jornais, as músicas nos elevadores, as paredes dos prédios.

“Futebol é assim mesmo! É o único esporte onde nem sempre o melhor vence!”

“Jogaram muito melhor que o adversário. Só faltou o gol, foi um detalhe”

“Foi injusto. Jogaram melhor, mas deixamos escapar a vitória no final…”

Ora, bolas!

Qual é a razão do esporte? Numa palavra: vencer.
O futebol é esporte? É.
Qual a razão do futebol, então? Vencer.
Como é que se vence no futebol? Fazendo mais gols que o adversário.
Qual é o momento mais esperado do jogo? O do gol.

Então, gente, gol não é detalhe, não é um capricho de preciosistas. É a condição para se alcançar o objetivo desse esporte criado pelos bretões. Jogar melhor e não vencer viola as regras mais lógicas. Como é possível ser superior sem sobrepujar o oponente? Não existe, não funciona, não é. Trata-se de retórica, de discurso de resignação, de autopiedade. Muita gente embarca na história porque o raciocínio tem um toque místico, que desestabiliza a razão, a lógica, o senso.

Daí que também não existe injustiça nesse caso. Se não fez o gol que demarcaria ser mais que o rival, por que seria justo que o time fosse o vencedor? Apenas por belas jogadas? Apenas pela criatividade? É pouco. Claro que adoro ver futebol bem jogado, quem não gosta? Mas belos passes que não geram gols são, esses sim, detalhes que não desaguaram no que vai diferenciar uma equipe da outra. Não é só pragmatismo; é realismo. As regras são conhecidas por todos desde o apito inicial. Tem que fazer mais gols do que o outro. Senão não tem vitória. Está aí uma das diferenças entre jogar futebol – profissionalmente – e jogar bola – por prazer, sem compromissos maiores.

a imagem do dia…

Não, não foi a derrota da seleção brasileira para a paraguaia na Copa América. Mas tem a ver com futebol.

Vejam só o que o presidente dos Estados Unidos estava fazendo:

Isso mesmo! Barack Obama estava vendo a final da Copa do Mundo de futebol feminino!

Dois erros fatais: 1. Chamou a patroa e a criançada pra ver a partida e nem pediu para elas colocarem um chinelinho. Vai pegar friagem! 2. Dá uma olhadinha na mesa lá atrás. Viu?! Tá cheio de trabalho acumulado e ele matando o tempo ali. Ô, presidente, o povo americano tá aflito com a aprovação de um novo limite de endividamento público…

O pior de tudo é que a seleção do presidente (também) perdeu. A foto não mostra, mas Barack Obama também está descalço e sem meias. Pé frio que nem Mick Jagger.

mapa múndi das redes sociais

Quer ver como evoluíram as redes sociais no planeta de junho de 2009 a junho de 2011?
Acompanhe os infográficos produzidos pelo Vincos, com base em dados do Alexa e Google Trends for Websites.

World Map of Social Networks

guia de segurança e privacidade na web

Não é segredo nenhum que se deixa um monte de rastros na internet e que isso pode ser pessoal demais. Tem gente que não liga para isso, que se lixa para manter a própria privacidade. Outros ignoram cuidados mais básicos de segurança. Independente do seu perfil, vale a pena dar uma olhada neste Guia Completo de Privacidade e Segurança na Web, produzido pelo The Edublogger, e que traz dicas úteis para Twitter, Google + e Facebook.

Baixe o guia aqui. (PDF, 13 páginas, 740 Kb)

este é meu final de semestre…

David Bowie e o Queen dão a real quando a areia da ampulheta vai acabando… under pressure, my friends!

Cantem comigo!

Pressure pushing down on me
Pressing down on you no man ask for
Under pressure – that burns a building down
Splits a family in two
Puts people on streets (mais aqui)

o wikileaks no brasil, como aconteceu…

O Brasil foi o primeiro país a ter documentos secretos da diplomacia norte-americana após os cinco grandes meios que protagonizaram o grande vazamento de 2010: The Guardian, The New York Times, El País, Le Monde e Der Spiegel. Tudo graças a um telefonema perdido no meio do Pará.

Natália Viana, a jornalista por trás dessa costura, conta como conheceu Julian Assange e o país entrou na rota dos grandes vazamentos do WikiLeaks. Imperdível para quem se interessa por jornalismo investigativo e uma boa história…

 

baixe livro sobre mídia, cidadania e literácia

Sara Pereira informa no blog Educomunicação que já está disponível o livro de atas do Congresso Nacional de Literácia, Media e Cidadania, dos portugueses. O volume pode ser descarregado de uma vez só (mais de 19 megabites!) ou em partes, conforme se pode optar na página de download.

Uma prévia do sumário:

  • Literacia da informação e dos media
  • Media, tecnologias e cidadania
  • Os novos ambientes digitais: agir para incluir
  • Da estante para o ecrã: as bibliotecas no contexto digital
  • Perspectivas críticas sobre televisão e publicidade
  • O cinema e a imagem como ferramentas pedagógicas
  • Literacia mediática e cidadania
  • Redes sociais e literacia digital
  • O legado da imprensa na construção de uma identidade crítica
  • Recursos para promover a literacia dos media
  • Crianças, jovens e media
  • A participação em diferentes esferas sociais

um guia online sobre direitos autorais

Imagine a cena: você escreve um texto, ele circula pela internet, um engraçadinho qualquer tira o seu nome de autor e coloca o de Luis Fernando Verissimo. Aí, a coisa se espalha feito rastilho de pólvora: muita gente reutiliza o texto, reforçando a qualidade da crônica e até a republicam numa coletânea francesa.

Você fica desesperado, afinal, é tudo um equívoco. Estão usando seu texto, usurparam sua autoria e estão atribuindo erroneamente a crônica a alguém muito mais conhecido. Você não ganhou nada com aquilo; na verdade, só perdeu… O que fazer? Como agir nessas situações?

Um guia pode te ajudar nessas horas. É o Proteja o seu Texto, que acaba de chegar à web.

A história acima é verdadeira e aconteceu com a jornalista Sarah Westphal Batista da Silva, e, dez anos depois, motivou-a a produzir um site que auxilie autores pelo Brasil afora a como lidar com embaraços como este. Detalhes da legislação, ações por danos morais, licenciamento de obras, creative commons, está tudo lá.

O guia é o trabalho de conclusão de curso de Sarah aqui na UFSC e conseguiu a nota máxima da banca, da qual felizmente participei. Se você “arrisca” alguns textos na web, se quer se manter na condição de autor deles ou se quer ceder os seus direitos, o guia online tem que estar nos seus favoritos…

para onde vão os leitores?

Depois do escândalo das escutas ilegais e do rastro de derrapadas éticas, o News of the World fechou as portas no domingo com uma primeira página oscilante. É um adeus ou um até logo? Mais importante que responder isso agora é tentar saber para onde vão os 7,5 milhões de leitores do dominical.
A questão é: quando um jornal deixa de circular, para onde correm seus “leais leitores”?

Alguém se habilita a responder?

the end of the world

É assim. Você é bilionário, tem um punhado de jornais como quem tem uma porção de bazares. Aí, você usa um deles pra fazer um pouco de serviço sujo, como escutas ilegais, chantagem, manipulação e distorção. Quando descobrem, você simplesmente se livra do problema, fechando o jornal, demitindo todo o mundo… Claro que com essa história, literalmente, Rupert Murdoch provoca o fim do World…

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ejm faz chamada de artigos

A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC (Posjor), informa que já está recebendo colaborações para a edição do segundo semestre de 2011.

Eixo Temático: Reportar, implicações narrativas
Ementa: A edição propõe reunir estudos que se interessem pelas condições e possibilidades estético-políticas implicadas no relato jornalístico, em sua ambição de reportar situações e eventos, em qualquer suporte. A discussão proposta se orienta para questões inerentes ao domínio da narrativa e sua localização na cultura, seja pelo reconhecimento das estruturas retóricas, com sua eficácia e suas ilusões, seja pela centralidade atribuída ao relato na configuração de sentidos.

Deadline: 20 de setembro de 2011
Formatação: consulte as Diretrizes para Autores da EJM

Artigos de outras temáticas também são aceitas na submissão, mas terão prioridade na avaliação os textos sob o tema da edição.

A Comissão Editorial da EJM informa ainda que o número dedicado ao tema “Democracia e Regulação da Mídia” já está fechado, e em fase final de produção, devendo ser lançado nas próximas semanas.