“Pai, eu tenho basicamente três medos…
… de altura!
… de tubarão!
… de zumbis!”
É, faz sentido.
“Pai, eu tenho basicamente três medos…
… de altura!
… de tubarão!
… de zumbis!”
É, faz sentido.
Quando comecei este blog, em maio de 2005, o mundo era bem diferente do que é hoje.
George W. Bush não só mandava nos Estados Unidos, como estava no segundo mandato! Por aqui, Lula era o presidente e uma tal de Dilma Rousseff estava às vésperas de assumir a Casa Civil. O Fórum Social Mundial ainda acontecia em Porto Alegre e a Microsoft preparava o lançamento de uma novidade, o XBox 360. João Paulo 2º nem tinha esfriado ainda e Bento 16 dava o sermão na Praça São Pedro. Quem diria? O YouTube estava surgindo! O Orkut era o rei das redes sociais – apesar do Facebook já existir – e o Twitter só apareceria no ano seguinte, em 2006. Eu tinha um bebê em casa, muito mais cabelo e esperança, e muito menos barriga e mau humor.
Em dez anos, o mundo não parou de girar uma única vez. Por isso, mudamos tanto. Um passo à frente e você não está no mesmo lugar. Não foi assim que Chico Science ensinou?
Não entendo também como conseguimos chegar até aqui. Deveria ter desistido. Tive chance pra isso. Faltou coragem, faltou tempo, sei lá.
Registramos mais de 450 mil visitas, mais de 3,3 mil comentários e infinitas horas despejando coisas que colecionei por aí. Valeu a pena? Sim, valeu. Afinal, não são muitas as coisas na nossa vida que duram dez anos.
Obrigado pela visita, por algum comentário, por lincar este blog. De alguma forma, ele também foi seu. E eu me senti menos patético e sozinho enquanto remexia essas memórias.











Fazia algum tempo que eu não a via pessoalmente. Mas na semana passada, ela passou pela cidade para uma conferência num evento, e foi a oportunidade de nos revermos rapidamente. Afetuosa como sempre, me deu um abraço daqueles, fez questão de me olhar nos olhos e me escaneou a alma. Acho que passei… Me trouxe também um presente: Você tem o meu livro de memórias? Sem jeito, fui sincero. Não. E ela sacou um exemplar com dedicatória e tudo o mais.
Acariciei a capa, sentindo a leveza do papel e deixei as páginas ventilarem meu rosto. Duas noites depois, abri o livro querendo um tantinho mais. E quem disse que consegui deixar de lado?
Me dei conta de que conheço Cremilda Medina há quase 15 anos. Ela me orientou no doutorado e convivemos um tempinho, pouco diante do que eu poderia aprender.
Em “Casas da Viagem”, Cremilda não apenas oferece uma autobiografia, mas porções generosas de diversos encontros que teve na vida nas últimas sete décadas. De maneira original, ela toma o mote das casas que habitamos ao longo da existência para contar o que viu, sentiu e viveu. As casas são as contas de um colar, e cada um tem o seu… Desprendida, a autora narra suas origens em Portugal, os tempos de imigração, a passagem pelo Rio Grande do Sul, a longa estada em São Paulo e as muitas viagens pelo mundo, como jornalista, pesquisadora e professora. Franca, a autora lembra de momentos bons e ruins, dá os nomes certos aos acertos e aos erros, e deixa escapar parte de sua coragem e ímpeto.
Aquelas páginas nos contam da relação de Cremilda com escritores e artistas, do convívio com intelectuais e cientistas, da vida difícil em tempos difíceis, da certeza de que a vida deve ser celebrada. Ao final, somos apresentados às casas da viagem, em fotos vívidas dos imóveis que a autora já habitou, como um filme rápido que desfila pelas nossas retinas.
Autobiografias há aos milhões. Toda vida merece ser contada e registrada. Este livro de memórias de Cremilda Medina não é um acerto de contas, não é um balanço de trajetória, não é uma ostentação de ditos e feitos. Para mim, as “Casas da Viagem” é um volume que cerca uma personagem que está à procura de si mesma. Alguém que sabe saborear bons e maus momentos, e que enxerga na vida uma grande aventura, um risco do qual não se pode fugir.
A 3ª edição do Colóquio Internacional Mudanças Estruturais do Jornalismo (Mejor) começa hoje na UFSC e vai até a próxima sexta, 15 de maio.
O tema que norteia os debates é “Os silêncios do jornalismo”, e reúne pesquisadores de Brasil, França, Bélgica e Canadá. Uma realização do Posjor/UFSC, o Mejor é co-promovido, no Brasil, pela Universidae de Brasília, e no exterior, pela Réseau d´Études sur le Journalism (REJ), Centre de Recherche sur l´Action Politique em Europe (CRAPE) e Centre de Recherche em Information et Communication(ReSIC), vinculados à Universidade de Rennes 1 e à Universidade Livre de Bruxelas.
Sim, algumas das principais atrações como a conferência de abertura com a professora Sylvia Moretzsohn poderão ser acompanhados pela internet:
Sala 1:
http://videoconferencia.cce.ufsc.br/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=14
Sala 2:
http://videoconferencia.cce.ufsc.br/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=15
Mais informações em: http://mejor2015.sites.ufsc.br
Esta semana a Furb, em Blumenau, sedia a terceira edição do principal evento sobre ensino de jornalismo da região sul. O capítulo regional do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo tem como tema os novos currículos e o impacto profissional. Esta é uma oportunidade única para debater o assunto, já que os cursos estão reformando suas grades curriculares por conta das Novas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Jornalismo, do MEC.
É também um momento de rever amigos e reforçar os laços de luta e união. Ainda mais depois do espetáculo dantesco protagonizado pela polícia e pelo governo do Paraná contra os professores na semana passada.
Farei a conferência de abertura, motivo de honra e de extrema responsabilidade…
Mais informações em www.fnpj.org.br
Será que agora vai?
(Reproduzido do FNDC)
Duas propostas importantes para a democratização da comunicação no Brasil serão discutidas em audiência pública na Câmara dos Deputados na próxima semana (7/5): os projetos de lei (PL) 4026/2004, de autoria do ex-deputado Cláudio Magrão (PPS-SP), e 6667/2009, proposto pelo deputado Ivan Valente (Psol-SP). Ambos regulamentam a Constituição Federal (Art. 220), impondo limites à propriedade dos meios de comunicação e à audiência para combater o monopólio no setor, e tramitam apensados.A audiência foi requerida pela deputada Luiza Erundina em março e será realizada às 9h30 da próxima quinta-feira (7/5), no plenário 13 do anexo II da Câmara. O ministro Ricardo Berzoini, das Comunicações, é um dos convidados, junto com Ana Carolina Lopes de Carvalho, assessora da presidência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Murilo Cesar Ramos, professor da Universidade de Brasília (UnB) e Rosane Bertotti, Coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).O PL 4026/2004 altera o Decreto-Lei 236/67 e limita em no máximo 50% a audiência de uma mesma rede de televisão (em qualquer horário). Esse limite já é realidade em países como os Estados Unidos, onde uma única empresa de comunicação não pode ter mais que 39% da audiência da população em território nacional. A proposta também estabelece limites à propriedade de emissoras por empresas de rádio.Na justificativa do projeto, o autor observa que o Decreto-Lei 236 tem quase meio século e refletia uma realidade em que as emissoras operavam isoladamente ou formavam pequenas redes, o que não acontece hoje. A ideia é “pensar em alguma forma de administrar essa situação, delimitando o poder de mercado dessas empresas”.O PL também estabelece suspensão das outorgas de retransmissoras e repetidoras que excederem o índice de audiência estipulado, o que que caracteriza domínio de mercado relevante, nos termos do Art. 20, inciso II, da Lei 8.884/94 (lei do Cade – Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O PL foi desarquivado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em fevereiro deste ano.A proposta do deputado Ivan Valente (PL 6667/2009) responde à demanda da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) por políticas públicas capazes de coibir o monopólio e o oligopólio no setor de radiodifusão. O projeto tipifica a concentração horizontal e vertical nos meios de comunicação, proíbe que empresas do setor tenham acionistas ou cotistas integrantes de empresas de jornais, revistas e outros periódicos impressos, de empresas de televisão por assinatura ou de telecomunicações, além de estabelecer limites para a propriedade de emissoras de rádio e TV.Bia Barbosa, coordenadora de Comunicação do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) comemora a realização da audiência. Para ela, a iniciativa demonstra que a despeito do desinteresse dos empresários do setor em discutir a concentração, “por interesses óbvios”, e da lentidão do governo em fazer a discussão avançar, as entidades sociais organizadas em prol da democratização da comunicação não param de cobrar que o poder público abra um espaço para fazer esse diálogo com a sociedade. “Nossa constituição proíbe o monopólio, mas até hoje não foi colocada em prática, por isso temos que debater esse tema sem melindres”, defente.Conheça as propostasAutor: ex-deputado Cláudio Magrão (PPS-SP)Dispõe sobre os limites à concentração econômica nos meios de comunicação social, e dá outras providências.Autor: Ivan Valente (PSOL-SP)Estabelece limites para a propriedade de empresas de comunicação social, proíbe a propriedade cruzada nos meios de comunicação, e dá outras providências.
A Editora da UFSC, o Departamento de Jornalismo e o Laboratório da Tele da UFSC têm um projeto bem bacana chamado “O livro da sua vida”. Nele, em um minutinho, leitores falam de títulos que foram importantes em algum momento de suas existências…
Como hoje é feriado, que tal perder ganhar um tempinho conhecendo a iniciativa?
(Até eu me arrisquei a indicar um livro…)
O governador tucano Beto Richa deve estar bastante contente hoje cedo.
Diante da mesa do café da manhã, deve estar folheando os principais diários e vendo o resultado de sua ação ontem contra os servidores, os professores e toda aquela gentalha que ele simplesmente abomina e despreza.
Vamos dar uma olhadinha nas primeiras páginas?
É preciso apurar os ouvidos para poder captar vozes dissonantes em meio ao coro. Por isso, a leitura de “La prensa ha muerto: viva la prensa!”, de Pascual Serrano, é tão interessante e necessária para esses tempos de desassossego jornalístico.
O jornalista valenciano oferece um punhado de razões para acreditar na sobrevivência do jornalismo, e como a tão propalada crise pode trazer em si muitas oportunidades de revisão de percurso. Não se trata de um rosário otimista e acrítico, mas de um volume que mantém a crença (e isso não é ruim) de que precisamos continuar a caminhar.
Para reforçar seu ponto de vista, Serrano destrincha as estruturas de funcionamento, os contextos de sobrevivência, as estratégias e os recursos (sempre limitados) de mais de uma dezena de meios que, diariamente, dão mostras de vigor e espírito: Le Monde Diplomatique, La Jornada, os já centenários La Jornada e The Nation, Brecha, IPS, junge Welt, Democracy Now! e o que o autor chama de um “boom español”.
Em linguagem clara, num tom que oscila entre o descritivo e o analítico, o livro traz diversos momentos de alento aos mais preocupados, e enfatiza as lições que a indústria do setor vem colhendo nas últimas décadas. Mais do que encher páginas e mais páginas de lamúrias, o momento é de buscar soluções, de reinventar procedimentos, de estabelecer um diálogo efetivo com os públicos e de descartar velhas fórmulas.
Modestamente, estou terminando de organizar um livro que também trata do tema. Questões para um jornalismo em crise é composto por treze capítulos que se dedicam a perguntas incômodas para nossos dias. Tratamos de jornalismo em dispositivos móveis, reportagem multimídia, crítica de mídia, das relações entre amadores e profissionais, das redes sociais, de uso de conteúdo gerado pelo usuário, de jornalismo pós-industrial, ensino e formação, entre outros aspectos. Os textos são assinados por jornalistas e pesquisadores do Mestrado e do Doutorado em Jornalismo da UFSC (Posjor), e o volume deve sair nos próximos meses pela Insular. Mais algumas vozes dissonantes que berram contra os abutres do jornalismo.
Aconteceu num dia de Natal, e não foi especial apenas por isso. Mas é claro que em datas como essas a gente fica mais sensível, propenso a tornar tudo mais simbólico, quase milagroso…
Era o finalzinho da tarde, quando não havia mais presentes para abrir e a preguiça nos alcançava de uma forma inescapável. A luz sumindo lá fora, a cortina do quarto fechada, o abajur aceso tingindo as paredes de um amarelo mole. A família ainda se espremia inteira na cama, quando esbarramos num CD caseiro antigo, repleto de canções que a mãe reunira para uma festinha de aniversário do filho. As musiquinhas infantis pertenciam a um passado longínquo do garoto agora com dez anos. Quase uma eternidade para ele…
Apertei o play para que a família embarcasse naquela viagem, e o rapazinho pulou me dando um abraço, o que me fez segurá-lo numa posição de aconchego. Grudado, se aninhou ali, com o queixo colado no meu ombro, as pernas e os braços, sobrando às costas. Começamos a dançar as aberturas dos desenhos animados, as cantigas de roda e as músicas da Turma do Cococoricó… Há quase uma década, quando o rapazinho era só um cisco de gente, eu fazia o mesmo. A mãe – exausta do dia – aproveitava para descansar e eu colocava o bebê para dormir, ao som daquelas canções.
Agora, dançávamos mais uma vez, e os braços sentiam quase trinta quilos a mais. A mãe assistia com um sorriso que unia as duas orelhas… E, de repente, eu notei o ombro encharcar. Em silêncio, o rapazinho me abraçava com força, com uma disposição de nunca mais largar. Disfarcei, mas também deixei escapar algumas lágrimas. Continuamos dançando por outra eternidade. A mãe quis saber o que acontecia, e o rapazinho disse que estava com saudades dos tempos de ninar…
Mas como poderia lembrar se nem gente quase era?
Naquele dia de Natal, percebi que a memória não está na cabeça nem no coração. Ela está em toda a parte, na pele, no corpo, nos poros. Qualquer coisa pode interromper seu sono latente, e fazê-la vibrar feito asas de beija-flor. A música infantil, o calor do colo e o chacoalhar da dança, tudo isso mexeu com a gente, e nos fez voltar um tempo de delicadeza. Foi meu melhor presente no Natal que passou…
Eu poderia começar assim: “Se estivesse viva, Billie Holiday teria feito cem anos ontem…” – Mas não!
Billie está viva, sabemos todos. Então, recomeçarei dizendo que, para uma estrela, um século de existência não é nada, é a espessura de uma folha de papel sobre o Empire State Building… Estrelas giram no espaço por bilhões de anos, e Billie só está engatinhando…
Pois é, nega-véia, o tempo passou e você continua a mesma: sofrida, doída, sensual, rascante, romântica, oblíqua-e-dissimulada, única. Dissonante, inspiradora, emocionante. Tenho pena de quem nunca te ouviu. Tenho mais de quem te escutou, mas não te ouviu. Para aqueles que não cansam de te ver cantar, repetimos a cada verso: volta, vai! Como diz a inscrição famosa de cemitério, “nós que aqui estamos, por vós esperamos!”
Já pensou uma conversa entre Ray Bradbury (de As Crônicas Marcianas) e Adolfo Bioy Casares (de A invenção de Morel)? Não é fantasia minha, não. Aconteceu! Em algum dia numa feira literária em Buenos Aires…
Je Veux d’l’amour, d’la joie, de la bonne humeur…
O site literaturapolicial.com publicou hoje uma entrevista que fiz com Patrícia Melo, a maior escritora policial brasileira. Na conversa de pouco mais de meia hora, ela falou sobre o recém-lançado “Fogo Fátuo”, seu décimo livro, sobre o cotidiano da escrita e sobre o panorama atual do noir nacional…
Ficou curioso? Confira aqui!
A Ethical Journalism Network acaba de lançar um estudo com dados de 16 países sobre como jornalistas monitoram seus erros e os corrigem. O Brasil está no relatório, e a seção a ele dedicada é assinada pelo jornalista Marcelo Moreira, que já presidiu a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).
No geral, o estudo é bastante genérico, mas de alguma forma contribui e estimula os debates sobre auto-regulação no setor, um tabu por essas bandas.
O diretor da rede, Aidan White, considerou surpreendentes os resultados da pesquisa que apontou – à exceção da Noruega, um modelo para a auto-regulação – que na grande maioria das vezes, jornalistas e editores se digladiam com controles legais, interferência política e corrupção. Um mundo nada fácil…
Organizada pelo próprio White, a publicação – intitulada The Trust Factor (O fator confiança) – tem 80 páginas, em inglês e formato PDF.
Para baixar o estudo (arquivo de 7 Mb), vá por aqui.
O título de um filme bastante conhecido poderia resumir 2014 para os profissionais da imprensa brasileira: O Ano Que Vivemos em Perigo.
Duvida? Então, dê uma olhada nesta pesquisa produzida pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), recentemente divulgada. É para se preocupar…
O documento tem 52 páginas, está em formato PDF e tem menos de um mega de arquivo.
Infografia do Go-Globe apresenta dados mais recentes da presença, uso e engajamento nas redes sociais…
Eu sei, o vídeo não é novo, mas é muito divertido.
Se você gosta de Heath Ledger como Curinga, se você se amarra num Batman nervosinho, tem que assistir a essa redublagem do célebre interrogatório de O Cavaleiro das Trevas. O Palhaço do Crime tem que responder a um importante questionamento do Cruzado Encapuzado…
A BBC se arrisca em responder. Em “Future of News”, o conglomerado britânico apresenta uma visão de como as notícias vão se apresentar, como a tecnologia, as empresas e os profissionais funcionarão.
Programas de TV mais participativos, audiências mais ativas, publicidade como mecenato, Big Data nas redações e doses cavalares de jornalismo local estão entre as apostas da BBC.
Ficou curioso? Então, espie o futuro aqui.
O coletivo Intervozes, um dos mais atuantes no tema da democratização da mídia no país, esteve junto com o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) em audiência com o novo ministro da área, Ricardo Berzoini. As entidades têm se queixado publicamente da lentidão e a quase falta de ações do governo Dilma Rousseff na área.
Para “incentivar” o ministro a “fazer diferente”, o Intervozes listou o que chama de uma agenda de curto prazo para a pasta:
1. Proibição de outorgas para deputados e senadores
2. Combate aos arrendamentos/subconcessões
3. Enfrentamento ao livre mercado de compra e venda de outorgas de rádio e TV
4. Garantia do respeito aos limites à concentração de propriedade já existentes
5. Responsabilização das emissoras por violações de direitos humanos na programação
6. Fim da criminalização às rádios comunitárias
7. Universalização do acesso à banda larga
(para saber mais, vá por aqui)
(reproduzindo o informe dos organizadores)
Ampliado el plazo hasta el día 8 de febrero de 2015 para enviar propuestas de comunicaciones (abstracts) al III International Conference on Media Ethics (http://congreso.us.es/mediaethics/index.php/es/), que tendrá lugar en Sevilla los días 24, 25 y 26 del próximo mes de marzo. El plazo máximo para la entrega del texto completo será el 28 de febrero.
Atendiendo a la petición de algunos investigadores, se aceptaran comunicaciones para ser presentadas a través de internet (por skype o programas similares). Se dedicarán algunas de las sesiones del congreso a estas comunicaciones no presenciales en horarios que tendrán en cuenta la diferencia horaria entre Europa y Latinoamérica.
En esta III edición del Congreso contaremos entre otros ponentes con los profesores John Peters (University of Standford), Basilio Monteiro (Universidad St. Johns – Nueva York-) o José Manuel de Pablos (Universidad La Laguna). Esta edición, está concebida como un espacio para intercambiar ideas de nuevos proyectos y la búsqueda de socios internacionales. También se ofrecen actividades prácticas para la mejora y calidad de la investigación científica, como una mesa redonda sobre revistas científicas patrocinada por la Revista Latina de Comunicación Social.
Dado el carácter internacional del congreso y los horarios europeos, el congreso se desarrollará en dos sesiones: mañana (9’30h -14’30h) y tarde (16’00h-18’00h), dejando así más tiempo a los congresistas para establecer relaciones con otros colegas o disfrutar de la ciudad si así lo desean. La organización ofrecerá diversas actividades sociales complementarías para quienes deseen prolongar las sesiones académicas con sesiones de trabajo en un contexto más personal y ameno.
Las comunicaciones seleccionadas para su publicación formarán parte de en un libro de actas electrónico publicado por la editorial Dykinson S.L, de Madrid, con su correspondiente ISBN, y un comité científico que avale dicha publicación. En los propios días del congreso se ofrecerá el link desde el cual se podrán descargar los congresistas sus contribuciones.
El primer día, 24 de marzo, las sesiones del congreso serán sólo en español, y en los días sucesivos, 25 y 26, serán tanto en español como en inglés.
Le agradecemos que distribuya esta información entre vuestras redes de contactos.
Más información o cualquier gestión: 3mediaethics@gmail.com
A organização do 3º Mejor informa:
O prazo para o envio de propostas de comunicação ao III Colóquio Internacional Mudanças Estruturais no Jornalismo foi adiado para a próxima terça-feira, dia 20 de janeiro.
Assim, há mais cinco dias para a submissão de propostas, de acordo com as normas descritas no site http://mejor2015.sits.ufsc.br
As propostas, com 6.000 caracteres, devem ser enviadas para o e-mail mejor2015ufsc@gmail.com
3º Mejor: Colóquio Internacional Mudanças Estruturais do Jornalismo.
O evento aborda os silêncios no e do jornalismo.
Acontece em março na UFSC, em Florianópolis.
Mais informações em http://mejor2015.sites.ufsc.br
A sensação que fica depois de terminar “Teatro”, de David Mamet, é de quase terra arrasada.
Num estilo direto, o autor desfere bordoadas em atores, dramaturgos, diretores, realizadores, farsantes, teóricos, professores, preparadores-de-elenco e outros animais do palco. Sobra pra todo o mundo, e quase não sobra nada.
Na verdade, sobra. Resta o palco, resta um teatro baseado em coisas simples e verdadeiras, resta o público, a quem ele manifesta um colossal respeito.
Para Mamet, o teatro precisa entreter, o dramaturgo deve se preocupar com o enredo (e não com suas ideias, mesmo que elas sejam geniais), os atores precisam mostrar sua verdade no palco, e o diretor não deve atrapalhar.
Com quatro décadas de carreira, Mamet é aclamado por suas peças e roteiros de cinema. Sabe contar uma história, sabe prender a nossa atenção. Em “Teatro”, ele esfrega na nossa cara suas antipatias, manias, maneirismos, dogmas e frescuras.
John Lennon já cantou: “So this is Christmas.”
Por isso, nada mais esperado do que… presentes!
Que tal comprar Os Maiores Detetives do Mundo por apenas R$ 1,99?
É só amanhã, dia 23 de dezembro, e por aqui: http://zip.net/bcpY75
Reproduzindo…
Car@s colegas,comunicamos que está aberta a chamada para a edição de 2015_1 da Revista Ciberlegenda, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFF.A primeira edição de 2015 é dedicada à análise do conceito de “conexão 24/7” e seus desdobramentos para as rotinas cotidianas, e contará com a participação da Profa. Dra. Lilian França, da Universidade Federal de Sergipe, como co-editora convidada.2015.1A era da conexão 24/7Pesquisas na área de comunicação que analisem o conceito de “conexão 24/7” e seus desdobramentos para as rotinas cotidianas: sistemas de vigilância (surveillance e sousveillance), lifecasting, lifelog, GeoTaging, redes sociais, aplicativos para tablets e smartphones, estratégias de monitoramento, rastreamento e compartilhamento ininterrupto de informação; o ideal da alta performance na contemporaneidade; a busca pela vigília estendidaPrazo para envio de artigos: 02 de março de 2014.
Mais: http://www.proppi.uff.br/ciberlegenda/