história do natal digital

O sempre conectado Marcos Palacios manda a indicação de um videozinho muito criativo e bem-humorado. Como seria se Jesus estivesse pra nascer hoje em dia, no meio de tantas redes sociais? Os portugueses do ExcentricPT imaginaram isso. O resultado está a seguir. Veja, por exemplo, o que é seguir a Estrela de Belém…

nem precisa explicar. precisa?

Troquei meu avatarzinho no Twitter e no Facebook.
Saiu minha cara amarrada e entrou o Coelho da Alice…

simpósio internacional sobre liberdade de expressão

A Unesco vai promover um evento internacional sobre liberdade de expressão em 26 de janeiro na sua sede em Paris. O evento já tem um programa prévio e a participação confirmada de especialistas, organizações e observadores dos Estados Unidos, Somália, Tailândia, África do Sul, Reino Unido, Croácia, Noruega, França, Jordânia e México.

A acompanhar…

(Mais informações aqui)

 

 

 

e-book free: brazilian perspectives in digital enviroments

Marcos Palacios e Othon Jambeiro avisam:

Como parte das comemorações dos 20 anos do Pós-Com (Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas) da UFBA, Othon Jambeiro e eu estamos lançando um livro/coletânea, em inglês, intitulado: “Brazilian perspectives in digital environments: communication policies, e-government and digital journalism”.

For all readers: download here!

sabe o que o wikileaks é?

O Wikileaks é o Mister M de governos e empresas.

videozinho pra animar…

Ops! Este blog quase está criando teia de aranha! Três dias sem posts na blogosfera equivalem a décadas. Porque a vida não espera, deixo um videozinho de uma banda que não conhecia, mas que Carolina Dantas apresentou: The XX. Inclusive, o tema – Teardrops – foi tomado de empréstimo para as vinhetas do Ponto de Vista do objETHOS.

 

convergência tecnológica e inclusão digital: evento!

nova anagrama já está na rede

A professora Rosana de Lima Soares, uma das editoras, informa que a nova edição da revista Anagrama já está disponível. A Revista Científica Interdisciplinar da Graduação da USP pode ser acessada nos endereços:

www.usp.br/anagrama ou http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/anagrama/index

O próximo número sai em Março.

observatório apoia regulação de publicidade

Reproduzo mensagem do professor Edgard Rebouças, coordenador do Observatório da Mídia Regional:

Observatório assina carta de apoio à Anvisa

O Observatório da Mídia Regional: direitos humanos, políticas e sistemas, grupo de pesquisa e ação da UFES, é uma das 41 entidades que a assina a carta de apoio à regulamentação da publicidade de alimentos. A correspondência foi enviada no último dia 19 de novembro para vários órgãos da Justiça brasileira e entidades do governo, tendo em vista que desde setembro uma liminar da Justiça Federal suspendeu a aplicação da Resolução nº 24 da Anvisa, publicada em junho. Pela resolução, a partir do final de dezembro as publicidades de produtos alimentícios deverão trazer alertas quanto aos malefícios à saúde.

As entidades nacionais e internacionais que assinam a carta são ligadas principalmente aos setores de saúde, comunicação e direitos humanos. O objetivo é que a Justiça Federal reveja a decisão que privilegia apenas os interesses empresariais, em detrimento às questões de saúde, principalmente em relação à obesidade e a influência sobre as crianças.

No próximo dia 17, o coordenador do Observatório da Mídia Regional, Prof. Dr. Edgard Rebouças, participará de uma mesa redonda na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo para aprofundar os debates sobre o tema. No mesmo dia será criada a “Frente pela regulação da publicidade de alimento”.

Para ler a íntegra da Carta à Justiça Federal, acesse: http://www.ufes.br/observatoriodamidia

 

previsões para as próximas semanas

Geralmente, vai chegando o final do ano e os meios de comunicação abordam tarólogos, astrólogos, pais de santo e videntes em geral para as previsões a partir de janeiro. Bem, serei mais contido, e tentarei antecipar o que me aguarda o destino nas próximas quatro semanas.
Por favor, não ria! Respeite o sofrimento dos outros…

Semana 1: Desespero
É o momento atual, o que significa sobrecarga de trabalho e ausência total de tempo. A certeza compartilhada é de que não seremos capazes de sobreviver ao final do ano. No horizonte imediato, estão dois exames de qualificação no mestrado, uma reunião, três pareceres a serem dados e um jornal-laboratório a ser fechado.

Semana 2: Pânico
A coisa não melhorou. Estão previstas duas aulas e o encerramento de uma disciplina. Some-se ainda dois pareceres para artigos em revistas e a participação num concorrido concurso de jornalismo. Coloque ainda as tradicionais filas nas comprinhas de Natal.

Semana 3: Alarme
Só termina quando acaba! Na agenda, já figuram uma longa reunião de avaliação de semestre, uma banca de trabalho de conclusão de curso, a escritura de um artigo já prometido, alguns compromissos domésticos de final de ano.

Semana 4: Exaustão
É o momento em que a pessoa surta, deixa de acreditar em Deus e, contrariando toda a lógica, passa a rezar para ele mesmo assim. Na agenda, estão as participações em duas bancas de mestrado e em duas qualificações. Em duas cidades diferentes. Mais: reuniões de final de ano, visitas de parentes…

E aí? Tá diferente por aí?

mais um romance do abc

Márcio ABC, um dos melhores jornalistas com quem – ainda – não trabalhei, convida para o lançamento de seu segundo romance, Desrumo. O primeiro, não sei se você lembra, é o Parabala, de 2002.

dois anos da tragédia hoje

Chove sem parar em Florianópolis, mas não é de assustar. Diferente de há dois anos, quando sofremos com as maiores enchentes da história do Vale do Itajaí. Aliás, hoje, faz exatamente dois anos do dia em que várias cidades foram tomadas por uma água barrenta, pútrida, perigosa e mortífera.

Dias de intensa chuva, solo encharcado, maré alta, tubulações entupidas, e outros fatores combinados contribuíram para que as águas não escoassem para o mar, alagando mais de 80% de Itajaí. Além dos milhões de reais de prejuízos, tivemos dezenas de milhares de pessoas desabrigadas e desalojadas, 135 mortos e incontáveis recordações de dias muito, mas muito difíceis mesmo.

Estive entre os desalojados, registrei parte desta história e também me juntei aos voluntários que acudiam a cidade submersa. A Arca de Noé, uma rede social na internet, surgiu e ajudou no que pôde. Outros grupos se articularam e a cidade foi se reerguendo. O mesmo se deu em Blumenau, em Ilhota e outros municípios afetados.

Diferente do que pensávamos nos piores momentos, o mundo não acabou. Diferente do que pensávamos nos momentos mais esperançosos, não vieram os recursos para a reconstrução da região e para o fortalecimento de um sistema de defesa civil. Como nos fizeram acreditar no meio da tormenta, a vida se refez, as construções foram reerguidas, os laços de amizade se fortaleceram. Mas as memórias, essas ainda não dissiparam…

não pare; continue o seu caminho!

Para caminhantes. Para bons bebedores. Para quem gosta de boas histórias e respeita a tradição. Para todos esses, um vídeo, dica de Carlos Damião:

incendeie a sua tela

Assista o videozinho e depois enxugue o queixo, por favor.

compós 2011: modo de fazer

Reproduzo mensagem do vice-presidente da Compós, Júlio Pinto, com informações sobre como participar do 20º encontro nacional da entidade, que acontece de 14 a 17 de junho de 2011 na UFGRS em Porto Alegre:

Datas importantes:

  • Submissão de trabalhos aos GTs pelo site da Compós – 15 de janeiro a 15 de fevereiro
  • Avaliação e seleção dos trabalhos pelos GTs – de 16/2 a 13/3
  • Dia 13/03, apresentação à Vice-presidência da Compós das listagens com os nomes dos autores e títulos dos trabalhos, especificando, se possível, qual dos autores (no caso de autores múltiplos) se encarregará da apresentação e discussão durante as atividades dos GTs no XX Encontro.
  • Divulgação dos trabalhos selecionados por GT no site da Compós – 15 /03
  • Apresentação pelos coordenadores de GTs à vice-presidência da Compós e à organização do evento da programação do GT, com a ordem de discussão dos trabalhos e respectivos relatores até 4 de abril
  • Período de inscrições – 20/03 a 31/5 – Lembrete: quem tiver trabalho selecionado para GTs só poderá apresentá-lo se estiver inscrito.

Valores da taxa de inscrição:

(as instruções de como proceder ao pagamento serão postadas oportunamente)

De 20 de março a 29 de abril :
Docentes (doutores, mestres, e outros profissionais não matriculados em cursos de pós-graduação) – R$200,00;
Discentes de cursos de pós-graduação e graduação –R$150,00

De 30 de abril a 31 de maio
Docentes – R$300,00
Discentes – R$200,00

 

mais um livro do celso vicenzi

O jornalista Celso Vicenzi manda convidar. E como a oportunidade é boa, compartilho:

um amigo furou a fila

Estou em São Luís (MA), no meio de um evento acadêmico, e pelo Twitter sou avisado da morte repentina de um amigo. Aos 45 anos e de câncer. Sim, eu já sabia que o jornalista Fernando Arteche estava doente há meses. Mas sabia também que ele estava lutando bravamente contra essa doença atroz. Dava relatos disso em seu blog, Os Trabalhos e os Dias.

A última vez em que nos falamos foi há alguns meses, num outro evento em Novo Hamburgo (RS). Nos abraçamos e trocamos alguns palavras por minutos. Ele não estava abatido, e exibia o tom saudável que lhe era próprio. E isso não é nenhum exagero. Tenho provas disso.

Há alguns anos, dividimos um apartamento num hotel em Salvador. Novamente, era um evento acadêmico – eu sei, a gente trabalha demais. Estava um sol senegalês, horário de almoço, e o Fernando ia correr na orla da praia. Não acreditei. E ele foi. Correu milhas e voltou levemente arfante. Era um atleta amador, gostava de esportes e amigos; um cara que amava também a vida, o filho e a esposa. Tinha voz doce e abraço apertado. Sorriso franco e pinta de galã. Gostava de música, mas não era muito alto, nem tinha olhos azuis. Era respeitado como jornalista e como professor e pesquisador da área. Era um cara simples, comum e sempre bem-vindo.

O Luís Fernando Verissimo costuma dizer que a morte é uma indignidade. Eu acho a morte uma pena. Uma pena sem fim. Por isso que é uma dor sem palavras a perda do Arteche. Fernando furou a fila. Não se faz isso com os amigos, cara!

nervos à flor da pele e o brasil dividido

Evitei tratar de eleições neste blog nos últimos meses. Foi deliberado. Não me senti muito à vontade para fazê-lo, mesmo que seja um assunto que eu goste muito e entenda menos do que gostaria. Acompanhei a campanha com muito interesse como em outros anos. Mas tentei não transformar este espaço em mais um palanque. Há quem o faça, e é igualmente legítimo. Um blog pode ser também um espaço muito pessoal, muito particular. E no meu caso – o de evitar tratar de eleições aqui – também foi uma opção muito pessoal e particular.

Mas antes da votação de domingo, quero deixar registradas umas duas coisinhas:

Primeiro. Há muito tempo eu não via uma campanha tão nervosa, tão combativa e tão suja. Na verdade, desde 1989, eu não via algo assim tão polarizado, tão confrontante. Os candidatos não ajudaram: não têm carisma, elegeram temas desimportantes e apelaram para diversos expedientes condenáveis para se atacar. Perdeu-se uma oportunidade histórica de se discutir mais profundamente o país, de se definir uma agenda mais concreta para os próximos quatro anos, de avançarmos em temas ainda não tratados, como as reformas política e fiscal. Fiquei enojado em alguns momentos. Tentei não me irritar, fiz graça, embarquei em algumas piadas e até narrei um debate ao estilo de uma luta de boxe. Tudo para manter algum equilíbrio, distância e senso da importância (ou não) de alguns episódios.

Segundo. A campanha suja, o clima apaixonado, tudo isso ajudou a dividir o país. Li nas redes sociais, nos jornais, em diversos locais ataques de lado a lado, o que é natural e esperado. Mas percebi um clima de guerra fratricida, diferente do que já havia presenciado antes. Eu sei, é tudo muito impressionista, mas foi o que senti, o que vi e testemunhei. Vi pessoas que eram tão amistosas bloqueando outros colegas no Twitter por causa de suas preferências eleitorais; vi gente se agredindo violentamente nos comentários de blogs; alguns habitualmente corteses mostraram-se irados; outros habitualmente nervosos mostraram-se mais agressivos ainda; no trânsito, testemunhei motoristas provocando com palavrões quem estava com o carro ao lado e que ostentava um adesivo diferente do seu… Isso me fez pensar bastante em conceitos tão repetidos nesses dias, como democracia, cidadania, respeito à opinião alheia, paz…

Sim, eu entendo que o próprio formato das eleições contribui para a polarização, para a divisão, já que a existência do segundo turno é o confronto direto de um contra o outro.

Sim, eu sei que a eleição é importante, que é determinante para o futuro a curto prazo, que serviu para escolher governantes e representantes nos legislativos. Sei também que eleger um presidente não é qualquer coisa. Mas por outro lado também não é a decisão mais importante da vida, a que justifique perder amizades, criar inimigos, destilar ódio e irracionalidade, mentir desvairadamente, desejar a morte dos outros e por aí vai…

Aliás, taí uma coisa que é preciso ser dita: escolher o presidente é importante, mas a importância não termina aí. Pelo contrário: ela começa aí. Tão importante quanto eleger o presidente é acompanhar seus atos, perceber a “quebra de contrato” com o eleitor, cobrar, fiscalizar, posicionar-se. Então, não se justifica gastar toda a energia e destempero agora. A vida é mais do que essa disputa. A vida é uma disputa maior, bem maior.

duas datas

Este mês tem um mantra

– “Outubro ou nada!” –

e duas datas cabalísticas:

10/10/10

e

20/10/2010.

 

Nossa! Fala verdade: isso mudou a sua vida…

o retorno de house

Setembro terminou com a volta do seriado mais irônico e bem roteirizado da TV: House, MD. Trata-se da sétima temporada, o que entre os fãs pode significar a continuidade ou não da história. Eu explico: o ator Hugh Laurie, que interpreta o médico do título, teria assinado contrato até o sétimo ano, e há boatos que ele estaria como seu personagem, enfadado e disposto a jogar tudo pra cima.

Fofocas à parte, o fato é que a série voltou com tudo. Vi os dois primeiros episódios e me contagiei com as novidades na trama.

Contrariando todos os prognósticos, House e Cudy estão juntos. Uma crise reaproxima e incendeia os sentimentos. De volta ao hospital, eles decidem informar a todos que estão namorando, o que inclui comunicar formalmente o Departamento de Recursos Humanos, afinal Cudy é a chefe de House. Um receio secreto de ambos é que o romance interfira nas decisões profissionais e vice-versa. Bem, e aí a coisa vai…

Mas o que me chamou mais a atenção é que encontramos um House diferente, permitindo-se uma segunda chance, buscando alguma felicidade. Para isso, contraria algumas das suas convicções, submete-se, o que – convenhamos – é a morte para ele. Mas este House diferente, na minha leitura, é um personagem que está se esforçando para aprender a amar. Isto mesmo: House está tentando aprender a amar. Talvez pela primeira vez efetivamente.

Não é pouco.

Aliás, se formos pensar, os herois desta narrativa têm muita dificuldade no terreno sentimental. House parece se sabotar a todo instante: não cede, é repulsivo e desagradável até mesmo para os amigos; Foreman, sob a máscara da seriedade e soberba, é rude e não consegue cativar Thirteen; Taub vive um casamento tumultuado, cheio de interditos e mentiras; Wilson evita se relacionar desde que perdeu Amber; Chase e Cameron não se acertam por causa de um luto do qual ela não consegue se livrar; Cudy busca se realizar como mãe adotiva ao mesmo tempo em que tenta preencher seu coração…

Diante de tantos insucessos amorosos, parece vigorar uma equação no Princeton-Plaisnboro Hospital: médicos salvam vidas mas não podem ser felizes. Do ponto de vista narrativo, a fórmula rende muitas idas e vindas, mas vendo a sétima temporada me passou algo pela cabeça: se House pode amar, se pode se dar bem nisso, todos os demais também conseguem. Seria uma boa maneira de se terminar o seriado… Não que eu queira, claro. Mas resultaria num bom desfecho, até porque não é novidade nenhuma a certeza de que assistimos a House não pelos sintomas estranhos e doenças raras, mas pelos dramas pessoais dos médicos daquele Departamento de Diagnóstico.

crise do equador na mídia

Dois dos jornais mais importantes do Equador trouxeram editoriais em suas primeiras páginas hoje. Claro que o assunto que paralisou e chacoalhou o país ontem foi a crise institucional que quase se transformou num golpe de estado.

Tensões na América Latina…

blinde-se contra os ficha-sujas

Hoje, tem debate na TV; domingo é dia de voto.

Então, não custa nada tentar se proteger de votos equivocados, de candidatos suspeitos e de ressaca pós-eleitoral.

Blinde-se contra os ficha-sujas! Acesse o amplo levantamento que o site Congresso em Foco fez e veja se os seus escolhidos tão sujos na praça:

Mapa partidário dos mais enrolados

Candidatos que merecem sinal amarelo

Ajude a limpar a política

Os candidatos que já estiveram presos

Os parlamentares candidatos réus no STF

Os candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa

Os candidatos acusados de envolvimento com os sanguessugas

a realização do sonho de uma vida

Existem coisas que desejamos por anos e anos; coisas pelas quais lutamos, suamos e quando conseguimos… o que é que fica?

Wile Coyote mostra:

mas, afinal, quem está blogando?

Lembra quando os blogs surgiram e os compararam a diários íntimos juvenis? Isso foi há pouco mais de dez anos, o que nesses tempos equivale a uma era inteira. O fato é que, hoje, o perfil do blogueiro está muito longe desse esteriótipo. O blogueiro médio é adulto, tem entre 25 e 45 anos, é homem, japonês e atualiza seu blog semanalmente, quase sempre por diletantismo. Esses dados podem ser conferidos nas pesquisas mais recentes sobre a blogosfera que hoje congrega algo em torno de 150 milhões de blogs, conforme relata Fernando Tellado no CiberPrensa.

Um infográfico produzido pela equipe do Infographiclabs.com para o The Blog Herald ilustra muito bem como a coisa está. Entre os dados que me chamam a atenção: o inglês não é a língua mais blogada; tem mais conteúdos em italiano e espanhol do que em português; blogs de notícia e tecnologia são os maiores do pedaço. Confira você mesmo!

e por falar em tuiuti, tem vaga por lá!

A nova coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens da UTP, Claudia Quadros, avisa que há uma vaga para docente na linha de pesquisa Estudos do Cinema.

O candidato deve ter a titulação mínima de doutor e pesquisar cinema. O candidato aprovado atuará com pesquisa e docência no referido programa e na graduação do curso de Comunicação, por esse motivo precisa residir em Curitiba. Interessados devem enviar currículos para a secretária do programa: maria.costa@utp.br

chamada de textos sobre comunicação e história

A professora Marialva Barbosa, agora na UTP, e que assumiu recentemente a editoria da Interin, informa que a

revista on-line do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), abre chamada para o seu próximo número, referente ao segundo semestre de 2010, cujo dossiê será dedicado às relações entre Comunicação e História. Além do dossiê temático, a Revista recebe artigos para a sessão de temas livres.

A submissão de artigos deverá ser feita até 30 de novembro de 2010 pelo endereço eletrônico interin@utp.br. Deverão ser enviados textos inéditos de acordo com as normas gerais da publicação que podem ser acessadas em http://www.utp.br/interin/revista_interin.htm. Qualquer esclarecimento adicional pode ser obtido pelo email: mcb1@terra.com.br

eu sabia que conhecia a dilma…

Agora eu sei de onde conheço a Dilma Rousseff. Frank Maia me fez lembrar…

um soberano nas telas

Apesar do desastre de ontem, entra em cartaz hoje o filme “Soberano”, que conta a saga do time seis vezes campeão brasileiro, tri mundial e por aí afora. Será que chega às salas de exibição de Florianópolis??

A ministra caiu, mas não só isso…

Frank Maia manda bem again!