20 revistas pra não perder de vista

A lista é provisória, aleatória e incompleta… mas aí vão algumas sugestões de publicações científicas da área em inglês, francês, espanhol…

adComunicahttp://www.adcomunicarevista.com

Central European Journal of Communicationhttp://www.cejc.ptks.pl

Communicationhttp://communication.revues.org

Comunicação & Sociedadehttp://www.comunicacao.uminho.pt/cecs/publicacoes.asp?startAt=2&categoryID=674&newsID=2492

Comunicación y Hombrehttp://www.comunicacionyhombre.com

E-Journalisthttp://ejournalist.com.au

Essachesshttp://www.essachess.com/index.php/jcs

Hermèshttp://documents.irevues.inist.fr/handle/2042/8538

Infoaméricahttp://www.infoamerica.org

Information Researchhttp://informationr.net/ir/

inMediahttp://inmedia.revues.org

Journal of Information Policyhttp://jip.vmhost.psu.edu/ojs/index.php/jip

McLuhan Studieshttp://www.mcluhanstudies.com

Necsushttp://www.necsus-ejms.org

Online Journal of Communication and Media Technologieshttp://www.ojcmt.net

Pixel-Bithttp://acdc.sav.us.es/pixelbit/index.php?option=com_content&view=article&id=49&Itemid=2

Prisma.Comhttp://revistas.ua.pt/index.php/prismacom/index

Revista Comunicandohttp://www.revistacomunicando.sopcom.pt

Revista Mediterránea de Comunicaciónhttp://www.rmedcom.org

Transformationshttp://www.transformationsjournal.org/journal/index.shtml

uma enciclopédia do rádio

Vem aí uma Enciclopédia do Rádio Esportivo Brasileiro, livro que vai biografar os 230 mais destacados radialistas esportivos do país. O lançamento acontece em 5 de setembro, em Fortaleza, durante a realização do 35º Congresso da Intercom. A organização é de Nair Prata e Maria Cláudia Santos, com textos de 119 autores do Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Intercom. Editado pela Insular.

ponto negativo para o alfa positivo

Se você tem um Alfa, o leitor de livros eletrônicos da Positivo, e ele der problema, esqueça de tentar resolver com a própria empresa. Você vai se incomodar, como eu, e não terá a solução esperada.

Em junho de 2011, ganhei um Alfa de presente e passei a usar com bastante frequência no trabalho e nas horas de lazer. Na verdade, cheguei a alterar alguns hábitos de consumo de livros por conta da comodidade, da praticidade e do conforto do aparelho. Embora tivesse algumas limitações – sobretudo no contraste entre o texto e a tela -, o meu Alfa funcionava não só como meu livro de ocasião – aquele que a gente leva para todo lugar -, mas também como biblioteca – eu tinha mais de 150 títulos ali armazenados.

Tudo ia bem até que, no final de junho passado, de repente, meu aparelho não respondia aos toques na tela sensível e meus livros não estavam mais visíveis. Entrei em contato imediatamente com a Positivo Informática, solicitando assistências autorizadas. Eu queria que um técnico especializado fizesse um diagnóstico e um orçamento para o reparo. Todos os meus contatos foram por e-mail, e minhas mensagens eram respondidas logo nos dias seguintes aos meus chamados.

Em 24/06, a Central de Relacionamento Positivo me indicou uma assistência técnica no centro de Florianópolis. Fui atrás e deixei meu aparelho para uma análise. Dias depois, o diagnóstico foi econômico e impreciso: “não compensa fazer o conserto”. Em 13 de julho, solicitei novamente à Positivo o endereço de uma autorizada, eu queria uma segunda opinião, afinal não me conformava em ter um aparelho que só durasse um ano!. No dia 24, tive o novo endereço, e novamente fui atrás. Qual não foi minha surpresa quando lá fui informado que a assistência estava deixando a Positivo: “Estou surpreso que eles tenham nos indicado. Estamos nos descredenciando da empresa, não ficamos com mais nenhum produto da Positivo”, me disse o atendente.

No dia 25, acionei mais uma vez a empresa, pedindo instruções de como agir. No dia 26, a Central de Relacionamento Positivo me deu duas novas referências, mas numa outra cidade, ao lado da minha. Eu precisaria me deslocar algumas dezenas de quilômetros para fazer um diagnóstico de meu aparelho. Fui à primeira autorizada e lá me informaram que o atendimento era exclusivamente corporativo, isto é, só atendiam a empresas e não pessoas físicas. Na segunda assistência, a atendente me respondeu: “Ah, esse aparelho aqui a gente não pega não. Ele é recolhido pelo próprio fabricante para eventuais consertos…”.

No dia 8 de agosto, cansado, decepcionado e indignado, escrevi à Central de Relacionamento Positivo que estava desistindo de tentar consertar um aparelho que só funcionara por treze meses e cujo fabricante não me garante ao menos uma rede confiável de assistência técnica. Até agora não tive uma linha de resposta, nenhuma justificativa, nada.

Se eu tivesse importado um Kindle, teria tido tantos problemas? O senso comum nos faz crer que investir em produtos nacionais facilitaria o conserto, uma orientação ou algo do tipo. Que nada! Com o meu Alfa Positivo, não foi assim. Se alguém me pedisse uma recomendação do produto ou da empresa, claro que eu não recomendaria!

ATUALIZAÇÃO DE 17/09/2012: Felizmente, a situação foi bem resolvida pela empresa, conforme você pode conferir aqui: http://wp.me/p4HHl-26l

ficção televisiva em seminário

Uma oportunidade…

quem está a fim de pagar?

Em meus tempos de universitário, no final das festas, quase sempre havia um coro de canções de Raul Seixas. A maior parte delas era bem deprê, mas bastava uma para espantar a tristeza que anunciava a dosagem alcoólica geral e previa o final da farra: “Aluga-se!”. O refrão é contagiante: “Nós não vamo pagar nada. Nós não vamo pagar nada. Agora é free! Tá na hora, agora é free!…”

Passadas décadas daquilo tudo, nesta manhã preguiçosa de domingo, tropeço numa entrevista na versão online da Folha de S.Paulo que me fez cantarolar novamente a canção. Na matéria, Raul Juste Lores dá voz a um “guru da indústria jornalística”, o norte-americano Ken Doctor, para quem o público está disposto a pagar por conteúdos online. É claro que a fala de Doctor é muitíssimo conveniente para a Folha, que defende a cobrança. É claro também que essa discussão não é nova, já que nasceum um segundo após o nascimento da internet, antes mesmo de cortarem o seu cordão umbilical. Afinal, quem vai pagar pelos custos de se produzir notícia e entretenimento de qualidade?

Não vou entrar nessa discussão agora. Só quero chamar a atenção para o lugar de fala desses personagens. Doctor dá consultoria a grupos de mídia, e um papel importante nesse trabalho é fomentar opiniões que ajudem a aumentar o entusiasmo (e os lucros) dessa indústria. A Folha de S.Paulo está diretamente interessada que o público se convença de que quer pagar mesmo para acessar textos e outros conteúdos. Chris Anderson, conhecido por livros como “The Long Tail” e “Free!”, colocou mais lenha na fogueira, anos atrás, falando sobre gratuidade e conteúdos premium. Curioso é que seu livro sobre o fenômeno do grátis não foi oferecido ao leitor na faixa…

Parte do prestígio de Doctor é o seu “Newsonomics”, em que dita tendências da indústria da mídia. São elas:

  • Diante de tanto conteúdo oferecido e em disputa por atenção, você é o seu próprio editor
  • Cerca de uma dúzia de grandes conglomerados de mídia dominará o mercado
  • O aspecto local conta cada vez mais
  • “O Velho Mundo das notícias acabou – vamos aceitar isso”
  • Uma grande quantidade de intermediários foi eliminada, e quem hoje reúne e oferece os melhores conteúdos, sai na frente
  • As empresas de notícias estão, cada vez mais, usando conteúdos de amadores, e os misturando aos produzidos por profissionais
  • Repórteres se tornam blogueiros, e vice-versa
  • Empresas da mídia estão investindo mais e mais em especialização e nos nichos de consumo
  • Não existe mais a disputa homem versus máquina. Cada um desses elementos auxilia na equação. É preciso tirar o melhor deles para fazer os negócios prosperarem
  • Jornalismo se aproxima e se aproveita do marketing, e vice-versa
  • Jornalistas precisam se esforçar mais ainda (se especializar, se reinventar) para manter seus empregos
  • Não se deve apenas olhar para o cenário de crise. Este mesmo cenário mostra lacunas que podem ser exploradas e se tornar grandes oportunidades

Algumas dessas tendências parecem se aplicar a muitos mercados e realidades, inclusive o brasileiro. Outras, nem tanto.

A posição de Doctor na entrevista à Folha, essa de pagar por conteúdos, carece de mais pesquisa e comprovação nas praças brasileiras. Nos fóruns por onde passo, não vejo essa disponibilidade toda apontada por Ken Doctor. Nos blogs, isso não está evidente. Nem nas redes sociais, vigora tanto entusiasmo.

Estarei exagerando ou falando alguma besteira de graça? Toca Raul!

um plano de proteção para os jornalistas

(reproduzo notícia do Comunique-se)

Para combater a impunidade e melhorar a segurança dos jornalistas, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura  (Unesco) desenvolveu umPlano de Ação para proteger os profissionais. Comentários e sugestões para agregarem o trabalho podem ser apresentados até 31 de agosto. A ONU também trabalhará com recursos de seu próprio sistema que incentiva a conscientização.

O projeto terá regras internacionais existentes, desenvolvimento de legislação apropriada e dispositivos institucionais de segurança. Além disso, terá promoção de boas práticas entre os Estados para combater a impunidade, mecanismos preventivos e políticas com abordagens baseadas no gênero.  As ações serão implementadas e melhoradas a partir do trabalho que for desenvolvido.

sbpjor usa youtube para convidar…

A décima edição do encontro nacional da SBPJor só acontece em novembro, mas no canal do YouTube da entidade já tem chamada…

abciber também prorrogou

Sandra Montardo, a coordenadora da quarta ediçao do Simpósio Nacional da ABCiber, avisa que o prazo para envio de trabalhos  foi prorrogado, e agora o novo deadline é dia 6 de agosto.

Mais informações: aqui

um seminário de pesquisa em games

Mais informações aqui.

batman está de volta…

Oficialmente, ele chega amanhã, mas já dá pra se divertir, vendo trailers oficiais e alternativos, como esses de Lego…

democratizar a mídia: qual o seu papel?

nada de crise nos jornais

Vamos continuar com a campanha para espantar abutres!
Foram divulgados novos dados que mostram que a propalada crise dos impressos não chegou às nossas praias. Como diz o Joelmir Beting, “o fim do mundo foi adiado mais uma vez”.

Veja o que diz a matéria do Comunique-se:

Os primeiros seis meses deste ano marcaram bons números para o impresso, que teve crescimento médio de 2,3%. A afirmação é do Instituto Verificador de Circulação (IVC), órgão responsável pela auditoria de jornais e revistas no país.

De acordo com os dados, o aumento é resultado das vendas, em especial dos jornais com preço de capa entre 1 e 2 reais, que avançou 2,8%. “O bom desempenho dos jornais com esse preço é um movimento bastante importante. Este grupo inclui os principais títulos de alguns mercados regionais. No ano passado, já era perceptível um fortalecimento que se intensificou neste primeiro semestre”, explicou o presidente executivo do IVC, Pedro Martins Silva.

Veículos com custo por exemplar acima de 2 reais tiveram alta de 2,3% e o grupo de jornais vendidos por até 99 centavos teve elevação de 1,8%. Neste período, a média diária de circulação brasileira foi de 4.543.755 exemplares, o que marca novo recorde histórico para a auditoria da entidade.

sbpjor alarga o prazo

A greve nas universidades federais motivou a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) a prorrogar o deadline de sua chamada de trabalhos para o décimo encontro da entidade, que acontece em novembro em Curitiba.

Agora, a data final é 10 de agosto.

Mais informações aqui.

amy winehouse, e lá se foi um ano

Muita coisa aconteceu desde que encontraram o corpo de Amy em sua casa, já sem vida.
Apesar disso, não se encontrou ninguém como ela desde então…
Ela era a esquina entre o jazz e o rock. Atitude de jazz singer e vida de rock star…

notas de férias (1)

Tirei uns diazinhos de férias. Fui obrigado. Caso contrário, as perderia.
Diante disso, o que posso fazer? Go-zar.

1. O que mais me chamou a atenção em “O Espetacular Homem-Aranha” não foi o vilão reptiliano e escabroso, nem os sempre-incríveis efeitos especiais, nem a trama aracnídea. Foi Andrew Garfield. É, eu pensava que Tobey Maguire era o Peter Parker definitivo no cinema e que o magrelinho escalado para fazer o super-heroi iria cair das alturas. Besteira. Garfield mergulha no personagem sem rede de proteção, e faz um Parker no mais autêntico estilo adolescente: confuso, dramático, hiperbólico, atrapalhado. E seu Homem-Aranha é elástico, histriônico e acrobático, como o de Todd McFarlane.

2. A Praia da Armação ainda está ao deus-dará. A obra de contenção do mar foi mal feita, o comércio sentiu o baque da queda do turismo e a comunidade está abandonada. O mar continua a ser o mais lindo dessa parte da Ilha. As gaivotas reinam soberanas num céu sem limites. Como são sem limites as cagadas humanas.

3. Garcia-Roza voltou com tudo. Em “Fantasma”, ele traz mais uma vez o delegado Espinosa em um intrigante romance policial, sempre ambientado em Copacabana (ou arredores) e com personagens com contornos pouco nítidos e camadas e mais camadas de complexidade. Houve quem rosnasse com o lançamento. Gostei. Trama bem costurada, mistérios e segredos na medida. Aos 52 anos, Espinosa está melhor do que antes…

4. Tropecei em “Bourbon Street – Os fantasmas de Cornelius”, uma luxuosa HQ dos franceses Phillipe Charlot e Alexis Chabert, que mescla jazz, nostalgia, esperança e aparições de Louis Armistrong. Junte uma pitada de Buena Vista Social Club, uma arte vigorosa e bem detalhada, e um roteiro delicado, et voila! Vale a leitura, mas aviso: é apenas a primeira parte da história. A segunda só sai no Brasil no ano que vem…

5. E já que estamos falando (quase que só) de fantasmas, fuja de “Motoqueiro Fantasma – Espírito da Vingança”. É uma bomba

6. Dias ensolarados sepultam listas de compromissos chatos, atrasados e incontornáveis.

7. “Para Roma com Amor” é delicioso. Woody Allen está hilário: na frente e atrás das câmeras. Três ou quatro diálogos e ele chuta Roberto Benigni pro canto.

8. É bom acordar e se espreguiçar. É bom poder prestar atenção na própria respiração (mesmo que isso acarrete olhar pra pança indo e voltando). É bom fugir no meio da tarde para pegar um cinema. É bom estar vivo.

o fim de demóstenes

O Senado vota hoje pela manhã o pedido de cassação de Demóstenes Torres (sem partido – GO), e tudo parece fazer crer que ele será o segundo senador da história a ser defenestrado pelos seus pares…

A Polícia Federal gravou mais de 300 telefonemas entre Demóstenes e o contraventor Carlinhos Cachoeira. Putz! Mais de 300! É bem mais do que falo com a minha mãe! Isso quer dizer duas coisas: 1. Demóstenes gosta mais de Cachoeira do que eu da minha mãe! 2. Eu também merecia uma CPI por isso…

um especial sobre jornalismo e cibercultura

A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, do POSJOR/UFSC, acaba de publicar o volume 9 n. 1, referente ao primeiro semestre de 2012, e que traz um dossiê sobre jornalismo e cibercultura, além de artigos de temáticas livres e resenhas de livros.

A publicação científica é semestral, eletrônica e totalmente aberta para leitura e consulta.
Para acessar, clique aqui.

Para o segundo semestre, já há chamada de textos.
O tema é “Jornalismo e Mídia, aportes portugueses”.
Veja como mandar o seu artigo aqui.

(Reproduzido do POSJOR)

running

Clima de final de semestre. Clima de final de semana atribulada.
(Eliane Elias, a talentosa pianista de jazz brasileira que martela suas teclas nos Estados Unidos, dá uma amostra desse clima)

uma série mira o telejornalismo

Estreou no último dia 24 de junho nos Estados Unidos a série “The Newsroom”, uma produção da HBO que tem no telejornalismo o seu foco. Na trama, o acomodado âncora Will McAvoy tenta se reinventar à medida que remodela seu telejornal com a ajuda de Mackenzie MacHale, uma produtora com quem teve um passado frustrante. Até aí nada de mais… e o primeiro episódio não chega mesmo a empolgar, mas só o fato de produzirem uma série televisiva sobre jornalismo já vale um comentário neste espaço.

Para um comentário mais longo, leia o que publicarei amanhã no objETHOS

revista traz dossiê sobre ética na comunicação

A edição deste semestre da revista Comunicação, Mídia e Consumo, da ESPM, traz um dossiê sobre Comunicação e Ética.

Veja o sumário do especial e acesse a edição:

Discurso e mobilização social no contexto das tecnologias interativas: a emergência de múltiplas esferas argumentativas – Edson Fernando Dalmonte

A liberdade de imprensa e a liberdade na publicidade – Eugenio Bucci, Silvio Nunes Augusto Junior

Política na hora do chá: ética e identidade no debate online sobre uma bebida – Luis Mauro Sá Martino, Ângela Cristina Salgueiro Marques

Ética jornalística na primeira década do século XXI: um mapeamento de ocorrências – Rogerio Christofoletti, Marianne Oliveira Ternes

abciber acontece na feevale em novembro

Agende-se!
A sexta edição do Simpósio Nacional da ABCiber vai acontecer de 6 a 8 de novembro, na Feevale, em Novo Hamburgo.

Saiba mais no site: http://www.feevale.br/simposioabciber
Pelo Twitter: @ABCiber2012
Ou no Facebook: http://www.facebook.com/ABciber2012

Deadline para submissão de propostas: 30/07/2012
Divulgação de aceites: a partir de 23/08/2012
Realização do evento: de 06 a 08/11/2012

essa capa merece um prêmio!!!

A chamada diz tudo: “Por 1 minuto e 43 segundos na tevê, o PT troca Luiza Erundina por Paulo Maluf”.

Arrasô geral!

jornalismo contemporâneo: um livro

Todos os anos a Compós lança um livro coletivo com uma temática específica dos estudos da comunicação. A publicação traz capítulos assinados por alguns dos principais autores que se debruçam sobre aquele assunto. Neste ano, o livro tem como título “Mediação e Midiatização”, e foi organizado por Maria Ângela Mattos, Jeder Janotti Junior e Nilda Jacks. Em 2011, a publicação abordou o jornalismo contemporâneo, e foi organizada por Gislene Silva, Dimas Künsch, Christa Berger e Afonso Albuquerque.

Aliás, quer baixar o livro? Clique aqui.
Quer comprar a versão impressa? Por aqui.

sbpjor já recebe propostas de trabalhos

A diretora científica da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Luciana Mielniczuk, informa que está aberto o período de submissões de trabalhos para o 10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo e o 2º Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo.

O tema do evento é a Pesquisa em Jornalismo na América Latina e o período de submissão termina em 31 de julho. O evento, que ocorre em Curitiba  entre 8 e 10 de novembro, será organizado pela PUCPR com o apoio da UTP e UFPR.

De acordo com o site,

Uma novidade é que, devido a uma parceria estabelecida entre SBPJor e  UnB,  a submissão dos trabalhos será realizada pelo Portal de Administração de Conferências da UnB através do SOAC,  um sistema de gerenciamento para eventos científicos administrado pelo IBICT. Trata-se de um sistema de fácil utilização e já conhecido pela comunidade científica por ser um sistema  análogo ao SEER, utilizados em periódicos.

Veja nos links abaixo, as informações necessárias para submeter seu trabalho.
1) Leia as normas da chamada de trabalhos para a submissão
2) Acesse o modelo para formatar os trabalhos a serem encaminhados ao 10º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo
3) Acesse o modelo para formatar os trabalhos a serem encaminhados ao II Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo.
4) Baixe o documento para autorização do orientador relativo aos trabalhos a serem encaminhados ao II Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo.
5) Com o seu trabalho pronto e formatado, acesse a plataforma para a submissão de trabalhos: http://soac.bce.unb.br/. Será necessário realizar um cadastro no sistema para efetivar a submissão.

Sobre dúvidas ou problemas com o sistema de submissão, entrar em contato com a Diretoria Científica através do e-mail sbpjor.diretoriacientifica@gmail.com.

revista chama textos sobre mídia e jornalismo em portugal

A edição do segundo semestre da revista Estudos em Jornalismo e Mídia convida os pesquisadores a refletirem sobre os aportes portugueses. Próxima edição sai em junho.

Veja a chamada de textos:

Jornalismo e Mídia, aportes portugueses
Nas últimas duas décadas, pesquisadores brasileiros e portugueses da área da Comunicação vêm, cada vez mais, se aproximando, fortalecendo laços de cooperação científica e tecnológica que beneficiam os dois lados do Atlântico. Associações científicas dos dois países dialogam de forma estreita, eventos binacionais são frequentes e existem alguns periódicos que salientam a lusofonia como um traço comum dos trabalhos realizados pelas duas comunidades. O próximo número da revista Estudos em Jornalismo e Mídia, da UFSC, insiste na aproximação e convida os pesquisadores a submeter artigos que tragam resultados de estudos, relatos de experiência e reflexões críticas sobre o Jornalismo e a Mídia em Portugal. São esperados textos que abordem telejornalismo, radiojornalismo, ciberjornalismo, meios impressos, serviços em dispositivos móveis, e outras formas de difusão informativa. Ensino de comunicação, profissionalidade, mercado consumidor de informação, novas narrativas, ética, história e teoria também são de interesse da EJM para este número que não é exclusivo para os colegas portugueses. Evidentemente, contribuições de brasileiros que tenham o mesmo escopo também serão bem recebidas.
Todos os artigos devem ser submetidos eletronicamente.

Instruções de formatação: http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/jornalismo/about/submissions#authorGuidelines
Deadline: 10 de setembro de 2012
Publicação: Dezembro de 2012

(reproduzido do site do POSJOR)

stan lee segue as pegadas de hitchcock

Alfred Hitchcok foi um dos cineastas mais influentes do mundo, um renovador de linguagens, um realizador sem igual. Afora isso tudo, foi um sujeito de um humor bem peculiar. Algumas das piadas mais conhecidas do velho estavam em seus filmes, nas aparições-relâmpagos do diretor em situações cotidianas e irônicas. Passatempo de muita gente é assistir aos filmes e “pescar” as suas passagens.

Stan Lee, o cara mais importante da indústria dos quadrinhos nos últimos 50 anos, também é muitíssimo bem-humorado e recorreu ao mesmo expediente para “estrelar” os principais lançamentos cinematográficos envolvendo super-herois dos quadrinhso da Marvel. Veja um mix e se divirta!

o futuro do jornalismo em 46 páginas

Chega à rede e pode ser baixado gratuitamente o sétimo número de Cuadernos de Comunicación, editado pela Evoca: El futuro del periodismo , com textos de Gumersindo Lafuente, Ramón Salaverría, Chiqui Esteban, Silvia Cobo, Juan Luis Sánchez, Ismael Nafría e Pepe Cervera.

Vá espiar o futuro, vá!

sete anos é um ciclo

Este blog completou sete anos de publicação no último dia 20. Eu ia escrever que são sete anos de publicação ininterrupta, mas se você passa por aqui com alguma frequência sabe que os posts têm ficado mais raros. A desculpa é a de sempre: absoluta falta de tempo. Desde que assumi uma montanha de compromissos profissionais – entre os quais a coordenação do Mestrado em Jornalismo na UFSC -, tem sido mais difícil levar esta second life de blogueiro. Já me queixei também se falta de motivação, mas o grande impedimento mesmo é a duração do dia. Ele curto demais.

De qualquer maneira, fica o registro. E pra não perder a mão, ofereço aos meus poucos (fiéis e insistentes) leitores um novo layout. Mais uma vez, fica o meu agradecimento pelo privilégio da sua visita.

continua o inferno astral de assange

A Suprema Corte Britânica aprovou hoje cedo a extradição de Julian Assange para a Suécia, onde deve responder por acusações de crimes sexuais. O rosto mais conhecido do WikiLeaks vem enfrentando meio mundo desde que o site virou de pernas para o ar a diplomacia norte-americana e contrariou os interesses de outras grandes nações. Assange está em prisão domiciliar há mais de 500 dias e vem produzindo uma série de entrevistas televisivas com pensadores, políticos e ativistas. Os programas estão disponíveis na internet, inclusive com versões em espanhol, árabe e russo.

Num dos episódios, Assange conversa com o presidente do Equador, Rafael Correa, e lá pelos 10 minutos da entrevista, é citado o livro WikiMediaLeaks, dos amigos Martín Becerra e Sebastián Lacunza, pesquisador e jornalista argentinos que participaram do nosso Bapijor em 2011. Quando você é citado por um presidente da república numa entrevista transmitida mundialmente, não há como negar que seu trabalho esteja sendo reconhecido…

ninguém mais faz backup?

Fiquei muito surpreso com o que aconteceu com o Art Spiegelman ontem! O cartunista teve o seu notebook furtado momentos antes de palestrar num encontro de jornalismo cultural em São Paulo. Para quem não liga o nome à pessoa, Spiegelman é o único cara a ganhar um Pulitzer com uma obra em quadrinhos, o mítico Maus, onde representa de forma irônica o embate entre judeus e nazistas na forma de gatos e ratos. Pois o cidadão vem ao Brasil como atração e passam a mão nele!

Outro dia, outro cartunista também teve o mesmo destino. Levaram o notebook do Laerte, e na máquina havia um acervo de anos e anos de trabalhos gráficos. O azar se repetiu, pois o computador de Spiegelman também continha um tesouro visual armazenado. Perdido para sempre? Talvez…

Fiquei pensando: será que esses caras não fazem cópias de segurança de seus desenhos e ilustrações? Se a maré tá assim, meu amigo Frank Maia, que se cuide… Faz um backup aí, Frank!