Recebi a foto abaixo por email, com o pedido: “passe adiante até chegar a Bin Laden”.
O pessoal de Brasília não gostou muito brincadeira… (gente mal humorada)
Clique na figurinha…
O blog do Gjol está completando um ano.
Período curto, mas o endereço já é referência na blogosfera nacional e além.
Parabéns!
O Observatório da Imprensa publicou uma pesquisa inédita e bastante completa sobre as rádios comunitárias do país. O estudo foi coordenado pelos professores Venício Lima e Cristiano Aguiar Lopes. O título já diz muito: Coronelismo eletrônico de novo tipo (1999-2004).
Veja uma apresentação da pesquisa aqui, e o relatório final aqui.
Tive uma noite de cão e uma manhã insuportável.
Tudo por conta da tecnologia. Fizemos um filmezinho no Windows Movie Maker e queríamos colocar num DVD, mas aí, tropeçamo em todo tipo de extensão de arquivos. Depois de baixar uns três conversores, nada deu certo. Nem a porcaria do Nero queimava CD. Pedi ajuda a uns três, e nada.
Pensei em desistir. Sou cabeça dura. Encontrei uma saída no início da noite.
A primeira utopia tecnológica:
E se inventassem uma extensão universal para arquivos de texto, de imagem, de áudio? Já pensou?
A segunda utopia tecnológica:
O mundo wireless. Isto é, nada precisaria mais de fios. Já pensou?
E aí? Quem tem mais utopias tecnológicas???
A notícia que todos esperávamos:
O vídeo de Cicarelli na praia pode voltar à internet
(deu no Consultor Jurídico)
Nosso problemas acabaram!
Vou no vácuo de Marcia Benetti e Raquel Recuero: atendendo a pedidos, ele chegou!
Alex Primo inaugurou seu blog.
E já que falamos dele, tem o site do livro, recém lançado.
(Gente fina é outra coisa!)
Meu chapa Avery Verissimo fez uma cobertura bem ampla do Intercom Norte, que aconteceu há uma semana em Belém, a terra de minha amiga Ana Prado. Confira!
Foi ontem.
Olivio Lamas, um dos grandes fotógrafos que conheci, morreu.
Por conta de um câncer, deixou de clicar.
Para saber mais, leia a nota de pesar do Sindicato dos Jornalistas e o belíssimo perfil que Celso Martins escreveu no início do ano sobre o repórter fotográfico.
André Lemos dá a dica, que reforço: Pierre Lévy deu entrevista anteontem ao Le Monde, onde explica um pouco mais seu conceito de “inteligência coletiva”. Pra quem não lembra, este é uma das principais e mais disseminadas contribuições conceituais do pensador francês da cibercultura.
A entrevista pode ser lida aqui, en français, naturelemente.
Destaco trechos:
“Nós só somos inteligentes coletivamente graças aos saberes transmitidos de geração para geração”
“O que acho fascinante é o uso da internet para desenvolver a inteligência coletiva e não para a exclusividade de um grupo ou outro”
“Minha perspectiva política é a do desenvolvimento humano. É preciso conectar a sociedade do conhecimento com o desenvolvimento humano. Para que a sociedade do conhecimento se oriente na direção de um desenvolvimento integral que compreenda todos os aspectos da socieade. A economia, a educação, a saúde, a segurança, a transmissão patrimonial, a pesquisa e a inovação são interdependentes. No fundo, a inteligência coletiva é a fonte do desenvolvimento humano”
Lévy é professor de Comunicação na Universidade de Otawa, Canadá.

Na rede, também uma nova edição do Mídia e Política, temática sobre os meios de comunicação e o governo FHC.
Textos de Mauro Porto, Ana Gabriela Guerreiro, Valquíria Passos Kneipp, Leonardo Brito, Cristina Sêga, Joana Wightman e Octavio Penna Pieranti.
Já está disponível a edição nº 130 do Monitor de Mídia.
Conteúdos de crítica de mídia da imprensa catarinense para ler e para ouvir.
Se quiser, ouça também pelo podcast.
Depois de avançar dois níveis no God of War, tive que trabalhar. Fiquei três horas lendo dois projetos de cursos de pós. Na semana que vem, tem reunião na Câmara de Pesquisa e o papai aqui é relator nos dois projetos e revisor num terceiro. Maior responsa, ui! Uff… terminei.
Agora, no headphone, ouço People are strange, dos Doors, acompanhado de duas pedrinhas e um amigo de doze anos.
Tá na hora da caminha!
Chris Cornell e David Arnond compuseram You Know My Name para abertura de Casino Royale, o mais recente filme de 007, que já está nas locadoras. A abertura é fenomenal. A música é rejuvenecedora. Mais Bond impossível.
Veja a letra. Ouça no My Space do Chris Cornell…
If you take a life do you know what you’ll give?
Odds are, you won’t like what it is
When the storm arrives, would you be seen with me?
By the merciless eyes of deceit?
I’ve seen angels fall from blinding heights
But you yourself are nothing so divine
Just next in line
Arm yourself because no-one else here will save you
The odds will betray you
And I will replace you
You can’t deny the prize it may never fulfill you
It longs to kill you
Are you willing to die?
The coldest blood runs through my veins
You know my name
If you come inside things will not be the same
When you return to the night
And if you think you’ve won
You never saw me change
The game that we all been playing
I’ve seen diamonds cut through harder men
Than you yourself
But if you must pretend
You may meet your end
Arm yourself because no-one else here will save you
The odds will betray you
And I will replace you
You can’t deny the prize it may never fulfill you
It longs to kill you
Are you willing to die?
The coldest blood runs through my veins
Try to hide your hand
Forget how to feel
Forget how to feel
Life is gone with just a spin of the wheel
Spin of the wheel
Arm yourself because no-one else here will save you
The odds will betray you
And I will replace you
You can’t deny the prize it may never fulfill you
It longs to kill you
Are you willing to die?
The coldest blood runs through my veins
You know my name
You know my name
You know my name
You know my name
You know my name
You know my name
You know my name
O blog do Gaveta do Autor mudou.
Agora, ele também está aqui, no wordpress.
Siga a direção do site. Siga a direção do blog.
O jornal O Estado – o mais antigo diário em circulação em Santa Catarina – anunciou que vai deixar de ser diário e só chegará às bancas nos finais de semana. É uma pena!
Por aqui, quase ninguém deu isso. Cesar Valente deu em sua coluna no Diarinho e na transcrição para o seu blog. O Sindicato dos Jornalistas não deu uma linha sequer. O Monitor de Mídia publica um editorial sobre isso na próxima edição, que cai na rede na segunda. Mas adianto o texto por aqui.
Hora de fechamento
A imprensa catarinense sofreu novo golpe na semana que passou. O diário mais antigo de Santa Catarina – O Estado – anunciou que circulará apenas nos finais de semana por conta da gravíssima crise que o corrói há anos.
A notícia é ruim, muito ruim. Não apenas para o mercado jornalístico que vê fechar postos de trabalho, fornecedores amargarem com as dívidas e uma empresa cair de joelhos. O anúncio é ruim para a sociedade como um todo, que perde uma tribuna para manifestar sua opinião, uma alternativa informativa e um patrimônio da comunicação.
Mas o leitor deve estar pensando que este MONITOR DE MÍDIA está se antecipando ao velar o jornal, já que O Estado apenas comunicou a mudança de sua periodicidade, e que ainda manterá sua circulação. Na verdade, não. Entendemos que a decisão dos controladores da empresa tenta apenas adiar o inevitável: o fechamento do jornal. Até porque a empresa que edita O Estado vem se arrastando há anos em condição pré-falimentar, amargando dívidas, e vendo a qualidade do produto despencar vertiginosamente. Para quem chegou a tirar 20 mil exemplares por dia e cobrir todo o estado, o retrato dos últimos anos é desolador: a tiragem não passa dos 5 mil e fica restrita à Grande Florianópolis.
Sob o título “Sacrifício Inevitável”, uma nota oficial foi publicada na edição do domingo, 17 de junho, e dizia que a decisão de apenas circular aos finais de semana só foi tomada “depois de muita reflexão, angústia e sofrimento” e que isso se tornou “inadiável”. Por isso, a empresa optou por suspender “por tempo indeterminado” as edições diárias. A mesma nota tenta afastar o boato – sempre constante – de que o portal fechará as portas em seguida. Segundo o comunicado, a medida “não é definitiva” e vai durar o tempo necessário para a recuperação da empresa.
Este MONITOR DE MÍDIA vê com pesar o desfecho dessa crise na imprensa catarinense. Afinal, o fim de um jornal não é bom para ninguém, nem mesmo para a concorrência, pois ela se acomoda, perde referências e o ímpeto de competir. Alguns historiadores da imprensa local afirmam que O Estado adoeceu quando o Diário Catarinense foi lançado, em 1986. Pode ser, pois o Grupo RBS trouxe um novo jornalismo e um novo tipo de gestão de empresas no setor. O Estado, por sua vez, apegou-se a uma tradição insustentável, pois esse ramo produtivo é muito mutável. O jornal não se modernizou, perdeu mercado, definhou e agora está na UTI.
Torcemos para que ele surpreenda e se recupere, voltando às bancas com saúde suficiente para caminhar com as próprias pernas. Torcemos para que a expressão “fechamento” – que no jornalismo significa “hora de concluir a edição” – não tenha outro significado para O Estado.
Este blog completa hoje um mês neste endereço.
E tenho motivos de sobra para estar muito satisfeito.
1. Consegui um visual mais modernoso e, segundo alguns comentários, mais “aconchegante”
2. Encontrei mais facilidade nas postagens e na administração dessa coisa chamada blog
3. Nossas visitas cresceram muito. Se em dois anos acumulamos 10 mil visitas no antigo endereço, aqui – em 30 dias – ultrapassamos os 1600.
As estatísticas do wordpress atestam:
A você que passou por aqui, que já é de casa ou que só chegou agora, Obrigado. E Fique à Vontade!
Millôr Fernandes é um dos gênios da raça.
Millôr ensina a todos.
Por isso, repito o que recebi por email hoje:
“Millôr lançou um desafio: Qual a diferença entre Politico e Ladrão?
Um leitor respondeu:
‘Caro Millôr, após longa pesquisa cheguei a esta conclusão: a diferença entre o ladrão e o politico é que, um eu escolho e o outro me escolhe. Estou certo?’ – Fabio Viltrakis, Santos-SP.
Eis a réplica do Millor: ‘Poxa, Viltrakis, você é um gênio … conseguiu achar uma diferença entre ladrão e politico! Parabéns’.”
Deu no Valor Econômico, ontem. Transcrevo…
Maior grupo de mídia da região Sul, a RBS concluiu a captação, em reais, de R$ 300 milhões em bônus de dez anos colocados no mercado internacional. Emitidos pela controlada Zero Hora Editora Jornalística, que reúne oito jornais impressos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, os títulos foram tomados por investidores institucionais dos Estados Unidos, Europa e Ásia e servirão para alongar e reduzir o custo do endividamento atual, informou o diretor executivo de finanças, Eduardo Damasceno Ferreira.
Os recursos também ajudarão a financiar investimentos na área de TV digital, na modernização do parque gráfico e em projetos ligados à Internet. Hoje o grupo dispõe de dois portais na web. Segundo Ferreira, os planos prevêem o crescimento orgânico das operações e eventuais aquisições dependem do surgimento de ‘oportunidades’ de novos negócios. A última incorporação feita pela RBS foi o jornal ‘A Notícia’, de Santa Catarina.
De acordo com o executivo, a emissão concluída sexta-feira é uma operação de características inéditas para uma empresa privada não-financeira do Brasil. A demanda pelos bônus foi mais de duas vezes superior à oferta e a remuneração aos investidores ficou em 11,25% ao ano, prefixados, com desembolso semestral de juros em junho e dezembro e pagamento do principal em 15 de junho de 2017. A captação foi liderada pelo Standard Bank e os títulos receberam rating ‘BB-‘ da Standard & Poor’s (S&P).
Parte dos recursos será utilizada na liquidação antecipada de US$ 56,8 milhões em bônus externos remanescentes de uma emissão de US$ 125 milhões realizada em 1997 para financiar, na época, operações nas áreas de telecomunicações e TV a cabo. Os títulos venceriam em 2010 comjuros anuais de 11% e a quitação vai eliminar os custos com hedge atrelados ao financiamento. A RBS já abriu uma oferta pública para recompra dos papéis, válida até 29 deste mês e com pagamento de um prêmio aos credores que aderirem até o dia 22, explicou Ferreira.
O grupo também utilizará parte da captação no pagamento de dívidas bancárias domésticas com custos mais elevados do que os novos bônus, disse o executivo. A RBS tem cerca de R$ 60 milhões em vencimentos a pagar por ano até 2009 e, segundo o diretor financeiro, a operação elevou o prazo médio doendividamento financeiro de dois a três anos para oito a nove.
No começo do século, era cool ser existencialista. Depois, virou chatice.
Nos anos 30 e 40, a fenomenologia era o hype. Depois, cansou.
Nos anos 50 e 60, era chique ser estruturalista. Depois, virou xingamento.
Nos 70, o bom era ser marxista. Depois, virou paranóia.
Nos 80 e 90, a melhor saída era ser neoliberal. Depois, parou de render.
O Cultura, do Estadão de hoje, traz matéria sobre os chamados filósofos neo hedonistas, aqueles que devotariam seu tempo para estudar e refletir sobre os prazeres da vida nesses tempos bicudos. Michel Onfray, Giles Lipovetsky, Michel Maffesoli, Luc Ferri, André Comte-Sponville.
Bobagem.
Filósofoso é filósofo, mesmo quando ele vende 200 mil exemplares de seu livro. Mesmo quando participa de quadro no Fantástico. Mesmo quando dá consultoria a empresas.
O que querem é rotular e desacreditar.
Por que o filósofo precisa ser hermitão? Lunático? Feio e chato? Precisa morar na caverna d Platão? Morrer com dores de cabeça como Nietzsche? Suicidar-se como Deleuze?
Alguém já disse que a filosofia perdeu espaço para a auto-ajuda na vida moderna. E que hoje os filósofos precisam reencontrar uma razão para sua existência. Fala-se de filosofia clínica, hoje em dia.
A discussão é velha e boba: popularizar o saber sem ser superficial; garantir o saber diante da massa ignara, bla-bla-bla, blá-blá-blá!
Nietzsche tinha uma ótima imagem para isso: eles são os turvadores de água. Batem com suas bengalas no rio e fazem com que a areia do fundo suba à tona revolva-se e turve a água. Aí, pensamos: nossa! como são profundos! nem enxergo o fundo…
A filosofia pode ser best-seller. A filosofia pode. E não pode. É caro ao filósofo sensibilidade, inteligência, rigor de análise, criatividade, humanidade, sentido do seu tempo.
PARA MEUS ALUNOS DE LEGISLAÇÃO E ÉTICA:
Em São Paulo, mãe e filho ganham na Justiça indenização por IG publicar foto e vinculá-la à Parada Gay.
Leia no Consultor Jurídico.
Em Belo Horizonte, um lixeiro não conseguiu o mesmo ganho por ter sua foto divulgada no caderno de Meio Ambiente.
Leia no Consultor Jurídico também.
As duas sentenças saíram na mesma semana e parace que a Justiça é louca, não é mesmo? Na verdade, os dois casos são bem diferentes, mas a alegação da mãe paulistana também não cola. Isto é: vale reclamar dano moral diante da orientação sexual; não vale reclamar frente à discriminação social e pobreza.
Matéria de capa da revista Imprensa deste mês afirma que 86% dos jornalistas brasileiros já sofreram algum tipo de pressão, e que quanto menor a cidade, menor a liberdade de imprensa. Veja.
Alicia C. Shepard, no PoynterOnline, lembra os 35 anos do Caso Watergate, o mais importante evento jornalístico norte-americano do século passado. Leia.
Alícia é autora de Woodward and Bernstein: the life in the shadow of Watergate, livro que traz bastidores sobre a investigação jornalística dos dois repórteres do Washington Post que ajudaram a derrubar o presidente Richard Nixon.
António Granado, do PontoMedia, cita Michael Rosenberg e suas nove regras para o jornalismo. Se quiser na íntegra, clique aqui. Se tiver preguiça, leia abaixo. Se tiver com mais preguiça ainda e não quiser ler em inglês, mude de profissão. Ou vá dormir!
1. Afflict the comfortable and comfort the afflicted; then, after the afflicted become comfortable, afflict them again. This should provide an endless supply of news stories.
2. Be balanced. No matter what anybody says, find somebody to say the opposite. If a scientist claims to have a cure for cancer, find somebody who says cancer does not exist. If a man says “My name is Fred,” make sure you find somebody who says “No, your name is Diane.” Etc.
3. When deciding which tragedies deserve the most prominent coverage, use this simple math: 10,000 foreigners = one cute white American chick.
4. If the President of the United States is accused of violating the law on the same day that an African country erupts into civil war and an especially gloomy economic report is released, and you must decide which one is your lead story, ask yourself this: Did the local sports team just win a big game?
5. Internet, Schminternet. It will be gone in five years. People will always love reading a newspaper — and so will you, our intrepid reporter, once you accept our buyout offer.
6. When working at the New York Post, make sure your story includes all six W’s: Who, What, When, Where, Why and With What Kind of Lubricant.
7. When appearing on television, insinuate that all newspaper reporters are biased. When writing for a newspaper, imply that all television people are boobs with no credibility. When at the bar afterward, complain that nobody trusts journalists anymore.
8. Keep each of the following on speed dial: a wacko religious leader who believes that God loves all his children, except the ones who skip church once in awhile; a gun nut who put semiautomatic weapons on his baby registry; an anti-weapons nut who thinks there should be a 10-day waiting period before buying steak knives; a legendary, highly quotable politician who has not been sober past noon since 1991, and a self-designated leader of each of the following minority groups: African Americans, Asians, Latinos, American Indians, homosexuals, transsexuals, fat people, skinny people, people with absolutely no distinguishing physical attributes, and foot fetishists.
9. When threatening to kill other human beings, make sure they do not live in your coverage area. I knew I should have read to the end.
Suzana Barbosa comenta no GJOL que o anúncio da criação do ombudsman do UOL provocou imediata reação do IG, que já tinha tido a idéia antes. O portal colocou na rede o blog do seu ombudsman, Mario Vitor Santos, que por sinal já foi ombudsman da Folha de S.Paulo. A Folha é uma das acionistas do UOL…
O Labirinto do Fauno: filme esteticamente lindo; mágico; envolvente; mas algo não funciona ali naquela mescla entre fantasia e ditadura franquista.
Dorm – O espírito: filme tailandês que os ocidentais classificaram de terror por apresentar um elemento sobrenatural na trama; terror o escambau; é doce e terno.
Happy Feet: filme pra crianças (e pros pais delas); pingüins fofinhos; muito branco com muitas manchas pretas; diversão; gostei mais do que meu filho de 3 anos.
Chivas 12 anos: amarelo suave; perfume que entra pelos olhos; com ele a gravidade é mais implacável ainda: desce pela garganta com velocidade vertiginosa.
Play Station 2: vai ser difícil manter a pontualidade agora.

A chapa vencedora nas eleições da Fenaj em julho toma posse no Congresso Extraordinário dos Jornalistas, que acontece de 3 a 5 de agosto em Vitória (ES). O evento foi marcado não apenas para empossar os vitoriosos, mas também deve aprovar um novo Código de Ética do Jornalista Brasileiro, um processo de discussão que já se estende por mais de um ano.
Para a conferência de abertura, foi convidado o jornalista colombiano Javier Restrepo, autoridade no continente quando o assunto é ética. Membro fundador da Fundación para unl Nuevo Periodismo Iberoamericano (FNPI) – criada por Gabriel García Márquez -, Restrepo tem larga experiência como jornalista, como ombudsman e como consultor em ética jornalística. Tacada certa!
