porque é domingo: haja o que houver

Um dia parado, sereno, em que os minutos se esgueiram bem esquecidos no funil da ampulheta.

Um dia em que a gente se permite sentir saudades.

A saudade e a certeza do reencontro na poesia fina de Pedro Ayres Magalhães, na voz de Teresa Salgueiro e nos violões cuidadosos de Madredeus.

“Haja o que houver
Eu estou aqui
Haja o que houver
espero por ti

Volta no vento ô meu amor
Volta depressa por favor
Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor…

Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti…

Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor

Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti…”

 

 

 

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