Perspectivas para um jornalismo em transformação: uma palestra

Mailing Aula Inaugural

“Vigilância não tem a ver a com segurança, mas com poder”

A jornalista Marta Peirano, do espanhol El Diário, encontrou-se com Edward Snowden para uma das raras entrevistas do homem mais procurado do mundo. Sentaram-se frente a frente num dos quartos do Hotel Metropol, em Moscou. Ela conta que Snowden escolheu aquele lugar não porque seja uma relíquia do czar Nicolau II, sede dos bolcheviques, onde o próprio Lenin se hospedou com sua esposa. Snowden escolheu o Metropol por razões mais práticas: o prédio tem sete portas de saída…

Na conversa com a repórter, o ex-analista de informação da NSA volta à carga contra os planos de vigilância global e aos ataques frequentes à privacidade dos cidadãos comuns. Desmonta a lógica que vincula o recrudescimento da vigilância a aumento da segurança, e destrói argumentos que sustentam a violação do direito de intimidade para combater o terrorismo.

Vale a pena ler. A entrevista está em duas partes (aqui e aqui).
Marta Peirano conta neste vídeo como foi entrevistar Snowden.

Tendências do jornalismo em língua portuguesa

dispositivaAs revistas Dispositiva (PUC-MG) e Estudos de Jornalismo, do GT Jornalismo e Sociedade da associação portuguesa Sopcom, lançaram há pouco uma edição conjunta com artigos apresentando alguns vetores da investigação em jornalismo.

São dois volumes, e o próximo deve sair em abril.

O primeiro número está em formato PDF, em português, tem 135 páginas e arquivo de 2,5 Megas.

Baixe aqui.

32 maneiras de trazer dinheiro ao jornalismo

A lista é oferecida por Miguel Carvajal com base em sugestões de seus alunos do Máster en Inovación en Periodismo, na Espanha. Útil para quem pretende sobreviver.

http://mip.umh.es/blog/2016/01/31/vias-ingresos-periodismo-monetizacion/

A chantagem de Cunha em 15 capas de jornais

Guarde essas primeiras páginas.
No futuro, elas podem se revelar um capítulo importante da história do país ou apenas mais um ato patético e desesperado.
A ver.

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Precisamos falar de crise no jornalismo

Em dezembro, vamos lançar em Florianópolis Questões para um Jornalismo em Crise (Ed.Insular), livro em que reúno treze perguntas incômodas para o presente e o futuro do jornalismo.

É irônico, mas as notícias não têm sido nada boas para o jornalismo. Queda nas tiragens dos meios impressos, redução de verbas publicitárias, demissões nas redações e até fechamento de jornais e revistas. Para piorar, os públicos têm dado sinais claros de desinteresse frente ao que a mídia tradicional oferece.

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O diagnóstico é de crise e ela não se limita à indústria jornalística brasileira. Está em todas as partes. Diante desse quadro, empresas, gestores e jornalistas se dividem entre lamentos, desespero e busca de soluções. Nos meios acadêmicos, também existe muita apreensão. Nas próximas páginas, pesquisadores e profissionais arriscam perguntas que podem ajudar a encontrar respostas para um cenário tão complexo.

Se o jornalismo ainda tem um lugar importante em nossas vidas, o que poderá ser feito para que voltemos a ler boas manchetes sobre ele?

Mais sobre o livro aqui.

Um curso na pós em Jornalismo e Novas Mídias

É nos dias 26 de setembro e 10 de outubro no ISCOm, em Florianópolis.

Mais informações: http://iscom.com.br/pos-graduacao/jor/

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Liberdade de imprensa e liberdade de expressão

Screenshot 2015-09-10 10.36.51Mais informações: aqui

Jornalistas, esses apressadinhos…

Outro dia, num encontro do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS), nosso grupo de pesquisa, o professor Francisco José Castilhos Karam falava de um movimento sobre o slow journalism. Na esteira do slow food e de outros esforços para desacelarar a vida, tem repórter combatendo a nossa-pressa-habitual-cotidiana-quase-invencível. Me lembrei de uma revista britânica que tem a mesma orientação, a Delayed Gratification.

Fizemos em tom de comédia, mas não é que tem mais gente achando que a nossa correria não leva a nada?

Vejam o que escreveu o Josh Spector: “ninguém liga mais para furos!”

Leiam mais aqui.

Dias melhores virão

Amanhã começo um semestre daqueles!

Estou muito empolgado com o que vem por aí. Na graduação, terei mais uma turma de Políticas de Comunicação, e vou oferecer uma optativa para aprofundar o tema: Políticas de Comunicação 2. A ideia é mergulhar em alguns assuntos, como Marco Civil da Internet, uma Lei Geral para a Comunicação e a realidade da mídia no país… Quero ver também se conseguimos ter uma atuação para além das paredes da universidade, se é que me entendem…

Terei também outro desafio no curso de Jornalismo: vou assumir a disciplina de Legislação e Ética. Sim, já lecionei a matéria por quase dez anos na Univali e ela é meu objeto de pesquisa há mais de quinze. No entanto, herdo a responsabilidade do grande mestre Francisco José Castilhos Karam, referência nacional nesses estudos. Espero dar conta… Na pós-graduação, dividirei com o mesmo Karam a disciplina Estudos Avançados em Ética Jornalística, um privilégio para mim, para alunos do Mestrado e do Doutorado…

No mais, os desafios do semestre envolvem ainda a continuidade de minhas pesquisas, a renovação do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS), a chegada de novos orientandos (mestrandos e graduando) e o lançamento de Questões para um Jornalismo em crise, a sair pela Editora Insular. Há outros projetos e parcerias sendo costurados, mas ainda é cedo pra contar.

O que posso adiantar é que eu e Ana Paula Laux terminamos o primeiro romance policial assinado por Chris Lauxx. O título ainda é segredo, pelo menos até assinarmos com uma editora…

Bem, eu avisei: estou empolgado. Dias melhores virão, e eles estão logo ali na esquina…

Liberdade de Expressão e Regulação da Mídia

Você acha que regular os meios de comunicação é impor censura?

Taí uma chance para entender melhor porque o Brasil precisa criar mecanismos claros, públicos e democráticos para garantir direitos e fixar regras para um mercado predatório.

Mais informações em https://www.facebook.com/events/1609487945991809/

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Que tal debater as emissoras públicas de Santa Catarina?

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Mais informações em www.cvj.sc.gov.br/escola/encontro_jornalistas.html

“Número Zero” desestabiliza

imagesUmberto Eco é um intelectual com uma dose cavalar de coragem.

Quando eruditos e escrachados se agrediam com cotoveladas, ele veio e colocou os devidos pingos nos is falando de apocalípticos e integrados. Analisou quadrinhos com rigor, método e paixão. Assombrou-nos com seu conhecimento enciclopédico sobre a Idade Média e nos deu um belo romance policial com O Nome da Rosa. Nos ensinou e nos envolveu com O Pêndulo de Foucault e outros tantos. Agora, bagunça o coreto com Número Zero.

Tenho uma simpatia enorme pelo professor-bonachão e corri para ler Número Zero. Não só por isso, mas também pelo fuzuê dos comentários sobre o livro. Se você não sabe do que se trata, não é um livro cheio de rococós e empreendimentos rebuscados como os anteriores, mas um volume curto, pouco mais de 200 páginas, e que aborda temas atuais… Um grupo de jornalistas é recrutado para produzir doze edições de teste para um novo jornal em Milão. Não é jornal qualquer, mas será O jornal, algo que vai abalar as estruturas da sociedade local e do próprio jornalismo.

Em tempos difíceis para o jornalismo, claro que o livro me chamou a atenção. Com inteligência, humor refinado, ironia delicada, Eco me fez rir em diversas passagens que bem poderiam passar por anedotas, mas que são reconhecíveis nos meios de comunicação atuais. Estratégias para ocultar a verdade, formas de como atrair o interesse do público para banalidades, esquemas para separar o joio do trigo e publicar o joio estão em todas as partes. A gente ri amarelo em muitas delas, com vergonha alheia. A gente se entristece com os rumos que seguem os veículos e os profissionais.

É um alerta de Eco? Talvez. Mas o fato de ambientar sua trama em 1992 me faz pensar que o sinal vermelho esteja soando atrasado, bem atrasado. Pessoalmente, eu não esperava nenhuma saída milagrosa dele no romance, mas talvez algum alento, alguma esperança. Não, nada disso.

A trama me decepcionou também. Quase nada acontece, e aqueles personagens se colocam em cena como caricaturas, clichês desgastados. O desfecho é incerto e hesitante. E foi assim que fiquei ao final do livro. Não entendi o que levou um homem daquela estatura e volume a cometer aquelas páginas. Tal como as edições produzidas pelos personagens, talvez Número Zero nem devesse ter deixado o prelo…

O mundo digital em 100 segundos

O Reuters Institute aponta algumas tendências da vida digital neste rápido e instigante vídeo:

Um estudo sobre consumo e públicos da mídia

Screenshot 2015-06-14 05.35.13Se tivéssemos no Brasil um Conselho de Comunicação Social de verdade, talvez pudéssemos sonhar com a elaboração de um estudo como o que a portuguesa Entidade Reguladora da Comunicação (ERC) lançou recentemente.

A pesquisa analisa o consumo de notícias em plataformas digitais e as relações com seus públicos em Portugal e mais dez países, entre eles o próprio Brasil.

Baixe aqui.

O documento está em português, em PDF, tem 116 páginas e seu arquivo tem 5,5 Megabytes.

Sindicato dos Jornalistas faz 60 anos

Convite

Começa hoje o Mejor

A 3ª edição do Colóquio Internacional Mudanças Estruturais do Jornalismo (Mejor) começa hoje na UFSC e vai até a próxima sexta, 15 de maio.

O tema que norteia os debates é “Os silêncios do jornalismo”, e reúne pesquisadores de Brasil, França, Bélgica e Canadá. Uma realização do Posjor/UFSC, o Mejor é co-promovido, no Brasil, pela Universidae de Brasília, e no exterior, pela Réseau d´Études sur le Journalism (REJ), Centre de Recherche sur l´Action Politique em Europe (CRAPE) e Centre de Recherche em Information et Communication(ReSIC), vinculados à Universidade de Rennes 1 e à Universidade Livre de Bruxelas.

Sim, algumas das principais atrações como a conferência de abertura com a professora Sylvia Moretzsohn poderão ser acompanhados pela internet:

Sala 1:
http://videoconferencia.cce.ufsc.br/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=14

Sala 2:
http://videoconferencia.cce.ufsc.br/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=15

Mais informações em: http://mejor2015.sites.ufsc.br

É hoje! Promoção relâmpago de Os Maiores Detetives do Mundo

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Fórum Sul de Professores de Jornalismo

Esta semana a Furb, em Blumenau, sedia a terceira edição do principal evento sobre ensino de jornalismo da região sul. O capítulo regional do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo tem como tema os novos currículos e o impacto profissional. Esta é uma oportunidade única para debater o assunto, já que os cursos estão reformando suas grades curriculares por conta das Novas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Jornalismo, do MEC.

É também um momento de rever amigos e reforçar os laços de luta e união. Ainda mais depois do espetáculo dantesco protagonizado pela polícia e pelo governo do Paraná contra os professores na semana passada.

Farei a conferência de abertura, motivo de honra e de extrema responsabilidade…

Mais informações em www.fnpj.org.br

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Regulação econômica da mídia na Câmara

Será que agora vai?

(Reproduzido do FNDC)

Duas propostas importantes para a democratização da comunicação no Brasil serão discutidas em audiência pública na Câmara dos Deputados na próxima semana (7/5): os projetos de lei (PL) 4026/2004, de autoria do ex-deputado Cláudio Magrão (PPS-SP), e 6667/2009, proposto pelo deputado Ivan Valente (Psol-SP). Ambos regulamentam a Constituição Federal (Art. 220), impondo limites à propriedade dos meios de comunicação e à audiência para combater o monopólio no setor, e tramitam apensados.
A audiência foi requerida pela deputada Luiza Erundina em março e será realizada às 9h30 da próxima quinta-feira (7/5), no plenário 13 do anexo II da Câmara. O ministro Ricardo Berzoini, das Comunicações, é um dos convidados, junto com Ana Carolina Lopes de Carvalho, assessora da presidência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Murilo Cesar Ramos, professor da Universidade de Brasília (UnB) e Rosane Bertotti, Coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).
O PL 4026/2004 altera o Decreto-Lei 236/67 e limita em no máximo 50% a audiência de uma mesma rede de televisão (em qualquer horário). Esse limite já é realidade em países como os Estados Unidos, onde uma única empresa de comunicação não pode ter mais que 39% da audiência da população em território nacional. A proposta também estabelece limites à propriedade de emissoras por empresas de rádio.
Na justificativa do projeto, o autor observa que o Decreto-Lei 236 tem quase meio século e refletia uma realidade em que as emissoras operavam isoladamente ou formavam pequenas redes, o que não acontece hoje. A ideia é “pensar em alguma forma de administrar essa situação, delimitando o poder de mercado dessas empresas”.
O PL também estabelece suspensão das outorgas de retransmissoras e repetidoras que excederem o índice de audiência estipulado, o que que caracteriza domínio de mercado relevante, nos termos do Art. 20, inciso II, da Lei 8.884/94 (lei do Cade – Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O PL foi desarquivado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em fevereiro deste ano.
A proposta do deputado Ivan Valente (PL 6667/2009) responde à demanda da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) por políticas públicas capazes de coibir o monopólio e o oligopólio no setor de radiodifusão. O projeto tipifica a concentração horizontal e vertical nos meios de comunicação, proíbe que empresas do setor tenham acionistas ou cotistas integrantes de empresas de jornais, revistas e outros periódicos impressos, de empresas de televisão por assinatura ou de telecomunicações, além de estabelecer limites para a propriedade de emissoras de rádio e TV.
Bia Barbosa, coordenadora de Comunicação do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) comemora a realização da audiência. Para ela, a iniciativa demonstra que a despeito do desinteresse dos empresários do setor em discutir a concentração, “por interesses óbvios”, e da lentidão do governo em fazer a discussão avançar, as entidades sociais organizadas em prol da democratização da comunicação não param de cobrar que o poder público abra um espaço para fazer esse diálogo com a sociedade. “Nossa constituição proíbe o monopólio, mas até hoje não foi colocada em prática, por isso temos que debater esse tema sem melindres”, defente.
Conheça as propostas
Autor: ex-deputado Cláudio Magrão (PPS-SP)
Dispõe sobre os limites à concentração econômica nos meios de comunicação social, e dá outras providências.
Autor: Ivan Valente (PSOL-SP)
Estabelece limites para a propriedade de empresas de comunicação social, proíbe a propriedade cruzada nos meios de comunicação, e dá outras providências.

Espantando abutres

UnknownÉ preciso apurar os ouvidos para poder captar vozes dissonantes em meio ao coro. Por isso, a leitura de “La prensa ha muerto: viva la prensa!”, de Pascual Serrano, é tão interessante e necessária para esses tempos de desassossego jornalístico.

O jornalista valenciano oferece um punhado de razões para acreditar na sobrevivência do jornalismo, e como a tão propalada crise pode trazer em si muitas oportunidades de revisão de percurso. Não se trata de um rosário otimista e acrítico, mas de um volume que mantém a crença (e isso não é ruim) de que precisamos continuar a caminhar.

Para reforçar seu ponto de vista, Serrano destrincha as estruturas de funcionamento, os contextos de sobrevivência, as estratégias e os recursos (sempre limitados) de mais de uma dezena de meios que, diariamente, dão mostras de vigor e espírito: Le Monde Diplomatique, La Jornada, os já centenários La Jornada e The Nation, Brecha, IPS, junge Welt, Democracy Now! e o que o autor chama de um “boom español”.

Em linguagem clara, num tom que oscila entre o descritivo e o analítico, o livro traz diversos momentos de alento aos mais preocupados, e enfatiza as lições que a indústria do setor vem colhendo nas últimas décadas. Mais do que encher páginas e mais páginas de lamúrias, o momento é de buscar soluções, de reinventar procedimentos, de estabelecer um diálogo efetivo com os públicos e de descartar velhas fórmulas.

Modestamente, estou terminando de organizar um livro que também trata do tema. Questões para um jornalismo em crise é composto por treze capítulos que se dedicam a perguntas incômodas para nossos dias. Tratamos de jornalismo em dispositivos móveis, reportagem multimídia, crítica de mídia, das relações entre amadores e profissionais, das redes sociais, de uso de conteúdo gerado pelo usuário, de jornalismo pós-industrial, ensino e formação, entre outros aspectos. Os textos são assinados por jornalistas e pesquisadores do Mestrado e do Doutorado em Jornalismo da UFSC (Posjor), e o volume deve sair nos próximos meses pela Insular. Mais algumas vozes dissonantes que berram contra os abutres do jornalismo.

O fator confiança

Screenshot 2015-02-27 03.07.27A Ethical Journalism Network acaba de lançar um estudo com dados de 16 países sobre como jornalistas monitoram seus erros e os corrigem. O Brasil está no relatório, e a seção a ele dedicada é assinada pelo jornalista Marcelo Moreira, que já presidiu a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

No geral, o estudo é bastante genérico, mas de alguma forma contribui e estimula os debates sobre auto-regulação no setor, um tabu por essas bandas.

O diretor da rede, Aidan White, considerou surpreendentes os resultados da pesquisa que apontou – à exceção da Noruega, um modelo para a auto-regulação – que na grande maioria das vezes, jornalistas e editores se digladiam com controles legais, interferência política e corrupção. Um mundo nada fácil…

Organizada pelo próprio White, a publicação – intitulada The Trust Factor (O fator confiança) – tem 80 páginas, em inglês e formato PDF.

Para baixar o estudo (arquivo de 7 Mb), vá por aqui.

Violência contra jornalistas brasileiros, um dossiê

Screenshot 2015-02-09 02.40.07O título de um filme bastante conhecido poderia resumir 2014 para os profissionais da imprensa brasileira: O Ano Que Vivemos em Perigo.

Duvida? Então, dê uma olhada nesta pesquisa produzida pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), recentemente divulgada. É para se preocupar…

O documento tem 52 páginas, está em formato PDF e tem menos de um mega de arquivo.

Baixe aqui!

Mais informações: aqui e aqui

Redes sociais: 28% do planeta está conectado

Infografia do Go-Globe apresenta dados mais recentes da presença, uso e engajamento nas redes sociais…

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Como veremos as notícias em 2020?

6a00e552985c0d883301bb07e755bc970d-500wiA BBC se arrisca em responder. Em “Future of News”, o conglomerado britânico apresenta uma visão de como as notícias vão se apresentar, como a tecnologia, as empresas e os profissionais funcionarão.

Programas de TV mais participativos, audiências mais ativas, publicidade como mecenato, Big Data nas redações e doses cavalares de jornalismo local estão entre as apostas da BBC.

Ficou curioso? Então, espie o futuro aqui.

Uma agenda para o ministério das comunicações

O coletivo Intervozes, um dos mais atuantes no tema da democratização da mídia no país, esteve junto com o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) em audiência com o novo ministro da área, Ricardo Berzoini. As entidades têm se queixado publicamente da lentidão e a quase falta de ações do governo Dilma Rousseff na área.

Para “incentivar” o ministro a “fazer diferente”, o Intervozes listou o que chama de uma agenda de curto prazo para a pasta:

1. Proibição de outorgas para deputados e senadores

2. Combate aos arrendamentos/subconcessões

3. Enfrentamento ao livre mercado de compra e venda de outorgas de rádio e TV

4. Garantia do respeito aos limites à concentração de propriedade já existentes

5. Responsabilização das emissoras por violações de direitos humanos na programação

6. Fim da criminalização às rádios comunitárias

7. Universalização do acesso à banda larga

(para saber mais, vá por aqui)

Congresso de Ética na Mídia prorroga prazo

(reproduzindo o informe dos organizadores)

Ampliado el plazo hasta el día 8 de febrero de 2015 para enviar propuestas de comunicaciones (abstracts) al III International Conference on Media Ethics (http://congreso.us.es/mediaethics/index.php/es/), que tendrá lugar en Sevilla los días 24, 25 y 26 del próximo mes de marzo. El plazo máximo para la entrega del texto completo será el 28 de febrero.

Atendiendo a la petición de algunos investigadores, se aceptaran comunicaciones para ser presentadas a través de internet (por skype o programas similares). Se dedicarán algunas de las sesiones del congreso a estas comunicaciones no presenciales en horarios que tendrán en cuenta la diferencia horaria entre Europa y Latinoamérica.

En esta III edición del Congreso contaremos entre otros ponentes con los profesores John Peters (University of Standford), Basilio Monteiro (Universidad St. Johns – Nueva York-) o  José Manuel de Pablos (Universidad La Laguna). Esta edición, está concebida como un espacio para intercambiar ideas de nuevos proyectos y la búsqueda de socios internacionales. También se ofrecen actividades prácticas para la mejora y calidad de la investigación científica, como una mesa redonda sobre revistas científicas patrocinada por la Revista Latina de Comunicación Social.

Dado el carácter internacional del congreso y los horarios europeos, el congreso se desarrollará en dos sesiones: mañana (9’30h -14’30h) y tarde (16’00h-18’00h), dejando así más tiempo a los congresistas para establecer relaciones con otros colegas o disfrutar de la ciudad si así lo desean. La organización ofrecerá diversas actividades sociales complementarías para quienes deseen prolongar las sesiones académicas con sesiones de trabajo en un contexto más personal y ameno.

Las comunicaciones seleccionadas para su publicación formarán parte de en un libro de actas electrónico publicado por la editorial Dykinson S.L, de Madrid, con su correspondiente ISBN, y un comité científico que avale dicha publicación. En los propios días del congreso se ofrecerá el link desde el cual se podrán descargar los congresistas sus contribuciones.

El primer día, 24 de marzo, las sesiones del congreso serán sólo en español, y en los días sucesivos, 25 y 26, serán tanto en español como en inglés.

Le agradecemos que distribuya esta información entre vuestras redes de contactos.

Más información o cualquier gestión: 3mediaethics@gmail.com

Mejor: prorrogado!

A organização do 3º Mejor informa:

O prazo para o envio de propostas de comunicação ao III Colóquio Internacional Mudanças Estruturais no Jornalismo foi adiado para a próxima terça-feira, dia 20 de janeiro.
Assim, há mais cinco dias para a submissão de propostas, de acordo com as normas descritas no site http://mejor2015.sits.ufsc.br 

As propostas, com 6.000 caracteres, devem ser enviadas para o e-mail mejor2015ufsc@gmail.com

É só até amanhã…

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3º Mejor: Colóquio Internacional Mudanças Estruturais do Jornalismo.

O evento aborda os silêncios no e do jornalismo.

Acontece em março na UFSC, em Florianópolis.

Mais informações em http://mejor2015.sites.ufsc.br

revista ciberlegenda com chamada aberta

Reproduzindo…

Car@s colegas,
comunicamos que está aberta a chamada para a edição de 2015_1 da Revista Ciberlegenda, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFF.
A primeira edição de 2015 é dedicada à análise do conceito de “conexão 24/7” e seus desdobramentos para as rotinas cotidianas, e contará com a participação da Profa. Dra. Lilian França, da Universidade Federal de Sergipe, como co-editora convidada.
2015.1
A era da conexão 24/7
Pesquisas na área de comunicação que analisem o conceito de “conexão 24/7” e seus desdobramentos para as rotinas cotidianas: sistemas de vigilância (surveillance e sousveillance), lifecasting, lifelog, GeoTaging, redes sociais, aplicativos para tablets e smartphones, estratégias de monitoramento, rastreamento e compartilhamento ininterrupto de informação; o ideal da alta performance na contemporaneidade; a busca pela vigília estendida
Prazo para envio de artigos: 02 de março de 2014.
Mais: http://www.proppi.uff.br/ciberlegenda/