internet das coisas: baixe um ebook

A exemplo do post anterior, temos aqui um estudo da Fundación de la Innovación Bankinter e da Accenture agora sobre a chamada “internet das coisas”, que nada mais é senão a conexão de objetos, utensílios, equipamentos por meio de rede, de forma a transmitir informações e otimizar serviços.

Esta publicação é de 2011, tem 78 páginas, 2,4 Megabytes de arquivo, em formato PDF e está em espanhol.

Baixe aqui.

computação em nuvem: baixe um ebook

Qual é a terceira onda das tecnologias da informação e comunicação?
Um estudo da Fundación de la Innovación Bankinter e da Accenture responde: é a computação em nuvem, conjunto de práticas e dispositivos que permite que se acesse arquivos e aplicativos online, permitindo maior mobilidade do usuário e dispensando traquitanas de todos os tipos.

“Cloud Computing” é uma publicação que enfoca a realidade da Espanha, mas que não despreza o fenômeno global que deve conformar um mercado de 42 bilhões de dólares em 2012. Vale a leitura, vale acompanhar.

O estudo é de 2010, tem 129 páginas, 1,8 Megabytes de arquivo, em formato PDF e está em espanhol.

Baixe aqui.

o que eu não queria ter visto (2)

Na minha ausência do mundo, Amy Winehouse morreu. Parecia anunciado, mas é dessas notícias que não se quer anunciar nem ouvir. Há meses já era uma história triste, com personagens decadentes, com episódios melancólicos cercados de cobranças moralistas, com arrochos sentimentais. A sensação que parece contagiar a todos é que foi um grande desperdício, afinal poderíamos ter tido mais trinta, talvez quarenta anos de carreira musical da artista. Ficou no condicional.

Fiquei triste com o desfecho do caso. Fiquei mais triste com o tratamento desrespeitoso dado à morte da cantora por alguns programas de entretenimento. O Fantástico do domingo pulverizou a cobertura ao longo do programa inteiro. O pior foi prometer “uma homenagem surpresa” ao final. Um recurso muito usado por programas de fofoca, na tentativa de “amarrar” a audiência. A tal homenagem surpresa era a apresentação de uma cover de Amy que desfigurou uma de suas canções.

Na segunda-feira, Ana Maria Braga vestiu uma peruca da cantora e ficou requebrando ao lado do papagaio de boneco. Aquilo era uma “homenagem”. Dispensável, claro. Como foi dispensável a abertura do mesmo programa onde a apresentadora fez uma teatrinho bobo numa rua deserta nos arredores do ProJac. De repente, graças aos “efeitos especiais” de sua equipe, um bueiro explodiu, em clara alusão ao que vem acontecendo no Rio de Janeiro. Explodiu, mas nada aconteceu, pois era uma tentativa de piada de Ana Maria Braga. Uma praga.

o que eu não queria ter visto (1)

Estive fora uns dias, na estrada, com vento na cara e sem muitas conexões com o mundo real. Este intervalo me privou de saber imediatamente de algumas notícias. Acabei sendo informado depois. Mas honestamente não gostaria de ter sabido dos atentados na Noruega, das dezenas de mortes, da tristeza que se espalhou pelo mundo a partir da ação de alguém que nem deveria ser nominado…

Fiquei pensando: como é que pode uma única pessoa colocar uma nação inteira de joelhos?

estivemos fora do ar…

… para troca de nossos transmissores.

Retornaremos à nossa programação normal!

que compras coletivas que nada!

Sim, sim, tem gente que está peitando os poderosos sites de compras coletivas.
A fotinho foi feita com um celular, praticamente em movimento, e por isso não é lá uma Brastemp. Mas vale o registro…


diferenças entre jogar futebol e jogar bola

Passe os olhos pelos jornais agora e vá direto às páginas de esportes. Sim, concentre-se nos textos que tratam do vexame da seleção brasileira na Copa América. (Se você estava na lua ou teve o bom senso de aproveitar o final de semana para descansar da TV e não viu nada, o Paraguai eliminou o Brasil da competição, sem gols. E a seleção perdeu quatro pênaltis na derradeira disputa…)

Volte aos textos e assista a um desfile patético de tentativas de explicação do inusitado, de frases mancas dos jogadores, de constrangimentos espalhados entre os colunistas e redatores. É isso mesmo. A vergonha é indisfarçável e contagiante. Só o tempo vai dissipá-la… Enquanto isso, não posso deixar de dizer que não engulo alguns lugares comuns que preenchem as páginas dos jornais, as músicas nos elevadores, as paredes dos prédios.

“Futebol é assim mesmo! É o único esporte onde nem sempre o melhor vence!”

“Jogaram muito melhor que o adversário. Só faltou o gol, foi um detalhe”

“Foi injusto. Jogaram melhor, mas deixamos escapar a vitória no final…”

Ora, bolas!

Qual é a razão do esporte? Numa palavra: vencer.
O futebol é esporte? É.
Qual a razão do futebol, então? Vencer.
Como é que se vence no futebol? Fazendo mais gols que o adversário.
Qual é o momento mais esperado do jogo? O do gol.

Então, gente, gol não é detalhe, não é um capricho de preciosistas. É a condição para se alcançar o objetivo desse esporte criado pelos bretões. Jogar melhor e não vencer viola as regras mais lógicas. Como é possível ser superior sem sobrepujar o oponente? Não existe, não funciona, não é. Trata-se de retórica, de discurso de resignação, de autopiedade. Muita gente embarca na história porque o raciocínio tem um toque místico, que desestabiliza a razão, a lógica, o senso.

Daí que também não existe injustiça nesse caso. Se não fez o gol que demarcaria ser mais que o rival, por que seria justo que o time fosse o vencedor? Apenas por belas jogadas? Apenas pela criatividade? É pouco. Claro que adoro ver futebol bem jogado, quem não gosta? Mas belos passes que não geram gols são, esses sim, detalhes que não desaguaram no que vai diferenciar uma equipe da outra. Não é só pragmatismo; é realismo. As regras são conhecidas por todos desde o apito inicial. Tem que fazer mais gols do que o outro. Senão não tem vitória. Está aí uma das diferenças entre jogar futebol – profissionalmente – e jogar bola – por prazer, sem compromissos maiores.

a imagem do dia…

Não, não foi a derrota da seleção brasileira para a paraguaia na Copa América. Mas tem a ver com futebol.

Vejam só o que o presidente dos Estados Unidos estava fazendo:

Isso mesmo! Barack Obama estava vendo a final da Copa do Mundo de futebol feminino!

Dois erros fatais: 1. Chamou a patroa e a criançada pra ver a partida e nem pediu para elas colocarem um chinelinho. Vai pegar friagem! 2. Dá uma olhadinha na mesa lá atrás. Viu?! Tá cheio de trabalho acumulado e ele matando o tempo ali. Ô, presidente, o povo americano tá aflito com a aprovação de um novo limite de endividamento público…

O pior de tudo é que a seleção do presidente (também) perdeu. A foto não mostra, mas Barack Obama também está descalço e sem meias. Pé frio que nem Mick Jagger.

mapa múndi das redes sociais

Quer ver como evoluíram as redes sociais no planeta de junho de 2009 a junho de 2011?
Acompanhe os infográficos produzidos pelo Vincos, com base em dados do Alexa e Google Trends for Websites.

World Map of Social Networks

guia de segurança e privacidade na web

Não é segredo nenhum que se deixa um monte de rastros na internet e que isso pode ser pessoal demais. Tem gente que não liga para isso, que se lixa para manter a própria privacidade. Outros ignoram cuidados mais básicos de segurança. Independente do seu perfil, vale a pena dar uma olhada neste Guia Completo de Privacidade e Segurança na Web, produzido pelo The Edublogger, e que traz dicas úteis para Twitter, Google + e Facebook.

Baixe o guia aqui. (PDF, 13 páginas, 740 Kb)

este é meu final de semestre…

David Bowie e o Queen dão a real quando a areia da ampulheta vai acabando… under pressure, my friends!

Cantem comigo!

Pressure pushing down on me
Pressing down on you no man ask for
Under pressure – that burns a building down
Splits a family in two
Puts people on streets (mais aqui)

o wikileaks no brasil, como aconteceu…

O Brasil foi o primeiro país a ter documentos secretos da diplomacia norte-americana após os cinco grandes meios que protagonizaram o grande vazamento de 2010: The Guardian, The New York Times, El País, Le Monde e Der Spiegel. Tudo graças a um telefonema perdido no meio do Pará.

Natália Viana, a jornalista por trás dessa costura, conta como conheceu Julian Assange e o país entrou na rota dos grandes vazamentos do WikiLeaks. Imperdível para quem se interessa por jornalismo investigativo e uma boa história…

 

baixe livro sobre mídia, cidadania e literácia

Sara Pereira informa no blog Educomunicação que já está disponível o livro de atas do Congresso Nacional de Literácia, Media e Cidadania, dos portugueses. O volume pode ser descarregado de uma vez só (mais de 19 megabites!) ou em partes, conforme se pode optar na página de download.

Uma prévia do sumário:

  • Literacia da informação e dos media
  • Media, tecnologias e cidadania
  • Os novos ambientes digitais: agir para incluir
  • Da estante para o ecrã: as bibliotecas no contexto digital
  • Perspectivas críticas sobre televisão e publicidade
  • O cinema e a imagem como ferramentas pedagógicas
  • Literacia mediática e cidadania
  • Redes sociais e literacia digital
  • O legado da imprensa na construção de uma identidade crítica
  • Recursos para promover a literacia dos media
  • Crianças, jovens e media
  • A participação em diferentes esferas sociais

um guia online sobre direitos autorais

Imagine a cena: você escreve um texto, ele circula pela internet, um engraçadinho qualquer tira o seu nome de autor e coloca o de Luis Fernando Verissimo. Aí, a coisa se espalha feito rastilho de pólvora: muita gente reutiliza o texto, reforçando a qualidade da crônica e até a republicam numa coletânea francesa.

Você fica desesperado, afinal, é tudo um equívoco. Estão usando seu texto, usurparam sua autoria e estão atribuindo erroneamente a crônica a alguém muito mais conhecido. Você não ganhou nada com aquilo; na verdade, só perdeu… O que fazer? Como agir nessas situações?

Um guia pode te ajudar nessas horas. É o Proteja o seu Texto, que acaba de chegar à web.

A história acima é verdadeira e aconteceu com a jornalista Sarah Westphal Batista da Silva, e, dez anos depois, motivou-a a produzir um site que auxilie autores pelo Brasil afora a como lidar com embaraços como este. Detalhes da legislação, ações por danos morais, licenciamento de obras, creative commons, está tudo lá.

O guia é o trabalho de conclusão de curso de Sarah aqui na UFSC e conseguiu a nota máxima da banca, da qual felizmente participei. Se você “arrisca” alguns textos na web, se quer se manter na condição de autor deles ou se quer ceder os seus direitos, o guia online tem que estar nos seus favoritos…

para onde vão os leitores?

Depois do escândalo das escutas ilegais e do rastro de derrapadas éticas, o News of the World fechou as portas no domingo com uma primeira página oscilante. É um adeus ou um até logo? Mais importante que responder isso agora é tentar saber para onde vão os 7,5 milhões de leitores do dominical.
A questão é: quando um jornal deixa de circular, para onde correm seus “leais leitores”?

Alguém se habilita a responder?

the end of the world

É assim. Você é bilionário, tem um punhado de jornais como quem tem uma porção de bazares. Aí, você usa um deles pra fazer um pouco de serviço sujo, como escutas ilegais, chantagem, manipulação e distorção. Quando descobrem, você simplesmente se livra do problema, fechando o jornal, demitindo todo o mundo… Claro que com essa história, literalmente, Rupert Murdoch provoca o fim do World…

Este slideshow necessita de JavaScript.

ejm faz chamada de artigos

A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC (Posjor), informa que já está recebendo colaborações para a edição do segundo semestre de 2011.

Eixo Temático: Reportar, implicações narrativas
Ementa: A edição propõe reunir estudos que se interessem pelas condições e possibilidades estético-políticas implicadas no relato jornalístico, em sua ambição de reportar situações e eventos, em qualquer suporte. A discussão proposta se orienta para questões inerentes ao domínio da narrativa e sua localização na cultura, seja pelo reconhecimento das estruturas retóricas, com sua eficácia e suas ilusões, seja pela centralidade atribuída ao relato na configuração de sentidos.

Deadline: 20 de setembro de 2011
Formatação: consulte as Diretrizes para Autores da EJM

Artigos de outras temáticas também são aceitas na submissão, mas terão prioridade na avaliação os textos sob o tema da edição.

A Comissão Editorial da EJM informa ainda que o número dedicado ao tema “Democracia e Regulação da Mídia” já está fechado, e em fase final de produção, devendo ser lançado nas próximas semanas.

sbpjor prorroga prazo para trabalhos

(reproduzido do site da entidade)

Foi prorrogado o prazo para a submissão de trabalhos do 9o Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo e do 1o Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo. Os trabalhos devem ser enviados até o dia 31 de julho.

O 9o Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo acontecerá entre os dias 3 e 5 de novembro de 2011, na Escola de Comunicação da UFRJ. Desta vez, o tema será Jornalismo e Mídias Digitais.

Este ano, o encontro da SBPJor terá uma novidade: o 1o Encontro de Jovens Pesquisadores em Jornalismo, que será coordenado pelos professores Victor Gentilli, da UFES, e Josenildo Guerra, da UFS. Trata-se da primeira edição de um encontro destinado especificamente a pesquisadores em nível de graduação, promovido pela SBPJor. Poderão ser inscritas pesquisas realizadas, nos anos de 2010 e 2011, por graduandos ou recém graduados. O objetivo é criar um espaço de intercâmbio para esses jovens e contribuir de modo mais incisivo para sua formação como futuros pesquisadores de nossa área.
O prazo para submissão de trabalhos termina dia 31 de julho, e as inscrições estão abertas. Maiores informações podem ser obtidas através do e-mail encontrojovenspesquisadores@gmail.com
Já as inscrições para o 6o Prêmio Adelmo Genro Filho de Jornalismo (PAGF) estão abertas até 10 de agosto. Os candidatos podem se inscrever em quatro categorias: Iniciação Científica/Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação, Mestrado, Doutorado e Pesquisador Sênior. O PAGF é coordenado pela professora Dione Oliveira Moura, da UnB.

certificados do bapijor estão prontos!

Se você participou do 1º Seminário Brasil-Argentina de Pesquisa e Investigação em Jornalismo (Bapijor), já pode acessar o ambiente virtual que vai gerar seu certificado. Para isso, siga os passos:

1) Acesse o endereço: http://www.certificado.prpe.ufsc.br

2) Entre com o número de seu CPF ou Passaporte no campo correspondente. Coloque apenas números e não pontos ou traços.

3) Entre com o código que aparece logo embaixo no campo seguinte.

4) Você será redirecionado para outra tela. Clique no botão do Seminário Brasil-Argentina.

5) Faça o download do certificado e imprima conforme a sua conveniência.

O Bapijor aconteceu em 9 e 10 de junho passado, e foi uma realização do objETHOS, promoção do Posjor/UFSC, com patrocínio da Fapesc e apoio da Abraji, PRAE/UFSC, Associação Catarinense de Imprensa (ACI), CCE e Fapeu.

desistir ou ir adiante?

Adele dá pistas. Em Florianópolis, 10h09, 12 graus e chuva infinita.

ei, isso aqui não é demais?

Essa inglesinha está apenas no segundo álbum… imagina só o que ela pode fazer em dez, vinte anos de carreira…

baixe guia de sustentabilidade para jornalistas

Um dos temas mais emergentes do momento – sustentabilidade – requer conhecimento aprofundado, preparo técnico e sensibilidade para ser abordado por jornalistas. Um bom guia para coberturas deste tipo já está disponível em espanhol. Lançado pela Unesco, está em formato PDF, tem 4,7 Megabites e 106 páginas. Baixe aqui.
(dica de António Granado)

o passado, não; agora, o presente e o futuro

Outro dia, me embrenhei nos cipós do passado e quase me perdi por lá. Hoje, mesmo com a correria do dia, meus olhos, braços, pensamentos e sentimentos estão todos voltados pro meu presente. Meu filho completa sete anos, e eu repito o que todos os pais do mundo repetem: parece que foi ontem. Pisquei os olhos e ele aparece correndo na sala como um garoto esperto, inteligente, lindo, charmoso, saudável, sensível, cordial, suave e feliz. Sorri atrás da tela do computador que me ilumina o rosto. Mas não é a máquina que brilha…

Olho para o presente, mas vejo a planta do futuro.

Machado já escreveu que o “menino é o pai do homem”. Canso de sublinhar essa frase todos os dias. Aprendo a cada momento, me preencho a cada instante. Vejo que posso continuar por ali. Na forma do sobrenome que ele carrega, nas semelhanças de um par de sobramcelhas, no jeitinho de falar, em uma porção de características que quero ter minhas e repassadas a ele.

Já escrevi muito sobre ele por aqui. Mas nunca o bastante… Se você o conhece, sabe que não estou exagerando. Se não conhece, veja como ele ensina metafísica, como ele exibe sua inocência, como ele desenha bem, e como o seu mundo é maravilhoso

 

noblat em webconferência na ufsc

A Comunica! Empresa Júnior de Jornalismo informa (e reproduzo):

O ex-editor chefe do Correio Braziliense Ricardo Noblat é o convidado da segunda webconferência da 10ª Semana do Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina. Utilizando sua conta no twitter, ele fará uma palestra online às 20h desta quinta-feira, 30 de junho, sobre sua participação na quarta edição do evento, em 2004, e sua experiência profissional. Atualmente, Noblat mantém um blog no portal do jornal O Globo.

O público poderá fazer perguntas através do próprio twitter ou pelo e-mail semanadojor@gmail.com. Ao todo, quatro webconferências serão realizadas mensalmente com profissionais que já participaram da Semana do Jornalismo. A primeira, com o âncora do programa CQC, Marcelo Tas, foi acompanhada por mais de 1550 pessoas. O sucesso da transmissão levou a hashtag #tasaovivo ao quarto lugar nos tópicos mais comentados no twitter brasileiro.

A 10ª Semana do Jornalismo acontece de 12 a 16 de setembro no Auditório Henrique Fontes, no Centro de Comunicação e Expressão da UFSC. Os convidados deste ano discursarão em mesas redondas, palestras, sabatinas e debates. Outros profissionais de destaque do estado ministrarão oficinas temáticas.
O evento, sem fins lucrativos, é totalmente promovido pelos alunos do curso. Os temas escolhidos procuram aprofundar questões em evidência na cobertura jornalística atual, analisar o mercado de trabalho e buscar novas tendências de interesse.

Histórico
Pensando na interação entre aluno e profissional, a Semana do Jornalismo foi criada e realizada pela primeira vez em 2000. A importância de refletir sobre a profissão levou os alunos a tornarem a Semana um acontecimento anual. As edições de 2001 e 2005 não ocorreram devido às greves na universidade.

Já participaram do evento profissionais como Ricardo Kotscho, Marcos Uchôa, Xico Sá, Ruy Castro, Rubens Valente, Marcos Sá Corrêa, Daniela Pinheiro, Clóvis Rossi, Juca Kfouri, Eliane Cantanhêde, Marcelo Canellas, Antero Greco, Sônia Bridi, Fred Melo Paiva, Jaguar, Cassiano Machado, Eliane Brum, equipe do Profissão Repórter, entre outros. Mais de 60 oficinas e 40 palestras foram realizadas durante as nove edições da Semana do Jornalismo da UFSC.

Serviço
O quê: Webconferência com Ricardo Noblat
Quando:Quinta-feira, 30 de junho, 20h
Quanto: de graça
Onde: http://twitter.com/websemana

melhor site de literatura policial!!!

Sherlock Holmes, Poirot, Maigret, Sam Spade, Nero Wolfe, Philip Marlowe, Dupin, Mandrake, Espinosa e Miss Marple, todos juntos num lugar fácil de ser encontrado e com muito conteúdo multimídia.

Se você se interessa por literatura policial, narrativas noir, mistérios e investigação, um site vem bem a calhar: Grandes Detetives.com

O trabalho é assinado pela jornalista Ana Laux, que ampliou seu Trabalho de Conclusão de Curso (antes, um livro sobre o tema) para plataformas mais ricas em conteúdos. A proposta é bem interessante: abordar a literatura policial por meio dos personagens mais charmosos, inteligentes, sagazes e esquisitos do gênero. No site, é possível encontrar perfis, curiosidades, vídeos, ilustrações, objetos para colecionador, notícias fresquinhas, fóruns de discussão, links e até mesmo testes de conhecimento.


Pode conferir: não há nenhum site brasileiro mais completo sobre este gênero, considerado maldito por uns e absolutamente irresistível para a maioria das pessoas. Romances policiais não só oxigenam a literatura como garantem vendagens bem generosas aos campeões do gênero…

Vale conhecer os Grandes Detetives.

PS – Antes que alguém pergunte: sim, o site em questão foi concebido, produzido e é alimentado exclusivamente por minha Ana Laux. Mas antes que alguém julgue mal esta minha indicação, sugiro que vá ao site (ou siga pelo Twitter) e confira a sua qualidade insuspeita.

jornal nacional escorregou duas vezes no frio

A edição de ontem do Jornal Nacional cometeu dois deslizes ontem na reportagem sobre o frio no sul do país. Um deles foi logístico: escalou repórter do Rio Grande do Sul pra fazer a matéria. Com isso, apareceram imagens de Gramado, como se apenas lá tivéssemos temperaturas glaciais. Na narração da repórter, o público é informado que a temperatura mais baixa nem foi lá – foi em Santa Catarina – e no estado vizinho – Santa Catarina, again – seis cidades tiveram neve. O erro foi logístico pois havia matérias da RBS – filiada à Globo – sobre a geladeira aberta por aqui.

O segundo erro foi um lapso. A repórter acima citada, confundiu a cidade e rebatizou Urubici, a cidade mais fria do país. William Bonner apressou-se a corrigir…

 

esse aí sou eu…

Em dias como os de hoje, quando a cidade amanhece com 2,7 graus, eu fico meio assim…

 

o sonho, com miles davis

Manhã gelada de inverno em Florianópolis, e acordo com The Dream na cabeça.
Ouça o Miles!

E por falar em sonho… que tal Moon Dreams?

 

mídia desavisada não sabe o que é hacker

Os ataques recentes a páginas eletrônicas do governo federal trouxeram à tona no noticiário um festival de desinformação, ignorância e preconceito. Para a maioria dos meios de comunicação, as sobrecargas em sites e as pichações virtuais foram obras de hackers. Mas não foram hackers os autores. Veja porque…

Para saber um pouco mais, volte algumas casas no tabuleiro…

 

 

 

ah, o passado…

Se o passado é uma colcha de retalhos e lembranças, se o futuro é uma pilha de projeções e se o presente não dura mais que um segundo, a rigor, não nos sobra tempo nenhum. Essa é uma verdade que a gente tenta sepultar a cada vez que olha para o mostrador do relógio ou para o calendário. Mas ainda soterrado por essa lógica linear, me sinto nos últimos dias meio que atropelado por trens do passado… Personagens esquecidos aparecem, episódios guardados vêm à tona e um desfile infinito se dá na minha cabeça… perco as horas, vou e volto…

O curioso é que essas memórias todas me chegam pela internet, que já foi um sonho do futuro. Hoje, com mais de 15 anos, ela é presente, passado e futuro…

Por email, meu irmão mais novo me manda uma fotografia que eu julgava perdida. Nela, estou espremido entre vinte e poucos colegas que se preparam para formatura da 8ª série! Estamos em 1986, no pátio de um colégio que não existe mais, olhando para um futuro que nem mais me lembro. Sou mais magro, tenho mais cabelos e metade dos sonhos que tenho hoje. Temos espinhas no rosto, estamos de uniforme e nenhum de nós imagina o que lhe vai acontecer quando chegar à maioridade…

A foto pertence ao convite da formatura e com ele, uma lista de nomes e sobrenomes. Banquete para correr atrás dessas pessoas nas redes sociais. No Facebook, recebo solicitações de amizades de 25, 30 anos atrás. Envio outras. Faço contatos temerosos: “oi, não sei se lembra de mim, mas fizemos o ensino médio juntos…”

Em duas ou três mensagens trocadas, persiste a vontade de atualizar e atualizar o noticiário. “O que você fez nos últimos 25 anos?” “O que te aconteceu desde que a gente perdeu o contato?”

Acabo sabendo que namoradinhos da época da 8ª série se casaram! que atléticos rapazes mantiveram-se no esporte! que galãs daquela época perderam os cabelos e ganharam quilos! que alguns casaram e descasaram! que outros mantêm-se nas trincheiras da solteirice! que uns nem moram mais no Brasil! que outros resolveram povoar o mundo, assumiram os negócios dos pais, enfim, histórias, destinos, episódios de cada um…

Me dá uma saudade das precárias amizades, das montanhas de insegurança que se tem aos 15 anos, de amores não correspondidos, de mágoas de final de semana… me dá uma nostalgia desse nada que se foi… e que só ficou dormente na memória, como que em repouso, esperando apenas ser despertado por um oi qualquer…