estadão X blogs: o debate

Pedro Doria avisa:

O Estado de S. Paulo promove, no dia 29 próximo, um debate a respeito de responsabilidade e credibilidade do conteúdo online. Talvez interesse a alguns de vocês. Será às 19h30, no Hotel WTC (Avenida das Nações Unidas, 12.559, Sampa). A mesa redonda será transmitida em vídeo, ao vivo, pelo Portal Estadão. O objetivo é dar prosseguimento ao debate iniciado na blogosfera. Paulo Lima, da Trip, vai moderar a discussão. A mesa será composta pelo mestre Alberto Dines (Observatório da Imprensa), João Livi (da Talent, que concebeu a campanha do Estado), Carlos Merigo (Brainstorm #9, blog que disparou a polêmica), Marcelo Salles Gomes (Meio & Mensagem) e Bruna Calheiros (do blog Sedentário & Hiperativo). Representando o Grupo Estado, cá este blogueiro estará também à mesa. Quem quiser se inscrever para assistir ao debate pode se registrar no site do Estadão“.

Recado dado!

provocações aos professores de jornalismo

Venho discutindo há tempos com amigos e alunos os caminhos que nos restam quando o assunto é escolas de Jornalismo, cursos de formação de jornalistas. Há tanto a pensar! Como já aconteceu historicamente, é necessário abrir picadas na mata, desbravando não só o mercado da educação, mas a própria mentalidade de jornalistas e professores da área.

Por isso, linco aqui provocações às escolas e aos professores.
As provocações vêm de fora, mas não se pode ignorá-las, compadres!

Dan Gilmor – sim! aquele do Jornalismo Cidadão – sugere uma atualização urgente para a área. Veja como ele termina seu rápido artigo: “We’re collectively reinventing journalism over the next decade or two. Journalism schools can lead, or follow. Leading strikes me as a better idea”. Leia na íntegra aqui.

Joe Murray, da Ken State University, indica dez passos para a sobrevivência das escolas. Se você preferir ler o texto na íntegra – em PDF e com 21 páginas -, clique aqui. Se quer uma visão panorâmica, veja os passos abaixo:
1. Faculty, Know Thy Students
2. Faculty, Know Thyself
3. Compromise Writing Skills At Our Peril
4. Teach Students To Think And Use Technology
5. Introduce Convergence Early
6. Design And Usability Matter
7. Plant Generalists Now To Grow Specialists Later
8. ETWIAD (Embrace The Web In All You Do)
9. Multitasking Is A Waste Of Time
10. Rinse and Repeat

E aí, senhores? Alguma idéia brilhante?

mais lançamento de jornalismo

Marialva Barbosa manda avisar que dia 18 de setembro lança o seu “História Cultural da Imprensa – Brasil (1900-2000)”. Vai ser na Livraria Travessa do Leblon, no Rio.

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mídias: transição!

Ana Brambilla reflete sobre tendências atuais e as apostas do mercado. Seu foco está nas revistas. Mas se pode estender aos jornais…

Carlos D´Andrea tece notas sobre uma cobertura multimídia. O esforço foi feito com os alunos dele. Mas se pode estender aos seus e aos meus…

blog: repensando a coisa

No Mestrado em Educação, oriento uma moça que está pesquisando a relação entre professores e blogs. Hoje, no final de uma conversa-orientação, provoquei-a: crie o seu blog! Não basta apenas passar pelos dos outros. Não basta apenas deixar comentários (ou às vezes, escapar sorrateiramente). É preciso passar pela experiência.

(Esta idéia vem me perseguindo há tempos, e escrevo sobre isso depois)

A moça topou o desafio e a blogosfera ganhou mais uma curiosa…

No final da tarde, no trânsito, eu lembrava disso e brincava comigo mesmo: isso dá um post! Aliás, pensar sobre a própria natureza do blog dá posts. O Alex Primo, por exemplo, fez isso esta semana uma, duas vezes. Primo insiste numa tecla que lhe é muito cara (e a mim também): a interação entre as pessoas, o blog como a possibilidade do encontro.

Rogério Kreidlow se pergunta – no melhor estilo Hamlet – o que é isso, de onde e para onde vai. (Mindy McAdams aposta num futuro do jornalismo, e ela ficou esperançosa mesmo. Mas isso é outra conversa derivada)
É claro que muita gente já respondeu a essas questões. Mas não tem problema. Acomodar-se, cristalizar é o problema. A blogosfera é dos lugares mais movimentados, fertilizados e efervescentes que existe por aí. Tudo é lava. Rochas são cuspidas…

novos títulos em jornalismo: do sul ao nordeste

Roseli Araújo Batista chama para o lançamento de seu “Mídia e Educação – Teorias do Jornalismo em sala de aula”, que acontece no Café Martinica, em Brasília, dia 30 de agosto.

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Marcos Palacios e Elias Machado convidam para o lançamento de “O ensino de jornalismo em redes de alta velocidade – metodologias e softwares”, que acontece dia 3 de setembro na Livraria Tom do Saber, em Salvador (BA).

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(Clique na figura para ver o convite)

Demétrio Soster, Ângela Filippi e Fabiana Picininin anunciam que, em outubro, chega às livrarias “Metamorfoses Jornalísticas: formas, processos e sistemas”, título que organizaram.

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(Clique na figura para ver o convite)

Parabéns aos autores!!!

o orkut da ciência nacional

A plataforma Lattes, do CNPq, alcançou a marca de um milhão de currículos eletrônicos reunidos.

Para quem nao conhece, o Lattes é quase que o orkut dos pesquisadores brasileiros. Todos precisam ter, deixar seus dados, mostrar sua produção e podem até deixar suas fotinhos. (Falta só agregar amigos e comunidades…)

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house procura uma estante de livros

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Dr. House queria uma estante para acomodar os livros empilhados em casa. Foi ao centro de cidade.

Na primeira loja, perguntou:

– Vocês têm estante para livros?

– Para livros?! Não! Temos só estante normal.

(Claro, que burro esse médico! House recolocou sua camisa de força, entrou na ambulância e foi para a próxima loja)

– Vocês têm estante para livros?

– Livros??!!!

(House se sentiu um E.T. Por isso, baixou as antenas e reembarcou em sua nave e foi para a próxima loja de móveis)

– Vocês têm estante para livros?

– Ih, chefe! Isso é mais complicado. Tem estante pra TV, serve?

(Primeiro: House não é seu chefe. Se fosse, te colocava na rua agora. Isso não é jeito de tratar um cliente. Cliente não pede favor, paga. Segundo: livro é livro, TV é TV. Tente abrir a TV na página 52 no banheiro…)

– Vocês têm estante para livros?

– Estante assim? (o vendedor indica a altura de sua cintura)

– Estante! (House indica a altura de sua cabeça)

– Ah, estante! (O vendedor deixa desabar os braços e o sorriso)

– Para livros… (House junta as palmas e as abre, simulando o objeto)

– ??…

(House passou em oito lojas. Oito. Tirou duas conclusões. A primeira: Que gente mais ignorante! Não vendem estantes para livros porque não lêem livros, porque não têm livros em casa. A segunda: Que nada, médico burro! Eles não precisam de livros. Já sabem de tudo. Quem precisa se cercar de livros é você que não entende nada de comércio de móveis e nada da alma humana)

(Os livros de House continuam empilhados em cima do piano)

frank e a cmpf

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sobre fotos de acidentes e crimes (2)

O assunto é sério.

Tenho analisado as estatísticas deste blog pelo WordPress e uma coisa me chamou a atenção: a grande procura e leitura por meu post “sobre fotos de acidentes e crimes”. A gente nunca sabe ao certo como se espalham as coisas pela internet e menos ainda na blogosfera. Um link aqui dado num site mais influente despeja leitores os mais diversos no blog do ilustre desconhecido.

Mas neste caso em particular, penso que a situação se explica também pela curiosidade mórbida de alguns que chegam a este espaço via motores de busca. OK. Cada um busca na grande rede aquilo que mais lhe interessa, mas algumas coisas vão além da excentricidade e da bizarrice. Recebi um comentário, não apenas contestando minha posição – de que não podemos concordar com a exploração da dor alheia, com a falta de respeito aos mortos, etc. -, mas fazendo apologia de um certo site que vive disso.

Não, você não leu errado. O site – que não vou linkar aqui – traz fotos de acidentes de trânsito, autópsias, suicídios, tragédias e até “mortes por doença” e “lixamentos” (sic). O menu avisa que há vídeos, mas muitos links estão quebrados. Seu autor defende assim as suas idéias:

“Sr. Rogério christofoletti. Eu tenho um site que mostra tudo isso que você falou. Mas discordo do comentário acima citado. Meu portal tem sim fotos chocantes de tragédia , acidentes e muito mais , mas meu intuito é orientar pessoas com fotos dramáticas. e não aproveitar da dor alheia . Meu portal é utilizado aqui na cidade onde moro , nas palestras de cfc e nas aulas de novos motorista afim de orienta los que a vida levada de forma indevida pode levar a caminhos trágicos e que transito não é brincadeira . A respeito de outras fotos postada que o conteúdo não se enquadra em vitima de acidente de transito podem também ter seu conteúdo como educativo. As fotos são todas trabalhadas afim de preservar a privacidade do indevido , mesmo morto tem familiares e amigos. Já recebi vários relatos que indicam que Motoristas , Jovens e outros que visitarão o site ficão com medo e come são agir de maneira mais cuidadosa seja no transito ou em outras situações da vida. Mas enfim , existem 1000 e 1 maneira de se educar e está foi a que eu escolhi. Carlos A C Souza”

Retirei hoje o comentário deste senhor de meu blog.

Por diversas razões:

1. Não vou dar links ou divulgar esse tipo de iniciativa.

2. Não acredito que educação se faça assim. Educação pelo medo, não!

3. O site traz uma advertência em sua home de que a iniciativa atende ao Código Nacional de Trânsito (Lei nº 9503/97). O autor quer enganar os incautos dando a impressão de que o site é de caráter educativo. Educativo uma ova!!! Basta ler o Capítulo VI da mesma lei e perceber a diferença entre as coisas.

4. O site tem a cara de pau de – após oferecer cadávares e mais cadáveres em situação calamitosa que não apenas choca, mas desrespeita a perda e a dor dos familiares – trazer no seu rodapé um banner de solidariedade a familiares e amigos das vítimas do acidente da TAM, do mês passado.

5. O site é desrespeitoso, rancoroso, moralista, sensacionalista – basta ver o layout com cores quentes berrantes e gifs animados – e de extremo mau gosto. Sem contar as chamadas do tipo “Só mortos”. O site comemora que mostra o que a TV não mostra.

6. Duvido que o dono do site tenha declarações de cessão de imagem de todas as fotos em que aparecem pessoas vitimizadas. E se ele não possui tais documentos está conflitando frontalmente a Constituição Federal e o direito de imagem, entre outras convenções inclusive internacionais. As vítimas clicadas não podem reclamar seu direito à inviolabilidade da imagem, não podem reivindicar anonimato, preservação de imagem.

Nojento! Chocante!

Este site não está sozinho, há outros por aí, claro. Mas este em particular chega a revoltar de tanto desrespeito com a vida humana, de tanta chacota com a dor dos outros, de tanta ignorância sobre o que seja educar pelas imagens.

Num ambiente exasperante como esse fica até absurdo falar em “responsabilidade”, em “ética na web”, em “auto-regulação de conteúdos”,  em  “conduta civilizada”…

Um nojo!

as leis mais estranhas do mundo

Na França, não se pode batizar porcos com o nome Napoleão.

Em Ohio (EUA), é proibido pescar bêbado.

Na Indonésia, quem é pego se masturbando perde a cabeça. Literalmente.

Em Illinois (EUA), é ilegal oferecer cigarros a animais de estimação.

No Líbano, qualquer homem pode fazer sexo com qualquer animal, desde que seja fêmea.

Os filmes de caratê foram banidos do Iraque no final dos anos 70, por força de lei.

Quer saber mais? Vá à fonte.

(Não, você não vai acreditar. A longa lista não menciona nenhuma leizinha brasileira. Eta, Congresso bom nós temos!!!)

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estadão contra os blogs: o lado de lá

Para quem ficou magoado, fez beicinho ou rangeu os dentes, lá vai a resposta da Talent, a agência de publicidade responsável pela campanha desastrada do Estadão.

Alessandro Martins fez certinho. Foi ouvir o outro lado, e entrevistou João Livi, o diretor de criação da agência. Veja.

Marcos Palácios repete a nota da agência e faz um rápido comentário.

lista de professores

Foi criada uma lista de professores de Jornalismo de Santa Catarina.
A idéia é que os docentes se cadastrem e passem a trocar mais informações, principalmente sobre o primeiro encontro deles que acontece junto com o dos paranaenses, em outubro.

A lista fica aqui. Sobre o evento, saiba mais aqui.

filosofia às clicadas

Pincei do Comunix:

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quando chegaremos lá?

No mês que vem, acontece o 1º Encontro Nacional de Blogueiros Bolivianos. Veja aqui.

E quando teremos um neste continental país?

final de tarde… domingo

Porque é domingo.
Porque não há sol por aqui.
Porque não gostaria de estar trabalhando agora.
E porque escapei apenas para postar a canção que martela minha mente agora!

Jamie Cullum canta e toca “What a difference a day made”.

100 links na lista dos pesquisadores-blogueiros!

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Cem blogs de pesquisadores em comunicação no Brasil, reunidos colaborativamente.

A lista você encontra aqui.

Continue mandando suas sugestões.
Vale de tudo, desde que seja BLOG e que o autor seja PESQUISADOR EM COMUNICAÇÃO NO PAÍS…

 

 

 

vou cantar a bola: munição contra o estadão

Ainda sobre a discussão sobre a campanha de O Estado de S.Paulo que desacredita e ridiculariza blogs e blogueiros…

Deu no Observatório da Imprensa uma pesquisa da Harvard que sugere que a internet seja mesmo uma ameaça aos jornais.
Veja aqui.

Alguém vai usar esses dados para “demonstrar” que o Estadão estava mesmo com medo dos blogs.
Quer apostar?

 

 

 

pierre levy aqui (final)

O debate terminou agora. Foi interessante, mas para quem acompanha o autor em seus livros e textos, não houve nada de novo. Levy não trouxe nenhum conceito inédito e pouco abordou com clareza sobre o que está fazendo atualmente na universidade. Ele está radicado em Otawa, Canadá.

De qualquer forma, foi importante ele ter batido à mesma tecla: a de que a tecnologia é resultado do que vem primeiro entre os humanos. Parece óbvio, e o é. Mas esquecemos quase sempre.

Boa iniciativa da Fundação Vanzolini e do LInC, Laboratório de Inteligência Coletiva.

pierre levy aqui (8)

“A construção social vem primeiro. A tecnologia vem depois”

pierre levy aqui (7)

Perguntaram a ele se a universidade pode perder o seu lugar na produção do conhecimento.

“A internet foi criada por acadêmicos. Muito do conhecimento que circula por aí veio da universidade. A gestão do conhecimento é ensinada nas universidades. Então, não acho que a universidade fique fora disso. Não há um tipo de instituição contra outro. Precisamos cultivar uma visão muito aberta para visualizar a relação entre as pessoas e a colaboração”

pierre levy aqui (6)

“Um exemplo de uma comunidade colaborativa bem sucedida é a wikipedia. Há milhões de pessoas contribuindo para que se construa a maior enciclopédia que já existiu. Ela é gratuita, precisa, atualizada, multi-língüe. Há regras muito claras para que os conhecimentos ali sejam confiáveis. Há pessoas que revisam o conteúdo, a todo momento. Ele é um bom exemplo desse sucesso. A espontaneidade é a chave.”

pierre levy aqui (5)

A tarefa do educador vai se tornar mais complexa. Vamos ser sinceros. Como estruturar a arquitetura do conhecimento? Não é só entrar no orkut, auxiliar a pesquisar no google. Quando eu falo da arquitetura do conhecimento, eu penso num código genético. Cada comunidade pode ser vista como uma espécie de conhecimento, algo vivo, com sua própria identidade. Todos os membros da comunidade são as células do organismo e compartilham o mesmo código genético, a mesma ontologia”

pierre levy aqui (4)

Perguntaram para ele: o que esperar de um portal?

Pierre Levy lembrou que o portal, um site ou qualquer forma é suporte, é meio para que as pessoas façam coisas. Logo, o problema é mais complexo, o buraco é mais embaixo. “Criar uma rede é um problema político, social. Como se cria uma comunidade? Esta é uma questão política. Não há comunidade sem identidade, sem memória. Eu acho que hoje, não se pode ter uma comunidade sem uma memória comum, coletiva. O papel de cada membro dessa comunidade é contribuir para cultivar uma memória comum. A comunidade é o centro e cada um de nós está cultivando o que é comum a nós. Você dá e você retira. E quanto mais as pessoas dão, melhor é a qualidade do conhecimento que você tem à disposição. Essa é a nova regra que temos”.

pierre levy aqui (3)

Ele disse: “Formar redes leva tempo. Às vezes, dura mais de uma geração. Quando eu comecei a falar de trabalho colaborativo, de inteligência coletiva há quinze anos, eu me sentia muito sozinho. Hoje, muita gente fala sobre isso. Já não estou sozinho, mas é preciso repetir e repetir para que não demore tanto para que essas redes surjam”.

pierre levy aqui (2)

Errei no post anterior quando eu disse que Pierre Levy palestraria sobre inteligência coletiva, redes sociais e interdependência. É um debate. Um debate sobre redes sociais que já existem, de projetos em andamento como a Educarede.
O evento está acontecendo agora – 19h44 – e só mesmo agorinha, Levy passou a falar. Antes dele, outros interlocutores apresentaram seus projetos. Todos colocaram questões a ele. E Levy começou: “Eu gostaria de dizer que vocês estão trabalhando nesses projetos há anos e eu os conheço há uma hora. Vocês sabem melhor deles do que eu…”

(Na transmissão online, não se ouve a voz de Levy, que fala em inglês. Mas apenas a tradutora…)

pau na moleira

Rogerio Kreidlow postou comentário ácido e borbulhante sobre meu post dos fundamentos da nova ordem mundial digital. Adorei.

Se você concorda com os manda-chuvas do universo, tem que ler. Até para saber o que pensa a oposição. Se quer combater a nova ordem, Kreidlow oferece munição pra isso…

pierre levy aqui

Pierre Levy está em São Paulo e palestra hoje seobre Inteligência Coletiva, Interdependência e Projetos Sociais.

 

Ah, você não está em Sampa?
Não tem problema.

O evento começa às 18h30 e você pode assisti-lo pela web AQUI.

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o terremoto no peru e a blogosfera

Orihuela sugere links para se acompanhar a tragédia no país andino.
O tremor causou mais vítimas em Ica, cidade a 300 km de Lima. Veja o mapa.

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