As pesquisadoras Maria Clara Aquino, Sandra Montardo e Adriana Amaral lançam durante o Intercom, em setembro, o e-book Intercom Sul 2010: perspectivas da pesquisa em comunicação digital, obra que reúne alguns dos estudos mais importantes na área da cibercultura no país e que vem reforçar a bibliografia nacional. O prefácio é de Fátima Reges, professora da UERJ.
Quer uma prévia? Veja o Sumário:
Introdução – Adriana Amaral (Unisinos), Maria Clara Aquino (ULBRA/UFRGS) e Sandra Montardo (Universidade Feevale)
Parte 1 – Lugares, ciberespaço e mobilidade
Neo-pragmatismo no ciberespaço – Hans Peder Behling (UNIVALI/FURB)
Em Busca do Território Virtual: dos Lugares Concretos para os Lugares Virtuais – Rebeca Recuero Rebs (Unisinos)
Jornalismo colaborativo: uma leitura do imaginário de Porto Alegre através da plataforma Locast – Ana Cecília Bisso Nunes, Priscilla Guimarães e Eduardo Campos Pellanda (PUCRS)
Novas tecnologias móveis: aspectos sobre o leitor e as redes sociais na Pós-modernidade – Sandra Henriques (PUCRS)
Parte 2 – Identidades, informação, jogos on-line e moda nos sites de redes sociais
Sujeito Pós-moderno, Identidade Múltipla e Reputação nas Mídias Sociais – Sandra Bordini Mazzocato (PUCRS)
Do Boato à Notícia: Considerações sobre a Circulação de Informações entre Twitter e Mídia Online de Referência – Gabriela Zago (UFRGS)
Das folhas de papel para o universo digital: o jogo “Stop” agora em game on-line – Marcos Leivas (UCPEL)
Desfiles de Moda na Era da Informação – Cynthia Hansen (IBES/UNIFEBE) e Hans Peder Behling (Univali/FURB)
Moda enredada: um olhar sobre a rede social de moda LookBook.nu – Daniela Hinerasky (PUCRS/UNIFRA) e Elisa Fonseca Vieira (UNIFRA)
Parte 3 – Blogosfera e cenários de convergência no jornalismo e na televisão digital
Estudo sobre a autoria dos 50 blogs brasileiros mais populares de 2009 –Laura Andrade e Alex Primo (UFRGS)
Cenário de convergência, impactos no webjornalismo e o caso Clarín.com – Andréa Aparecida da Luz (UFSC)
O uso do Hipertexto em Blogs de Jornais Online – Paolla Wanglon (UFSM)
A Colaboração entre jovens viabilizada pela Internet: uma análise dos casos Harry Potter e The Sims – Erick Beltrami Formaggio (IBGEN) e Mariana Corrêa de Oliveira (UFRGS)
Que TV é essa que agora tem de transmissão digital? Como ficam as especificidades da televisão em um ambiente de convergência – Simone Feltes (UNISINOS)
De I Love Lucy à Lost: Aspectos Históricos, Estruturais e de Conteúdo das Narrativas Seriais Televisivas Norte-Americanas – Maíra Bianchini dos Santos (UFSM)
Parte 4 – Conhecimento e comunicação organizacional na Web
Podcast: O Universo Midiático em Sala de Aula – Daniele Cristina Canfil, Diana Rocha e Camila Candeia Paz Fachi – (UnC – Concórdia)
Arquitetura da participação, construção de conhecimentos e ecologia cognitiva na web 2.0 – Aline de Campos (UFRGS)
Comunicação Organizacional Multimídia: um estudo de Websites Universitários – Giane Fabrine Stangherlini, Taís Steffenello Ghisleni e Angela Lovato Dellazzana (UNIFRA)
Redes Sociais na internet como ferramenta de gestão de relacionamento entre empresa e consumidor do ramo alimentício – Caroline Dias da Costa (FEEVALE)
Comunicação Corporativa Digital via Twitter: uma Leitura Funcionalista – Andressa Schneider, Nadia Garlet e Elisângela Mortari (UFSM)
Li, quase num fôlego só, o livro de estreia de Flávio Izhaki: “De cabeça baixa”. É verdade que recebi o volume há uns dois anos e ele ficou chocando na estante, acenando para furar a fila e cair nas minhas mãos. Ontem, sem motivo nenhum, apanhei o livro, compacto e bem editado, e passei a folhear. Em duas páginas, ele já havia me fisgado, o que é bom sinal.
É com essa afirmação provocativa que um dos caras mais antenados e inteligentes da atualidade chacoalha o nosso senso comum.
É muito comum uma certa atitude de todos os pais para com seus filhos. Parece que fomos biologicamente programados para alimentar grandes expectativas sobre a prole, de maneira a projetar sobre as crianças nossas insuficiências, nossos insucessos. Quer dizer: pais sempre querem que seus filhos sejam muito, mas muito melhores do que jamais sonharam. Dessa esperança vem o super cuidado, as altas exigências, muita sobrecarga e quase a asfixia.
Por falar nisso, acabo de devorar “O pianista no bordel”, ótimo livro de Juan Luis Cebrián. Se não ligou o nome à pessoa, Cebrián é um dos principais homens por trás do surgimento de “El País”, na Espanha na metade da década de 1970 em meio à redemocratização do país. Por anos e ainda hoje, o jornal se tornou um símbolo da luta pela liberdade de expressão e trouxe consigo um punhado de preocupações essenciais para um jornalismo de qualidade.

Tão importante quanto compreender as ideias de alguém é perceber de onde se está falando. O lugar de fala é revelador das condições de produção do discurso a ser analisado, entendido, absorvido. Isso porque não existe discurso sem sujeito que o emita e não há sujeito sem ideologia, sem inconsciente, sem posições.
Causei revolta, ranger de dentes e olhares desconfiados ao dizer
“YouTube e a revolução digital”, de Jean Burguess e Joshua Green, é um bom livro para se começar a pensar as apropriações midiáticas pelo cidadão comum a partir do site de vídeos mais conhecido do mundo. Não se trata de um estudo amplo como o de Henry Jenkins (


Minha amiga Lia Seixas acaba de lançar Redefinindo os gêneros jornalísticos: proposta de novos critérios de classificação, livro baseado em sua tese de doutorado e que chega agora em dois formatos: impresso e online. Se você não dispensa o papel, acesse 

Enquanto não vem o feriado, compartilho algumas paradas obrigatórias da web na semana…

Você atua num programa de mestrado na área de Letras, um campo essencialmente ligado à Educação. Como as redes sociais podem contribuir para os avanços educacionais, em especial na realidade brasileira?


