polêmica do diploma: mais um texto

Às vésperas do julgamento do STF sobre a obrigatoriedade do diploma para exercer o jornalismo, é muito natural que abundem por aí textos de lado a lado tratando da polêmica. Aliás, é muito bom isso. Os argumentos ganham relevância, as paixões se acirram, o entendimento pode ser buscado.

Hoje, recomendo o que o Cesar Valente escreveu sobre o assunto. Vai lá ver.

3 comentários em “polêmica do diploma: mais um texto

  1. Caro RC,

    Bacana o texto do rapaz, mas juro que não entendi o que ele qis dizer com “O sonho desses mercenários que mantém veículos de comunicação (com todas as honrosas exceções de praxe e o DIARINHO à frente, como ilha paradisíaca no meio do lamaçal)”…

    Abraço

  2. Bom, desde que comecei a trabalhar com comunicação, ha coisa de 17 anos, sempre me vi enredado vez ou outra com esta polêmica. Sou radialista, minha formação (por ser prática e autodidata por força de morar no interior) no jornalismo me fez perceber ao longo dos anos que exigir um diploma de jornalista para exercer a funções em uma rádio, como locutor noticiarista por exemplo, é uma exigência ridícula, assim como são ridículos os “jornalista” que fazem pressão para que se exija o diploma de formação superior para toda e qualqeur função dentro de uma redação, seja ela de qual veículo for.
    Este tipo de mentalidade surge de mente limitada de estudantezinhos noiados que mal sabem escrever direito e enxergar além do seu próprio mundinho. (explico)
    Por exemplo, e para não me extender demais na considerações, o que mais tem em redações dos grandes jornais e televisões do nosso Brasil são jornalistas que detestam fazer cobertura de exposições agropecuárias, pois, vão sujar seus tênis, ou scarpin com cocô de de boi. Ora meu amigo! Concordo em termos com o texto do nobre coelga Cesar Valente, que deve sim haver uma regulamentação e preocupação com a formação com a qualidades, porém, definitivamente uma faculdade não forma um jornalista, pois, se ele não tiver ética, caráter e coragem de sujar o pé com bosta de vaca em um País que tem sua economia calcada no agronegócio, nunca será um bom profissional.

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