O Estado de S.Paulo publicou editorial recentemente alertando seus leitores sobre os perigos de eleger Flavio Bolsonaro à presidência do país. Segundo o jornal – que representa e repercute valores conservadores -, a eleição do candidato de extrema-direita possibilitará a ascensão das milícias ao mais alto posto da República. Nas redes, jornalistas e artistas fazem questão de manifestar suas preferências eleitorais por Lula. E a esperada neutralidade política do jornalismo? Por que isso está acontecendo justamente agora? Onde entra a democracia nesta equação?
A Latam Journalism Review explica em reportagem de Leonardo Coelho.
Vale ler e pensar sobre imparcialidade e objetividade…
A partir de hoje estão abertas as inscrições para a 11ª Media Ethics Conference. Após dez edições na Europa, o maior evento internacional sobre ética da comunicação desembarca em Florianópolis, Brasil, de 22 a 25 de março do próximo ano. Os dois primeiros dias da conferência serão dedicados às sessões online e, em 24 e 25 de março, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza o evento em formato presencial. No
Metade dos jornalistas no Brasil relata sintomas de depressão, e altos índices de ansiedade, estresse e assédio moral.
A campanha eleitoral já corre solta pelas ruas e pelas redes no Brasil, e esse período é sempre muito tenso para os profissionais da informação. Por isso, o Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores do Ministério da Justiça e Segurança Pública acaba de lançar um guia com orientações rápidas de como agir em casos de ataques e agressões.
Você se lembra de A Mulher da Casa Abandonada, o podcast que fez um tremendo sucesso e causou grandes debates sobre espetacularização das notícias e os limites de uma investigação jornalística?

Acaba de ser lançado na Espanha o livro Democracias y calidad periodística: gobernanza, desorden informativo y ecosistemas mediáticos, organizado por Dolors Palau-Sampio e Silvio Waisbord.
Os cursos de Jornalismo e de Publicidade da PUC de Goiás me convidaram para falar sobre ética da comunicação e inteligência artificial. Será hoje à noite.
Na semana passada, participei de um evento muito interessante promovido pela 
Quase um terço da redação do Washington Post foi demitida, o que representa uns 300 empregos a menos, e várias editorias simplesmente eliminadas.
Durante muito tempo, era remota a possibilidade de professores das universidades federais chegarem à condição de titular. Havia uma quantidade limitada dessas vagas e muitos colegas, por mais que dedicassem vidas inteiras ao trabalho, não alcançavam essa condição. Felizmente, o governo brasileiro alterou essa situação, criando uma classe na carreira, fazendo com que se tornar professor titular pudesse ser resultado de uma progressão funcional. A minha geração se beneficia dessa mudança, e amanhã, dia 11, é a minha vez de passar por um rito que pode resultar em mais um passo na minha trajetória.
“Lux”, o álbum mais recente de Rosalía, é um escândalo de coisas fortes e belas!
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