O jornalista Timothy Garton Ash e uma equipe internacional de estudantes ligados à Oxford University estão à frente de um projeto bem interessante: um site em 13 línguas que propõe 10 princípios para a liberdade de expressão, e que convida a debatê-los. Basta se cadastrar e participar, opinando, votando, clicando.
O site tem interfaces em inglês, português, espanhol, alemão, francês, japonês, chinês, russo, turco, hindi, árabe, farsi e urdu. Os responsáveis pelo projeto que acreditam que cobrem 80% dos 2 bilhões de pessoas conectadas à internet com este leque linguístico.
Os princípios propostos são:
1. Nós, seres humanos, devemos ser livres e ter as garantias necessárias para expressar, receber e comunicar informações e ideias, independentemente de fronteiras.
2. Defendemos a internet e todas as outras formas de comunicação contra os abusos ilegítimos tanto do poder público quanto da iniciativa privada.
3. Exigimos e criamos mídias abertas e diversificadas que possam nos ajudar a tomar decisões bem informadas, e com isso participar plenamente da vida política.
4. Falamos abertamente e com civilidade sobre todas as diferenças entre os seres humanos.
5. Não permitimos que tabus interfiram na discussão e disseminação do conhecimento.
6. Não fazemos ameaças de violência nem tampouco aceitamos intimidações violentas.
7. Nós respeitamos a pessoa que tenha uma opinião ou crença, mas não necessariamente o conteúdo dessa opinião ou crença.
8. Temos o direito a uma vida privada mas devemos aceitar investigações que sejam de interesse público.
9. Devemos ter meios de combater ofensas às nossas reputações sem com isso silenciar um debate legítimo.
10. Devemos ser livres para questionar todos os limites à liberdade de expressão que tenham como justificativa questões de segurança nacional, ordem pública e/ou princípios morais.
Ficou interessado? Quer debater?
Acesse: http://freespeechdebate.com/pt/


A Unesco lançou uma publicação de 105 páginas abordando o estado das coisas em termos de liberdade de conexão à web e suas implicações no desenvolvimento da liberdade de expressão para os cidadãos. O planeta tem pouco mais de 1,97 bilhão de internautas, o que significa que menos de um terço da população tem acesso a uma quantidade quase infinita de informações. “Freedom of Connection-Freedom of Expression” ataca o tema, apoiando-se em pesquisa empírica e estudos de casos da normas e regulamentos ao redor do mundo.
A Associação Nacional dos Jornais (ANJ) alterou seu estatuto e lançou o seu
A liberdade de imprensa é um conceito caro e raro. Polêmico e ansiosamente buscado.
Não sei nada de japonês, o idioma. Chego a trocar “arikatô” por “saionará”. Mas gostaria muito de saber a língua japonesa para acompanhar a cobertura da crise nuclear. Fico intrigado com o que vem sendo noticiado pelas agências internacionais e curiosíssimo para saber se o povo de lá anda satisfeito com o nível de informação.
Os professores Alessandra Aldé e Fernando Gonçalves, da organização, reforçam o convite para a abertura amanhã do 4º Encontro da Compolítica – Associação Brasileira dos Pesquisadores em Comunicação e Política.
A edição de janeiro-março da revista Jornalismo & Jornalistas, editada pelo 


Se você leu o título deste post e se perguntou “o que é esse tal Wikileaks?”, desculpe, mas ou você não é deste planeta ou anda bem distraído. Afinal, este é o assunto das últimas duas semanas. Tanto que todo o mundo está opinando sobre o site que disponibiliza documentos secretos vazados. Até eu estou dando meus pitacos. Quer saber? Então, veja 